01 dezembro, 2011

Cartas De Amor ElectroPopRockOperaMusical

CARTAS DE AMOR ELECTROPOPROCKOPERAMUSICAL
Viajar é preciso.
Uma poesia cheia de poesia...é assim que vejo Cartas De Amor.
E quando essa viagem é sobre o amor... sobre o carinho... sobre toques de vida... fica mais gostoso.
A música sempre falou alto quando se trata de falar com Deus... nossa alma... e isso não falta no espetáculo.
“Até quando vai continuar com essa alegria inventada?”
As possibilidades existem - nelas a psicocoisa humana experimenta a felicidade, questiona detalhes e amadurece a alma.
O afeto, hoje uma moeda cara e cada vez mais cheia de nuances... é possível quando estamos abertos a energias que estão a nossa volta.
“No espelho que começei a cobrir... você veio me encontrar...por aqui, por ali, encontrar a beleza que não é minha...”
"Dificil é aceitar quando as coisas não existem mais...O vazio que se sente, permenece e parece não te abandonar...”
"E EU NÃO quero ser mais como antes... querer ser para alguém o que não sou nem pra mim".
CARTAS DE AMOR... sugere através de cartas encontradas em feiras e algumas de arquivos pessoais dos envolvidos com o espetáculo.... que é possível essa proximidade e ou vivência com o carinho, o afeto, o amor. Interagindo com a tecnologia... num espaço cênico aconchegante onde os estímulos são diversos, o espetáculo recria experiências afetivas de encontros e reencontros de seres humanos em busca de estados transcendentes .
Responsável pela idealização de todo o projeto, Flavio Graff conta que tudo começou em 2003. “Foi um processo longo de pensar a relação cênica entre música, artes visuais, o cinema e o vídeo clipe. Eu e Felipe Storino, que assina as composições musicais originais do espetáculo, fizemos um percurso de criação aberto chamado “Site Specific for Love” apresentado em festivais e eventos, como a Quadrienal de Praga de 2007, com a intenção de desenvolver e aprofundar o conceito do trabalho. Mas foi só quando saiu o patrocínio do Banco do Brasil que o espetáculo tomou a forma atual”, comemora ele. “As cartas de amor ainda podem ser os próprios poemas que formam as músicas do espetáculo. Cada música é um poema, é uma carta de amor – isso tem a ver com as relações de acúmulo e sentidos que o trabalho pretende trazer”, completa.
Graff afirma que “o espetáculo propõe o cruzamento de diversas áreas artísticas, para criar um vídeo clipe cênico onde o espectador é o autor da sua própria história juntando as imagens e relacionando-as.

Elenco: Dedina Bernardelli, Felipe Storino, Fernando Alves Pinto e Flavio Graff
Roteiro, letras e direção: Flavio Graff
Co-direção: Emilio de Mello
Direção musical e música original: Felipe Storino
Coreografias, direção de movimento: Marcia Rubin
Direção de arte e cenografia: Ronald Teixeira e Flavio Graff
Vídeoarte: Rodrigo Ponichi e Luan Baptista – Plano Geral
Produção de vídeo: July Ferré
Figurinos: Ronald Teixeira
Iluminação: Renato Machado
Projeto gráfico: Ruth Freihof / Passaredo Design Christiane Krämer
Preparação vocal: Marcelo Nogueira
Filme Rose Hanie – a partir da obra de Kahlil Gibran – Intérpretes – Adriano Garib e Otto Jr.
Fotografia: Filme Rose Hanie: Daniel Neves e Rodrigo Ponichi
Vídeo – performers:
Procurando por mim e Pequenos instantes - Solange Badim
Casa Vazia – Adriana Seiffert, Alessandra de Oliveira, Amanda Ribeiro, America Cupello, Lia Sarno, Liza Machado e Regina Rangel
Em Neshat como rose hanie - a partir da obra de Kahlil Gibran - em neshat - Marcia Rubin
Fotos: Rodrigo Ponichi, Guga Melgar, Dedina Bernardelli e Flavio Graff
Produção: Carlos Grum e Fernando do Val
Produção Local SP: Roberta Koyama
Direção de produção: Flavio Graff  
Realização: Pow Produções e Eventos
A&G Produções Artísticas



Centro Cultural Banco do Brasil (65 lugares)
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro
Informações: (11) 3113-3651

28 novembro, 2011

Cabaret

Cabaret 
Claudia Raia (hilária) é Sally Bowles no musical Cabaret que está em cartaz no Teatro Procópio Ferreira, com Jarbas Homem de Mello (sensacional), Marcos Tumura, Katia Barros, Liane Maya, Guilherme Magon e grande elenco.
Um show de talentos no palco. 
Cabaret, sucesso da Broadway nos anos 60, se tornou um dos musicais de maior sucesso de todos os tempos.
O musical gira em torno do relacionamento da inglesa Sally Bowles, e o escritor americano Cliff Bradshaw, encarnado pelo jovem ator Guilherme Magon.
Claudia Raia produz e estrela montagem de ‘Cabaret, realizando um dos maiores sonhos de sua carreira: dar vida à cantora e dançarina Sally Bowles. Miguel Falabella (genial) assina a versão brasileira do musical, que tem direção de José Possi Neto e produção geral de Sandro Chaim.
Paralelamente ao romance entre os personagens principais há ainda a relação entre uma alemã tolerante, Fräulein Schneider (vivida pela atriz Liane Maya), e um judeu, Herr Schultz (Marcos Tumura, protagonista de diversos musicais, entre eles Les Miserables e Miss Saigon).


Teatro Procópio Ferreira
Rua Augusta, 2823 Jardim Paulista
Dias e horários: Quinta-feira: às 21h. Sexta-feira: às 21h30.
Sábado (duas sessões): às 18h e às 21h30. Domingo: às 18h
Classificação: 14 anos
Duração: 2 horas e 30 minutos
Bilheteria: de terça a domingo, das 14h às 19h ou até o início das sessões
Informações: (11) 3083-4475
Foto: Cabaret

25 novembro, 2011

Pornô Falcatrua N. 18.633

Pornô Falcatrua N. 18.633
Ousado, show de espetáculo.
Dirigida por Gustavo Machado, a peça Pornô Falcatrua Nº 18.633, de Irvine Welsh e dramaturgia de Eduardo Ruiz, apresenta o reencontro dos mesmos amigos personagens do filme Trainspotting. Dez anos depois, a turma, quase amoral, está envolvida na realização de um filme Pornográfico.
“As atrizes e produtoras Abhiyana e Ana Nero, levam a peça para inaugurar o Studio SP da Vila Madalena. Um espaço ideal para apresentar a trama, que se passa em mesa de bar, com drinks, música e o perfume da noite. O público ainda poderá curtir a festa que o Studio apresentar na sequência. O Studio SP encaixa perfeitamente no formato do espetáculo.
"Decidimos fazer uma balada teatral. Os personagens têm uma relação quase pornográfica com a plateia. Não há interação no sentido de atores contracenarem com o público, mas a proximidade física é grande. A idéia é conseguir que estes personagens se exponham como em uma balada", explicou o diretor ao jornal "O Globo".
Na trama, Simon "Sick Boy" Williamson é dono de um bar decadente, e reencontra os amigos Mark Renton, Francis "Franco" Begbie e Daniel "Spud" Murphy para planejar falcatruas, trapaceá-los e produzir um filme pornô - daí o título. A partir daí, Welsh explora o impacto da pornografia nos indivíduos envolvidos em sua produção, assim como na sociedade como um todo, e o impacto do envelhecimento e do amadurecimento das pessoas contra sua vontade.
Entre carreiras de cocaína, Sick Boy (o ator Sérgio Guizé) cuida de um boteco. Spud (papel de Fábio Ock) se vê impotente diante do mundo. Franco (Guilherme Lopes), recém-saído da prisão, procura um rumo. Renton (Pablo Sgarbi) tenta outra vez se dar bem. Outras figuras se interligam ao quarteto para ganhar dinheiro na produção de um filme pornô.

Autor: Irvine Welsh
Adaptação: Eduardo Ruiz
Direção: Gustavo Machado
Elenco: Abhiyana, Ana Nero, Fábio Ock, Guilherme Lopes, Maria Laura Nogueira, Pablo Sgarbi, Sergio Guizé.
Designer gráfico: Colletivo
Direção de Produção: Abhiyana e Ana Nero

Toda Quinta, às 22h (abertura da casa às 21h) (até 22 de dezembro)

11 3032-4370



29 outubro, 2011

Novelo

Novelo
O espetáculo volta ao cartaz após quatro temporadas de sucesso.
Novelo em cartaz no Viga Espaço Cênico, em uma leitura deliciosa de Nanna De Castro, na batuta do excelente Zé Henrique de Paula, nos traz uma ótima leitura da família.
Elenco show de bola.
Em texto retirado do blog www.senhoritasafo.blogspot.com: Nanna reafirma -  “Meu amor pelos homens, me trouxe amigos com H maiúsculo... as delícias de brincar de carrinho... proclamo as mulheres a amarem os homens...ah homens”.

“Mulher gosta de homem canalha? Macho que é macho pinça a sobrancelha?  Homem tem dificuldade de mostrar o que sente? Homem frágil incomoda? Homem delicado tem que ser gay? Gay enrustido é mais aceito que gay assumido? Mulher usa filho pra manipular ex-marido? Estas são algumas questões polêmicas que movem a história da peça Novelo”. (Morente Forte)

Ficha Técnica
Texto: Nanna de Castro
Direção: Zé Henrique de Paula

Elenco: Alexandre Freitas, Fábio Cadôr, Flavio Baiocchi, Flavio Barollo e Herbert Bianchi.

Assistência de direção: Alexandra da Matta
Cenografia: Zé Henrique de Paula
Figurinos: Mário Queiroz
Preparação de atores: Inês Aranha
Direção musical: Fernanda Maia
Locução em off: Clara Carvalho
Iluminação: Fran Barros
Produção: Edinho Rodrigues e Marisa Medeiros
Viga Espaço Cênico (74 lugares)
Sala Principal
Rua Capote Valente, 1323
Tel. 3801.1843
Sextas e Sábados, às 21h. Domingos, às 20h.

Vale a pena conferir ;)


 

22 outubro, 2011

Luis Antonio Gabriela

Luis Antonio Gabriela
Sensibilidade e talento.
Argumento de Nelson Baskerville
Intervenção dramatúrgica de Verônica Gentilin.

Ficção ou não, mereceria alguns prêmios... acrescido o fato de saber que o ator e dramaturgo Nelson Baskerville expôe sua vida... tornando a tinta do espetáculo mais forte...sem deixar que o assunto tão manjado da homossexualidade humana... fique melodramatico. A Cia. Mungunzá de Teatro demonstra versatilidade e talento ao relatar no palco uma história sensivel, forte e de forma apaixonante. Sem tornar apelativo, o espetáculo mostra como funciona o preconceito ferino,(uma cultura nociva)...que sai de debaixo do tapete... pra castigar o ser humano de tal maneira que consciente ou inconscientemente pode destruir a vida das vitimas. 
O personagem titulo... vitima de uma sociedade hipócrita nos sentimentos...e torta em seu comportamento, também mostra um comportamento recorrente em atos que confundem a cabeça do irmão. No caso, o dramaturgo expôe seu passado, sua vida, de uma forma que serpenteia a garganta do expectador.
"Seu irmão mais velho, Luis Antonio (Marcos Felipe), nasceu em 1953, era homossexual e viveu em Santos até os 30 anos, quando se mudou para a Espanha. Durante três décadas, quase nada se soube dele, que, em Bilbao, assumiu a identidade de Gabriela, protagonizou shows em boates e acabou vitimado pela aids em 2006."
O assunto tratado pelo diretor e dramaturgo Nelson... é algo que muitas famílias adorariam gritar ao mundo... mas preferem puxar e deixar, como já descrito, debaixo do tapete... a exorcisar seus males. O espetáculo é um cutucão na sociedade, mostra o diretor infiltrado numa cena através de um video.. que com uma linguagem própria, aumenta o tom de mergulho numa história que nos faz viajar no tempo e perceber que em algum momento do espetáculo... a platéia se vê inserida em alguma cena ou frase, através de alguém na famnília ou amizade pela vida fora.
Marcos Felipe mostra que talento existe sim... e que se pode mergulhar no personagem, dando vida a uma história que cala fundo a platéia a cada movimento do ator no palco... com uma sensibilidade tamanha.
É um espetáculo obrigatório pra quem curte a psicocoisa humana. A deliciosa trilha sonora de Gustavo Sarzi pinta as cenas deliciosamente.
"A temporada de “Luis Antonio-Gabriela” na Funarte São Paulo terá preços populares (R$ 5,0 a inteira), e toda a bilheteria arrecadada será revertida à instituição LGBT Casarão Brasil. A Cia Mungunzá, sob a direção de Nelson Baskerville, ganhou 36 prêmios em festivais pelo Brasil com o espetáculo “PorQue a Criança Cozinha na Polenta”, apresentado em cinco temporadas em São Paulo entre 2008 e 2010. acumulando 36 prêmios em diversas categorias".
(DEVERIA GANHAR muitos por este trabalho.)

Elenco: Marcos Felipe, Lucas Beda, Sandra Modesto, Verônica Gentilin, Virginia Iglesias; Day Porto
Direção: Nelson Baskerville
Diretora Assistente: Ondina Castilho
Assistente de Direção: Camila Murano
Direção Musical, Composição e Arranjo: Gustavo Sarzi
Preparador Vocal: Renato Spinosa
Trilha Sonora: Nelson Baskerville
Preparação de Atores: Ondina Castilho
Iluminação: Marcos Felipee Nelson Baskerville
Cenário: Marcos Felipe e Nelson Baskerville
Figurinos: Camila Murano
Visagismo: Rapha Henry - Makeup Artist
Vídeos: Patrícia Alegre
Produção Executiva: Sandra Modesto e Marcos Felipe
Produção Geral: Cia Mungunzá de Teatro
Assessoria de Imprensa: Morente Forte

FUNARTE
Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos

Veja a programação de sua cidade.
Vale conferir.
:)

20 outubro, 2011

Que Rei Sou Eu ?

Que Rei Sou Eu?
Direção e Roteiro Elias Andreato
Com uma hora de duração, Elias Andreato roteirizou Que Rei Sou Eu?, inspirado na obra de Oswald de Andrade, é um convite à “deglutição” de músicas brasileiras de diferentes épocas permeadas por textos que, poética e ironicamente, retratam o povo brasileiro.
Com direção de Elias Andreato, o  espetáculo foi criado para Renato Borghi, artista que representa o teatro brasileiro em sua totalidade. Em Que Rei sou Eu?
Borghi  acompanhado de Patrícia Gasppar e do maestro Jonathan Harold brincam com a lembrança do nosso teatro musical brasileiro, com toda a ingenuidade, pungência e brejeirice que marcaram um gênero esquecido, mas ainda guardado na memória do nosso povo. São cerca de 20 músicas, dentre elas: QUE REI SOU EU? de Francisco Alves, PELA DÉCIMA VEZ  de Noel Rosa, AI YOYÔ [Linda Flor] de Luiz Peixoto, Marques Porto, Cândido Costa e Henrique Vageler, BANDEIRA BRANCA de Zé Keti, Max Nunes, André Filho, Laércio Alves e Pereira Matos

Ficha Técnica
Roteiro e direção: Elias Andreato
Elenco: Renato Borghi, Patrícia Gasppar e Jonatan Harold
Pesquisa: Elcio Nogueira
Arranjos: Jonatan Harold
Figurinos: Laura Huzak Andreato
Iluminação: Wagner Freire
Fotos: João Caldas
Assessoria de imprensa: Morente Forte Comunicações
Direção de produção: Marlene Salgado
 
Teatro Eva Herz (166 lugares)
Avenida Paulista, 2.073 – Livraria Cultura / Conjunto Nacional
Informações: (11) 3170-4059 - www.teatroevaherz.com.br
Quartas-feiras, às 21h
Temporada: até 30 de novembro

14 outubro, 2011

O Libertino

O Libertino
com: Cassio Scapin, Luciana Carnieli, Luiza Lemmertz, Erica Montanheiro,Tânia Casttello e Daniel Warren. De Eric- Emmanuel Schmitt, Tradução de Aline Meyer, Adaptação e Direção de Jô Soares.

Cassio Scapin é O Libertino, de Eric- Emmanuel Schmitt, um dos maiores nomes da dramaturgia contemporânea, que se inspirou no filósofo francês Diderot (1713 – 1784) para compor essa comédia que oferece, de maneira não acadêmica, divertida e envolvente introdução ao pensamento filosófico.
A adaptação de Jô Soares mantém os diálogos elaborados com as mesmas ação e fluidez presentes na obra, apresentando questões relevantes como: conduta moral, ética, sexo, amor, relações de poder. O texto nos permite divagar divertidamente por essas questões. “Assim que li O Libertino, fui logo atraído pela riqueza dos personagens e pela inteligência e humor do texto”, diz Jô Soares.

Em O Libertino, Denis Diderot, um dos ícones do pensamento na França do século XVIII, se retira para descanso num castelo na área rural de Paris, onde de urgência é solicitado para que escreva o verbete: Moral, para “A Enciclopédia”, obra que já vem se dedicando há muito tempo.
Além da divertida manipulação de conceitos e ideias, na peça vê-se outra característica importante da personalidade do filósofo: sua atração pelas mulheres.
Segundo Eric-Emmanuel Schmitt, O Libertino é a mais alegre de suas peças. “Um texto escrito numa primavera para celebrar a primavera”. Seu personagem principal, o filósofo Denis Diderot, que viveu de 1713 a 1784, é considerado, junto com Voltaire, um dos intelectuais precursores da Revolução Francesa. Muitos o julgam pioneiro da filosofia anarquista, devido ao seu pensamento de desprezo sobre a nobreza e o clero.

Iluminação – Maneco Quinderé
Figurinos – Fabio Namatame
Cenários – Chris Aizner
Música Original : Eduardo Queiroz
Direção de Produção – Fernanda Signorini
Fotos: Jairo Goldflus
Programação Visual: Denise Bacelar
Realização Cassio Scapin e Fernanda Signorini
Patrocínio: MAN Latin America, fabricante dos caminhões e ônibus da marca Volkswagen, Telefônica e Correios, Ministério da Cultura.
Projeto realizado com Apoio do Governo de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura – Programa de Ação Cultural de 2011



Teatro Cultura Artística Itaim(303 lugares)
Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1830 - Itaim
Quinta e sábado às 21h. Sexta às 21h30. Domingo às 18h
Ingressos: Quinta R$ 40. Sexta e domingo R$ 50. Sábado R$ 60
Duração: 90 minutos
Recomendação: 16 anos
Temporada: até  27 de novembro


08 outubro, 2011

Solidão, A Comédia

SOLIDÃO, A COMÉDIA - De Vicente Pereira
Direção Claudio Tovar

No monólogo, Maurício Machado interpreta cinco deliciosos e divertidos personagens, tendo como pano de fundo suas diferentes formas de solidão. Tudo isso com o típico e característico humor do BESTEIROL.
O Homem no cinema, sua relação com a sétima arte e sua busca pelo prazer desacompanhado; Solange, a prostituta que liga para os antigos clientes à procura de companhia; Tony, o elegante socialite metrosexual que não deixa sua esposa trancada no banheiro falar; a jovem Geneviéve desesperada em seu primeiro encontro num bar em busca de sua alma gêmea; a doce ironia de uma senhora hospitalizada e sua melhor amiga; e uma cena final que é um brinde a vida e uma grande surpresa para o público. O texto Solidão, a comédia é considerado uma referência do Besteirol!
É um genuíno gênero teatral nascido no Rio, e mais especificamente, no Teatro Candido Mendes em Ipanema, onde o espetáculo estreou em Janeiro deste ano e esteve em cartaz por quase 6 meses com sucesso enorme.
A ficha técnica do espetáculo, conta com uma equipe estelar, dos profissionais mais gabaritados do Teatro brasileiro contemporâneo. Alexandre Elias assina a direção musical, Aurélio de Simone a luz, e os figurinos e cenário estão a cargo do próprio diretor, Claudio Tovar, sem dúvida o maior nome do teatro brasileiro e o mais premiado figurinista e cenógrafo do país.

MAURÍCIO MACHADO – ATOR
O ator carioca, que em novembro completará  24 anos de carreia, no teatro, iniciou no musical 'Sonhar Colorido' e, a partir daí, emprestou seu talento em mais de 30 montagens teatrais, tais como: “As Filhas da Mãe”, “O Concílio do Amor”; “Em nome do Pai”; “O Corcunda de Notre Dame”, pelo qual foi indicado por sua atuação como ‘Quasímodo’ ao Prêmio Mambembe 1996 de melhor ator, “Gulliver”, indicado como melhor ator do ano aos Prêmios Pananco (Coca-Cola) e Dança Brasil 2000. Em 2004, o dramaturgo e novelista Walcyr Carrasco, adaptou e escreveu especialmente para o ator, o conto de Oscar Wilde, 'O Fantasma de Canterville', intitulada a peça de “O Mistério do Fantasma Apavorado”, onde Maurício, viveu o protagonista, o Fantasma Dom Eurico. Em “Cyrano”, adaptado por Denise Crispum, foi indicado ao Prêmio Zilka Salaberry, como melhor ator do ano do Rio pelo papel-título da peça, e seu último trabalho foi no texto de Alcides Nogueira, ‘As Traças da Paixão’, ao lado da atriz Lucélia Santos, com quem dividiu a cena por 1 ano e meio. Maurício foi já dirigido por grandes nomes como: Gabriel Villela, Bibi Ferreira, Marcio Aurelio, Gilberto Gawronski, Marco Antonio Braz, Karen Acioly, entre muitos outros.
Além de sua formação teatral, também tem passagem em importantes cursos e escolas complementares no Rio de Janeiro, onde se aperfeiçoou como artista tais como: Escola Nacional de Circo, Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, além de ter estudado Produção Cultural, sapateado, dança moderna e expressão corporal.
Dentre seus principais trabalhos na TV, estão: as novelas “Alma Gêmea”, como o cozinheiro ‘Baltazar’, na TV Globo; e “Cidadão Brasileiro”, da Record, o divertido ‘Pink’ na novela “Cama de Gato”. Seus mais recentes: no ‘Fantástico’ no quadro “Leandra Borges e a Maternidade”, ao lado de Ingrid Guimarães e como o galã de cinema ‘Silvério Duarte’ de ‘Cordel Encantado’ sucesso da TV Globo.
Maurício recebeu indicação de importantes prêmios e ganhou o Prêmio Mambembe como ator revelação, em 1987. Há 15 anos é o criador e diretor de uma das principais empresas de entretenimento e cultura do país, a Manhas & Manias de eventos e que também atua na área de eventos. Neste segmento, Maurício acumula 21 anos de experiência, onde atuou como ator, repórter, apresentador, mestre de cerimônias e animador de centenas de eventos. Entre clientes atendidos, destacam-se: Universal Studios, Unilever (OMO), Unilever Best Foods (FRISCO e ARISCO) TIM, Petrosul, AItaú, Renault, , Asia Motors, ente outros.

CLAUDIO TOVAR – DIRETOR
Ator, dançarino, cantor, artista plástico, cenógrafo e figurinista, Claudio Tovar é um artista múltiplo e um dos mais consagrados por sua vastíssima contribuição aos palcos do país, das figuras mais respeitadas do cenário artístico brasileiro. Respeitado e premiadíssimo, Tovar iniciou sua trajetória artística, em teatro, em 1972, como integrante do grupo Dzi Croquetes, com o qual se apresentou no Brasil e na Europa. Como artista solo, Cláudio Tovar começou sua carreira em 1982, atuando ao lado de sua mulher, Lucinha Lins, no musical "Sempre, Sempre Mais", apontado pela crítica especializada como um dos melhores espetáculos daquele ano no Rio de Janeiro. Ainda como ator, participou das seguintes montagens: "Teatro Musical Brasileiro II"; "O Fantópera da Asma", de sua autoria; "Ricardo III"; "Lima Barreto ao 3º Dia"; "A Caravana da Ilusão"; “Cabaret Youkali", pelo qual recebeu indicação ao Prêmio Shell de 1998, na categoria Melhor Ator; "Aldir Blanc, Um Cara Bacana", também de sua autoria; remontagem do musical "A Ópera do Malandro", Em 2007, foi um dos principais nomes do musical "O Baile", com direção de José Possi Neto. Em 2008, atuou em “Retirada de Moscou”.

MANHAS & MANIAS DE EVENTOS – PRODUÇÃO
Com 15 anos de experiência em projetos culturais, a manhas & manias de eventos  produziu vários espetáculos premiados, entre eles: “Em Nome do Pai” com Cláudio Cavalcanti. “Só Os Doentes do Coração Deveriam Ser Atores” com Antonio Petrin, “O Mistério do Fantasma Apavorado” adapt. da obra de Oscar Wilde por Walcyr Carrasco, ambos dirigidos por Eduardo Figueiredo, “O Último Bolero”, com Francisco Cuoco, Adriana Lessa e direção de Gracindo Jr., “A Soma de Nós”, com Rogério Fróes, Mara Manzan, Nicette Bruno entre outros. “Cyrano”, espetáculo dirigido por Karen Acioly com Nívea Stelmann, Thierry Figueira, Tadeu Mello e Maurício Machado e supervisão de Bibi Ferreira. “As Traças da Paixão”, espetáculo de Alcides Nogueira, com Lucélia Santos e Maurício Machado. E, atualmente, com o sucesso em São Paulo de “Avalon” no Teatro do Sesi da Paulista e  “Mulheres Alteradas”, da obra de Maitena, com adaptação de Andrea Maltarolli, no elenco Luiza Tomé, Adriane Galisteu, Mel Lisboa, André Bankoff e Daniel Del Sarto, e direção de Eduardo Figueiredo, atualmente em excursão pelo país, e em breve ‘As Superadas’ também da obra de Maitena, com adaptação para o teatro de Fernanda Young.

Ficha Técnica
Autor: Vicente Pereira
Direção: Claudio Tovar
Elenco: Maurício Machado
Direção Musical: Alexandre Elias
Criação de Luz: Aurélio de Simoni
Cenário e Figurinos: Claudio Tovar
Direção de movimento: Kika Freire
Programação Visual: Mariana Resnik
Fotografias: Guga Melgar & Malu Vieira
Assistência de Direção: Diogo Villa Maior
Assistente de cenografia: Natália Lana
Assistente de figurino: Regina Carvalho
Costureira: Schirley Nascimento
Alfaiate: Macedo Leal
Visagismo: Beto Carramanhos
Assessoria de Imprensa: Morente Forte
Produção Executiva: Fernanda Corrêa Gurtler & Tainah Brandão
Assistente de Produção/SP: Patrícia Palhares
Direção de Produção: Eduardo Figueiredo
Realização e Produção: manhas & manias de eventos

Teatro NeXT (80 lugares)
Rua Rêgo Freitas, 454 - República.
Informações: 3237-1845
Sextas e Sábados, às 21h. Domingo, às 20h.
Temporada: até 27 de novembro


23 setembro, 2011

Desconhecidos

Desconhecidos
Espetáculo delicioso.
William Shakespeare está escrevendo a história de sua peça no momento em que ela está sendo assistida pelo público. No meio de uma crise existencial e falta de inspiração para escolher um protagonista, surgem personagens lendárias e das mais variadas épocas da história mundial. A mente do brilhante dramaturgo se transforma no palco do espetáculo, onde os encontros inusitados passam a acontecer. Shakespeare conversa com Albert Einstein, dá conselhos para Moisés e faz terapia com Freud junto a Van Gogh. Enquanto isso, Darwin se encontra com Adão e Eva e se questiona sobre a Teoria da Evolução, e Gandhi prega a paz por todo o território.
Os atores Fábio Herford (que também assina o excelente texto), Fábio Espósito, Marcelo Laham e Carlos Baldim dão vida a esses deliciosos personagens.
Experiente ator e diretor...
Gustavo Machado, deixa que a platéia tenha uma leitura bacana do que o ator quer dizer. Isso é muito importante. No cinema Gustavo Machado levou o Prêmio Kikito (Gramado) 2007 e o Prêmio APCA 2008 por sua atuação em Olho de Boi, de Hermano Penna, e atuou também nos filmes Bicho de Sete Cabeças, Quanto Dura o Amor?, Contra Todos, Corpo, Nome Próprio, O Amor Segundo B. Shianberg, Bróder, Bruna Surfistinha. Em TV, participou das séries Amor em 4 Atos, Entre Tapas e Beijos, Força Tarefa, Mulher de Fases, Alice, Antônia, Mothern, e os teleteatros: Billy e Valor e Troca.
Fábio Herford entre inumeros trabalhos... atuou em Ricardo III, de William Shakespeare e direção de Jô Soares. Em cinema esteve em Os Normais 2, Salve Geral, Quanto Dura o Amor?, Embarque Imediato, Boleiros 2, Viva Voz, Bicho de 7 Cabeças e outros. Em televisão, esteve nos seriados Mulher de Fases, da HBO ; participou de Norma, Toma Lá Dá Cá, Carandiru, Grande Família, A Diarista e Retrato Falado, da TV Globo. Em novelas, atuou em Bang-Bang e Desejos de Mulher , também da TV Globo.
Marcelo Laham, além de Shakespeare, interpreta Matusalém, personagem bíblico que mais tempo viveu na Terra, e Moisés. "O meu Moisés é o mais fanático e enlouquecido”, brinca Marcelo, que terminou as gravações de Insensato Coração recentemente.
A trilha sonora foi originalmente composta por Daniel Tauszig. Cenografia e figurinos ficam a cargo de Silvana Marcondes e a iluminação é de Wagner Freire.

Teatro Ruth Escobar
Rua dos Ingleses, 209 - Bela Vista
São Paulo - SP
Dias e Horários: quintas 21h30 e sextas 23h30
11 3289-2358

Vale a pena conferir.

18 setembro, 2011

Eu Era Tudo Pra Ela... E Ela Me Deixou

 Eu Era Tudo Pra Ela... E Ela Me Deixou
Genios do palco nos deixam com um gostinho de quero mais mesmo sabendo que o espetáculo terminou.
O texto delicioso (Emilio Boechat)  com elenco afiadíssimo (Marcelo Médici e Ricardo Rathsam) numa direção primorosa (Mira Haar), são ingredientes que nos deixam com aquela sensação gostosa, de que valeu a pena sair de casa.
Samuel (Rathsam) sofre com a relação amorosa ao ponto de "gritar" pro mundo que "Eu Era Tudo Pra Ela E Ela Me Deixou". O mundo de Samuel nessa trama no caso é mostrado pelos nove personagens que Marcelo Médici interpreta no espetáculo. Sim "Eu Era Tudo Pra Ela E Ela Me Deixou" nas mãos de Marcelo Médici e Ricardo Rathsam nos fazem ver que teatro é realmente prazeroso quando fica na mão de quem entende o que faz.Sensacional.
(na foto acima: Ricardo Rathsam, Mira Haar, Emilio Boechat e Marcelo Médici)


Ficha Técnica
Texto: Emilio Boechat
Direção: Mira Haar
Assistente de direção: Patricia Gasppar
Teatro FAAP - Rua Alagoas, 903, Higienópolis
Sextas, às 21h30, sábados, às 21h e domingos, às 18h
Vale a pena conferir - veja fotos dos

12 setembro, 2011

CataDores

CataDores
Jairo Mattos e Paulo Gorgulho interpretam dois velhos palhaços que fazem de tudo para fugir do tédio. Tudo muda quando um deles, não suportando mais ser velho, joga fora barbas e dores e se transforma num rapagão forte e bem disposto, criando com seu parceiro uma relação totalmente nova.
Para dar ênfase ao caráter divertido do espetáculo, diálogos, movimentos e gags são pontuados por música ao vivo, executada pelo maestro Marcello Amalfi, que faz intervenções bem humoradas como um músico ambulante, com vários instrumentos ligados ao corpo: percussão, trompete, acordeão e guitarra elétrica. O repertório foi composto especialmente pelo maestro, que também é responsável pelos efeitos sonoros do espetáculo. Cláudia Maria de Vasconcelos, premiada autora da nova geração de dramaturgos brasileiros (Misere Bandalha, Lágrimas de Vidro, Assembléia dos Bichos, Tesouro do
Balacobaco).
Jairo Mattos, ator de cinema (O viajante, Tainá, Mario, Bicho de Sete Cabeças), TV ( Tempos Moderno, Barriga de Aluguel, Dono do Mundo, Terra Nossa, Bicho do Mato, Beleza Pura) e Teatro (mais de 20 peças entre as quais Concílio do amor, Os Coveiros, Sonho de um homem ridículo, Novas Diretrizes em Tempo de Paz).
Paulo Gorgulho, ator de cinema (O Pais dos Tenentes, For All, Vai trabalhar Vagabundo, O Cangaceiro), TV (Pantanal, Dono do Mundo, Coração de Estudante, Anarquistas Graças a Deus, Essas Mulheres, Bicho do Mato) e  Teatro (mais de 20 peças entre as quais Arte, Frankenstein, Eu falo o que elas querem ouvir).
Maestro Marcelo Amalfi, bacharel em música pela FAAM, é Maestro e coordenador do projeto “BRIT POP CHOIR”  na Cultura Inglesa, compõe trilhas para cinema, teatro e TV.

Ficha Técnica
Texto: CLÁUDIA MARIA DE VASCONCELOS
Direção: JAIRO MATTOS
Elenco: JAIRO MATTOS e PAULO GORGULHO
Trilha sonora original e música ao vivo: MAESTRO MARCELLO AMALFI
Assistente de direção: CARLOS BALDIM
Luz: ARI NAGO
Cenário: ALUISIO SALES
Figurinos: VANIA GNASPINI
Adereços: ARMANDO JUNIOR
Maquiagem: CACO MATTOS
Comunicação visual: ALINE ABOVSKY
Direção de produção/administração: MARIO SERGIO LOSCHIAVO

Teatro Eva Herz
Livraria Cultura - Conjunto Nacional
Avenida Paulista, 2073
Sextas e Sábados 21h.  Domingos 19h.






 Vale a pena conferir ;))




_____________________

A periferia do amor é +- como a 25 de março em SP. Um dia todos foram ou irão pelas coisas tentadoras e baratas. Blazê, fácil - Costumize o seu.

03 setembro, 2011

Conversando Com A Mamãe


Emocionante...

Direção de Susana Garcia
Com incrível humor, texto emocionante, e direção precisa de Susana Garcia, idealizadora do projeto, “Conversando com Mamãe” conquistou o público e a crítica carioca com as interpretações de Beatriz Segall e Herson Capri, que vivem mãe e filho, personagens criados por Santiago Oves.
“A empatia é imediata porque a peça é simples e engraçada e, além disso, Beatriz, com seu carisma, conquista a simpatia da plateia desde o começo. A trama atinge a todos, pois fala de mãe, filho, sogra, netos, esposa e marido, enfim, relações familiares, com humor e sensibilidade”, explica Capri.
Escrita pelo conceituado dramaturgo e diretor argentino Santiago Carlos Oves, a historia virou filme em 2004, com adaptação e direção do próprio autor, e teve ótima repercussão, inclusive no Brasil. Em 2008, a diretora Susana Garcia assistiu ao filme e resolveu transformá-lo numa peça de teatro. Entretanto, descobriu que o dramaturgo espanhol Jordí Galcerán já havia realizado uma readaptação para o teatro e que o espetáculo estava em cartaz em Paris com muito sucesso. Essa readaptação foi traduzida para essa montagem no Brasil por Pedro Freire.
A trama conta a história de Jaime, 50 anos, bem sucedido, casado, com dois filhos e um excelente emprego. Com a crise econômica seu mundo encantado se desfaz. Desempregado, entra em conflito com a família e vê como única saída a venda do apartamento onde mora sua mãe. Essa simples possibilidade desencadeia inúmeras questões da vida de Jaime.

A montagem de Susana Garcia de “Conversando com Mamãe” traz surpresas, muito humor e emoção colocando o espectador diante do imponderável. O cenário é de Marcos Flaksman, os figurinos de Kalma Murtinho, a iluminação de Paulo César Medeiros e a música foi composta especialmente para o espetáculo, por Alexandre Elias.

Sobre Beatriz Segall
Fez longa carreira, sempre voltada ao teatro, embora tenha trabalhado no cinema onde estreou em 1950, no filme “A beleza do diabo”. Interpretou vilãs que marcaram a história da televisão brasileira, como Lourdes Mesquita, de “Água Viva”, em 1980 e Odete Roitman, em “Vale Tudo”, de 1988, sendo considerada por muitos como a maior vilã da televisão brasileira. O jargão "Quem matou Odete Roitman?" (referindo-se ao assassinato da personagem) é até hoje repetido em alusão aos mistérios das tramas em telenovelas. Recebeu vários prêmios na carreira como: Governador do Estado, Prêmio Shell e Mambembe. Atuou em espetáculos como “O lado fatal”, “A margem da vida”, “Frankie V”, “Emily”, “O Manifesto”, “Lilian Hellman” e “Quarta-feira sem falta lá em casa”.

Sobre Herson Capri
Trabalha em teatro há 43 anos, já atuou em 34 peças, sendo quatro como diretor. Realizou mais de 35 trabalhos em TV, entre novelas e seriados, e atuou em 15 filmes. Seu último trabalho no teatro foi como o capitão Von Trapp no musical “A Noviça Rebelde”. Em novelas participou de “Os Imigrantes”, “Renascer”, “Tropicaliente”, “Era uma Vez”, “Negócio da China”  e muitas outras. É contratado da TV Globo e acabou de participar de ‘‘Insensato Coração”, interpretando o polemico banqueiro Horácio Cortez e estará no ar na próxima novela de Miguel Falabella, “Aquele Beijo”, que estréia em outubro desse ano.  

Sobre Susana Garcia
Casada há dezesseis anos com o ator Herson Capri, Susana trocou a medicina e o trabalho numa clínica de fertilização pela direção teatral. Embora já tivesse atuado como co-diretora no espetáculo “La Barca d’América” (1999), sua premiada estreia ocorreu ao lado do marido na direção do monólogo “Eu Sou Minha Própria Mulher” (2007), com o ator Edwin Luisi. O casal repetiu a bem-sucedida união na montagem infantil “A Casa da Madrinha” (2008), no Teatro do Leblon, no Rio.

Sobre o autor - Santiago Carlos Oves
Diretor e roteirista, o argentino Santiago Carlos Oves escreveu e dirigiu filmes de sucesso como “Assassinato a Distância”, “O Farol” e “O Verso”. Começou a carreira como co-roteirista de “Evita”.

Premiações do filme Conversando com Mamãe:
 • O filme foi indicado para a Seleção Oficial nos Festivais de Moscou e Málaga (Espanha).
 • Ganhou as premiações de Melhor Atriz, para China Zorilla, em Moscou e
   pela Associação dos Críticos da Argentina.
 • Menção Especial no Festival de Comédia de Peñiscola, Espanha.

Ficha Técnica
Autor: Santiago Carlos Oves

Versão Teatral: Jordi Galceran
Tradução: Pedro Freire
Direção: Susana Garcia
Elenco: Beatriz Segall e Herson Capri
Figurino: Kalma Murtinho
Cenário: Marcos Flaksman
Iluminação: Paulo César Medeiros
Trilha Sonora Original: Alexandre Elias
Produção Executiva e Administrativa: Rose Dalney
Diretor de Produção: Sandro Chaim
Realização: Chaim Produções e Capri Produções
Patrocínio: Temporada São Paulo e Turnê – Banco Volkswagen

Infos:
 
 

Confira



02 setembro, 2011

A História de Nós 2

A História de Nós 2

O espetáculo é delicioso... com elenco afiado e direção primorosa...
Edu é um homem dividido entre o desejo de ascender profissionalmente, a vontade de manter um casamento e o sonho de se manter eternamente livre. Já Lena é uma mulher ‘partida’ entre carreira, maternidade e paixão.
Dois personagens que, em cena, transformam-se literalmente em seis: Edu, Duca, Carlos Eduardo, Lena, mammy e Maria Helena, dando corpo e voz às diferentes ‘facetas’ de um mesmo homem e uma mesma mulher. A História de Nós 2 (que também poderia se chamar A História de Nós 6) é uma comédia romântica estrelada por Alexandra Richter e Marcelo Valle que contracenaram juntos no espetáculo Divã. “Em 2006, eu e Marcelo tivemos a vontade de fazer uma peça juntos e já sabíamos que seria uma comédia sobre casais. Procuramos a Lícia, que nos apresentou esse texto. Nos apaixonamos pela peça, pré-produzimos, captamos e junto com Ernesto, Gustavo e Lícia montamos o que chamo de "o projeto da minha vida", conta Alexandra. Em 2009, o espetáculo foi eleito pelo público (leitores do O Globo) como a melhor peça e, segundo Alexandra, “esta é a resposta, o público nos escolheu. Nosso próximo desejo é fazer a peça virar filme”, confessa ela. Os protagonistas:
 
Alexandra Richter é atriz, produtora e esteve em cartaz por três anos com Divã. Atuou ainda na peça Salada (da qual é produtora), também sob a direção de Ernesto Piccolo. Destaque para suas participações nos espetáculos Uma Loira na Lua, Toalete e Esse Monte de Mulher Palhaça. No cinema, atuou em Divã, de José Alvarenga. Na televisão, integrou o elenco fixo do humorístico Zorra Total, participou dos programas A Diarista, Os Normais, Toma Lá Dá Cá e Carga Pesada, e também das novelas Laços de Família, Coração de Estudante e Passione , todos da TV Globo. Atualmente está no elenco do programa Os Caras de Pau. 
 
Marcelo Valle é ator e produtor. Atuou em 17 espetáculos e produziu 8. É integrante da Cia dos Atores há 22 anos, tendo participado, entre outros, dos espetáculos Melodrama, O Rei da Vela, A Bao A Qu, A Morta e Cobaias de Satã, todos sob a direção de Enrique Diaz. Fora da companhia, foi dirigido por Felipe Hirsch, Christiane Jatahy, João Fonseca, Moacyr Chaves, Karen Accioly, entre outros. Com Divã, sob a direção de Piccolo, foi indicado ao Prêmio Shell de Melhor Ator 2005. No cinema, destaque para suas participações em Madame Satã, Os Desafinados e Tropa de Elite. Na TV, participou de diversos programas de humor e das novelas Celebridade, Paraíso Tropical.  Seu último trabalho na TV foi em Insensato Coração, como Julio. Teve também papel de destaque na novela Viver a Vida.
A autora:
Roteirista de cinema, teatro e TV, Lícia Manzo é redatora na TV Globo, onde escreveu para os humorísticos Retrato Falado, A Diarista e Sai de Baixo. Foi roteirista final do seriado Tudo Novo de Novo, também da TV Globo, com direção de Denise Saraceni. No teatro, entre outros, escreveu textos para os espetáculos As Noites de Cabrita, com direção de Bibi Ferreira, e Salada, dirigido por Ernesto Piccolo. É mestra em Literatura Brasileira pela PUC/Rio e foi indicada ao Prêmio Jabuti pelo ensaio Era uma vez: eu – a não-ficção na obra de Clarice Lispector (2003/UFJF). É a autora da próxima novela das 18h da TV Globo A Vida da Gente, que substituirá Cordel Encantado.
O diretor:
Um dos nomes de maior destaque na atual cena teatral, com diversos prêmios na bagagem, o ator e diretor Ernesto Piccolo já foi indicado duas vezes ao Prêmio Shell: nas categorias melhor direção, por Divã, e Especial, pelo desenvolvimento do projeto Palco Social - Oficinas de Criação de Espetáculo, que ele coordena e dirige no Centro de Artes Calouste Gulbenkian. Recebeu também o Prêmio Coca-Cola pela direção do musical infantil A Guerrinha de Tróia. Atualmente, está em cartaz com os espetáculos: Doidas e Santas, com Cissa Guimarães e O pacto das três meninas (com Rosamaria Murtinho e Camila Amado), no Rio de Janeiro; Pamonha e Panaca(com Cristina Pereira e Ricardo Blat) e Seis aulas de dança em seis semanas (com Tuca Andrada e Suely Franco) e Os Difamantes (com Emilio Orciollo Netto e Paula Cohen), em São Paulo.

Ficha Técnica
Autor: Lícia Manzo
Diretor: Ernesto Piccolo
Elenco: Alexandra Richter e Marcelo Valle
Assistente de direção: Neuza Caribé
Cenógrafo: Clívia Cohen
Figurinista: Cao Albuquerque
Direção de movimento: Marcia Rubin
Trilha sonora: Rodrigo Penna
Iluminador: Maneco Quinderé
Fotografia: Dalton Valério
Programador Visual: Zé Luiz Fonseca
Produção SP e administração: José Maria
Diretor de produção: Gustavo Nunes
Produção: Turbilhão de Idéias
Realização: Alexandra Richter, Marcelo Valle e Gustavo Nunes.
Patrocínio: Bradesco Seguros

Teatro Gazeta (640 lugares)
Avenida Paulista, 900 - Térreo
Informações: 3253.4102
Sextas às 21h; Sábados às 20h; Domingos às 18h
Temporada: até 20 de novembro

Vale a pena conferir

17 julho, 2011

Ciranda

Ciranda de Célia Forte...
"Você resolveu evaporar, sumiu, literalmente. Não me deixou nem a escolha da decepção. E com isso, continua sendo O AMOR DA MINHA VIDA"
Vá rir, se apaixonar, refletir, chorar, pensar e se divertir. Sim é possível tudo isso no texto de Célia Forte.
O espetáculo com direção de José Possi Neto (afiadíssimo)...com elenco (Tania Bondezan e Daniela Galli) idem, nos faz repensar a vida, lembrando daquela famosa frase que diz que o mundo dá voltas... ahhh se dá. Na verdade é uma grande Ciranda. Ciranda eu Cirandas tu, Cirandamos todos nós.
"Poder !!! O que é poder pra vc minha filha?  E a filha sem responder, começou a repudiar as esolhas da mãe.."
Saborear um texto como esse na atuação das deliciosas atrizes fica gostoso demais.
Ciranda é o segundo texto encenado da jornalista Célia Regina Forte, autora de Amigas, Pero No Mucho, que conta também com direção de José Possi Neto e produção de Selma Morente. “Ninguém entende tanto minhas mulheres como o Possi. Ele tridimensiona de maneira impressionante o que coloquei no papel. Foi assim em Amigas... e está sendo agora”, afirma Célia.
A trama gira em torno do universo feminino familiar durante quinze anos, através da relação de mãe, filha e neta, interpretadas pelas atrizes Tania Bondezan e Daniela Galli. “Interpretar duas personagens tão antagônicas é poder experimentar sentimentos e seres distintos. Porém por serem mãe e filha, são também as mesmas dores.
São essências da mesma fonte e da mesma família de emoções” diz Tania.

Ficha Técnica
Ciranda, de Célia Regina Forte
Direção: José Possi Neto
Elenco: Tania Bondezan e Daniela Galli
Cenário e Figurino: Fábio Namatame
Iluminação: Wagner Freire
Trilha Sonora: Tunica Teixeira e Aline Meyer
Assistente de direção: Eduardo De Santhiago
Preparação Corporal: Vivien Buckup
Pintura de Adereços:  Antonio Ocelio de Sá Alencar e Jady Forte
Fotos: João Caldas
Programação Visual: Vicka Suarez
Captação e Edição de Imagens: Valérie Mesquita
Assistente de Produção: Jady Forte
Coordenação de Produção: Egberto Simões
Produtora: Selma Morente
Realização: Morente Forte Produções Teatrais

Vale conferir.
Teatro Eva Herz(166 lugares)

Avenida Paulista, 2.073 – Livraria Cultura / Conjunto Nacional
Informações: (11) 3170-4059 - www.teatroevaherz.com.br


 


10 julho, 2011

A Escola do Escândalo

A Escola do Escândalo (School for Scandal)

Espetáculo show de bola, Escrito em 1777 pelo irlandês Richard Brindley. Ganhou adaptação do hilário Miguel Falabella, que também assina a direção do espetáculo.

Com: Maria Padilha, Tonico Pereira, Bruno Garcia, Cristina Mutarelli, Rita Elmôr, Marcelo Escorel, Chico Tenreiro, Bianca Comparato e Armando Babaioff.
Atriz convidada:  Jacqueline Laurence.
Falar mal da vida alheia, incitar boatos e tramar contra a reputação do próximo são alguns dos esportes prediletos do homem desde que o mundo é mundo. Na crítica inteligente, mordaz e pra lá de divertida a essa prática tão comezinha quanto perversa reside talvez uma das chaves do sucesso e da longevidade de A Escola do Escândalo (School for Scandal), do irlandês Richard Brindley Sheridan (1751-1815). Tida como uma das melhores comédias de intrigas da língua inglesa, a trama ambientada nos salões da corte e da alta burguesia londrinos do final do século XVIII, vem fazendo o deleite de plateias do mundo inteiro desde que estreou pela
primeira vez. Isso foi em maio de 1777 no Teatro Drury Lane, em Londres, com direção do próprio autor.
Por um daqueles inexplicáveis descuidos, a peça permanecia inédita no Brasil. Esse ano, o jejum de quase dois séculos e meio, foi quebrado em grande estilo.Com adaptação e direção de Miguel Falabella e ótimo elenco de comediantes, o espetáculo fez grande sucesso em sua temporada carioca e agora chega aos palcos do Teatro Raul Cortez.

Sinopse – Casado há apenas sete meses, o rabugento comendador Pedro Atiça (Tonico Pereira) vive às turras com a mulher Rosália (Maria Padilha), que, habituada a pacatez do dia a dia no campo, agora se deslumbra com as delícias da vida fútil na alta sociedade. Guardião legal da sobrinha, a boa e casta Maria (Bianca Comparato), ele se vê enredado em uma trama rocambolesca envolvendo a disputa pela mão da menina. Movidos por interesses escusos, José Fachada (Bruno Garcia) e Dona Benferina (Rita Elmôr) fazem de tudo para arruinar de vez com a reputação daquele por quem cala o coração de Maria – o irmão de José, Carlos Fachada (Armando Babaioff). E para isso contam com a ajuda da pena ferina de Benjamin Mordessopra (MARCELO ESCOREL) e da língua ágil de Dona Cândida (Jacqueline Laurence).
Mas os planos da dupla sofrem uma reviravolta quando Dona Olívia (Cristina Mutarelli), a generosa tia dos irmãos Fachada, retorna de um longo período na Índia e, alertada por Barata (Chico Tenreiro), toma pé das tramoias do sobrinho.

Ficha Técnica:
Tradução e adaptação MIGUEL FALABELLA
Assistente de direção ANDRE ADANTAS
Cenografia LIA RENHA
Figurinos EMÍLIA DUNCAN
Visagismo ROSE VVERÇOSA
Iluminação ORLANDO SCHAIDER
Trilha sonora ANTONIO MECHA
Efeitos sonoros LEANDRO LAPAGESSE
Direção de movimento MARCIA RUBIN
Direção de produção JOSÉ LUIZ COUTINHO || FÁBRICA TEATRAL

Teatro Raul Cortez
Rua Doutor Plínio Barreto, 285 - Bela Vista.
Informações: 3254.1700
Telefone: 4003-1212


Vale a pena conferir ;))

07 julho, 2011

Mambo Italiano

Mambo Italiano está de volta....
De Steve Gallucio
Direção e tradução: Clarisse Abujamra

Um amor verdadeiro e a hipocrisia humana são ingredientes fortes para momentos impagáveis deste espetáculo. A excelente direção de Clarisse Abumjanra de Mambo Italiano de Steve Gallucio, nos faz rir e repensar sempre, como seres humanos em seu dia-a-dia, produzem amor, mas também as dificuldades para que esse mesmo amor prossiga adiante.
Um elenco afiado, num "timing" de comédia sensacional. Jussara Freire  está impagável no papel de uma das mães.





Vale a pena conferir.

Teatro Folha SP - Quartas e Quintas 21h
Info Teatro Folha. Bilheteria: (11) 3823 2323
 Veja mais fotos em: Bastidores

24 junho, 2011

Cruel

CRUEL com Direção e Adaptação de ELIAS ANDREATO...
 é uma mistura de drama e suspense. Entre outras, as características dos personagens mesclam ingenuidade, manipulação, egocentrismo e soberba. A história traz relações de amor e amizade, ódio e paixão, volúpia e desconfiança, entre outros sentimentos inerentes à natureza humana.
Esses ingredientes compõem um duelo magnetizante em jogo cênico dinâmico e surpreendente. Elias Andreato, também traduziu e adaptou o texto Creditors (“Os Credores”), de August Strindberg, Cruel reúne no palco os atores Reynaldo Gianecchini, Maria Manoella e Erik Marmo.
Adolfo (Erik Marmo) é um pintor inseguro, facilmente manipulado, mas sutilmente forte. Casado com Tekla, (Maria Manoella), uma bonita, sedutora e sagaz escritora, cai na armadilha do egocêntrico e cruel Gustavo, ex-marido de Tekla. Ela, objeto de desejo dos dois (de formas diferentes), apesar de sua frieza e inteligência, é vitimada pela articulação mal intencionada de Gustavo.
 
Sobre o autor
August Strindberg é um dos mais importantes dramaturgos suecos. Com as suas obras em prosa e seus dramas, foi o precursor do naturalismo na Suécia e, ao mesmo tempo, o grande destaque do expressionismo e do surrealismo. Em suas peças autobiográficas, recriou a sua problemática pessoal: três fracassos matrimoniais, solidão e abatimento espiritual. Suas obras, impregnadas pela tristeza, O Pai (1887) e A Menina Julie (1888), assim como as peças Páscoa e A Dança da Morte (ambas de 1891), ilustram esses conflitos. Sonata dos Espectros e Fogueira (ambas de 1908) já assinalam o caminho para o simbolismo. Após ter passado um longo período na França, na Suíça, na Alemanha e na Dinamarca, Strindberg regressou a Estocolmo em 1899, onde fundou, em 1907, o Teatro Íntimo.

Sobre o diretor
Elias Andreato - Ator de teatro, cinema e televisão, diretor e muitas vezes roteirista dos seus próprios trabalhos. Sua busca é pela humanidade dos personagens que interpreta e seus espetáculos frequentemente questionam o papel do artista na sociedade e sua relação com o seu tempo. Construiu uma carreira sólida feita, acima de tudo, pela escolha por personagem/personalidades que pudessem traduzir esse pensamento – Van Gogh, Oscar Wilde, Artaud são exemplos dessa escolha e resultaram em interpretações marcantes que lhe garantiram um lugar especial no teatro brasileiro.

Sobre Reynaldo Gianecchini
Além de todos seus personagens em telenovelas, Gianecchini é reconhecido pela imprensa, público e classe artística por seus importantes trabalhos no teatro e cinema. São eles: Teatro – Cacilda e Boca de Ouro, dirigido por José Celso Martinez, O Príncipe de Copacabana, dirigido por Gerald Thomas, A Peça sobre o Bebê, de Edward Albee e direção de Aderbal Freire Filho, Sua Excelência, o Candidato, de Marcos Caruso e direção de Alexandre Reinecke, Doce Deleite, dirigido por Marília Pêra. Cinema - Divã, de José Alvarenga Jr., Entre Lençóis, de Gustavo Nieto Roa, Sexo com Amor, de Wolf Maia, Primo Basílio, de Daniel Filho e Avassaladoras, de Mara Mourão.

Sobre Maria Manoella
Atriz que divide sua carreira entre a TV, Cinema e Teatro. Na televisão fez Filhos do Carnaval, JK e Três Irmãs. No cinema participou de Lara, Crime Delicado, Nossa vida não cabe num Opala e A Mulher Invisível. No palco atuou em inúmeras peças, destacando-se em Ricardo III, direção de Jô Soares, com Denise Fraga, Glória Menezes e Marco Ricca. Em 2009, sob direção de Ulysses Cruz participou da montagem Olhe Para Trás com Raiva. E no ano passado, participou de duas peças: Mulheres que bebem vodka, direção de Lígia Cortez, e Noturnos, dirigida por Mário Bortolotto.

Sobre Erik Marmo
Ator carioca despontou na novela Mulheres Apaixonadas, no seriado Um Só Coração da TV Globo, onde foi par romântico de Ana Paula Arósio. Na novela 7 Pecados conheceu e tornou-se amigo de Gianecchini. A partir daí dedicou-se aos estudos cênicos e a trabalhos em novelas. No cinema atuou em Vestido Dourado, Mais uma vez amor e Flordelis. Em 2010, fez o clássico de Moliére Escola de Mulheres, com direção de Roberto Lage. No início deste ano foi convidado pelo diretor Elias Andreato para integrar o elenco de Cruel, de Strindberg.

Sobre Morente Forte
Selma Morente e Célia Forte são sócias na Morente Forte Comunicações, empresa especializada em assessoria de imprensa e produção na área cultural, desde 1985, direcionando exclusivamente suas atividades às artes cênicas. Participação em mais de 600 espetáculos teatrais, com ampla experiência de relações públicas em assessoria de imprensa e planejamento, para realização de grandes espetáculos, protagonizados pelos maiores artistas nacionais. www.morenteforte.com

Ficha Técnica:
Elenco: Reynaldo Gianecchini, Maria Manoella e Erik Marmo.
Cenário e Figurino: FÁBIO NAMATAME


Iluminação: WAGNER FREIRE
Trilha Sonora Composta: DANIEL MAIA
Direção de Arte: LAURA ANDREATO
Assistente de direção: ALINE MEYER
Preparação Corporal: VIVIEN BUCKUP
Preparação Vocal: EDI MONTECCHI
Fotos: JOÃO CALDAS
Programação Visual: VICKA SUAREZ
Produção Executiva: MAGALI LOPES
Coordenação de Produção: EGBERTO SIMÕES
Produtoras: SELMA MORENTE e CÉLIA FORTE
Realização: MORENTE FORTE PRODUÇÕES CULTURAIS

Teatro FAAP (400 lugares)
Rua Alagoas, 903 – Higienópolis.
Informações e Vendas: 3662.7233 e 3662.7234.


Vale a pena conferir.

18 junho, 2011

Mulheres Solteiras Procuram

Mulheres Solteiras Procuram
Texto e Direção: Pitty Webo
Elenco: Pitty Webo e Marco Antonio Gimenez
O que acontece quando mulheres solteiras resolvem contar todas as suas aventuras?

Com texto e direção de Pitty Webo, a comédia traz para o palco o cotidiano engraçadíssimo de mulheres solteiras que se metem em situações hilárias, representando o panorama da mulher atual, onde é possível entender o pensamento feminino de maneira mais humana. “Todos os espetáculos que escrevi e dirigi vieram de vivências reais, há uma necessidade de colocar no papel questionamentos da sociedade atual, mas a dramaturgia me leva por caminhos e desfechos diferentes da vida. Costumo trabalhar o texto ligado à encenação, visualizando a direção durante a formação do texto. Eu nunca escrevo as situações exatamente como aconteceram, nos textos elas ficam mais engraçadas, poéticas e até um pouco loucas.”, confessa a autora de 30 anos que também está lançando um livro com o texto da montagem.
...
Gosto da arte contemporânea e tenho uma pesquisa, mas não adianta você ter a melhor linguagem do mundo se não se comunica com a platéia. Gosto de criar espetáculos que agradem o público!”, explica Pitty.

O espetáculo é sucesso absoluto por onde passa! Uma das melhores bilheterias de 2010 no Teatro Folha de Campinas, a peça teve lotação esgotada também nas quatro vezes em que esteve em Fortaleza e em diversas cidades por onde passou: Recife, Natal, Salvador, Brasília, Ipatinga, Umuarama, Florianópolis, Rio de Janeiro, São Jose dos Campos e Petrópolis.

Sobre PITTY WEBO
Com intenso trabalho no teatro, a premiada Pitty Webo tem formação acadêmica em Artes Cênicas pela Universidade do Rio de Janeiro (UNI-RIO) e é formada pelo curso profissionalizante de atores da Casa das Artes de Laranjeiras (C.A.L.).
Pitty começou seus estudos dramáticos aos 13 anos no Teatro Tablado e atuou em dezoito peças de teatro, três novelas e duas minisséries na TV Globo, dois filmes, ganhou o Prêmio Maria Clara Machado de Melhor Atriz e escreveu e dirigiu seis espetáculos.
 – Atriz Na TV Globo atuou nas novelas Suave Veneno, Malhação e Mulheres Apaixonadas – que rendeu a indicação ao Prêmio Contigo de melhor atriz revelação – e em Mandrake da HBO. No cinema, foi a personagem principal do filme “Dia Domingo” de Rodrigo Daudt e aguarda o lançamento do longa-metragem “Pela Passagem de Uma Grande Dor” de Felipe Rodrigues, do qual também é protagonista. No Teatro, Pitty atuou em “O Gato de Botas” (última peça que Maria Clara Machado dirigiu), “Tabroadway” (de Luiz Carlos Tourinho), além de atuar em diversos espetáculos infantis: “A História da Baratinha” (musical de Karen Acioly), "Folias de Natal" (direção de Lúcia Coelho) e "As Aventuras de Tom Sawyer" (direção de Michel Bercovitch) – que lhe rendeu o premio Maria Clara Machado de melhor atriz por protagonizar o menino Tom Sawyer, famoso personagem de Mark Twain. Aos 18 anos, entrou para o elenco do mega-sucesso “Confissões de Adolescente” (após fazer um teste com 500 atrizes) e passou a trabalhar com o experiente diretor Domingos Oliveira por seis anos em diversas montagens como exemplo no musical “Cabaré Filosófico” e na peça “Os Melhores Anos de Nossas Vidas” – sua primeira produção. Além de atriz, foi assistente de direção de Domingos por seis anos. Pitty atuou e produziu  um Ciclo de Leituras e na peça “Apenas Uma Noite”, dirigida por Marcelo Escorel que também a dirigiu na peça “Inês de Castro”, onde interpretou a elogiada vilã, Princesa Constança.

Sobre MARCO ANTONIO GIMENEZ – Ator
Marco Antonio Gimenez estreou no teatro com a peça “Tambores da noite” com direção de Vitor Lemos e atuou nos espetáculos: “O Bem Amado”, com direção de Itala Nandi, “Na casa do Vinte” com direção de Paula Wenke e “O Diário sexual de Rocco e Antonia” com direção de Claudio Hundrey. No cinema atuou em “Encurralado” de Afonso Presto, “Mike Basset” com direção de Steve Barron e “Joana e Marcelo o Amor quase perfeito” com direção de Marco Altberg. Foi em 2005 que Marco Antônio ganhou projeção nacional após o estrondoso sucesso de seu personagem “Urubu” que ficou no ar por dois anos na novela Malhação da TV Globo, emissora onde também participou das novelas “Mulheres Apaixonadas", “Sete Pecados”, “Caras e Bocas”, “Malhação ID” e na minisérie “Um Só Coração". Além de ator, Marco apresentou a "TV Globinho" e foi convidado por Faustão para integrar o time da Dança dos Famosos em 2008.

Ficha Técnica
Elenco: PITTY WEBO e MARCO ANTONIO GIMENEZ
Luz: KADU MORATORI
Cenário e trilha sonora: PITTY WEBO
Figurino: ALMIR FRANÇA e O GRUPO
Foto de divulgação: SERGIO BAIA
Produção: TIAGO HIGA

Teatro Augusta (320 lugares)
Rua Augusta, 943 - Informações: 3151.2464
Sexta, às 21h30. Sábado, às 21h. Domingo, às 19h.

Temporada até 28 de agosto
Mais info: Morente Forte


05 junho, 2011

Evita

Evita...
tem letras de Tim Rice, músicas de Andrew Lloyd Webber (destacam-se trabalhos como: Les Miserables, O Beijo da Mulher Aranha, Company, Vitor ou Vitoria, A Bela e a Fera, Avenida Q, O Despertar da Primavera, A Noviça Rebelde, My Fair Lady, West Side Story, Chicago, Gypsy e O Rei e Eu.).
A versão brasileira é de Claudio Botelho e direção de Jorge Takla.
Evita conta com 45 atores em cena, uma orquestra ao vivo de 20 músicos, 350 figurinos de Fábio Namatame, belíssimas coreografias e tangos de Tânia Nardini. A cenografia é de Jorge Takla e Paulo Corrêa, iluminação de Ney Bonfante e um aparato de projeções históricas gigantes que dão a real dimensão das imagens dessa mulher fascinante e de sua época ainda tão próxima.
Videoarte é integrada à cenografia, uma sofisticada linguagem de projeções, reproduzindo documentários e cenas históricas, assim como fotos reais e filmes verídicos de 1935 a 1952, ilustrando a vida de Eva Perón, Che Guevara e a realidade histórica da América Latina daquela época.
Regência e Direção Musical – Vânia Pajares (My Fair Lady, West Side Story e o Rei e Eu)
Direção Geral – Jorge Takla

TEATRO ALFA
Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722
Teatro Alfa

Vale a pena conferir.

20 maio, 2011

3 Casas

3 CASAS
O Teatro Alfa – Sala B é palco de um projeto cênico que visa homenagear O Dr. Alfredo Mesquita através de sua própria obra. 3 CASAS resgata a memória deste que foi uma das mais importantes personalidades das Artes Cênicas de São Paulo: o Dr. Alfredo Mesquita.

SINOPSE:
Casas e famílias de São Paulo ambientadas na década de 1930 são as protagonistas da peça “3 CASAS”. As histórias são costuradas pela encenação bastante teatral, que cria no palco o lugar da sala de ensaio, do camarim, como num dia de exercícios numa escola de Teatro, como a que o Dr. Alfredo Mesquita criou e que ainda permanece numa posição estratégica na formação técnica e estética de diversas gerações de artistas cênicos em São Paulo e no Brasil.

Dr. ALFREDO MESQUITA
Desde jovem, esteve ligado às manifestações culturais de São Paulo, criando e dirigindo espetáculos de teatro amador de cunho filantrópico, resgatando as raízes das danças e músicas regionais. Dessas montagens saíram alguns profissionais das Artes Cênicas como, por exemplo, Abílio Pereira de Almeida, Geraldo Pacheco Jordão, Décio de Almeida Prado e Clóvis Graciano. Criou em 1944 a revista CLIMA na qual reúne intelectuais das várias áreas culturais. Foi proprietário da Livraria Jaraguá, ponto de encontro e de palestras da jovem intelectualidade paulistana. Escreveu e publicou, durante toda sua vida, peças, contos, críticas e crônicas – nas palavras de Lygia Fagundes Telles: “o homem fermento”!!!.
Depois criou o Grupo de Teatro Experimental (GTE) com a participação de artistas em ascensão como Nídia Lícia, Maurício Barroso e Carlos Vergueiro.  Dr. Alfredo permaneceu no GTE de 1942 a 1948, dirigindo mais de dez montagens de autores da dramaturgia universal e nacional.
Em seu afã de criar obras cada vez mais completas, percebe a falta de embasamento e conhecimento técnico dos jovens atores e cria em 1º de maio de 1948, sua maior obra, a primeira Escola de Arte Dramática de São Paulo. A EAD foi, sob o comando de Dr. Alfredo, o maior celeiro de profissionais das Artes Cênicas de São Paulo. Tinha três cursos: o de Interpretação, o de Cenografia e Figurino e o de Crítica e Dramaturgia. Depois de incorporado à Universidade de São Paulo o formato dos cursos se
transformou, mas sua importância permanece intacta.

AUTORES – DIRETORES
Calixto de Inhamus
Ator, diretor, produtor, dramaturgo e autor de novelas. Foi um dos fundadores do Grupo Mambembe e do Studio Arte Viva. Foi coordenador do Núcleo de Novelas do SBT e dirigiu uma oficina para novos autores. Atualmente dirige o Grupo de Teatro da Faculdade Mozarteum, em São Paulo.
Gabriela Rabelo é autora de inúmeras peças teatrais como Tronodocrono, Nem Tudo Está Azul no País Azul e O Brilho Inútil da Estrelas; Doutora  em  Artes Cênicas pela USP; diretora de Teatro e atriz premiada. Formou-se na EAD em 1967. O jovem revelação Paulo Faria – autor e diretor do Pessoal do Faroeste, vencedor do Prêmio Plínio Marcos de Dramaturgia da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo com o texto A Mulher Macaco – cujo trabalho sensível e universal nos conquistou. Apesar de ser o único autor isento de ligação direta com Dr. Alfredo, cria um universo poético que, em seus temas e posicionamento artístico, conversa com o de Dr. Alfredo Mesquita.

IDEALIZAÇÃO e COORDENAÇÃO
Bri Fiocca e Cecília Maciel, atrizes - formadas pela Escola de Arte Dramática de São Paulo sob a coordenação de Dr. Alfredo, são as criadoras intelectuais do Projeto

Tríptico Alfrediano. Ficha Técnica
Autores - Diretores:
CALIXTO DE INHAMUNS - GABRIELA RABELO - PAULO FARIA
Elenco:
CACÁ AMARAL - DAVI REIS – ISADORA FERRITE - THAÍS AGUIAR - VALDIR RIVABEN
Trilha Sonora: ZERO FREITAS
Iluminador: DAVI DE BRITO
Cenógrafo - Figurinista: MÁRCIO TADEU
Coordenação Artística: BRI FIOCCA - CECÍLIA MACIEL
Organizadora do Ciclo de Palestras: JULIANA FIOCCA FERRITE
Direção de Produção: SONIA KAVANTAN
 
 Confira...vale a pena.