21 fevereiro, 2013

Pornô Falcatrua N. 18.633

Pornô Falcatrua N. 18.633
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E o ótimo Pornô Falcatrua está de volta...
Ousado, show de espetáculo.
Dirigida por Gustavo Machado, a peça Pornô Falcatrua Nº 18.633, de Irvine Welsh e dramaturgia de Eduardo Ruiz, apresenta o reencontro dos mesmos amigos personagens do filme Trainspotting. Dez anos depois, a turma, quase amoral, está envolvida na realização de um filme Pornográfico.
“As atrizes e produtoras Abhiyana e Ana Nero,  inaugurarm o Studio SP da Vila Madalena. Um espaço ideal para este tipo de trama, onde se apresentaram. A história se passa em mesa de bar, com drinks, música e o perfume da noite. Um sucesso. Agora estão em novo local.
Na trama, Simon "Sick Boy" Williamson é dono de um bar decadente, e reencontra os amigos Mark Renton, Francis "Franco" Begbie e Daniel "Spud" Murphy para planejar falcatruas, trapaceá-los e produzir um filme pornô - daí o título. A partir daí, Welsh explora o impacto da pornografia nos indivíduos envolvidos em sua produção, assim como na sociedade como um todo, e o impacto do envelhecimento e do amadurecimento das pessoas contra sua vontade.
Entre carreiras de cocaína, Sick Boy (o ator Sérgio Guizé) cuida de um boteco. Spud (papel de Fábio Ock) se vê impotente diante do mundo. Franco (Guilherme Lopes), recém-saído da prisão, procura um rumo. Renton (Pablo Sgarbi) tenta outra vez se dar bem. Outras figuras se interligam ao quarteto para ganhar dinheiro na produção de um filme pornô.

Autor: Irvine Welsh
Adaptação: Eduardo Ruiz
Direção: Gustavo Machado
Elenco: Abhiyana, Ana Nero, Fábio Ock, Guilherme Lopes, Maria Laura Nogueira, Pablo Sgarbi, Sergio Guizé.
Designer gráfico: Colletivo
Direção de Produção: Abhiyana e Ana Nero
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 Cit-Ecum
Rua da Consolação, 1623
Tel: (11) 3255.5922
Metrô Paulista
estacionamento conveniado ao lado de teatro

Todos os sabados
0h - meia noite

 

19 fevereiro, 2013

TudoNumaCoisaSó - Dúvidas sobre dublagem !



TudoNumaCoisaSó - duvidas sobre dublagem...

Muitas pessoas, simpatizantes, fãs, curiosos e alguns que viram até amigos, me fazem um monte de perguntas. Resolvi condensar algumas idéias ou questionamentos numa postagem. Eis a média temática de algumas delas:

Como faço pra entrar na dublagem?
Como está esse mercado pra quem tá entrando?
Tem algum curso que vc possa me indicar?
Os mais antigos realmente impedem gente nova de entrar nesse meio?
É verdade que se pode ganhar em média o que se vê em reportagens, no caso 3 a 12 mil?
Como posso conseguir estágio?
Já fiz um curso de dublagem mas não sou ator, qual caminho seguir?
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Para entrar na dublagem é obrigatório ter DRT de ator ou atriz.
Como em qualquer profissão caso conheça alguém que possa indicar estágio etc e ou um bom curso... ajuda.
Junte a isso uma boa pitada de talento SOCIAL (entenda-se boas relações e muita perseverança) e habilidade pra seguir umas boquinhas (sincronizar), interpretando bem o que vê na tela e terá bons resultados.
O mercado está igual ao de outras profissões, quer dizer... com altos e baixos... percebe-se uma mudança na forma como se interage com as empresas. Ainda assim o público alvo, pra desespero de quem paga pra dublar...e uma minoria que quer treinar inglês (o que não deixa de ser interessante tb) prefere assistir dublado. Não à toa que canais que exibem produtos dublados têm mais audiência. Sou a favor da democracia das opções...dublada e legendada. Livre escolha...entre aúdio original com ou sem legenda e ou dublado. Isso significa não tolher ninguém de poder assistir ao produto.
Além do curso de Introdução à Dublagem do SENAC, que conheço a metodologia e indico, não tenho nenhum outro curso neste momento pra indicar. Sou um profissional e não tenho nenhuma permuta com alguma casa ou estúdio para falar sobre isso. Não conheço os que existem, nunca fui convidado a avaliar nenhum deles... portanto não posso falar sobre isso.
Se tem DRT e talento como ator... o melhor curso ainda é o próprio trabalho depois de um estágio sério, bacana.. a chance de se dar bem existe.
Esse negócio dos mais antigos isso ou aquilo... acho ser psicocoisa de quem não quer batalhar ou seguir o caminho natural da vida, alguém que não conseguiu ficar no mercado, entrando pela porta da frente e então inventa isso. Tá cheio de possibilidades de fazer uma horinha (uma escalinha de dublagem) pela porta dos fundos. Faz parte. Não aconselho.
Sempre fui a favor de reciclagem e aberto a novos colegas, coisa saudável no convívio humano.
Os ganhos variam de profissional para profissional. Os valores dessas reportagens ficam apenas para uma "meia dúzia". Faz parte da realidade e do marketing como em qualquer profissão... afinal o Tom Cruise também ganha alguns milhões pra trabalhar e colegas brasileiros quando famosos ganham um cachê diferenciado para dublarem, porque o passe deles na mídia vale mais. Se o cliente prefere assim e cliente sempre tem razão... então tá rs. Depende também do estilo de voz que cada um tem, da demanda e oferta do mercado e ou das relações interpessoais dos colegas... ISSO... conta muito no dia a dia. Ruim? Bom? Não sei quantificar isso.
Porém... é uma profissão maravilhosa e existe a possibilidade sim de ganhar decentemente um salário compatível com o minimo de que necessitamos pra viver... e sempre cabe mais um.
Estágios não são divulgados... o legal é ligar pra uma das empresas e se informar sobre essa possibilidade, no caso de já ser um ator ou atriz formado.
Se já fez um curso de dublagem... e não tem DRT mas qostaria de atuar como um dublador ou dubladora, agora tá na hora de fazer um bom curso de teatro numa escola (de preferência boa e reconhecida pelo SATED - Sindicato dos Artistas e Técnicos - do seu estado no caso) que forneça DRT no final do curso. (Cuidado com o seu bolso, confirme se a escola é idônea)
Cursos de dublagem são cursos como outros que existem no mercado... podem prometer,conseguir aquilo que a pessoa deseja...OU NÃO.
Dão experiência de vida a quem os faz e a possibilidade de um caminho diferenciado para o desejo em questão. Pode também ser apenas mais um exercício interativo na vida.
Saber aproveitar isso é essencial. Quando for fazer algum curso, cobre das pessoas responsáveis (se tiver isso em contrato ótimo) o que lhe sugerem ou prometem. Veja se no sindicato do estado não existe nenhuma restrição a essa empresa... procure comentário de pessoas que já fizeram e o que acharam, se entraram no mercado por causa do curso mesmo etc etc. Verificar a idoneidade das pessoas envolvidas é essencial.
Legal saber que hoje pra uma sociedade viver bem, precisa de regras. Onde não há regras e gente respeitando essas regras torna-se difícil inclusive responder essas perguntas já que cada um vive pra si. Existem acordos sobre as profissões registrados no Ministério do Trabalho, procure se informar como funcionam. Quanto mais informações melhor.
As regras são claras: PRA SER UM DUBLADOR... a pessoa deverá possuir o registro (DRT) de ator ou atriz.

Figueira Junior

17 fevereiro, 2013

Quase Normal

Quase Normal
Eu sou um privilegiado por poder presenciar uma ótima fase de bons espetáculos em SP.
Ontem assisti a estréia do excelente musical "QUASE NORMAL". Fascinante. Gostoso sair do teatro com a sensação de que existe sim ótimos trabalhos, que vale a pena sair de casa pra saborear o trabalho de atores talentosos.
Direção impecável... musicas c letras que tocam na alma.
Quem nunca parou pra pensar sobre lidar, administrar os demônios que existe dentro de cada ser humano... o quanto eles conseguem "traduzir" suas emoções, complicar ou não sua vida?
Em QUASE NORMAL, a direção conta com um texto deliciosamente escrito de forma que se vivencia uma temática de vida, onde a bipolaridade é o foco, muma leitura suave, deliciosa.
Um musical sem sapateado, nem dança... mas que encanta.Trilha sonora de alta qualidade. "Carpintaria única" como diz o diretor Tadeu Aguiar. Concordo. QUASE NORMAL é a história de uma família que convive com o transtorno do humor bipolar de sua mãe. Entre os altos e baixos dos afetos, das paixões e das loucuras, eles lutam para se manterem unidos e seguirem adiante.
Vencedor do Prêmio Pulitzer de 2010 e considerado um dos 10 melhores espetáculos de 2012 – O Globo. 3 indicações para o Prêmio APTR – Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro –
melhor Atriz protagonista, melhor Cenário, melhor Espetáculo.

Direção geral e Versão brasileira de Tadeu Aguiar
Música: Tom Kitt
Texto e letras: Brian Yorkey
Direção musical e regência: Liliane Secco


Elenco:
 Vanessa Gerbelli Ceroni
Cristiano Gualda
Olavo Cavalheiro
Carol Futuro
Victor Maia
André Dias

Diretora assistente e Coreógrafa: Flavia Rinaldi
Figurinistas: Ney Madeira, Dani Vidal e Pati Faedo – Espetacular! Produções e Artes.    
Cenógrafo: Edward Monteiro
Designer de luz: Rogério Wiltgen 
Designer de som: Fernando Fortes
Preparação vocal: Mirna Rubin
Produção Executiva – Cristina Sato, Paulo Ferrer e Marcela Castilho.
Coordenação de produção: Norma Thiré
Idealização, coordenação do projeto e produção geral: Eduardo Bakr & Tadeu Aguiar - Estamos Aqui Produções Artísticas.

Teatro FAAP(500 lugares)
Rua Alagoas, 903 – Higienópolis
Informações e Vendas: 3662.7233 e 3662.7234.
Estacionamento gratuito, com vagas limitadas. Acesso para deficiente. Ar-condicionado.

Quinta e Sexta às 21h | Sábado às 18h e 21h30 | Domingo às 18h
Temporada: até 12 de maio
Vale conferir :)

03 fevereiro, 2013

Afogando em Terra Firme !

Afogando em Terra Firme
Foto: A divulgação

O elenco dá um show de interpretação... 
neste texto de Alan Ayckbourn, que explora o conceito de pessoas se tornando celebridades mesmo sem terem feito nada em suas vidas.  A peça é inspirada no documentário para a TV de Piers Morgan (“A importância de ser famoso”, 2003) e Alan ficou fascinado pelos esforços de pessoas “comuns” tentando desesperadamente seus 15 minutos de fama.
Combinado a isso, a peça explora como a celebridade pode perder tudo tão rápido quanto conquistou; a crueldade da mídia e como as pessoas lidam com o fato de não serem mais famosas.
A ação acontece durante a festa de aniversário de 6 anos do filho Harrison, onde uma animadora que se transforma no Palhaço Gargalhada é convidada para entreter as crianças.

Concepção e direção: Eduardo Muniz
Tradução: Eduardo Muniz e Ricardo Ventura

Elenco: 
Bia Borin
Chris Couto
Eduardo Estrela
Henrique Schafer
Luciana Ramanzini
Rafael Maia
Sérgio Rufino

Teatro Jaraguá
Rua Martins Fontes, 71, Bela Vista
Tel.: (11) 3255.4380
Sexta, às 21h30; sábado, às 21h; domingo, às 19h

Vale conferir ;)

Cais ou da Indiferença das Embarcações !

Cais ou da Indiferença das Embarcações
Foto: A divulgação

De Kiko Marques
O texto, escrito a partir de 2006, conta a história de três gerações de uma família moradora da Ilha Grande, pelo ponto de vista do velho barco do local.
São aproximadamente 25 artistas envolvidos, sendo 12 atores e 2 músicos em cena. A companhia convidou o veterano ator Walter Portela, importante referencia do teatro nacional, parceiro de anos de Antunes Filho, tendo participado da lendária montagem do CPT "Macunaína", para representar o barco Sargento Evilázio. Convidou também Luiz André Querubini do Grupo Sobrevento (referência internacional em teatro de bonecos) pra coordenar o trabalho de manipulação e confecção de bonecos que são usados em algumas cenas.
A peça se divide em dois atos, contendo cada ato dois quadros e se passa no cais da Ilha. Basicamente é contada a história de Waldeci, seu filho Walcimar e seu neto Walciano. Entre elas, várias outras se entrelaçam compondo um painel de acontecimentos que fazem sentido conforme as histórias vão sendo contadas. Isso porque o barco não segue a ordem cronológica a que estamos habituados. Divide as histórias em quadros e vai evocando os acontecimentos segundo sua memória de embarcação, terminando sempre em uma festa de virada de ano.
O cais é um lugar de interseção entre o que é terrestre e o que é marítimo. De lá se parte para uma vida melhor, para escapar de uma realidade opressora. Por lá se chega para conquistar algo novo, para uma vida nova, boa ou má. Um lugar de passagem. Já a virada de ano é o momento em que a maioria dos seres humanos se toma da responsabilidade de rever suas ações e refletir sobre elas, projetando pra o ano que virá a possibilidade de serem seres humanos melhores.
A junção desses dois fatores é que levou o autor a situar a peça nesse ambiente mítico. O que vemos através do espetáculo é o ser humano flagrado no constrangedor espaço que o divide entre suas intenções mais puras e suas ações mais egoístas e pérfidas. Querendo seguir sua consciência, mas influenciado pelo movimento das marés e das tempestades, num limite impossível de definir entre o externo e o interno. A peça trata basicamente da separação que há entre o discurso humano e suas ações. 
O Instituto Cultural Capobianco segue com a proposta de realizar intercâmbios com projetos e personalidades de destaque do universo cultural. Depois de trazer o dramaturgo espanhol Jose Sanchis Sinisterra, a diretora franco-americana Léa Dant , o diretor russo Adolf Shapiro, o Capobianco segue com o intercâmbio entre Brasil/Argentina com o diretor argentino Mario Vedoya.

Texto e Direção: Kiko Marques
Com: Velha Companhia e o ator convidado Walter Portella

Elenco:
Alejandra Sampaio
Kiko Marques
Maristela Chelala
Marcelo Diaz
Marcelo Laham
Marcelo Marothy
Marco Aurélio Campos
Maurício de Barros
Patrícia Gordo
Rose de Oliveira
Virgínia Buckowski

Direção Musical e Trilha Original: UMANTO
Músicos: UMANTO e Milena Gasparetti
Cenário e Figurino: Chris Aizner
Iluminação: Alessandra Domingues
Fotografia: Ligia Jardim
Direção e confecção de Bonecos: Grupo Sobrevento
Assistentes de Direção: Milena Gasparetti, Paula Ravache e Verônica Sarno
Assistente de Produção: Valéria Arbex

Cais ou da Indiferença das Embarcações
Instituto Cultural Capobianco - Teatro da Memória (30 lugares)
Segundas e Terças às 20h
Rua Álvaro de Carvalho, 97, Centro
(próximo ao metrô Anhangabaú)
Telefone: (11) 3237.1187

Vale conferir ;)


18 janeiro, 2013

Divórcio !

Divórcio

Suzy Rego tá espetacular... em DIVÓRCIO que está em cartaz no TEATRO RAUL CORTEZ. Ela está tão à vontade que nos dá a impressão de que a peça que estreou "hoje" para imprensa e convidados, já estreou faz tempo.
DIVÓRCIO é uma comédia sensacional. O Autor Franz Keppler nos presenteou com um texto delicioso... e o elenco show com a direção do excelente Otávio Martins faz a gente dar risada à beça ;) Amei.

Na foto ao lado: Suzy Rêgo, Pedro Henrique Moutinho, Nathália Rodrigues e José Rubens Chachá. (Foto: Otávio Dias)

Divórcio! é uma comédia que mergulha no universo dos grandes casamentos e separações que movimentam não só milhões de reais, como também a mídia e o público, ávidos por informações sensacionalistas.
O ex-casal de advogados Cecília (Suzy Rêgo) e Jurandir (José Rubens Chachá), se divorciou há alguns anos e, desde então, nunca mais se viram.  O hilário reencontro entre eles se dá por motivos profissionais, numa ação de divórcio de outro casal, a candidata a celebridade Bruna Prado (Nathália Rodrigues) e o jogador de futebol Cacau Melo (Pedro Henrique Moutinho).  Cecília representa o jogador, enquanto Jurandir representa a modelo. No entanto, as queixas de seus clientes são exatamente as mesmas que faziam um do outro. Agora, Cecilia se vê obrigada a defender seu cliente com os mesmos argumentos que seu ex-marido, assim como Jurandir defende sua cliente com os mesmos argumentos litigiosos de sua ex-mulher.
Franz Keppler - Dramaturgo e jornalista, o paulistano Franz Keppler é o maior destaque da dramaturgia paulista em 2012, com as peças “Camille e Rodin” e “Córtex”, ambas ainda em cartaz. Suas primeiras peças, como “Nunca Ninguém Me Disse Eu Te Amo” e “Frames” tiveram enorme receptividade com a crítica, mas foi em “Camille e Rodin,” sob a direção de Elias Andreato, tendo no elenco Melissa Vettore e Leopoldo Pacheco, que obteve o primeiro grande sucesso de público. Em seguida, sob a direção de Nelson Baskerville e com Otávio Martins atuando, foi a vez da aclamada “Córtex”. Duas peças tão diferentes entre si quanto “Divórcio!”, onde Franz Keppler se envereda na comédia de costumes.
Sobre o diretor:
Otávio Martins -Ator e diretor, Otávio Martins é um dos nomes referenciais no teatro paulista. Dedicando-se à direção nos últimos dois anos, dirigiu Dalton Vigh e Tânia Khallil na comédia “Vamos?”, de Mário Viana, com enorme sucesso. Em seguida, dirigiu o denso “Circuito Ordinário”, peça de Jean-Claude Carrière com Denise Del Vecchio. Sua última direção foi “Pessoas Absurdas”, comédia de Alan Ayckbourn tendo um grande elenco, com Marcelo Airoldi e Ester Laccava. Em 2012, voltou a atuar na novela “Amor Eterno Amor”, em que fazia o carismático Gil, e estreou seu segundo monólogo, “Córtex”, elogiada montagem com texto de Franz Keppler e direção de Nelson Baskerville. Duas vezes indicado ao prêmio Shell pelo monólogo “A Noite Antes da Floresta” e pelo drama “Sideman”, ganhou o grande prêmio Contigo! de teatro 2010, por este último trabalho.

Texto: Franz Keppler
Direção: Otávio Martins

Elenco:
                           Suzy Rêgo, José Rubens Chachá, Nathália Rodrigues e Pedro Henrique Moutinho

Assistente de direção: Carol Bastos
Desenho de Luz: Wagner Freire
Cenografia: Marco Lima
Música Original: Ricardo Severo
Figurino: Marichilene Artisevskis
Fotografia: Otávio Dias
Direção de Produção: Ed Júlio
Produção Executiva: Gabriel de Souza
Realização: Baobá Produções Artísticas

Teatro Raul Cortez(520 lugares)
Rua Doutor Plínio Barreto, 285 - Bela Vista.
Informações: 3254.1631
Sexta 21h30 e Sábado 21h. Domingo 19h.

 +Info
Fotos

 Temporada: até 21 de Abril
 Vale conferir :)



28 dezembro, 2012

Batalha De Arroz Num Ringue Para Dois

Batalha De Arroz Num Ringue Para Dois
Texto de grande sucesso, escrito por Mauro Rasi em 1984, estreia nos palcos paulistanos com Nívea Stelmann e Maurício Machado que vivem as alegrias e situações hilariantes das bodas de um casamento.

Discutindo a relação
“Batalha de Arroz num Ringue para Dois”, já uma peça madura, hoje maior de idade, figura entre as principais do gênero que Rasi ajudou a firmar na década de 80: o chamado besteirol.

Nascido em Bauru, no Interior de São Paulo, Rasi começa a escrever ainda moleque. Aos 13 anos, participou de um concurso de teatro com o texto “Duelo do Caos Morto”. Esse experimento
primeiro nem mesmo chega a ser contabilizado em sua vasta lista de trabalhos. Sua dramaturgia (quer “besteirônica”, ou não) se destaca por peças como “Ladies da Madrugada” (1974), “A Dama do Cerrado” (1996) e “O crime do Dr. Alvarenga” (1999). Sem esquecer de “Pérola” (1994), uma de suas crias mais promissoras, vista por nada menos que 300 mil espectadores. 
Para a televisão, Mauro Rasi emprestou seu talento a clássicos como “Armação Ilimitada” e “TV Pirata”. Em “Batalha de Arroz num Ringue para Dois”, Mauro Rasi solta o verbo despretensiosamente. 
'Como de praxe, Mauro Rasi extrapola ao máximo os conflitos cotidianos. “O relacionamento pode até aparecer em tons mais fortes, ou dilatado como se a gente estivesse vendo tudo por uma lente de aumento, mas o casal existe na vida real, isso ninguém pode negar. Seja onde for que a gente se apresente, há sempre alguém na platéia que se reconhece em alguma das cenas”, No palco, as figuras distorcidas são Nélio e Angela, casal que passa por diversas situações e momentos da vida (ou bodas, como define o texto) desse casal emblemático, deixando claras as transformações vividas por cada um e de uma forma bem-humorada das diversas fases do casamento.
Além de marcar a estreia de Nívea Stelmann nos palcos paulistanos e comemorar os 25 anos de carreira de Maurício Machado, que tem o desafio de viver o personagem que foi escrito para Miguel e só representado por ele, aatual montagem de Jacqueline Laurence tem resultado igualmente hilário, pois amplifica a realidade de alguns, ou a maioria, dos casamentos seguindo os apontamentos do autor.  

Manhas & Manias de Eventos – Produção
Com 16 anos de experiência em projetos culturais, a Manhas & Manias de Eventos, produziu vários espetáculos premiados.
O espetáculo “Mulheres Alteradas”, de Maitena, com dramaturgia de Andrea Maltarolli e direção de Eduardo Figueiredo, depois de ter seguido turnê por todo o Brasil e três anos de sucesso, chega à terceira temporada em São Paulo, no Teatro Gazeta. No elenco, as atrizes Luiza Tomé, Flávia Monteiro e Marisol Ribeiro interpretam três amigas para lá de cativantes e engraçadas. Daniel Del Sarto.
Ficha Técnica
Texto: Mauro Rasi
Direção: Jacqueline Laurence
 Elenco: Nívea Stelmann & Maurício Machado
 Participação especial em Off: Miguel Falabella e Heloísa Périssé
 Assistente de Direção: Ana Jansen
Direção de Movimento: Sueli Guerra
Direção Musical e Trilha: Alexandre Elias
Cenário, Adereços e Figurinos: Espetacular - Ney Madeira, Dani Vidal e Pati Faedo
Iluminação: Aurélio de Simoni
Fotos de Lançamento: Guga Melgar
Fotos de Cena: Malu Vieira
Programação Visual: Diogo Duarte
Produção de Ensaios: Marcelo Vieira
Produção Executiva: Will Sampaio
Assistentes de Produção Executiva: Raquel Rivera e Fabrizio Bezerra
Direção de produção: Eduardo Figueiredo
Realização: Produção: Manhas & Manias De Eventos

Teatro das Artes
Avenida Rebouças, 3.970 - 3º piso - Pinheiros - Oeste
(011) 3034-0075
   De 11/01/2013 até 31/03/2013
Sexta: 21h30
Sábado: 21h30
Domingo: 20h 
Vale conferir ;)

21 dezembro, 2012

Amigas Pero No Mucho - de volta !


Amigas Pero No Mucho
de Célia Regina Forte
direção José Possi Neto

ELAS ESTÃO DE VOLTA!
Com estréia marcada no Teatro Renaissance em 11 de janeiro de 2013. 
Um espetáculo delicioso... 

Com Elias Andreato, Nilton Bicudo, Alex Gruli, Jonatan Harold ao piano e a mais nova amiga Léo Stefanini :)
Imperdível...
Após grande sucesso de público em São Paulo de 2007 à 2009 e no Rio de Janeiro em 2008 e recentemente no Teatro Shopping Frei Caneca... 
o elenco acima dá vida às quatro amigas que já fizeram mais de 80 mil pessoas rirem com as inusitadas situações, criadas pela jornalista Célia Regina Forte, do cotidiano da amizade feminina. A comédia faz sua quinta temporada nos palcos paulistanos.
Com direção de José Possi Neto, composição musical de Miguel Briamonte, Jonatan Harold no piano e narração, Amigas, pero no mucho, faz história no cenário da comédia brasileira através do encontro de quatro amigas em uma tarde de sábado, onde todas – ou quase todas – as roupas sujas são lavadas por elas. Com humor cáustico, ironia e irreverência, elas falam sobre suas dissimulações, devaneios e loucuras. Quatro mulheres bem-sucedidas - ou não - comuns e sofisticadas que numa única tarde fazem revelações que as surpreendem e surpreendem o público que tem lotado todos os teatros por onde elas passam. Mulheres que se amam e se odeiam ao mesmo tempo. Amigas... Amigas, pero no mucho, enfim.
O texto, originalmente escrito em 2004 para quatro atrizes, que teve a supervisão de Paulo Autran numa leitura pública, traz nessa versão, quatro atores interpretando as personagens, com um final inusitado. 

Ficha Técnica
AUTORA: Célia Regina Forte
DIREÇÃO GERAL: José Possi Neto
ELENCO:
Elias Andreato
Nilton Bicudo
Alex Gruli
Léo Stefanini
Jonatan Harold ao piano

PARTICIPAÇÃO EM ÁUDIO: Denise Fraga
CENÁRIO: Jean-Pierre Tortil
FIGURINSs: José Possi Neto
SAPATOS: Fernando Pires
ILUMINAÇÃO: Wagner Freire
TRILHA COMPOSTA: Miguel Briamonte
PRODUÇÃO EXECUTIVA: Egberto Simões
ADMINISTRAÇÃO: Magali Lopes
COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO: Selma Morente
REALIZAÇÃO: Morente Forte Produções Teatrais


Teatro Renaissance (440 lugares)
Alameda Santos, 2233 - Cerqueira César
Telefone: 3069.2286
Sexta às 21.30h - Sábado às 21.30h e Domingo às 19h
Temporada até 31 de março !

 Morente Forte
Vale conferir...imperdível  ;)

19 dezembro, 2012

Cia Ballet de Cegos


Cia Ballet de Cegos
Quem nunca teve que traduzir sentimentos, emoções, imagens, palavras... enfim... traduzir pra dentro de sua alma aquilo que os olhos mostraram como sendo uma verdade do universo?
Nós temos olhos, temos uma janela para a alma que nos ajuda na terafa diária de agregar conhecimento e formas de vivermos nossa vida.
Como será que quem não os tem, vive as emocções do dia a dia?
Fernanda Bianchini pensou numa forma de ajudar quem é deficiente visual a ter esses momentos traduzidos por movimentos no palco, por apresentações que enchem nossos olhos e nos vão fundo na alma, mostrando que é possivel interagir pela vida com muito mais linguagens do que imaginamos.
Nem sempre tudo o que vemos parece aquilo que vemos. Ao assistir a aprensentação da Cia Ballet de Cegos... aquilo que via, não era aquilo que parecia (elenco com vista normal) fiquei perplexo com o talento e a aparente facilidade com que o elenco se movimenta pelo palco, nos presenteando com um show de talento.
Uma apresentação sensível, iluminada, cheia de luz e de uma vontade expressa no rosto de cada um que ali atua... de mostrar pra quem enxerga, que quem não consegue fazer isso... pode produzir momentos tão fortes quanto quem tem uma vista normal. Fernanda (bailarina e fisioterapeuta) criou a "A Associação, que existe desde 1995 e é reconhecida mundialmente por um método pioneiro desenvolvido por ela. Por esse método, deficientes visuais aprendem a dançar Ballet de forma graciosa, como qualquer outro belo bailarino. O aprendizado se inicia no toque. O passo é ensinado a cada aluno. O professor, sempre com muito carinho, orienta e repete todos os movimentos até que, em certo ponto, os bailarinos dançam apenas com instruções orais".
No final de 2003, o Instituto de Cegos, decidiu terminar com a atividade do grupo em suas instalações. Para que o trabalho não acabasse, pais, amigos e colaboradores resolveram montar uma associação. Com o nome de Associação de Balé e Artes para Cegos Fernanda Bianchini, localizada na rua Humberto I, 298, na Vila Mariana – São Paulo, o grupo iniciou uma nova fase, com objetivos mais amplos. "Atualmente na associação temos 10 professores desenvolvendo belíssimos trabalhos".
Entre os objetivos da associação está o de agregar profissionais da área de dança que tenham interesse em trabalhar com deficientes visuais. Assim, deficientes visuais de outros estados poderão estar se beneficiando com a técnica desenvolvida por Fernanda.
A Associação dá aulas gratuitas para deficientes visuais de todas as idades, com aulas de Ballet Clássico, Sapateado, Dança de Salão, Danças para terceira idade, Ballet para adultos e música. "Com esses cursos, nossos alunos melhoram a postura, o equilíbrio, a noção espacial e a auto-estima, além de romper barreiras e preconceitos".


Elenco na apresentação do dia 18 no Senac Scipião SP:
    Cintia Sousa
    Fabiana Croccia
    Geyza Pereira
    Gisele Aparecida
    Marina Guimarães
    Thalia Macedo
    Veronica Batista
    Everton Caetano
    Bianca Luiza
e
    Fernanda Bianchini - Presidente e Professora da Associação.
Para ajudar e ou encaminhar alguém que possa contribuir com a associação é só acessar o
 Site
+ Fotos
Parabéns ao Senac pela iniciativa.
Vale a pena conferir a programação de sua cidade e acompanhar o trabalho do grupo ;)

03 dezembro, 2012

O Amante Do Meu Marido

O Amante Do Meu Marido
E continua em cartaz este sucesso...
com direção de Miriam Lins.

A comédia conta a história de Esperidião, um típico homem casado e aposentado que tem o sonho de ser ator. A oportunidade chega através de uma produção teatral, mas o papel que tem que desempenhar é de um homossexual.
A princípio, o fato não teria problema, mas dá-se a partir daí uma sucessão de mal-entendidos e o desfecho da história provoca muitas risadas do público. 
 Fotos: divulgação
Texto - Rodolfo da Rocha Carvalho (Carvalhinho)
Adaptação / Direção - Miriam Lins
Elenco - Milton Levy / Mateus Carrieri / Miriam Lins / Adelita Del Sent


Confira a programação da sua cidade..
Vale conferir ;)

21 novembro, 2012

Strindbergman

Strindbergman
Amantes de Bergman podem conferir entre outras atrações: STRINDBERGMAN que Abre o  Festival STRINDBERG No Viga Espaço Cênico
Com participação de:Clara Carvalho

Elizabeth Vogler é uma atriz que decidiu parar de falar. Encontra–se isolada em uma casa de praia com a enfermeira Alma, que fica fascinada pelo seu silêncio. Em função dessa situação, Elizabeth se permite gradativamente a falar. Ela conta toda a sua vida, seus casos, seus desejos, seus traumas. Alma se encanta e a estimula a falar. À medida que o silêncio de uma se intensifica, as palavras da outra tornam–se mais provocadoras. Uma terceira personagem surge com papel fundamental na trama.


Direção: Marie Dupleix.
Elenco: Nicole Cordery, Janaína Suaudeau e Clara Carvalho.
Estreia dia 2 de Novembro (sexta) - Até 16 de Dezembro
Sextas às 21h30. Sábados às 21h. Domingos às 20h
VIGA Espaço Cênico (74 lugares)
Rua Capote Valente, 1323 (Pinheiros)
Tel: (11) 3801-1843
Vale conferir :)

12 novembro, 2012

Terra De Ninguém

Terra De Ninguém
A Cia. de Teatro Compacto encena desde o dia 09/11, o espetáculo Terra de Ninguém no Espaço Cultural Pinho de Riga.
A peça é um drama composto por três monólogos curtos, adaptados de contos extraídos do livro Um Gato no Escuro, do escritor gaúcho Josué Guimarães. A adaptação é de Miguel Langone Jr., que também assina a direção.
O primeiro conto encenado, Beijo na Boca, interpretado por Teca Pinkovai (Também dubladora) exigiu uma adaptação mais elaborada para que se transportasse a literatura para o palco. Ele é o relato da vingança de um menino que sofre provocações e agressões de um garoto maior e mais forte. Esta vingança tem conseqüência trágica e inesperada. 
Já nos outros dois contos a construção literária foi quase integralmente respeitada: Mãos Sujas de Terra – vivido pelo ator Antônio Natal – é o depoimento e a confissão de um lavrador ao delegado sobre as razões pelas quais matou o dono de uma fazenda; e Terra de Ninguém - que dá nome ao espetáculo, interpretado pelo diretor Miguel Langone Jr. – narra o que teria ocorrido durante uma guerra, ou uma revolução, com um jovem soldado encontrado morto por lavradores em uma plantação.
A montagem busca proporcionar ao público um contato inicial com o universo literário do escritor, Josué Guimarães, cujo livro em questão tem histórias ambientadas no universo rural com seus personagens, maltratados pela vida, e que tiram seu sustento da terra trabalhada com a força das mãos. O cenário de Patrícia Passos é minimalista, composto por 3 objetos geométricos que servem às cenas, e que são movimentados pelos próprios atores. O figurino, único, para os três atores, foi adotado para descaracteriza-los, priorizando o texto e a interpretação, dentro da linha mestra do grupo. A iluminação assinada por Pâmola Cidrack  acentua o clima dúbio de realidade ou sonho, e as transições temporais do texto. Já a trilha sonora de Waldir Guerrieri traz nomes do cenário musical brasileiro e internacional em temas instrumentais, cujos arranjos compõem a ambientação e sublinham a dramaticidade dos textos.



Elenco:
 Teca Pinkovai (O Beijo na Boca)
Antônio Natal (Mãos Sujas de Terra)
 Miguel Langone Jr. (Terra de Ninguém).

Texto: Josué Guimarães
Adaptação: Miguel Langone Jr.
Direção: Miguel Langone Jr.
Cenografia: Patrícia Passos
Trilha Sonora: Waldir Guerrieri
Figurinos: Patricia Passos
Iluminação: Pâmola Cidrack
Preparação de atores: Isadora de Faria
Preparação corporal: Mauricio Romeiro
Produção executiva: Cia de Teatro Compacto
Design gráfico: Teca Pinkovai
Fotos e Assessoria de Imprensa: Sonia Skroski

A crítica do espetáculo:

Espaço Cultural Pinho de Riga
Rua Conselheiro Ramalho, 599 – Bela Vista/SP - Tel: (11) 96373-7090
Temporada: 9/11 à 21/12 – sextas-feiras – às 21 horas
Vale conferir ;)

11 novembro, 2012

Atreva-se

Atreva-se

Numa atmosfera explicitamente inspirada no antigo cinema noir, o espetáculo divide-se em quatro seqüências de mistério e humor. Dirigida com a inventiva cômica de Jô Soares, a história nos traz uma nova surpresa a cada virada da trama. Como se estivéssemos num Trem Fantasma daqueles antigos parques de diversões.
A Mansão
Um corretor de imóveis mostra a uma empolgada cliente as maravilhas de uma velha mansão de construção clássica, defronte a um enorme parque municipal. Ela está ansiosa por assinar os papéis e ele diz acreditar que não haverá grandes impedimentos, uma vez que o imóvel teve apenas dois inquilinos antes dela. Antes de saírem, o corretor, num tom algo dúbio, deseja à sua cliente que ela seja tão feliz na mansão quanto os que ali um dia já viveram. Esta seqüência se passa no ano de 1963.
O Medo
Numa ensolarada manhã, no final da década de 20, uma sóbria governanta cruza a elegante sala da velha mansão, cuidando de pequenos detalhes no ambiente. Lá vivem apenas um homem inseguro, preso a seus medos e a uma cadeira de rodas, e sua irmã, uma mulher segura e assoberbada pela tarefa de cuidar de tudo na vida dos dois. Ela precisa fazer uma viagem de negócios, o que a deixará longe de casa por alguns meses e seu amedrontado irmão não consegue conviver com a ideia de ficar ali, sozinho, por tanto tempo apenas em companhia de sua sinistra governanta.
O Pacto
Numa noite quente, no início da década de 40, duas primas, agora moradoras da velha mansão, aguardam pela chegada de um antigo colega de juventude. Pelo que conversam, supõe-se que as duas tem algo tramado (e certamente nada muito confiável) para quando chegar o visitante.  Finalmente o aguardado amigo chega e as duas o recebem com ensaiado entusiasmo. Na verdade, os três estão ali para cumprir um pacto feito na tarde do dia de sua formatura. Eles se encontrariam, houvesse o que houvesse, trinta anos após aquele dia, para saberem os rumos de suas vidas.
Mas algo estranho aconteceu naquela mesma noite, durante o baile de formatura. E a simples menção desta data, causa uma desconfortável reação nos três. Reação que se explicará pelas misteriosas revelações que se seguem noite afora.
De Volta a Mansão
De volta ao tempo da primeira seqüência (A Mansão), a nova inquilina tenta organizar sua mudança na velha mansão. Em meio a caixas abertas e objetos esparramados, recebe a visita do corretor, que aparece num gesto de cortesia. No rápido diálogo que travam, os dois fazem novas e surpreendentes descobertas a respeito de suas identidades o que deixará, com certeza, a plateia também bastante surpresa. E assim termina nossa comédia.
"... Num emaranhado de situações absurdas, o controle vai se desfazendo nas mãos das personagens e o impacto dos sustos vai tomando conta da lógica. Por isso, costumo dizer que “Atreva-se!” é uma comédia onde nada é exatamente o que parece ser. Como se estivéssemos num Trem Fantasma daqueles antigos parques de diversões, onde a cada virada temos uma nova surpresa." - diz Mauricio Guilherme.


 Texto: Mauricio Guilherme
Direção: Jô Soares
Elenco:
Marcos Veras
Júlia Rabello
Mariana Santos
Carol Martin
Iluminação: Maneco Quinderé
Cenografia: Chris Aizner
Figurinos: Fábio Namatame
Direção Musical: Eduardo Queiroz
Fotografia: Priscila Prade
Direção de Arte Gráfica: Natasha Precioso
Colaboração de texto: Luciana Sendyk
Assistente de Direção: Antonio Colossi
Projeção: Paulo Fax
Locução em Off: Guilherme Sant’Anna
Produção: Rodrigo Velloni
Produção Executiva: Giovani Tozi e Keila Mégda Blascke
Assistente de Produção: Fabio Nascimento
Realização: Velloni Produções Artísticas

Teatro das Artes (742 lugares)
Avenida Rebouças, 3970 – Shopping Eldorado, 3º piso
Informações: (11) 3034-0075
Quinta a Sábado às 21h30. Domingo às 20h.
Vale a pena conferir ;)


10 novembro, 2012

Córtex

Córtex
Direção de Nelson Baskerville e texto de Franz Keppler.
Numa trama inteligente e recheada de reviravoltas o autor Franz Keppler, constrói uma história instigante, em que o espectador se pergunta até o ultimo momento: Será que ele está mentindo? O que realmente aconteceu com ela? O que realmente com eles?
“Procurei fazer uma narrativa que invade o cérebro do personagem. É como se estivéssemos lá dentro, vendo suas memórias, suas imagens, muitas vezes oníricas e fantásticas, além de suas percepções do mundo e da vida. Isso tudo é ressaltado pela direção do Nelson e pelas projeções em vídeo que, na realidade, são projeções da mente desse personagem, com imagens extremamente fantasiosas”, explica o autor.
Sobre Nelson Baskerville
Ator e diretor, Nelson Baskerville é um dos mais importantes nomes da cena teatral paulista. Seu último espetáculo, Luis Antonio Gabriela é apontado pela crítica como um marco da história do teatro brasileiro, seja pela força de sua narrativa, seja pela inovação ao contar uma belíssima história familiar. O espetáculo voltou ao cartaz em São Paulo, em agosto e o Livro será lançado em setembro de 2012. Em 2012, Baskerville dirigiu duas peças do dramaturgo Nelson Rodrigues (17X Nelson e Os 7 Gatinhos), no ano comemorativo de seu centenário. Ainda em 2012 dirigiu o espetáculo Brincando com Fogo, que em agosto se apresentou em Estocolmo como convidado no Festival Stoff - Stockholm Fringe Fest 2012.
Texto: Franz Keppler
Direção: Nelson Baskerville
Com: Otávio Martins
Elenco dos Videos: Nathalia Rodrigues, Caroline Carrero, Elizabete Kobayashi e Roberto Ikeda
Assistente De Direção: Carolina Bastos
Cenografia: Nelson Baskerville
Musica Original: Ricardo Severo
Figurino: Marichilene Artisevskis
Desenho De Luz: Wagner Freire
Aderecista: Marcela Donato
Fotografia: Otavio Dias
Direção De Produção: Ed Julio
Produção Executiva: Gabriel de Souza
Assistente De Produção: Beatriz Cervone e Fabricio Sindice
Realização: Baobá Produções Artísticas
Teatro Eva Herz
Av Paulista 2073 Bela Vista SP
Tel: 11-31704059
Sextas e sábados 21h
Domingos 19h


Culpado ou inocente? Assista Córtex e confira. :)

01 novembro, 2012

Satyrianas 2012 na Pça Roosevelt - SP

Está de passagem no Brasil? Mora no País... enfim... isso não importa. Motivos para se divertir aprendendo, não faltam.
Em São Paulo, cidade plural no entretenimento e cultura... temos elementos deliciosos pra todos os gostos.
Esta semana está acontecendo o SATYRIANAS... na Praça Roosevelt.
A Tenda Hip Hop das Satyrianas vai receber na sexta-feira (2), dois grandes projetos para agitar a pista da Praça Roosevelt com o melhor dos anos 80, a partir das 14h. O Progress In Tha House é realizado pelo Dj Rivacid e Marcos Alive e vai unir duas festas: a Mary 80 e a Baú da Sogra...
Não se esqueça de levar sua câmera! Com mais de 300 atrações, entre peças, leituras e performances, a cobertura exclusiva vai ficar por conta da galera do  Catraca Livre. E hoje, eles lançam uma promoção pra quem curte fotografar. A missão é capturar um momento especial … Satyrianas.

Com direção de Daniel Gaggini, Fausto Noro e Otávio Pacheco, numa realização de - Na Laje Filmes e Muk e produção de Regina Campos e Daniel Gaggini, O filme SATYRIANAS, 78 HORAS EM 78 MINUTOS conta a história do diretor americano Jeff Luna que, a convite de um excêntrico investidor, vem ao Brasil documentar um dos principais eventos culturais da cidade de São Paulo, a SATYRIANAS.
No elenco estão: Bruno Autran, Danny Oliveira, Débora Rebecchi, Fernando Assis, Gustavo Ferreira, Leandro Luna, Ricardo Ramory e Robson Catalunha.

Desde sua fundação, o grupo teatral paulista OS SATYROS, um dos responsáveis pela revitalização da Praça Rooselvet (região central) e sua transformação em um dos pólos artísticos mais ativos e importantes da cidade de São Paulo, organiza um evento onde todas as artes se encontram em 78 horas ininterruptas de atividades culturais, a SATYRIANAS.
Nesta grande festa, na qual cinema, fotografia, música, literatura, HQ, teatro e artes visuais se encontram, 950 artistas estão envolvidos nas mais de 290 atividades que são oferecidas a um público superior a 50.000 pessoas. Quatro tendas são erguidas em plena Praça Roosevelt, uma delas inteiramente dedicada à difusão de filmes nacionais, a tenda CINEMIX.
Em 2007, o evento foi agraciado com o Prêmio Especial da Crítica da APCA - Associação Paulista de Críticos de Arte - e passou a fazer parte do calendário oficial do Estado de São Paulo, o que comprova a sua importância para a cidade. Info

@Célia_Forte da Morente Forte Comunicações,   participa c um texto seu no Dramamix.
Não dá pra perder :)



28 outubro, 2012

Pererê, Em Busca Do Saci

Pererê, Em Busca Do Saci

Do Brasil Para o Mundo...
A Cia. Dom Caixote leva aos palcos internacionais a figura mais popular do folclore brasileiro.

PERERÊ – Em Busca do Saci...
que trata da superação do medo, de conflitos familiares e da busca pela realização dos sonhos.
O espetáculo acaba de ser apresentado no Japão, no Kijimuna Festival 2012, em Okinawa.
Foi escolhido como a melhor peça infantil no 3.º Festival de Teatro Cidade de São Paulo, em 2011. Sem facilidades nem didatismos ou pregações, o enredo procura mostrar que tudo é possível: basta acreditar. Usando o mote do folclore nacional e a importância dos mitos universais, a trama leva um garoto (Vitor Faria - bem no papel) a perseguir
autodescobertas, em busca de sua origem e do sentido de viver.
Destaque ainda para Paulo Pellegrine, que acerta na caracterização de um avestruz, em que seu braço vira o pescoço comprido do bicho.
Nove espetáculos em seu repertório, a companhia Dom Caixote se destaca na produção de espetáculos infantis.

Elenco:
Agatha Paulita
Carolina Malta
Daniel San Martin
Paulo Pellegrini
Paulinho Rocco
Sabrina Caldini
Sandra Nagy
Vitor Faria.

Direção: Luiz Felipe Petuxo
Dramaturgia: Paulinho Rocco
Iluminação: Luiz Felipe Petuxo
Sonoplastia: Rafael Parra
Contrarregra: Murilo Richard
Figurino: Vinícius Almes
Cenografia: Lu Grecco e Luiz Felipe Petuxo
Produção: Cia. Dom Caixote

Teatro Itália.
Av. Ipiranga, 344, tel. (11) 3255-1979. Domingos, às 16 horas.
Até 25 de novembro.

Site da Cia Dom Caixote
Video promocional

Vale conferir ;)

27 outubro, 2012

Isso É O Que Ela Pensa

Isso É O Que Ela Pensa
Uma sintese da mulher moderna ?
Quem nunca se perguntou: Esta é a vida que realmente sonhei pra mim?
O autor não tenta explicar... ele descreve para quem assiste o espetáculo um sentimento humano, através do personagem Susan. Joga ardentemente com a possibilidade de traduções
diversas e complexas sobre essa questão. O público acaba nas reflexões, tirando dúvidas, colocando pontos de vista, agregando mais detalhes, que se completam.
Os debates existem aos montes... inclusive sobre "a inabilidade da religião ortodoxa em oferecer orientação e auxílio ao vazio espiritual da sociedade" diz Alexandre Tenório que dirige este trabalho.
 
"Quais os mecanismos que nossa mente engendra para suportar uma existência ou simplesmente fugir dela?... A falência de uma moralidade religiosa repressora... pode contribuir para a fragmentação de uma pessoa... fazendo com que a hipocrisia da religiosidade e a falta de afeto provoquem graves transtornos psiquicos, paralisando o individuo, retirando-o da vida supostamete real" diz Denise Weinberg que esbanja talento no papel. Mas e a loucura? O que é de fato? Será que o real é igual pra todos, da mesma maneira? Essas e outras questões... da cultura humana com cunho religioso ou não, mostram apenas um detalhe de nossa psique, da psicocoisa da alma. Elas nos questionam issistentemente, quando assistimos ao delicioso espetáculo,  com atores afiados numa direção impécável.
Elenco:
Denise Weinberg: Susan
Clarissa Rockenbach: Lucy
Eduardo Muniz: Rick
Francisco Bretas: Andy
Flávio Faustinoni: Tony
Mário Borges: Bill
Mário César Camargo: Gerald
Maristela Chelada: Muriel

Ficha Técnica:
Alan Ayckbourn: Texto
Alexandre Tenório: Direção
Domingos Quintiliano: Iluminação
Cássio Brasil: Figurino
Paolo Biagiolli: Cabelos
Fábio de Souza: Pintor de arte
leandro Batista: Assistente de pintura
Ana Thomaz: Preparação corporal
Allyson Lemes do Nascimento: Operação de Som
Tiê Fabiano: Operação de luz
Paulo falzoni: Programação visual
Lígia Jardim: Fotos
Adriana Monteiro: Assesoria de Imprensa
Miguel Briamonte: Direção musical
Luciano Lobato: Assist. de produção musical
Rafaela Lopes: Harpa
Maria Fernanda Krug: 1. Violino
Francisco Krug: 2. Violino
Estela Ortiz: Viola
Julio Ortiz: Cello
Rafaela Penteado: Produção executiva
Mateus MOnteiro: Assistente de produção
Eduardo Muniz: Coordenação de produção
Maria Gorda Produções: Produção e Realização

Viga Espaço Cênico
Rua Capote Valente 1323 - Pinheiros (a um quarteirão da Heitor Penteado)
20 de Setembro a 28 de Outubro 2012 em São Paulo
Quinta a Sábado, 21:00h - Domingo, 19:00h


E no Rio De Janeiro com datas a conferir. Veja a programação de sua cidade.
Vale muito a pena conferir ;)




20 outubro, 2012

O Andante

O And@nte
Em O And@nte, Elias Andreato divide a direção com André Aciolli, e produz sozinho o figurino e o carrinho em que seu personagem carrega todas suas palavras, seus sonhos, suas poesias, sua vida.
O And@nte é um catador de pensamentos que vasculha o mundo virtual e o visível em busca do conhecimento. “Um andarilho que percorre o universo poético das almas dos imortais falando da solidão entre o caminhar e o pensar”, diz Elias. São reflexões ou delírios sobre a vida como lugar de mera passagem. Um carroceiro que recicla palavras catadas nos livros. Neste momento dramático do mundo é a confirmação de que a alma humana é um manicômio de caricaturas fragmentadas. É dever dos poetas e artistas chorar e rir com seu povo.
“Sem loucura não há arte.”
Elias atua também na comédia "Amigas, Pero No Mucho" que está em cartaz no Teatro Shopping Frei Caneca todas as 3.feiras.

 Ficha Técnica:

Texto e Roteiro: Elias Andreato
Direção: André Acioli e Elias Andreato
Trilha Original: Daniel Maia
Iluminação: Wagner Freire
Figurino e cenografia: Elias Andreato
Logo: Elifas Andreato
Programação Visual: Vicka Suarez
Fotos: João Caldas
Realização: Andreato’s & Morente Forte


Teatro Eva Herz (168 lugares)
Avenida Paulista, 2.073 – Livraria Cultura / Conjunto Nacional
Informações: (11) 3170-4059 - www.teatroevaherz.com.br

Quintas às 21h
Duração: 60 minutos
Recomendação: 12 anos

No feriado do dia 15 de novembro: sessão às 19h
Estreou dia 18 de outubro
Temporada: até 13 de dezembro
 Vale conferir ;)




12 outubro, 2012

Orfãos

Orfãos

Direção Clara Carvalho
* Eleita “Melhor Peça Adulta” no 16o Cultura Inglesa Festival - 2012 *

Num subúrbio britânico, na tranquilidade do seu lar de classe média, Helen (Isabella Lemos) e Danny (Marcelo Pacífico) estão prontos para um jantar a dois quando Liam (Renaldo Taunay) , irmão de Helen, surge à porta com a camiseta suja de sangue. A partir dai acompanhamos um thriller onde nada é exatamente o que parece. Uma comédia obscura e provocante sobre nossa sociedade atual.
Até onde você iria para proteger sua família? Quais as consequências que o violento mundo externo pode trazer para o lado de dentro?

Sobre o Programa Cultural Vivo Encena
O Vivo EnCena é o programa cultural da Vivo para as artes cênicas que estimula a conexão  de projetos e promove o intercâmbio de pessoas em diferentes estágios de suas carreiras. O teatro e a dança são pensados além do espetáculo, sendo estabelecida uma rede de ações de difusão, circulação, mobilização e formação por todo país, compartilhando histórias inspiradoras, conceitos inovadores e ideias transformadoras no âmbito das artes cênicas. O Vivo EnCena, realizado há dois anos, está presente em 18 estados do país e já patrocinou mais de 50 projetos continuados, além de realizar projetos próprios e a curadoria do Teatro Vivo e do Grande Auditório do MASP, na cidade de São Paulo. O programa utiliza o teatro como ferramenta viva de acesso, reflexão, inclusão, autonomia e transformação para trazer resultados positivos sobre a trajetória e sustentabilidade de todos.


Ficha Técnica
Autor:  Dennis Kelly
Tradução: Isabella Lemos, Marcelo Pacífico e Clara Carvalho
Direção: Clara Carvalho
Assistência de direção: Rita Giovanna
Elenco:
 Isabella Lemos, Marcelo Pacífico, Renaldo Taunay e Antonio Haddad Aguerre.
Iluminação: Nelson Ferreira e Isadora Giuntini

Trilha sonora: André Frateschi
Cenário e Figurino: Clara Carvalho e TEATRO CIA
Produção: Marcelo Pacífico
Assistente de produção: Rodolfo Freitas
Realização: TEATRO CIA
Coprodução: Grupo TAPA
Apoio Cultural: Cultura Inglesa
Patrocínio: VIVO

Teatro Nair Bello (200 lugares)
Shopping Frei Caneca - Rua Frei Caneca, 569 - 3° andar.
Telefone: 3472-2414
Sexta às 21h30 | Sábado às 21h | Domingo às 19h.
 Estreia dia 12 de outubro
Temporada: até 09 de dezembro
Vale conferir ;)

A Partilha

A Partilha
Com texto e direção de Miguel Falabella, um dos grandes sucessos do teatro brasileiro estreia em São Paulo, em curta temporada, celebrando duas décadas.

Há mais de 20 anos, quatro irmãs se reencontraram no velório da mãe e se transformaram nas protagonistas de um dos maiores sucessos do teatro brasileiro. Sob a batuta do seu criador, Miguel Falabella, Susana Vieira, Arlete Salles, Patricya Travassos e Thereza Piffer estão agora novamente reunidas para celebrar a maioridade do espetáculo A Partilha.
O espetáculo nasceu do encontro entre Falabella e suas quatro amigas (Natália do Vale também estava na montagem original, no lugar de Patricya). Os cinco se reuniram pela primeira vez em 1990, no pequeno Teatro Cândido Mendes, no Rio. O sucesso foi instantâneo e a peça ficou em cartaz durante seis anos, circulando todo o Brasil e sendo remontada em 12 países, chegando a ficar em cartaz simultaneamente no Rio e São Paulo, com dois elencos distintos.
A comédia gerou ainda uma continuação, A Vida Passa, em 2000, com o elenco original, e um filme dirigido por Daniel Filho, que foi um grande sucesso de bilheteria. A simplicidade e o bom humor que permeiam a história atingiram de imediato a memória afetiva dos espectadores e conquistaram a crítica. A Partilha é apontada, ainda hoje, como um dos pontos altos da carreira de Falabella.
A peça narra o reencontro das quatro irmãs logo após a perda da mãe. Juntas, elas terão que decidir o que fazer com a herança, o que serve de pretexto para repassarem as próprias vidas, bem como toda a relação familiar. Regina (Susana) é liberada, esotérica, não costuma se reprimir e tem uma visão "alto astral" da vida; Lúcia (Arlete) abandonou um casamento convencional e o filho para viver um grande amor em Paris; A tijucana Selma (Patricya) é a irmã mais conservadora e vive um casamento tedioso com um militar; e Laura (Thereza), a caçula, revela-se uma intelectual sisuda e surpreende as irmãs com suas atitudes, sobretudo quando se assume homossexual. As quatro mergulham no passado e deixam vir à tona as diferenças e afetos em uma jornada emocionante, repleta de humor e ironia.
O espetáculo tem cenários de Beli Araújo, figurinos de Sônia Soares e iluminação de Paulo César Medeiros.


 
Ficha Técnica:
 Texto e Direção: Miguel Falabella

ELENCO:
Susana Vieira
Arlete Salles
Patricya Travassos
Thereza Piffer

Iluminação: Paulo César Medeiros
Cenário: Beli Araújo
Figurinos: Sonia Soares
Projeto de Som: Gabriel D’angelo
Programação Visual: Vicka Suarez
Design de Vídeo: Eduardo Chamon
Estreia dia 19 de outubro

Teatro Shopping Frei Caneca (600 lugares)
Informações: (11) 3472-2229 e 3472-2230
Sexta às 21h30 | Sábado às 19h e 21h30 | Domingo às 18h
 
Vale Conferir ;)