05 maio, 2012

Cabaret Stravaganza

Cabaret Stravaganza...
Em Cabaret Stravaganza se pode pensar sobre a vida... como ela é, ao deliciosamente assistir as cenas com um ótimo elenco!
"A encenação, com direção de Rodolfo Garcia Vasquez, conta com 12 atores em cena, baseia-se no teatro expandido, que busca compreender a interferência do desenvolvimento tecnológico na vida das pessoas e na arte. Ficção e realidade se misturam. A peça foi criada a partir de experiências dos atores e informações contidas na Internet... o limite entre o verdadeiro e o falso, o sonho e a realidade é tênue".
O texto de Maria Shu discute a relação do homem com a revolução tecnológica e suas implicações sobre a vida contemporânea. O espetáculo Cabaret Stravaganza, da Cia. Os Satyros, cumpre temporada no Espaço Satyros Um, localizado na Praça Roosevelt 124.

Elenco:
Ivam Cabral, Gustavo Ferreira, Phedra de Córdoba, Cléo de Páris, Andressa Cabral, Marta Baião, Henrique Mello, Fábio Penna, Júlia Bobrow, Robson Catalunha e José Alessandro Sampaio e a participação especial de Leo Moreira Sá.

Assistente de direção: Esther Antunes
Dramaturgia: Maria Shu
Figurino: Daíse Neves
Adereços: Daíse Neves e Milton Fucci
Cenário: Marcelo Maffei
Iluminação: Rodolfo García Vázquez e Leo Moreira Sá
Sonoplastia: Ivam Cabral
Apoio coreográfico: Kátia Kalsavara
Fotografia, identidade visual e video: Rodrigo Meneghello
Assessoria tecnológica: Gustavo Minghetti
Adereços eletrotecnológicos: Carlos Orelha
Consultoria digital: Daniel Guth, Julia Bobrow, Robson Catalunha e Bob Wei
Criação de Hotsite: Bob Wei (ChinArt)
Operador de som: Elder Nunes
Operador de luz: Leo Moreira Sá
Preparação vocal: Gerson de Souza
Captação de imagens documentais: Robson Catalunha e Lívia Bohnsacq
Edição de imagens documentais: Roberto Reiniger
Produção: Thadeo Ibarra
Coordenação de Assessoria de imprensa: Robson Catalunha
Assessoria de imprensa: Idearia - comunicação e criação de conteúdo

Informações: (11) 3258.6345
Vale a pena conferir ;)


21 abril, 2012

Grávido

Grávido 
Um espetáculo criativo, texto inteligente direção caprichada e gostoso de assistir.
Com texto de Gustavo Kulart, Marcelo Laham e Fábio Herford (ótimos), e direção de Alexandra Golik...  a comédia GRÁVIDO traz para o espectador os dilemas e as angústias do homem diante da difícil – e ao mesmo tempo deliciosa – tarefa de ser pai. Os atores Marcelo Laham e Fábio Herford são dois pais que, entre dúvidas e incertezas, enfrentam dilemas como parto normal ou cesariana e dividir o afeto da mulher com o bebê recém-chegado. E em meio a situações muito engraçadas, os dois suam a camisa para entreter o pequeno ser que ainda engatinha, colocá-lo para dormir e até lidar com as intermináveis listas de compras de objetos e produtos de hygiene.
O ator Fábio Herford diz: “Sempre pensei em abordar o tema do nascimento do filho pela óptica paterna, porque eu mesmo já vivi muitas situações engraçadas. A igualdade do casal exigiu do homem um equilíbrio das funções, tornando sua participação no evento do nascimento mais efetiva. Tudo isso trouxe inúmeras reflexões e análises, observações que passam do drama à comédia em instantes”.
Para Marcelo Laham “hoje em dia o homem tem atuação mais efetiva na hora de cuidar de seu próprio filho. Na época de nossos avós, era comum encontrar um pai que não sabia trocar uma fralda. Hoje, isso é quase inadmissível”.
E Gustavo Kulart - também responsável pela trilha sonora - completa: “Descobrimos que os homens compartilham dos mesmos problemas, mas não falam sobre o assunto, são mais fechados. E as mulheres, podem agora, ver um outro ponto de vista”.

Elenco: Marcelo Laham e Fábio Herford
Direção: Alexandra Golik
Texto: Gustavo Kurlat, Marcelo Laham e Fábio Herford
Trilha sonora: Gustavo Kurlat
Luz: Wagner Freire
Cenário: Marco Lima
Realização: Mesa 2 Produções
Fotos: A divulgação - João Caldas
Teatro Cleyde Yáconis
Centro Empresarial do Aço - CEA
Av. do Café, 277 - P1 - Vila Guarani - São Paulo/SP
sextas às 21h30
sábados às 21 horas
domingos às 18 horas
Estação Conceição do Metrô (Linha Azul)
Vale conferir :)

14 abril, 2012

A Mecânica Das Borboletas

A Mecânica Das Borboletas
De Walter Daguerre
Direção Paulo de Moraes
Um espetáculo delicioso.
"Com texto inédito do dramaturgo Walter Daguerre e direção de Paulo Moraes, da Cia Armazém de Teatro, a montagem aborda o conflito vivido frente às escolhas da vida e suas consequentes perdas e ganhos. Uma peça, na qual a tradição e a experimentação estão unidas no intuito de fazer chegar ao expectador uma história que trate de questões pertinentes ao homem do nosso tempo".
O espetáculo conta a história de um casal e seus filhos gêmeos que moram numa cidade de interior, no sul do país. O pai mecânico morreu e a família manteve em funcionamento a oficina dentro da residência. A história se passa na cozinha, na oficina e no jardim. A mãe (Suzana Faíni) é uma dona de casa que cultiva a memória do falecido marido. Um dos gêmeos, Rômulo (Eriberto Leão), sai de casa quando jovem em busca do sonho de desvendar o mundo. São 20 anos sem notícias. Quando volta, já um escritor conhecido, descobre que o pai morreu e encontra o gêmeo Remo (Otto Júnior), que manteve o negócio do pai e prosseguiu no mesmo ofício, no mesmo lugar.
Lisa (Ana Kutner) foi namorada de Rômulo, mas acabou casando com o irmão. Uma família acertando suas contas: culpas, cobranças e perdas. O sonho de Remo: construir uma Harley Davidson, mas uma peça desta moto, a borboleta do carburador, nunca chega e, essa mecânica do veículo demora para estar em pleno funcionamento.
A ideia do texto surgiu após uma viagem de Walter Daguerre a uma cidade do interior, Lavras do Sul. “Observei os hábitos das pessoas do lugar, então comecei a pensar naqueles que saem de suas cidades, e nos que resolvem ficar, como seria a vida deles”, conta o autor. “Sentimentos de perdas prevalecem em quem busca o sonho de desbravar o mundo e em quem escolhe ficar no mesmo lugar, na mesma cidade. O primeiro, acha que perde a participação no crescimento, desenvolvimento  amadurecimento da família. O outro tem a sensação de perda por não aproveitar novas oportunidades e experiências que conhecer o mundo pode proporcionar”, analisa Walter.
“O cenário mistura a casa: cozinha, jardim e oficina. Tudo é misturado, igual à família da peça”, conta Carla Berri que com Paulo de Moraes assina o cenário. Em cena um Passat dos anos 70, “arrancamos toda lataria azul e optamos por colocar a carcaça cinza chumbo e expor o motor, que é o coração do carro”. No palco, uma Honda CD400 transformada cenicamente numa Harley Davidson. A moto representa o grande sonho de liberdade que o personagem Remo, passou anos construindo.
Completam a ficha técnica, o iluminador Maneco Quinderé, Rita Murtinho – no figurino e o músico Rico Vianna na trilha sonora. Bianca de Felippes, da Gávea Filmes, é a responsável pela realização e produção do espetáculo.


ELENCO:
Ana Kutner (Liza), Eriberto Leão (Rômulo), Otto Jr (Remo) e Suzana Faíni (Rosália)

Texto: Walter Daguerre
Direção: Paulo de Moraes
Cenário: Carla Berri e Paulo de Moraes
Iluminação: Maneco Quinderê
Figurinos: Rita Murtinho
Trilha Sonora Original: Ricco Viana
Produção Executiva: Gabriel Bortolini
Produção: Bianca de Felippes
Produtoras Associadas: Gávea Filmes e Akutner

Mais fotos
 Teatro Anchieta - Sesc Consolação (280 lugares)
Rua Dr. Vila Nova, 245. - Tel. 3234.3000
Sexta e Sábado às 21h; Domingo às 18h.
Temporada: até 27 de maio
Vale conferir ;)
Mais info

02 abril, 2012

Vermelho

Vermelho
Contagia pela energia entre dois atores que dão um show de talento em cena.
Antonio Fagundes, um ator consagrado, experiente e Bruno Fagundes, uma surpresa deliciosa em cena, nos presenteiam com este delicioso texto de John Logan, demonstrando que boas histórias podem sim nos fazer degustar a arte.
Coprodução de Antonio Fagundes e Jorge Takla; VERMELHO, conta a história do artista plástico Mark Rothko. Escrita pelo dramaturgo John Logan e traduzida por Rachel Ripani, a peça se passa nos anos de 1958 e 59, quando o pintor russo Mark Rothko (Fagundes) trabalha em uma série de murais para o sofisticado restaurante Four Seasons, encomendado por uma quantia recorde à época.
Em seu ateliê em Nova York, o artista recebe pela primeira vez seu novo assistente Ben (Bruno Fagundes). O encontro marca um novo relacionamento, cheio de nuances, no qual os dois se permitem indagar e refletir, questionar e ouvir. A peça é um marco de passagem, onde Rothko divide sua experiência com a nova geração, marcada por artistas inquietos, provocadores e talentosos.
Essa troca de experiências não se dá apenas na ficção. É a primeira vez que pai e filho estão juntos nos palcos. Os dois também mostram a intimidade construída no processo de criação dos personagens. Preparam e misturam a tinta, esticam a tela, debatem a iluminação ideal para, nas palavras do artista, proteger sua obra de arte. “Vermelho é uma obra exigente que, como Rothko, nos leva a criar um clima de luzes delicadas, um ambiente suave para valorizar as obras e deixá-las
pulsantes e vivas”, conclui o diretor.  
Bruno diz: "Estou construindo o meu espaço, meu caminho e vou enfrentar as mesmas dificuldades que meus amigos, colegas da minha idade enfrentam. Só de fazer um personagem deste já é uma pressão, fica por aí. Um grande desafio para mim como ator. É o personagem mais importante da minha vida. A pressão parte do meu profissionalismo, da minha vontade de fazer com que dê certo".

Parabéns pra eles... quem ganha somos nós, o público com um espetáculo gostoso.

Elenco: Antonio Fagundes e Bruno Fagundes
Tradução: Rachel Ripani
Design de figurinos: Fábio Namatame
Design de luz: Ney Bonfante
Design de som: Fernando Fortes
Assistente de direção: Ronaldo Zero
Cenotécnico: Denis Nascimento
Pinturas: Marcos Sachs
Direção de arte: Paulo Humberto de Almeida
Direçãi comercial: Marga Jacoby
Direção de produção: Noêmia Duarte
Crédito foto: divulgação
Teatro GEO
Tel.: (11) 3278-4930
Quinta e sábado, às 21h; sexta às 21h30; domingo às 18h
Espetáculo não recomendado para menores de 12 anos
Em cartaz até 29/07/2012
Vale conferir ;)

26 março, 2012

A Maçã

A Maçã..

Um espetáculo teatral com texto e concepção de Sergio Savian e direção de Andre Auke.
 "Narrada pela voz da consciência, “A Maçã” conta a história de um homem e de uma mulher que são expulsos do paraíso após comerem a maçã proibida. Vão viver o que lhes falta, mergulhando fundo em seus desejos de liberdade, ambição e paixão; entram em contato com o fracasso e o vazio emocional e por fim atingem a satisfação por meio do amor que sentem. No final eles fazem uma reflexão sobre a transitoriedade da vida".
O cenário desenvolve-se por meio da projeção de vídeos que ilustram as situações. Música ao vivo (flauta transversal e saxofone - tocada ao vivo pela musicista e atriz Fernanda Bock), dança e texto bem humorado compõem uma atmosfera imaterial e atemporal que permite uma profunda reflexão sobre a transcendência dos desejos.
Savian pretende proporcionar ao público uma boa reflexão sobre o que é superficial ou profundo.
Com 30 anos de profissão como terapeuta especializado em relacionamentos, Savian afirma que o amor e a intimidade com outra pessoa só ocorre ao desenvolver a intimidade e o comprometimento consigo mesmo. Mas isto é uma tarefa para os poucos corajosos que optam por se conhecer melhor.Ele cutuca neste espetáculo as relações humanas, cada vez mais superficiais e efêmeras, que impedem os processos de formação da identidade individual.
Personagens
O homem, a mulher, o sujeito, Deus e a voz da consciência.
 Elenco:
  Jussara Vicente, Victor Hugo, Leandro Destacio e Fernanda Bock
Trilha sonora: Fernanda Bock
Coreografia: Érica Moura
Cenografia e figurino:  Márcio Vinicius
Locução: (Voz de Deus) Marco Antonio
Audiovisual: Caio Buni
Operadora de aúdio: Renata
Operador de video: Marco
Assessoria de imprensa: Savian Cultural
Produção e produção executiva: Savian Cultural

Informações Gerais
Espetáculo em cartaz pelas cidades de São Paulo e interior.
contato: cultural@sergiosavian.com.br
Mais info


Confira a programação da sua cidade


23 março, 2012

Uma Mulher Do Outro Mundo

Uma Mulher do Outro Mundo

 De Noel Coward...
Adaptação e direção Alexandre Reinecke "Blithe Spirit, traduzido por Miguel Paiva como Uma Mulher do Outro Mundo, é uma comédia atemporal, hilariante, que leva o público à gargalhada sem perder em nenhum momento suas características principais: sofisticação e elegância.
Com adaptação e direção de Alexandre Reinecke e elenco afinado, o espetáculo é mar­cado pela precisão e agilidade de diálogos e de situações".  "Com o intuito de colher dados para um novo livro, o famoso escritor Charles Condomine (Jairo Mattos) e sua segunda esposa, Ruth (Lúcia Veríssimo), fingindo credulidade e interesse no sobrenatural, convidam uma conhecida médium, Madame Arcati (Iara Jamra), para jantar e realizar uma sessão espírita.
Surpreendentemente para o casal, Madame Arcati se revela possuidora de reais poderes. Porém, por não controlá-los muito bem ela acaba criando um sério problema: traz do além-túmu­lo a primeira esposa de Charles, Elvira (Adriane Galisteu)".


Ficha Técnica:
Tradutor: Miguel Paiva
Elenco: Adriane Galisteu, Lúcia Veríssimo, Jairo Mattos, Iara Jamra, Marcio De Luca e Dani Mustafci
Cenários: José de Anchieta
Figurinos: Fábio Namatame
Iluminação: Wagner Freire
Trilha sonora: Tunica
Produção Executiva: Marco Aurelio Monteiro
Direção de Produção: Ecila Mutzenbecher

Teatro das Artes (742 lugares)
Avenida Rebouças, 3970 – Shopping Eldorado, 3º piso
Bilheteria: terças e quartas das 14h às 20h; de quinta a domingo, das 14h até o início do espetáculo.
Informações: (11) 3034-0075
Sextas 21h30, Sábados às 21h e Domingo, às 19h.

Curta Temporada: até 27 de maio



Vale conferir.

22 março, 2012

Labutaria

Labutaria

Marco Luque, ator e integrante do elenco do programa CQC, está em cartaz no Teatro Procópio Ferreira com o solo Labutaria.
O ator interpreta diversos personagens... de forma tal que faz com que platéia esteja sempre animada respondendo ao talento e versatilidade do ator. Entre esses personagens está o Betonera. Com ele, Marco cativa a platéia, mostrando o quanto sabe lidar com isso de forma deliciosa, garantindo boas risadas.
 Foto acima: Divulgação
Estreou:
20 de março - somente às terças-feiras
Horário: 21h
Local: Teatro Procópio Ferreira
Rua Augusta, 2823 – Jardim América
Horário da bilheteria: de terça a domingo, das 14h às 19h ou até início da sessão.
Informação: 11 3083-4475
Vale conferir.

14 março, 2012

Tim Maia – Vale Tudo, O Musical

Tiago Abravanel
em - Tim Maia – Vale Tudo, O Musical

Sensacional. Parada obrigatória pros amantes de teatro, talento e bons textos.

Com direção de João Fonseca, o musical já foi visto por mais de 100 mil pessoas, desde sua estreia no Rio de Janeiro em Agosto de 2011

“Tim Maia foi o ser mais livre que eu conheci”. A frase de Nelson Motta sintetiza de forma ampla e ao mesmo tempo precisa uma das figuras mais controversas, anárquicas e amadas que a música deste país já produziu. Tudo no saudoso artista é superlativo, inclusive o retumbante sucesso de Tim Maia – Vale Tudo, o musical, que se tornou o grande fenômeno da temporada teatral carioca em 2011.
Com direção de João Fonseca e texto de Nelson Motta, o musical finalmente chega à cidade de São Paulo, dia 09 de março no Teatro Procópio Ferreira.

O diretor João Fonseca optou por estruturar a narrativa em blocos temáticos, que são ilustrados por clássicos de Tim que remetem conceitualmente a cada passagem. A cena se desdobra a partir da infância pobre no bairro carioca da Tijuca, o contato com a música e as primeiras bandas que integrou, como ‘Tijucanos do Ritmo’, ‘The Sputniks’ e ‘The Snackes’, quando conheceu Roberto Carlos, Jorge Benjor e Erasmo Carlos."

Ficha técnica:
Texto: Nelson Motta
Direção: João Fonseca
Direção musical: Alexandre Elias
Elenco: Tiago Abravanel, Izabella Bicalho, Lilian Valeska, Pedro Lima, Andreh Viéri, Bernardo La Rocque, Reiner Tenente, Evelyn Castro, Pablo Ascoli, Aline Wirley e Leticia Pedroza.

Coreografias: Sueli Guerra
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Cenário: Nello Marrese
Figurinos: Rui Cortez
Fotos: Caio Gallucci


19 janeiro, 2012

ATOR MENTADA

Reestreou no Teatro Nair Belo..
ATOR Mentada. Mara Carvalho se une a três músicos para cantar um pouco de vida e sonhar um pouco de música.
A atriz fala da sua vida revelando suas decepções e alegrias com muito humor. Uma comédia divertida e sensível que envolve seu público em lindas canções num expressivo momento de reflexão.
“A musica traduz nossos sentimentos, fala melhor por nos do que nos mesmos!”, afirma Mara que realiza seu “Show up” no Teatro Incenna, de sexta a domingo.

Ficha Técnica 

 Texto e Direção: Mara Carvalho

Co-direção: Genilda Mansonari
Iluminação: Domingos Quintiliano
Fotografia: Lenise Pinheiros
Produção: Eduardo Moreno
Com: Mara Carvalho
Músicos:
Silvio Venosa (PIANO); Renato Loyola(BAIXO); Douglas Andrade(BATERIA)
Teatro Nair Bello (200 lugares)
Shopping Frei Caneca - Rua Frei Caneca, 569 - 3° andar.
Telefone: 3472-2414
Toda Quarta, às 21h. 
Mais info: 
Fotos
 Vale conferir ;)

12 janeiro, 2012

17 X Nelson - Parte 2 Se não é Eterno não é Amor

17 X Nelson - Parte 2
Se não é Eterno não é Amor

"17 X Nelson II – Se não é Eterno, não é Amor, é uma declaração de amor à Nelson Rodrigues. Nelson disse, pouco tempo antes de escrever sua primeira peça “A Mulher Sem Pecado”, em 1941,que o verdadeiro espetáculo deveria começar após o fechar das cortinas onde o espectador, a caminho de casa, faria uma profunda reflexão sobre o amor e a morte. Nelson estava começando ali a fomentar seu projeto dramatúrgico a que se manteve fiel durante os 40 anos em que escreveu suas 17 peças. Seu  Teatro Desagradável é até hoje provocativo e instigante e continua movimentando as plateias. Nelson estava ali, paralelamente a Brecht, criando um teatro de estranhamento onde a revelação das profundezas da alma do povo brasileiro revoltava as plateias colocando diante delas o desnudante espelho que revelava sua própria hediondez. Um gênio.
A primeira versão do espetáculo criado pelo diretor Nelson Baskerville, junto à AntiKatártiKa Teatral, em 2005, tinha como subtítulo “O Inferno de todos nós” e era um passeio pela dramaturgia rodrigueana conduzido por Diabo da Fonseca e centrada nas relações familiares e trágicas, em ordem cronológica e se utilizando de Dante Alighieri para as costuras. Desta vez, a encenação foca o amor e a morte, verticalizando o tratamento épico em relação à primeira montagem. Um desfile de cerca de 60 personagens, interpretados por 12 atores e que tem como ponto de partida a morte do irmão do autor, Roberto Rodrigues, vítima da vingança de uma leitora do jornal do pai deles. Nelson conta que foi a partir daquele grito que o sentimento trágico da vida nunca mais o abandonou.
...A Mostra compreende a encenação de cinco, das 17 peças escritas por Nelson Rodrigues ao longo de sua carreira:
O Beijo no Asfalto, Valsa nº 6, Os Sete Gatinhos, 17 X Nelson e As Noivas de Nelson (adaptação de Marco Antônio Braz, baseada em contos de “A Vida como ela é”).
Por Nelson Baskerville

Texto: Nelson Rodrigues
Direção geral: Nelson Baskerville

Elenco: Adilson Azevedo, Adriana Guerra, Carolina Parra, Carol Carreiro, Gabriela Fontana, Luciana Azevedo, Marcos Ferraz, Michel Waisman, Rafael Augusto, Rafael Boese e Willians Mezzacapa

Figurino: Marichilene
Assistência de direção: Carolina Bastos
Cenografia / Iluminação / Trilha: Nelson Baskerville
Musica composta e direção musical: Ricardo de Castro Monteiro
Aderecista: Marcela Donato
Produtora: Sinal Vermelho Filmes

Teatro de Arena Eugênio Kusnet(99 lugares)
Rua Teodoro Baima, 94
Informações: 3256.9463/3259.6409
Quartas e Quintas às 21h30.
Temporada: até 23 de fevereiro

11 janeiro, 2012

Cada Um Com Seus Pobrema

De volta aos palcos...
CADA UM COM SEUS POBREMA
(Em cartaz no Teatro Frei Caneca, SP a partir do dia 17).
Vale a pena assistir este que é um dos melhores espetáculos do século.
E como se não bastasse... pra nos deliciar com o prazer de ir ao teatro...ele ainda está em cartaz com o também Ator e Diretor (hilário) Ricardo Rathsam no delicioso espetáculo 
(Em cartaz no Teatro Faap SP).
Deliciosamente talentoso...Marcelo Médici faz com que quem assiste CADA UM COM SEUS POBREMA, saia do teatro feliz e convencido de que esse é um daqueles espetáculos do século que devemos recomendar pros amigos (e até pros inimigos...para que eles possam sentir um pouco mais de felicidade na vida).
A execelente direção de Ricardo Rathsam permite ao ator criar e improvisar de uma maneira que enriquece o que vemos no palco. Mesmo assistindo 1,2,3... não importa quantas vezes...Marcelo se supera a cada sessão e nos dá a resposta sobre os prêmios (entre eles - o de melhor Ator Teatral em Comédia - Irmã Vap) e o sucesso que faz com o espetáculo. A facilidade com que usa a voz em cada personagem é fantástica.

Direção: Ricardo Rathsam
Com: Marcelo Médici
Duração: 105 minutos
Texto: Marcelo Médici e Ricardo Rathsam

Confira a programação dos espetáculos na sua cidade.

10 janeiro, 2012

Como Se Tornar Uma Super Mãe Em 10 Lições

Como Se Tornar Uma Super Mãe Em 10 Lições
Ana Lucia Torre
arrasa em COMO SE TORNAR UMA SUPER MÃE EM 10 LIÇÕES.
De Paul Fuks, baseada na obra de Dan Greenburg
Tradução e Adaptação de Clara Carvalho
Direção Alexandre Reinecke

Baseada no best seller Manual da Mãe Judia, de Dan Greenburg, que vendeu mais 2,5 milhões de exemplares só nos EUA, o texto foi adaptado para o teatro com grande sucesso em vários países.
Como se tornar uma super mãe em 10 lições é uma divertida comédia que atinge todas as idades e retrata a grandeza e complexidade desta que é uma das mais árduas artes da natureza humana: A arte de ser mãe, ou melhor, uma super mãe! A peça, interpretada por elenco de afiadíssimos comediantes, é contada a partir das lembranças de Daniel (Danton Mello), um típico bom filho judeu, que tenta ministrar uma palestra no
dia em que recebe um importantíssimo prêmio de “algebrologia sintagmática”. Na primeira fila do auditório está sua super mãe (Ana Lucia Torre), que o interrompe a todo o momento para
perguntar se ele está com as devidas roupas que o protegem do frio e alergias. Até que o submisso filho resolve contar sua história e as consequências da educação de uma mãe superprotetora.
Dessas lembranças também surgem Papa (Ary França), o pai apático, que nunca fala nada apesar de estar sempre presente, e Annete (Flavia Garrafa), a irmã que se recente pela atenção da mãe ser quase toda voltada ao filho homem, mas que acaba por se tornar uma típica mãezona quando cresce.
Há também um médico, um psiquiatra, o namorado de Annete, duas namoradas de Daniel e um casal de amigos judeus, mais velhos, todos interpretados pela dupla de atores Flávia Garrafa e Luciano Gatti.


TRADUÇÃO e ADAPTAÇÃO: CLARA CARVALHO

ELENCO: ANA LÚCIA TORRE, DANTON MELLO, ARY FRANÇA, FLÁVIA GARRAFA e LUCIANO GATTI
ASSISTENTE DE DIREÇÃO: EDUARDO LEÃO
FIGURINOS: RENATA YOUNG
ILUMINAÇÃO: DENILSON MARQUES
TRILHA SONORA: PEDRO LOBO
CENÁRIO: JOSÉ DE ANCHIETA
FOTOGRAFIA: JOÃO CALDAS
PRODUÇÃO EXECUTIVA: FERNANDO AZEVEDO
ASSIST. DE PRODUÇÃO: CARÔ PARRA
ADMINISTRAÇÃO: FIXAÇÃO MARKETING CULTURAL
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: MARCELLA GUTTMANN
Assesoria de Imprensa: Morente Forte

Teatro Gazeta (640 lugares)
Avenida Paulista, 900 - Térreo
Informações: 3253.4102
Sextas às 22h30; Sábados às 22h; Domingos às 20h
Sexta e Domingo R$ 50. Sábado R$ 60
Temporada: até 02 de junho.



01 dezembro, 2011

Cartas De Amor ElectroPopRockOperaMusical

CARTAS DE AMOR ELECTROPOPROCKOPERAMUSICAL
Viajar é preciso.
Uma poesia cheia de poesia...é assim que vejo Cartas De Amor.
E quando essa viagem é sobre o amor... sobre o carinho... sobre toques de vida... fica mais gostoso.
A música sempre falou alto quando se trata de falar com Deus... nossa alma... e isso não falta no espetáculo.
“Até quando vai continuar com essa alegria inventada?”
As possibilidades existem - nelas a psicocoisa humana experimenta a felicidade, questiona detalhes e amadurece a alma.
O afeto, hoje uma moeda cara e cada vez mais cheia de nuances... é possível quando estamos abertos a energias que estão a nossa volta.
“No espelho que começei a cobrir... você veio me encontrar...por aqui, por ali, encontrar a beleza que não é minha...”
"Dificil é aceitar quando as coisas não existem mais...O vazio que se sente, permenece e parece não te abandonar...”
"E EU NÃO quero ser mais como antes... querer ser para alguém o que não sou nem pra mim".
CARTAS DE AMOR... sugere através de cartas encontradas em feiras e algumas de arquivos pessoais dos envolvidos com o espetáculo.... que é possível essa proximidade e ou vivência com o carinho, o afeto, o amor. Interagindo com a tecnologia... num espaço cênico aconchegante onde os estímulos são diversos, o espetáculo recria experiências afetivas de encontros e reencontros de seres humanos em busca de estados transcendentes .
Responsável pela idealização de todo o projeto, Flavio Graff conta que tudo começou em 2003. “Foi um processo longo de pensar a relação cênica entre música, artes visuais, o cinema e o vídeo clipe. Eu e Felipe Storino, que assina as composições musicais originais do espetáculo, fizemos um percurso de criação aberto chamado “Site Specific for Love” apresentado em festivais e eventos, como a Quadrienal de Praga de 2007, com a intenção de desenvolver e aprofundar o conceito do trabalho. Mas foi só quando saiu o patrocínio do Banco do Brasil que o espetáculo tomou a forma atual”, comemora ele. “As cartas de amor ainda podem ser os próprios poemas que formam as músicas do espetáculo. Cada música é um poema, é uma carta de amor – isso tem a ver com as relações de acúmulo e sentidos que o trabalho pretende trazer”, completa.
Graff afirma que “o espetáculo propõe o cruzamento de diversas áreas artísticas, para criar um vídeo clipe cênico onde o espectador é o autor da sua própria história juntando as imagens e relacionando-as.

Elenco: Dedina Bernardelli, Felipe Storino, Fernando Alves Pinto e Flavio Graff
Roteiro, letras e direção: Flavio Graff
Co-direção: Emilio de Mello
Direção musical e música original: Felipe Storino
Coreografias, direção de movimento: Marcia Rubin
Direção de arte e cenografia: Ronald Teixeira e Flavio Graff
Vídeoarte: Rodrigo Ponichi e Luan Baptista – Plano Geral
Produção de vídeo: July Ferré
Figurinos: Ronald Teixeira
Iluminação: Renato Machado
Projeto gráfico: Ruth Freihof / Passaredo Design Christiane Krämer
Preparação vocal: Marcelo Nogueira
Filme Rose Hanie – a partir da obra de Kahlil Gibran – Intérpretes – Adriano Garib e Otto Jr.
Fotografia: Filme Rose Hanie: Daniel Neves e Rodrigo Ponichi
Vídeo – performers:
Procurando por mim e Pequenos instantes - Solange Badim
Casa Vazia – Adriana Seiffert, Alessandra de Oliveira, Amanda Ribeiro, America Cupello, Lia Sarno, Liza Machado e Regina Rangel
Em Neshat como rose hanie - a partir da obra de Kahlil Gibran - em neshat - Marcia Rubin
Fotos: Rodrigo Ponichi, Guga Melgar, Dedina Bernardelli e Flavio Graff
Produção: Carlos Grum e Fernando do Val
Produção Local SP: Roberta Koyama
Direção de produção: Flavio Graff  
Realização: Pow Produções e Eventos
A&G Produções Artísticas



Centro Cultural Banco do Brasil (65 lugares)
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro
Informações: (11) 3113-3651

28 novembro, 2011

Cabaret

Cabaret 
Claudia Raia (hilária) é Sally Bowles no musical Cabaret que está em cartaz no Teatro Procópio Ferreira, com Jarbas Homem de Mello (sensacional), Marcos Tumura, Katia Barros, Liane Maya, Guilherme Magon e grande elenco.
Um show de talentos no palco. 
Cabaret, sucesso da Broadway nos anos 60, se tornou um dos musicais de maior sucesso de todos os tempos.
O musical gira em torno do relacionamento da inglesa Sally Bowles, e o escritor americano Cliff Bradshaw, encarnado pelo jovem ator Guilherme Magon.
Claudia Raia produz e estrela montagem de ‘Cabaret, realizando um dos maiores sonhos de sua carreira: dar vida à cantora e dançarina Sally Bowles. Miguel Falabella (genial) assina a versão brasileira do musical, que tem direção de José Possi Neto e produção geral de Sandro Chaim.
Paralelamente ao romance entre os personagens principais há ainda a relação entre uma alemã tolerante, Fräulein Schneider (vivida pela atriz Liane Maya), e um judeu, Herr Schultz (Marcos Tumura, protagonista de diversos musicais, entre eles Les Miserables e Miss Saigon).


Teatro Procópio Ferreira
Rua Augusta, 2823 Jardim Paulista
Dias e horários: Quinta-feira: às 21h. Sexta-feira: às 21h30.
Sábado (duas sessões): às 18h e às 21h30. Domingo: às 18h
Classificação: 14 anos
Duração: 2 horas e 30 minutos
Bilheteria: de terça a domingo, das 14h às 19h ou até o início das sessões
Informações: (11) 3083-4475
Foto: Cabaret

25 novembro, 2011

Pornô Falcatrua N. 18.633

Pornô Falcatrua N. 18.633
Ousado, show de espetáculo.
Dirigida por Gustavo Machado, a peça Pornô Falcatrua Nº 18.633, de Irvine Welsh e dramaturgia de Eduardo Ruiz, apresenta o reencontro dos mesmos amigos personagens do filme Trainspotting. Dez anos depois, a turma, quase amoral, está envolvida na realização de um filme Pornográfico.
“As atrizes e produtoras Abhiyana e Ana Nero, levam a peça para inaugurar o Studio SP da Vila Madalena. Um espaço ideal para apresentar a trama, que se passa em mesa de bar, com drinks, música e o perfume da noite. O público ainda poderá curtir a festa que o Studio apresentar na sequência. O Studio SP encaixa perfeitamente no formato do espetáculo.
"Decidimos fazer uma balada teatral. Os personagens têm uma relação quase pornográfica com a plateia. Não há interação no sentido de atores contracenarem com o público, mas a proximidade física é grande. A idéia é conseguir que estes personagens se exponham como em uma balada", explicou o diretor ao jornal "O Globo".
Na trama, Simon "Sick Boy" Williamson é dono de um bar decadente, e reencontra os amigos Mark Renton, Francis "Franco" Begbie e Daniel "Spud" Murphy para planejar falcatruas, trapaceá-los e produzir um filme pornô - daí o título. A partir daí, Welsh explora o impacto da pornografia nos indivíduos envolvidos em sua produção, assim como na sociedade como um todo, e o impacto do envelhecimento e do amadurecimento das pessoas contra sua vontade.
Entre carreiras de cocaína, Sick Boy (o ator Sérgio Guizé) cuida de um boteco. Spud (papel de Fábio Ock) se vê impotente diante do mundo. Franco (Guilherme Lopes), recém-saído da prisão, procura um rumo. Renton (Pablo Sgarbi) tenta outra vez se dar bem. Outras figuras se interligam ao quarteto para ganhar dinheiro na produção de um filme pornô.

Autor: Irvine Welsh
Adaptação: Eduardo Ruiz
Direção: Gustavo Machado
Elenco: Abhiyana, Ana Nero, Fábio Ock, Guilherme Lopes, Maria Laura Nogueira, Pablo Sgarbi, Sergio Guizé.
Designer gráfico: Colletivo
Direção de Produção: Abhiyana e Ana Nero

Toda Quinta, às 22h (abertura da casa às 21h) (até 22 de dezembro)

11 3032-4370



29 outubro, 2011

Novelo

Novelo
O espetáculo volta ao cartaz após quatro temporadas de sucesso.
Novelo em cartaz no Viga Espaço Cênico, em uma leitura deliciosa de Nanna De Castro, na batuta do excelente Zé Henrique de Paula, nos traz uma ótima leitura da família.
Elenco show de bola.
Em texto retirado do blog www.senhoritasafo.blogspot.com: Nanna reafirma -  “Meu amor pelos homens, me trouxe amigos com H maiúsculo... as delícias de brincar de carrinho... proclamo as mulheres a amarem os homens...ah homens”.

“Mulher gosta de homem canalha? Macho que é macho pinça a sobrancelha?  Homem tem dificuldade de mostrar o que sente? Homem frágil incomoda? Homem delicado tem que ser gay? Gay enrustido é mais aceito que gay assumido? Mulher usa filho pra manipular ex-marido? Estas são algumas questões polêmicas que movem a história da peça Novelo”. (Morente Forte)

Ficha Técnica
Texto: Nanna de Castro
Direção: Zé Henrique de Paula

Elenco: Alexandre Freitas, Fábio Cadôr, Flavio Baiocchi, Flavio Barollo e Herbert Bianchi.

Assistência de direção: Alexandra da Matta
Cenografia: Zé Henrique de Paula
Figurinos: Mário Queiroz
Preparação de atores: Inês Aranha
Direção musical: Fernanda Maia
Locução em off: Clara Carvalho
Iluminação: Fran Barros
Produção: Edinho Rodrigues e Marisa Medeiros
Viga Espaço Cênico (74 lugares)
Sala Principal
Rua Capote Valente, 1323
Tel. 3801.1843
Sextas e Sábados, às 21h. Domingos, às 20h.

Vale a pena conferir ;)


 

22 outubro, 2011

Luis Antonio Gabriela

Luis Antonio Gabriela
Sensibilidade e talento.
Argumento de Nelson Baskerville
Intervenção dramatúrgica de Verônica Gentilin.

Ficção ou não, mereceria alguns prêmios... acrescido o fato de saber que o ator e dramaturgo Nelson Baskerville expôe sua vida... tornando a tinta do espetáculo mais forte...sem deixar que o assunto tão manjado da homossexualidade humana... fique melodramatico. A Cia. Mungunzá de Teatro demonstra versatilidade e talento ao relatar no palco uma história sensivel, forte e de forma apaixonante. Sem tornar apelativo, o espetáculo mostra como funciona o preconceito ferino,(uma cultura nociva)...que sai de debaixo do tapete... pra castigar o ser humano de tal maneira que consciente ou inconscientemente pode destruir a vida das vitimas. 
O personagem titulo... vitima de uma sociedade hipócrita nos sentimentos...e torta em seu comportamento, também mostra um comportamento recorrente em atos que confundem a cabeça do irmão. No caso, o dramaturgo expôe seu passado, sua vida, de uma forma que serpenteia a garganta do expectador.
"Seu irmão mais velho, Luis Antonio (Marcos Felipe), nasceu em 1953, era homossexual e viveu em Santos até os 30 anos, quando se mudou para a Espanha. Durante três décadas, quase nada se soube dele, que, em Bilbao, assumiu a identidade de Gabriela, protagonizou shows em boates e acabou vitimado pela aids em 2006."
O assunto tratado pelo diretor e dramaturgo Nelson... é algo que muitas famílias adorariam gritar ao mundo... mas preferem puxar e deixar, como já descrito, debaixo do tapete... a exorcisar seus males. O espetáculo é um cutucão na sociedade, mostra o diretor infiltrado numa cena através de um video.. que com uma linguagem própria, aumenta o tom de mergulho numa história que nos faz viajar no tempo e perceber que em algum momento do espetáculo... a platéia se vê inserida em alguma cena ou frase, através de alguém na famnília ou amizade pela vida fora.
Marcos Felipe mostra que talento existe sim... e que se pode mergulhar no personagem, dando vida a uma história que cala fundo a platéia a cada movimento do ator no palco... com uma sensibilidade tamanha.
É um espetáculo obrigatório pra quem curte a psicocoisa humana. A deliciosa trilha sonora de Gustavo Sarzi pinta as cenas deliciosamente.
"A temporada de “Luis Antonio-Gabriela” na Funarte São Paulo terá preços populares (R$ 5,0 a inteira), e toda a bilheteria arrecadada será revertida à instituição LGBT Casarão Brasil. A Cia Mungunzá, sob a direção de Nelson Baskerville, ganhou 36 prêmios em festivais pelo Brasil com o espetáculo “PorQue a Criança Cozinha na Polenta”, apresentado em cinco temporadas em São Paulo entre 2008 e 2010. acumulando 36 prêmios em diversas categorias".
(DEVERIA GANHAR muitos por este trabalho.)

Elenco: Marcos Felipe, Lucas Beda, Sandra Modesto, Verônica Gentilin, Virginia Iglesias; Day Porto
Direção: Nelson Baskerville
Diretora Assistente: Ondina Castilho
Assistente de Direção: Camila Murano
Direção Musical, Composição e Arranjo: Gustavo Sarzi
Preparador Vocal: Renato Spinosa
Trilha Sonora: Nelson Baskerville
Preparação de Atores: Ondina Castilho
Iluminação: Marcos Felipee Nelson Baskerville
Cenário: Marcos Felipe e Nelson Baskerville
Figurinos: Camila Murano
Visagismo: Rapha Henry - Makeup Artist
Vídeos: Patrícia Alegre
Produção Executiva: Sandra Modesto e Marcos Felipe
Produção Geral: Cia Mungunzá de Teatro
Assessoria de Imprensa: Morente Forte

FUNARTE
Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos

Veja a programação de sua cidade.
Vale conferir.
:)

20 outubro, 2011

Que Rei Sou Eu ?

Que Rei Sou Eu?
Direção e Roteiro Elias Andreato
Com uma hora de duração, Elias Andreato roteirizou Que Rei Sou Eu?, inspirado na obra de Oswald de Andrade, é um convite à “deglutição” de músicas brasileiras de diferentes épocas permeadas por textos que, poética e ironicamente, retratam o povo brasileiro.
Com direção de Elias Andreato, o  espetáculo foi criado para Renato Borghi, artista que representa o teatro brasileiro em sua totalidade. Em Que Rei sou Eu?
Borghi  acompanhado de Patrícia Gasppar e do maestro Jonathan Harold brincam com a lembrança do nosso teatro musical brasileiro, com toda a ingenuidade, pungência e brejeirice que marcaram um gênero esquecido, mas ainda guardado na memória do nosso povo. São cerca de 20 músicas, dentre elas: QUE REI SOU EU? de Francisco Alves, PELA DÉCIMA VEZ  de Noel Rosa, AI YOYÔ [Linda Flor] de Luiz Peixoto, Marques Porto, Cândido Costa e Henrique Vageler, BANDEIRA BRANCA de Zé Keti, Max Nunes, André Filho, Laércio Alves e Pereira Matos

Ficha Técnica
Roteiro e direção: Elias Andreato
Elenco: Renato Borghi, Patrícia Gasppar e Jonatan Harold
Pesquisa: Elcio Nogueira
Arranjos: Jonatan Harold
Figurinos: Laura Huzak Andreato
Iluminação: Wagner Freire
Fotos: João Caldas
Assessoria de imprensa: Morente Forte Comunicações
Direção de produção: Marlene Salgado
 
Teatro Eva Herz (166 lugares)
Avenida Paulista, 2.073 – Livraria Cultura / Conjunto Nacional
Informações: (11) 3170-4059 - www.teatroevaherz.com.br
Quartas-feiras, às 21h
Temporada: até 30 de novembro

14 outubro, 2011

O Libertino

O Libertino
com: Cassio Scapin, Luciana Carnieli, Luiza Lemmertz, Erica Montanheiro,Tânia Casttello e Daniel Warren. De Eric- Emmanuel Schmitt, Tradução de Aline Meyer, Adaptação e Direção de Jô Soares.

Cassio Scapin é O Libertino, de Eric- Emmanuel Schmitt, um dos maiores nomes da dramaturgia contemporânea, que se inspirou no filósofo francês Diderot (1713 – 1784) para compor essa comédia que oferece, de maneira não acadêmica, divertida e envolvente introdução ao pensamento filosófico.
A adaptação de Jô Soares mantém os diálogos elaborados com as mesmas ação e fluidez presentes na obra, apresentando questões relevantes como: conduta moral, ética, sexo, amor, relações de poder. O texto nos permite divagar divertidamente por essas questões. “Assim que li O Libertino, fui logo atraído pela riqueza dos personagens e pela inteligência e humor do texto”, diz Jô Soares.

Em O Libertino, Denis Diderot, um dos ícones do pensamento na França do século XVIII, se retira para descanso num castelo na área rural de Paris, onde de urgência é solicitado para que escreva o verbete: Moral, para “A Enciclopédia”, obra que já vem se dedicando há muito tempo.
Além da divertida manipulação de conceitos e ideias, na peça vê-se outra característica importante da personalidade do filósofo: sua atração pelas mulheres.
Segundo Eric-Emmanuel Schmitt, O Libertino é a mais alegre de suas peças. “Um texto escrito numa primavera para celebrar a primavera”. Seu personagem principal, o filósofo Denis Diderot, que viveu de 1713 a 1784, é considerado, junto com Voltaire, um dos intelectuais precursores da Revolução Francesa. Muitos o julgam pioneiro da filosofia anarquista, devido ao seu pensamento de desprezo sobre a nobreza e o clero.

Iluminação – Maneco Quinderé
Figurinos – Fabio Namatame
Cenários – Chris Aizner
Música Original : Eduardo Queiroz
Direção de Produção – Fernanda Signorini
Fotos: Jairo Goldflus
Programação Visual: Denise Bacelar
Realização Cassio Scapin e Fernanda Signorini
Patrocínio: MAN Latin America, fabricante dos caminhões e ônibus da marca Volkswagen, Telefônica e Correios, Ministério da Cultura.
Projeto realizado com Apoio do Governo de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura – Programa de Ação Cultural de 2011



Teatro Cultura Artística Itaim(303 lugares)
Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1830 - Itaim
Quinta e sábado às 21h. Sexta às 21h30. Domingo às 18h
Ingressos: Quinta R$ 40. Sexta e domingo R$ 50. Sábado R$ 60
Duração: 90 minutos
Recomendação: 16 anos
Temporada: até  27 de novembro


08 outubro, 2011

Solidão, A Comédia

SOLIDÃO, A COMÉDIA - De Vicente Pereira
Direção Claudio Tovar

No monólogo, Maurício Machado interpreta cinco deliciosos e divertidos personagens, tendo como pano de fundo suas diferentes formas de solidão. Tudo isso com o típico e característico humor do BESTEIROL.
O Homem no cinema, sua relação com a sétima arte e sua busca pelo prazer desacompanhado; Solange, a prostituta que liga para os antigos clientes à procura de companhia; Tony, o elegante socialite metrosexual que não deixa sua esposa trancada no banheiro falar; a jovem Geneviéve desesperada em seu primeiro encontro num bar em busca de sua alma gêmea; a doce ironia de uma senhora hospitalizada e sua melhor amiga; e uma cena final que é um brinde a vida e uma grande surpresa para o público. O texto Solidão, a comédia é considerado uma referência do Besteirol!
É um genuíno gênero teatral nascido no Rio, e mais especificamente, no Teatro Candido Mendes em Ipanema, onde o espetáculo estreou em Janeiro deste ano e esteve em cartaz por quase 6 meses com sucesso enorme.
A ficha técnica do espetáculo, conta com uma equipe estelar, dos profissionais mais gabaritados do Teatro brasileiro contemporâneo. Alexandre Elias assina a direção musical, Aurélio de Simone a luz, e os figurinos e cenário estão a cargo do próprio diretor, Claudio Tovar, sem dúvida o maior nome do teatro brasileiro e o mais premiado figurinista e cenógrafo do país.

MAURÍCIO MACHADO – ATOR
O ator carioca, que em novembro completará  24 anos de carreia, no teatro, iniciou no musical 'Sonhar Colorido' e, a partir daí, emprestou seu talento em mais de 30 montagens teatrais, tais como: “As Filhas da Mãe”, “O Concílio do Amor”; “Em nome do Pai”; “O Corcunda de Notre Dame”, pelo qual foi indicado por sua atuação como ‘Quasímodo’ ao Prêmio Mambembe 1996 de melhor ator, “Gulliver”, indicado como melhor ator do ano aos Prêmios Pananco (Coca-Cola) e Dança Brasil 2000. Em 2004, o dramaturgo e novelista Walcyr Carrasco, adaptou e escreveu especialmente para o ator, o conto de Oscar Wilde, 'O Fantasma de Canterville', intitulada a peça de “O Mistério do Fantasma Apavorado”, onde Maurício, viveu o protagonista, o Fantasma Dom Eurico. Em “Cyrano”, adaptado por Denise Crispum, foi indicado ao Prêmio Zilka Salaberry, como melhor ator do ano do Rio pelo papel-título da peça, e seu último trabalho foi no texto de Alcides Nogueira, ‘As Traças da Paixão’, ao lado da atriz Lucélia Santos, com quem dividiu a cena por 1 ano e meio. Maurício foi já dirigido por grandes nomes como: Gabriel Villela, Bibi Ferreira, Marcio Aurelio, Gilberto Gawronski, Marco Antonio Braz, Karen Acioly, entre muitos outros.
Além de sua formação teatral, também tem passagem em importantes cursos e escolas complementares no Rio de Janeiro, onde se aperfeiçoou como artista tais como: Escola Nacional de Circo, Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, além de ter estudado Produção Cultural, sapateado, dança moderna e expressão corporal.
Dentre seus principais trabalhos na TV, estão: as novelas “Alma Gêmea”, como o cozinheiro ‘Baltazar’, na TV Globo; e “Cidadão Brasileiro”, da Record, o divertido ‘Pink’ na novela “Cama de Gato”. Seus mais recentes: no ‘Fantástico’ no quadro “Leandra Borges e a Maternidade”, ao lado de Ingrid Guimarães e como o galã de cinema ‘Silvério Duarte’ de ‘Cordel Encantado’ sucesso da TV Globo.
Maurício recebeu indicação de importantes prêmios e ganhou o Prêmio Mambembe como ator revelação, em 1987. Há 15 anos é o criador e diretor de uma das principais empresas de entretenimento e cultura do país, a Manhas & Manias de eventos e que também atua na área de eventos. Neste segmento, Maurício acumula 21 anos de experiência, onde atuou como ator, repórter, apresentador, mestre de cerimônias e animador de centenas de eventos. Entre clientes atendidos, destacam-se: Universal Studios, Unilever (OMO), Unilever Best Foods (FRISCO e ARISCO) TIM, Petrosul, AItaú, Renault, , Asia Motors, ente outros.

CLAUDIO TOVAR – DIRETOR
Ator, dançarino, cantor, artista plástico, cenógrafo e figurinista, Claudio Tovar é um artista múltiplo e um dos mais consagrados por sua vastíssima contribuição aos palcos do país, das figuras mais respeitadas do cenário artístico brasileiro. Respeitado e premiadíssimo, Tovar iniciou sua trajetória artística, em teatro, em 1972, como integrante do grupo Dzi Croquetes, com o qual se apresentou no Brasil e na Europa. Como artista solo, Cláudio Tovar começou sua carreira em 1982, atuando ao lado de sua mulher, Lucinha Lins, no musical "Sempre, Sempre Mais", apontado pela crítica especializada como um dos melhores espetáculos daquele ano no Rio de Janeiro. Ainda como ator, participou das seguintes montagens: "Teatro Musical Brasileiro II"; "O Fantópera da Asma", de sua autoria; "Ricardo III"; "Lima Barreto ao 3º Dia"; "A Caravana da Ilusão"; “Cabaret Youkali", pelo qual recebeu indicação ao Prêmio Shell de 1998, na categoria Melhor Ator; "Aldir Blanc, Um Cara Bacana", também de sua autoria; remontagem do musical "A Ópera do Malandro", Em 2007, foi um dos principais nomes do musical "O Baile", com direção de José Possi Neto. Em 2008, atuou em “Retirada de Moscou”.

MANHAS & MANIAS DE EVENTOS – PRODUÇÃO
Com 15 anos de experiência em projetos culturais, a manhas & manias de eventos  produziu vários espetáculos premiados, entre eles: “Em Nome do Pai” com Cláudio Cavalcanti. “Só Os Doentes do Coração Deveriam Ser Atores” com Antonio Petrin, “O Mistério do Fantasma Apavorado” adapt. da obra de Oscar Wilde por Walcyr Carrasco, ambos dirigidos por Eduardo Figueiredo, “O Último Bolero”, com Francisco Cuoco, Adriana Lessa e direção de Gracindo Jr., “A Soma de Nós”, com Rogério Fróes, Mara Manzan, Nicette Bruno entre outros. “Cyrano”, espetáculo dirigido por Karen Acioly com Nívea Stelmann, Thierry Figueira, Tadeu Mello e Maurício Machado e supervisão de Bibi Ferreira. “As Traças da Paixão”, espetáculo de Alcides Nogueira, com Lucélia Santos e Maurício Machado. E, atualmente, com o sucesso em São Paulo de “Avalon” no Teatro do Sesi da Paulista e  “Mulheres Alteradas”, da obra de Maitena, com adaptação de Andrea Maltarolli, no elenco Luiza Tomé, Adriane Galisteu, Mel Lisboa, André Bankoff e Daniel Del Sarto, e direção de Eduardo Figueiredo, atualmente em excursão pelo país, e em breve ‘As Superadas’ também da obra de Maitena, com adaptação para o teatro de Fernanda Young.

Ficha Técnica
Autor: Vicente Pereira
Direção: Claudio Tovar
Elenco: Maurício Machado
Direção Musical: Alexandre Elias
Criação de Luz: Aurélio de Simoni
Cenário e Figurinos: Claudio Tovar
Direção de movimento: Kika Freire
Programação Visual: Mariana Resnik
Fotografias: Guga Melgar & Malu Vieira
Assistência de Direção: Diogo Villa Maior
Assistente de cenografia: Natália Lana
Assistente de figurino: Regina Carvalho
Costureira: Schirley Nascimento
Alfaiate: Macedo Leal
Visagismo: Beto Carramanhos
Assessoria de Imprensa: Morente Forte
Produção Executiva: Fernanda Corrêa Gurtler & Tainah Brandão
Assistente de Produção/SP: Patrícia Palhares
Direção de Produção: Eduardo Figueiredo
Realização e Produção: manhas & manias de eventos

Teatro NeXT (80 lugares)
Rua Rêgo Freitas, 454 - República.
Informações: 3237-1845
Sextas e Sábados, às 21h. Domingo, às 20h.
Temporada: até 27 de novembro