25 abril, 2014

Quem Tem Medo De Virgínia Woolf?


Quem Tem Medo De Virgínia Woolf?

Após temporada de grande sucesso de público e crítica no Rio de Janeiro...
Zezé Polessa (danada de boa), c Daniel Dantas, Ana Kutner e Erom Cordeiro formam o elenco deste ótimo espetáculo em cartaz no Teatro Raul Cortez: Quem Tem Medo De Virgínia Woolf?
Jorge (Daniel Dantas) e Marta (Zezé Polessa), recebem os jovens Nick (Erom Cordeiro) e Mel (Ana Kutner) para um drink após uma festa. São dois casais de diferentes idades, mas com questões em comum. Os anfitriões, casados há mais de 20 anos, vivem uma relação de amor e ódio, na qual um segredo parece unir e, ao mesmo tempo, transformar a vida de ambos em uma grande ilusão. Já os visitantes têm um relacionamento aparentemente perfeito, mas, quando envolvidos nos jogos mentais e sexuais do primeiro casal, deixam transparecer as mentiras que os cercam.
Zezé Polessa idealizava produzir Quem Tem Medo De Virgínia Woolf? desde 2011 quando o diretor Victor Garcia Peralta sugeriu que ela interpretasse a instigante personagem Marta, criada por Albee. Depois de três anos, e com tradução elogiada e indicada a prêmios de João Polessa Dantas, essa montagem consolida-se como um dos grandes sucessos dos palcos cariocas e, agora, chega ao Teatro Raul Cortez para temporada de três meses, com direção de Victor Garcia Peralta, direção de produção de Giuliano Ricca e atuações impecáveis.
Imortalizado no cinema por Elizabeth Taylor e Richard Burton em filme vencedor do Oscar em cinco categorias, o espetáculo mostra até onde podem ir as pessoas para manter seus relacionamentos, tornando o tema cada vez mais atual e de interesse do público.

Ficha Técnica

Texto: Edward Albee
Tradução: João Polessa Dantas

Elenco: Zezé Polessa, Daniel Dantas, Erom Cordeiro e Ana Kutner

Direção: Victor Garcia Peralta
Direção de arte / cenografia / programação visual: Gringo Cardia
Iluminador: Maneco Quinderé
Figurinos: Marcelo Pies
Visagismo: Fernando Torquatto
Trilha Sonora: Marcelo Alonso Neves
Produção executiva: Carmem Oliveira
Direção de produção: Giuliano Ricca
Produtores Associados: Zezé Polessa / Giuliano Ricca
Realização: MJC Polessa Produções Artísticas /Ricca Produções Artísticas

Fotos: João Caldas
Teatro Raul Cortez (512 lugares)
Rua Dr. Plínio Barreto 285 – Bela Vista
Informações: 3254.1631
Sextas 21h30 | Sábado às 21h | Domingos 18h

Temporada: até 27 de julho
Vale conferir :)


08 abril, 2014

Rose & Val

Rose & Val

O projeto é um Web-Seriado sem fins lucrativos, que gira em torno do mundo do futebol. Os personagens Rosivaldo e Valdisney são dois jogadores de futebol que tem o sonho de se tornarem famosos e jogadores titulares da seleção Brasileira. O R&V tem uma postura politica de luta contra a violência  nos estádios e contra a homofobia no Futebol. O Seriado será veiculado nas redes sociais e em um canal do projeto no youtube, nosso único objetivo é nos manifestarmos contra a violência e homofobia nos estádios e agregar cultura e humor ao grande público cibernético. 
"E na peneira de Nº 5327 com chegada prevista para 5:45 HORARIO DE BRASILIA. Rose &Val, tem ao que tudo indica a chance de mostrar toda sua desenvoltura em campo a um novo técnico. Aproveitando a deixa os dois se seguram ao máximo para não miarem e mais uma vez por tudo a perder...

Texto e Direção: Riggo Oliveira
Criação: Cleber Martins

Elenco:
Cleber Martins (Val)
Riggo Oliveira (Rose)
Everton Evangelista (Paulo
Jose Carlos Melo Silva (Técnico)

Participações:
 Cléo Coltri, Claudia  Bocault, Welton Pereira,
Wil Oliveira, Zach Stancius e Jose Carlos Melo Silva


26 março, 2014

Meu Deus!

Meu Deus!

É apaixonante assistir Irene Ravache, Dan Stulbach e Pedro carvalho no palco do Teatro Faap, onde atuam no espetáculo Meu Deus!
O texto - adaptado por Jorge Schussheim, traduzido por Eloísa Canton e c versão brasileira de Célia Regina Forte - é de uma empatia gostosa e nos remete a emoções bem conduzidas pelo talento dos atores e a ótima direção de Elias Andreato. A refinada empresa de Assessoria e Produções, Morente Forte Produções Teatrais é a responsável pela realização de mais este delicioso encontro com o publico de teatro brasileiro.
Mesmo tocando em assuntos que farão o público refletir, o espetáculo é uma comédia que vem fazendo grande sucesso onde quer que seja encenada. 
Meu Deus! é um texto espirituoso, com diálogos ágeis e muito verdadeiros, mesmo aparentemente sendo improvável.  DEUS, o próprio, resolve fazer terapia, pois tem estado bem deprimido nos últimos 2000 mil anos e espera, por questões que serão desvendadas ao longo do espetáculo, que a psicóloga Ana resolva esse impasse. Por mais fantasiosa que a história nos pareça a princípio, no decorrer da peça, plateias do mundo inteiro acreditam nesse inusitado encontro. Surpreendem-se, riem, compactuam, torcem e finalmente, se emocionam com essa plausível sessão de terapia.
A história se passa num dia na vida da psicóloga Ana, personagem interpretada por Irene Ravache, que recebe um telefonema misterioso de um homem desesperado, interpretado por Dan Stulbach, que insiste em marcar uma consulta com ela no mesmo dia. Quando ele chega, apresenta-se como sendo Deus. Deus profundamente deprimido com a situação do Paraíso que um dia criou. Ana tem apenas uma sessão de terapia para convencê-lo do contrário e salvar o mundo, e isso se dará ao longo dessa divertida peça e com revelações surpreendentes de como seria realmente encontrar com DEUS! Com olhar cômico, perspicaz e humor ácido, o espetáculo analisa a imagem de Deus e sua relação inconsistente com as pessoas.

Ficha Técnica:

Texto: Anat Gov
Adaptação: Jorge Schussheim
Tradução: Eloísa Canton
Versão: Célia Regina Forte
Direção: Elias Andreato

Elenco
Irene Rache – Ana
Dan Stulbach – D
Pedro Carvalho – Paulo

Cenário: Antonio Junior
Figurino: Fause Haten
Iluminação: Wagner Freire
Trilha Sonora: Jonatan Harold
Assessoria de Imprensa: Daniela Bustos e Beth Gallo - Morente Forte Comunicações
Programação Visual: Vicka Suarez
Fotos: João Caldas
Assistente de Direção: Andréa Bassitt
Assistente de Iluminação: Alessandra Marques
Assistente de Figurino: Gabriela Marumoto
Assistente de Fotografia: Andréia Machado
Assessoria Contábil: Marina Morente
Assistente de Produção: Celso Dornellas e Thaís Peres
Administração: Magali Morente
Produção Executiva: Kátia Placiano
Coordenação de Projetos: Egberto Simões
Produtoras: Selma Morente e Célia Forte
Realização: Morente Forte Produções Teatrais

Teatro FAAP (500 lugares)
Rua Alagoas, 903 – Higienópolis.
Informações e Vendas: 3662.7233 e 3662.7234.

Sextas às 21h30 | Sábados às 19h e 21h30 | Domingos às 18h
Vale conferir :)

11 março, 2014

Trair e Coçar ... É só Começar


Trair e Coçar ... É só Começar
é diversão garantida.

Dramas densos e cheios de questões psicilógicas, funcionam, sempre estão no cardápio teatral, mas raramente se mantém por mais de um ano. O publico privilegia as gargalhadas naturalmente produzidas por interpretações e textos leves, porém bem alinhados com uma compreensão fácil e enrendo inteligente. 
Em março de 2014, Trair e Coçar é Só Começar, completa 28 anos ininterruptos em cartaz. O texto, de Marcos Caruso, estreou em 26 de março de 1986, com direção de Attilio Riccó e acumulou até agora um total de cerca de seis milhões de espectadores em quase nove mil apresentações desde sua estreia em 1986, no Rio de Janeiro. Apenas três estados do Brasil (Acre, Amapá e Rondônia) ainda não assistiram à montagem.
A peça é um vaudeville, gênero de comédia de costumes em que ele, Jandira Martini e Juca de Oliveira são ases no Brasil. O espetáculo é baseado na suspeita de adultérios múltiplos. Uma empregada (papel de Anastácia Custódio) envolve seus patrões e dois casais em confusões. Ao ver a patroa Inês assediada pelo síndico do prédio onde mora, a atrapalhada empregada Olímpia supõe que ela esteja traindo o marido Eduardo, apesar de estarem preparando a festa de 16 anos de casados. Na cabeça de Olímpia, Lígia, a melhor amiga de Inês, também está sob suspeita, assim como o marido dela, Cristiano. As conclusões apressadas da empregada começam a gerar uma série de “quiprocós” a ponto de, em dado momento, todos os personagens se envolverem numa confusão aparentemente sem saída.
Lara Cordula, (iluminada, radiante) esbanjando talento e bem à vontade na personagem Inês, também está no elenco com Carlos Mariano (excelente no papel de Eduardo). Miguel Bretas (O sindico) é o mais novo ator do atual elenco, agregando mais nomes numa lista destes ultimos 27 anos, que registrou nomes como: Suely Franco, Denise Fraga, Adriano Reis, Rômulo Arantes, José Augusto Branco, Ana Rosa, Alexandre Reinecke, Imara Reis, Roberto Arduin, Roberto Pirillo, Bruna Gasgon, Clarisse Abujamra, Mário Cardoso e Annamaria Dias.
Anastácia Custódio, agora no papel principal, se encontrou com Olímpia pela primeira vez em São Paulo. Ela na poltrona; a personagem, no palco, dando o show de confusões que movimenta a comédia de costumes de Marcos Caruso. "Ela riu de se esbaldar e, ao fechar as cortinas, foi enfrentar os desafios da vida. O maior deles: estabelecer-se como atriz, numa das mais concorridas praças do mercado brasileiro. Certa vez, estava matriculada no curso de interpretação de Attílio Riccó, o diretor de Trair e coçar, quando a produção apontou a necessidade de uma intérprete para ser stand in (eventual substituta) da empregada". "Fui fazer o teste e passei. Jamais imaginei que um dia fosse fazer Trair e coçar, ainda mais a Olímpia, que é um grande presente pra carreira de qualquer intérprete. É uma personagem riquíssima e um grande desafio diário. Não há como não se tornar uma atriz melhor depois dessa experiência. Aliás, graças ao talento do Marcos Caruso, o Brasil tem esse marco que é o Trair e coçar na história do teatro", diz Anastácia que esbanja talento no papel.
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No cinema o texto também fez sucesso... com Adriana Esteves no papel de Oímpia, a confusa e intrometida empregada, que trabalha em um condomínio de classe média alta, seus patrões, Inês (Bianca Byington), uma arquiteta, e Eduardo (Cássio Gabus Mendes), um médico. Eles estão prestes a completar 15 anos de casados, sabendo disso Olímpia e Inês preparem uma surpresa a Eduardo, que está retornando de um congresso em Brasília. Porém a empregada Olímpia erroneamente supõe que Eduardo esteja traindo a esposa com uma dançarina que Eduardo conheceu na viagem de volta, a Salete (Lívia Rossy). Logo ele começa a pensar que Inês está tendo um caso com Cláudio (Otávio Muller), o síndico do prédio. Cristiano (Mário Schoemberger) e Lígia (Mônica Martelli), que também são casados e se amam, são também vítimas de interpretações erradas, que causam ainda mais confusões.

Elenco:

Anastácia Custódio (Olímpia)
Carlos Mariano (Eduardo)
Lara Córdula (Inês)
Carla Pagani (Ligia)
Miguel Bretas (Claudio)
Mario Pretini (Cristiano)
Siomara Schroder (Vera)
Ricardo Siciliano (Ryco)
Ivam de Almeida (Padre)


Teatro Das Artes - (Shopping Eldorado)
Horários: Sextas às 21:30h, Sábado às 21h e Domingo às 19h

Maiores informações: (11) 3034-0075
Atendimento para imprensa, grupos e empresas: Telefone (11) 5084-1717
 ou por e-mail

Temporada em SP - até Março 2014 e o espetáculo entra em viagem
(Veja a programação da sua cidade)

15 fevereiro, 2014

Nós Sempre Teremos Paris

Nós Sempre Teremos Paris

Espetáculo que marca a estreia de Artur Xexéo como autor em São Paulo se apresenta em Curta Temporada Popular no Teatro Raul Cortez.
Há 17 meses em cartaz no Rio de Janeiro, comédia musical já foi vista por mais de 50 mil pessoas.
No espetáculo as personagens brasileiras, que não falam francês, tiveram um encontro casual durante uma viagem de turismo a Paris, passaram uma tarde juntos e perceberam que tinham vários interesses em comum. Vinte anos depois, sem contato algum, voltam ao mesmo café de Paris onde se conheceram na expectativa de um reencontro e de, enfim, retomar o que poderia ser uma história de amor.
No período em que estiveram afastados um do outro, mantiveram uma ligação com aquela tarde através de clássicos que formam a trilha sonora de suas vidas em Nós Sempre Teremos Paris.

Um musical de bolso sobre encontros e desencontros de um casal. Uma comédia romântica, costurada por clássicos da música francesa. Um pocket de 50 minutos com 3 músicos ao vivo tocando percussão, violão, baixo, piano e acordeon. Depois de 1 ano consecutivo de apresentações nos palcos cariocas seguido de turnê por 6 cidades e uma nova temporada no Rio, o espetáculo realiza sua primeira temporada em São Paulo.
A direção é de Jacqueline Laurence, e no elenco Françoise Forton, que completa 45 anos de carreira e deu vida à Gigi na novela da TV Globo “Amor à Vida” e Aloisio de Abreu. 
“Na minha cabeça, a peça está muito ligada a São Paulo. Quando elaborei o repertório, fui atrás das canções francesas que ouvia na adolescência, e a minha adolescência foi passada em São Paulo. Nas festinhas, a gente dançava ao som de Alain Barriere e Gilbert Bécaud e Sylvie Vartan. O repertório mais antigo eu conheci nos shows com veteranos da canção francesa que aconteciam no teatro Record e, depois, eram exibidos pela TV Record.  Maurice Chevalier, Charles Aznavour, Josephine Baker, conheci todos em São Paulo”, revela o autor.
“Uma peça deliciosa. Simples e charmoso, texto de Artur Xexéo sobre encontros e desencontros de um casal, dirigido por Jacqueline Laurence, deixa um gostinho de ‘quero mais’” -  Bárbara Heliodora

Ficha Técnica

Texto: Artur Xexéo
Direção: Jacqueline Laurence

Elenco: 
Françoise Forton e Aloisio de Abreu
Stand-in: Miriam Virna

Músicos:
Roberto de Brito - Violão
João Guilherme - Percussão
Itamar Assiere - Piano / Acordeon
Direção musical: Marcelo Nogueira
Preparação vocal: Danilo Timm
Figurinos: Valéria Stefani
Cenografia: Massimo Esposito
Iluminação: Adriana Ortiz
Equipe Barata Comunicação:
Coordenação de produção – Elaine Moreira
Produção Executiva – Bruno Luzes
Imprensa – Priscilla Santos
Produção e Assessoria de imprensa: Barata Comunicação
Assessoria de Imprensa SP: Morente Forte Comunicações
 
Teatro Raul Cortez (520 lugares)
Rua Dr. Plínio Barreto 285 – Bela Vista
Bilheteria: 3254.1631
Sexta 21h30 | Sábado 21h | Domingo 18h
Gênero: comédia musical
Curta temporada: até 30 de março


Vale conferir :)

14 fevereiro, 2014

Júlia E O Monstro!? Do Lago Ness

Júlia E O Monstro!? Do Lago Ness

Com recursos de sombras e desenhos feitos ao vivo, esta montagem da Ruído Rosa, conta a famosa lenda escocesa que dá título ao espetáculo. No palco, os atores Anna Carolina Longano, que assina a dramaturgia e Vítor Freire, responsável pela direção, contam, a partir de lendas sobre o monstro, a história da menina Júlia que questiona o seu pai sobre a existência da criatura. O Monstro do Lago Ness existe? É o que pergunta Júlia quando seu pai lhe conta a famosa lenda escocesa. Sabendo que no mundo dos sonhos tudo é possível, Júlia sonha com uma viagem até a Escócia para descobrir a verdade sobre a criatura. Esse é o ponto de partida do espetáculo infantil, que teve sua estreia no palco do Centro Brasileiro Britânico, em São Paulo - SP, durante o 17° Cultura Inglesa Festival e que agora está em cartaz desde o dia 19 de janeiro aos domingos, às 15h30, no Auditório do Sesc Vila Mariana.
“Esta atmosfera contagia cenários e figurinos, com os objetos do seu quarto transformando-se no que for necessário para sua aventura. É neste aconchego que Júlia encontra pessoas estranhas que também querem descobrir a verdade sobre o monstro, mas com intenções não lá muito boas”, explica o ator e diretor Vítor Freire.
Sobre a história de Nessie - Um casal passeava próximo ao lago Ness, quando avistaram um monstro. Foi assim que, em 1933, um jornal sensacionalista publicou uma matéria sobre uma criatura enorme vista no Lago Ness. Essa foi a primeira vez que Nessie – apelido que ganhou – foi chamado de Monstro, mas os relatos sobre uma criatura gigante vivendo no lago são bem antigos. No século VI, São Columba, santo evangelizador da Escócia, afirmou que encontrou o monstro, e outros relatos antigos falam de uma criatura gigantesca perto do lago.
Tudo isso resultou até em fotos muitos famosas – e polêmicas –, e o último relato de sua aparição foi em 2011! O governo da Escócia afirmou que o Monstro não existe, mas a popularidade de Nessie já havia atravessado as barreiras geográficas e culturais. Sites juntam evidências da existência do Monstro; há recompensa por uma foto da criatura. No mundo infantil, Nessie está em camisetas, desenhos, livros e até em videogames.

Ficha técnica

Elenco:
Anna Carolina Longano  e Vítor Freire

Direção e Sonoplastia: Vítor Freire
Dramaturgia, Assistente de Direção e Preparação Corporal: Anna Carolina Longano
Manipulação e Confecção de Sombras: João Santiago
Desenhos das Projeções e Sombras: Lauro Freire
Cenários, Figurinos e Adereços: Antonio Vanfill
Iluminação e Efeitos Visuais: João Santiago
Assessoria de Imprensa: Nossa Senhora da Pauta
Fotos: Caio Paganotti e Kéulin Sousa

Auditório Sesc Vila Mariana  (128 lugares)
Rua Pelotas, 141
Telefone: (11) 5080-3000
Informações sobre outras programações 0800-118220


Domingos às 15h30

Ingressos – R$ 12,00 (inteira); R$ 6,00 (usuário inscrito no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino); R$ 2,40 (trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no SESC e dependentes).

Duração – 45 minutos. Espetáculo recomendável para maiores de 5 anos.

Até 16 de março.

Vale conferir ;)


14 janeiro, 2014

Reminiscor

Reminiscor

Os moradores da cidade mítica de Reminiscor enterram seu último filho, rememorando um antigo ritual no qual um amigo do morto chega à cidade para representar passagens da sua vida. Desta forma recontam e revivem suas histórias, para que não caiam no esquecimento.
     Reminiscor é fruto da pesquisa do grupo: O Clã – Estúdio das Artes Cômicas, núcleo artístico da Cooperativa Paulista de Teatro, que faz nova temporada de seu espetáculo adulto, na Sala Carlos Miranda do Complexo Cultural FUNARTE de São Paulo, sobre a questão da memória e da ancestralidade.
     O processo, iniciado em 2010, inspirou a criação de máscaras de anciãos pelos atores. O grupo se valeu do rito fúnebre popular da “Coberta d’Alma”, que acontece em algumas cidades e regiões do Brasil, como a base de sua encenação, onde uma pessoa é escolhida para representar o morto e este escolhido deverá ser vestido tal e qual o falecido para que seus familiares presentes possam se despedir dele revivendo momentos importantes de sua vida, fazendo assim com que essa alma possa descansar em paz.
     “Um homem só é esquecido quando deixamos de contar histórias a seu respeito e para não se cair no esquecimento, é preciso viver histórias dignas de serem contadas. O morto vive na árvore, mas vive ainda, obviamente, na mente e no corpo de cada homem ou mulher com quem ele trocou afeto, amizade, solidariedade.”   Manual Mínimo do Ator - Dario Fo.
      O espetáculo potencializa a força das imagens, que são evocadas por meio de uma linguagem fantasiosa e cúmplice do público, e toda a trilha sonora é executada ao vivo, ampliando essa relação. O tema central da obra sensibiliza por se tratar de um pensamento ao qual todos compartilham: a questão da finitude do homem. Desde 2001, o grupo busca um fazer teatral que privilegia a formação, a investigação e a experimentação artística - que são os objetos da pesquisa desenvolvida continuamente por Cida Almeida, fundadora do mesmo. O trabalho efetuado pela encenadora-pedagoga, no qual convergem a pedagogia das máscaras de Jacques Lecoq e a busca da identidade dos artistas a partir de sua história, sua trajetória e suas raízes, vem permitindo o aprimoramento - tanto da formação desses artistas quanto de um método próprio de construção artística do coletivo.

 Ficha técnica:

Elenco:
 Caio Franzolin, Caio Marinho, Gabriel Küster, Julia Pires, Juliana Oliveira, Paula Praia.

Direção e dramaturgia: Cida Almeida
Preparação Musical: Denilson Oliveira
Direção de Arte : Caio Franzolin e Caio Marinho
Figurinos e Máscaras: Caio Franzolin
Cenário e Adereços: Caio Marinho
Iluminação: Ari Nagô
Técnica de Luz: Amanda Massaro
Produção: Clã – Estúdio das Artes Cômicas
Músico Convidado: Leandro Perez
Design gráfico: Rafael Victor
Costureira: Adna Carias
Fotografia: Arô Ribeiro e Michel Igielka
Colaboradores Artísticos: Ailton Graça , Ivanildo Piccoli, Kátia Naiane, Sofia Papo.

Local: Complexo Cultural Funarte
São Paulo – Sala Carlos Miranda
Alameda Nothmann, 1058  Campos Elíseos, São Paulo, SP.
Telefone: (11) 3662-5177

Duração: 65 min
Classificação Etária: 14 anos

Curta temporada...
Período: 17 de janeiro a 02 de fevereiro
Horário: Sextas e Sábados às 21h. 
Domingos às 20h.
até 02 de fevereiro.

Obs. Abertura da bilheteria 1h  antes do espetáculo.


Informações e contato:
Caio Franzolin -  (11) 9 8160-8983
Cida Almeida – (11) 9 8312-2632
Gabriel Kuster – (11) 9 8177-4843

Vale conferir ;)

11 janeiro, 2014

A Vida Sexual Da Mulher Feia

A Vida Sexual Da Mulher Feia

De Claudia Tajes

Otávio Muller está muito à vontade nesta comédia pop que narra o universo da mulher feia e suas descobertas e abre a temporada 2014 do Teatro Folha, revelando que "ser feia" é tão somente uma questão de espírito.
O ator dá vida à Maricleide, que goza de uma autocrítica impagável e não perde tempo em se indispor à ditadura da beleza.
Baseado no livro homônimo de Claudia Tajes, sucesso absoluto em vendas, o espetáculo não deixa nenhuma mulher ou homem imune à insegurança da personagem. Afinal, quanto mais se olha no espelho, mais imperfeições aparecem. 
Com a crueza de um consultório de terapeuta, é possível acompanhar suas aventuras amorosas, primeiro beijo e primeira transa. 
Em seu livro, Tajes criou uma protagonista sem rosto, não esmiuçou descrições físicas, não impôs uma caracterização isolada. Esse recurso facilita a identificação ampla e abrangente do público.
Embarcando no sucesso do livro, o espetáculo agrada a todos – homens e mulheres, feios ou não. Afinal, todo homem já se sentiu o próprio Shrek algum dia e até a princesa mais linda já teve o seu dia de Fiona. Quem nunca esteve acima do peso? Quem nunca se viu apavorado ao constatar os estragos feitos pelos hormônios da adolescência?
Ao acompanhar os relatos hilários do diário amoroso da personagem, a identificação é inevitável, o que faz com que a história se torne ainda mais engraçada. Afinal, tem coisa melhor do que rir de nós mesmos? Não se trata da risada sádica, que segrega as formosas das horríveis e aponta o dedo para torturar, e sim da risada generosa e solidária, imbuída da reflexão e do combate aos condicionamentos. No fim das contas, Maricleide descobrirá que mulher feia não é uma questão de aparência e sim um estado de espírito.

Ficha Técnica

Direção Otávio Müller
Supervisão Amir Haddad

Com – Otávio Müller

Texto – Claudia Tajes
Adaptação - Julia Spadaccini
Direção - Otávio Müller
Supervisão - Amir Haddad
Cenário e Figurino - Adriana Schmidt
Designer de Vídeo - Batman Zavareze e Nathalie Melot
Direção de Movimento – Marina Salomon
Assistente de direção – Danilo Watanabe
Produção Executiva – Thérèse Bellido
Produtor Geral – Sandro Chaim
Realização – Pathavidhatu Empreendimentos Culturais e Chaim XYZ Produções

Teatro Folha (305 lugares)
Shopping Pátio Higienópolis
Avenida Higienópolis, 618 / 2º Piso.
Informações: (11) 3823.2323


Sexta às 21h30 | Sábado às 20h e 22h | Domingo às 19h30
Temporada: até 02 de março
 
Vale conferir ;)


04 janeiro, 2014

Ilha da Madeira - Funchal - Portugal.

Viagem...
Ilha da Madeira - Funchal - Portugal.

Nesse movimento de vida que nós seres humanos temos, sempre tem um momento em que dizemos... "vamos falar com Deus"...pois bem... nesta visita a Portugal... tive o prazer de rever a Ilha Da Madeira, numa época em que as festas marcam o coração de quem passa por ali e "falar com Deus".
    O Funchal é uma cidade portuguesa na Ilha da Madeira, capital da Região Autônoma da Madeira e a mais populosa fora do território continental português. Por acaso o mesmo nome do 'concelho' é o da cidade que tem 76,15 km² de área, subdividindo-se em 10 freguesias. A área metropolitana do Funchal, que inclui os concelhos de Câmara de Lobos, Ribeira Brava, Santa Cruz e Machico, tem uma população superior a 225 mil habitantes.
A cidade do Funchal encontra-se numa espécie de anfiteatro natural formado pela baía, pelas montanhas a norte e leste e por picos vulcânicos a oeste, o que faz com que a zona urbanizada da cidade se estenda desde o nível do mar indo aos 800 metros sendo que as montanhas a norte chegam a atingir cerca de 1800 metros de altitude nos pontos mais altos da cordilheira central da ilha. Toda essa geografia proporciona uma espécie de camarote natural para se observar o festejado e premiado (Record do Mundo Guinness 2006/2007) espetáculo de  fogos de artifício, um dos mais lindos do mundo.
    O centro do município do Funchal é atravessado por três ribeiras de grande declive e regime torrencial: ribeira de São João, ribeira de Santa Luzia e ribeira de João Gomes.
O Funchal apresenta um clima mediterrânico, com tendência para tropical, com temperaturas amenas durante todo o ano, sendo a média anual de 19,6 ºC.
No século XVII, comerciantes vinícolas britânicos, contribuíram para a modificação dos modos de vida, a morfologia arquitetônica e o desenvolvimento econômico da cidade. Algumas personalidades marcantes que passaram pelo Funchal foram: Isabel de Wittelsbach, imperatriz da Áustria e rainha da Hungria, mais conhecida como Sissi, a imperatriz da Áustria (1837 - 1898) que procurou esta cidade por motivos de lazer e de saúde, Carlos I, imperador da Áustria e rei da Hungria, marechal polaco Józef Pilsudski para recuperar a sua saúde, Winston Churchill que passou pelo Funchal de férias onde pintou alguns quadros e Fulgêncio Batista que fez uma escala no Funchal para o exílio em Espanha.
Ao norte da ilha está o município de Santana, a nordeste Machico, a leste Santa Cruz, a oeste está Câmara de Lobos e ao Sul  o oceano Atlântico.
Coube a João Gonçalves Zarco a capitania da cidade em 1424, ano em que se iniciou o povoamento. As ilhas Selvagens, 250 quilômetros a sul do Funchal, pertencem a este município, havendo desta forma descontinuidade territorial.
     Na Madeira, um povo acolhedor e participativo, nos faz sentir numa terra onde a luz abundante, zero poluição e a geografia generosa, nos remetem a umas férias encantadoras.
O pároco de Santana - padre Afonso Rodrigues, que também cuida de outra paróquia na "Ilha" (outra freguesia da região), diz que tem prazer em ver a igreja cheia e os jovens participando com a família em um momento como este (assisti a missa do Galo). Segundo Ana Serralha, diretora do Lar De Idosos Do Porto Moniz, momentos como esse são importantes para agregar felicidade.
Os coros e danças folclóricos andam pelo centro da cidade do Funchal, durante a época das festas, alegrando quem passa pelos locais. Eles tocam ritmos tradicionais. Tiago Coelho, responsável por um grupo de Jovens do Caniço, outra cidade do arquipélago e uma das mais populosas, com um acolhimento impar, característico do povo da Ilha, informa que estes jovens (afinados na hora da missa que presenciei), tocam e cantam pela região.
Além do artesanato em bordados a Madeira produz vinhos, um dos melhores, que foi inclusive usado num brinde à independência dos Estados Unidos Da  América. A Madeira também produz bananas, maracujás, artesanato em vimes e a surpresa de uma das imensas belezas na Ilha é observar que até no mais alto pico e ou rochas à beira mar... todos os cantinhos, antes íngremes e que depois de trabalhados onde se constroem paredes com rochas, formando os famosos "poios" -  são cultivados. Temos também um passeio delicioso, onde se pode sair do Funchal subindo no teleférico, observar a vista impar da cidade e descer desde o Monte até a Av Do Livramento, puxados pelos homens sempre simpáticos dos Carros dos Cestos. Fajã dos Padres é um lugar sensacional... (vide fotos no album indicado abaixo em MAIS FOTOS). Aberto até 18h, você desce de elevador até uma fazenda à beira mar, deliciosamente aconchegante e acolhedora. Um restaurante com menu caprichado satisfaz a vontade da alma. Depois pode passear pela fazenda e saborear gostosas pitangas. Tem abacate, anona, banana, enfim... algumas árvores e frutas típicas da Madeira. Imperdível, parada obrigatória. Satisfeito, chama o elevador e sobe para a vida normal rs.
    Porto Santo... outra Ilha a 2h de barco que eles chamam de "Lobo Marinho", também é espetacular. Uma ilha paradisíaca, onde a água precisa ser dessalinizada. No passado comercializava-se água do Porto Santo, que segundo a tradição, tinha propriedades terapeuticas. O pároco, padre Helder Gonçalves, diz que na alta temporada, os turistas lotam os hotéis e casas da região, mas que numa época como o inverno por exemplo a população gira em torno de 5 mil pessoas.
Portanto quando você pensar em férias de sonho, e naquele merecido descanso, já tem um lugar para visitar.








Vale conferir ;)

24 novembro, 2013

Paralelos

Paralelos

Eu já passei daquela fase, onde só literatura que tenha "sotaque" internacional é a boa...
Não excluo que haja bons textos é óbvio e não seria tolo a esse ponto... mas considerar que apenas por ser NACIONAL, não ter sotaque estrangeiro a coisa não é lá tão bacana... não me agrega. Ponto.
ADORO QUANDO A PSICOCOISA TÁ ALI... PRESENTE... explicando para nossa alma... coisas que só bons autores (nacionais ou internacionais) nos resolvem. Em "Paralelos", Leonardo Alkmim deliciosamente consegue isso.
"...Alexandre e Vítor, irmãos gêmeos costumam se dar bem e ficar sempre juntos. Até que, em um acampamento, os dois se desentendem e pela primeira vez se desgrudam. Na volta, sentados em lugares separados, a tragédia os atinge: um acidente automobilístico onde apenas Vítor sobrevive.
Eis que passamos a ver a história pelo ponto de vista dos dois, cada um em sua realidade. Vítor entre os vivos, analisando a perda e a ausência daqueles que amamos e Alexandre e sua readaptação entre os paralelos, aqueles que conhecemos como entidades, deuses ou anjos, dependendo da sua religião ou ponto de vista" diz Danilo Barbosa. 

"_ É incrível como a mente não consegue se livrar do mito da unidade; tudo tendo sua origem em um ponto primordial. É uma ideia absurda.
_ Mas tem que ter havido um ponto em que tudo começou.
_ Tem? Tem mesmo?
O outro ficou em silêncio, esperando.
O espaço naquele sótão era realmente pequeno, mas o corpo gordo da mãe parecia não conseguir ficar quieto muito tempo. Começou a arrumar os lençóis da cama do filho.
_ A mente quer acreditar nisso porque não entende a existência sem matéria. As pessoas, por serem feitas disso que é palpável em que estamos agora, não entendem por puro condicionamento. - Chacoalhou um lençol antes de dobrá-lo. - Mas é simples. A primeira partícula surgida foi o Boson de Higgs, que não tem massa. Esses bosons fizeram as estruturas sem massa ganharem massa. Portanto, a primeira estrutura com massa só surgiu depois do início, por isso, antes não havia nenhuma estrutura com massa pra constituir esse famoso ponto inicial."
Paralelos - Pág. 200


 

Passe numa livraria e pegue logo o seu. :)

10 novembro, 2013

A Noite Das Tríbades

A Noite Das Tríbades

A Noite Das Tríabades
De Per Olov Enquist
Direção Malú Bazán

Uma das peças mais bem avaliadas em 2012, entra em cartaz em São Paulo no Teatro Eva Herz, aos sábados e domingos, em curta temporada.
Escrita em 1975, uma das peças mais encenadas do teatro sueco contemporâneo, já traduzida para mais de 20 idiomas, se passa num teatro decadente de Copenhagem.
Numa tarde de março de 1889, quatro pessoas se reúnem no Teatro Dagmar de Copenhague para ensaiar a peça “A Mais Forte” escrita por August Strindberg para sua primeira esposa, Siri Von Essen. Essas quatro pessoas são: o próprio Strindberg, Siri Von Essen, Marie Caroline David (amiga e suposta amante de Siri) e o ator dinamarquês Viggo Schiwe. Siri e Strindberg estão se divorciando. Ele está na miséria, sem editor, marginalizado em seu país de origem (Suécia). Faz desesperados esforços para ver suas peças encenadas e logo tenta, com seus próprios meios, montar um Teatro Experimental Escandinavo em Copenhage.
Na peça “A  Mais Forte”, duas mulheres lutam pelo amor de um homem ausente. Strindberg anseia ocupar esse papel. Colocando sobre o cenário esses quatro personagens feridos, Per Olov Enquist funde sua visão com a do seu protagonista real: a convivência humana está condenada ao fracasso. Enquist nos apresenta um Strindberg solitário, presunçoso, amedrontado, amoroso, contraditório, profundamente humano, um gigante cheio de inseguranças.
A peça A Noite das Tríbades foi criada para a Mostra Strindberg realizada pelo SESC SP em setembro de 2012. Depois participou do Repertório de Verão do Grupo TAPA, no primeiro semestre de 2013 no Viga Espaço Cênico.
 
Elenco: 
Clara Carvalho, Norival Rizzo, Nicole Cordery e Daniel  Volpi

Texto: Per Olov Enquist
Tradução: Carlos Rabelo
Colaboração: Clara Carvalho
Direção: Malú Bazán

Figurinos: Rosane Muniz
Iluminação: Isadora Giuntini
Cenário: Flávio Tolezani
Artista Plástico convidado: Diego Dolph Johnson e Pedro Caldas
Cabelos e Maquiagem: Diego Durso
Coordenação de projeto: Eduardo Tolentino de Araujo
Produção Executiva: André Canto
Produção: Canto Produções em co-produção com o Grupo TAPA

Teatro Eva Herz
Livraria Cultura – Conjunto Nacional
Avenida Paulista, 2.073 – Bela Vista
Bilheteria: 3170-4059

Sábados às 18h | Domingos às 19h
 
 
Curta Temporada: até 15 de dezembro
 
 Vale conferir ;)


18 outubro, 2013

Bem-Vindo, Estranho

Bem-Vindo, Estranho

De Angela Clerkin.
Direção primorosa de Murilo Pasta nesta montagem teatral, baseada na peça originalmente intitulada Be Mine, de autoria da dramaturga britânica Angela Clerkin.
Trilha, iluminação e cenário somados ao talento do elenco, nos envolvem num delicioso espetáculo de suspense... situado em Londres, que retrata a conturbada relação de Jaki e Elaine, mãe e filha de classe trabalhadora, interpretadas por Regina Duarte (com um brilho e talento espetacular em cena) e Mariana Loureiro.
A dinâmica do espetáculo é ditada pela alternância de afeto e calor humano genuínos com a maquiavélica e implacável manipulação à qual Jaki submete a filha, uma jovem advogada.
O cotidiano das duas se complica à medida que Elaine obtém a absolvição de Joseph (Kiko Bertholini), acusado de ter assassinado a namorada e, apaixonada por ele, o traz para viver no claustrofóbico apartamento que divide com a mãe.
Momentos de drama intenso e absorvente se alternam com pitadas de leveza, humor e sensualidade.
Com cenário de J.C. Serroni e inspirado na estética noir que sugere o texto, o diretor Murilo Pasta cria uma atmosfera densa de suspense e lirismo que deságua num coquetel explosivo de desejos incontroláveis cujas conseqüências são devastadoras.
 Ficha Técnica:

Texto: Angela Clerkin
Tradução: Kiko Bertholini
Adaptação: Regina Duarte, Murilo Pasta, Mariana Loureiro e Kiko Bertholini
Direção: Murilo Pasta

Elenco: Regina Duarte, Kiko Bertholini, Mariana Loureiro

Iluminação: Aline Santini
Figurinista: Iraci de Jesus
Cenografia: JC Serroni
Música Original: Marcelo Pellegrini
Assessoria de Imprensa: Morente Forte Comunicações
Design Gráfico: Patrícia Cividanes
Foto e vídeo Maker: Rabi Haidar e Rudá Cabral
Criação de Beleza: Mauro Freire
Preparação Corporal: Renata Melo
Realização: Brucutu Filmes e Filet Produções Artísticas
Patrocínio: Vivo


Teatro Vivo(290 lugares)
Avenida Dr. Chucri Zaidan, 860 – Morumbi
Bilheteria do Teatro: 97420-1520
Sexta às 21h30 | Sábado às 21h | Domingo às 18h
+fotos
Temporada: até 15 de Dezembro
Vale conferir :) Imperdível

13 outubro, 2013

Superadas

Superadas

Adaptação teatral de Miguel Paiva.
Após sucesso absoluto de Mulheres Alteradas, comédia vista por mais de 220 mil pessoas, a produtora Manhas & Manias apresenta esse novo texto da cartunista argentina Maitena, com direção de Eduardo Figueiredo.
O espetáculo gira em torno de uma festa organizada por Margarida. Ela quer comemorar sua tão esperada independência depois de anos casada. Além da separação, Margarida quer festejar a alta da terapia e o abandono da opressão de seu personal trainer, além de seus seios novos. Marta e Marisa são suas amigas mais próximas e dividem com ela não só suas aventuras e desventuras como seus próprios dramas pessoais. Além disso, durante o espetáculo interpretam outras personagens como a empregada tirana, a moça da plateia e a cartomante.
Superadas retrata um novo momento da mulher contemporânea, já com questões que vão além de filhos e ex-maridos, como por exemplo, o conflito com o próprio corpo diante da maturidade iminente.  Raphael Viana, o único ator, também se divide entre os papéis do ex-marido de Margarida e pai de Patty, o personal trainer, o rapaz da plateia, um garçom e outros personagens masculinos. “Superadas representa outro estágio da Mulher contemporânea, apontado por Maitena. Administrar sua vida profissional, pessoal, de seu ex e/ou atual marido, dos filhos e ainda por cima, ser bonita”, define Eduardo Figueiredo.
A produtora Manhas & Manias, faz do Brasil o único País, incluindo a Argentina, autorizado a adaptar os cartuns de Maitena para o teatro. A autora, inclusive, assistiu duas vezes a montagem de Mulheres Alteradas e também por isso permitiu a adaptação de Superadas que conserva a essência de seus cartuns.
Autora: Maitena
Dramaturgia: Miguel Paiva

Elenco:
Catarina Abdalla
Mel Lisboa
Flávia Guedes
 Raphael Viana

Direção: Eduardo Figueiredo
Direção Musical e Trilha original: Dani Black
Músicos/Estúdio: Maicon Ananias e Felipe Roseno
Figurinos: Theodoro Cochrane
Cenário: Maíra Knox
Desenho de Luz: Fernando Azambuja e Otavio Dias
Coreografias: Janaina Marlene
Programação Visual: Mariana Resnik
Fotos: Guga Melgar
Gerente de produção: Bia Izar
Produção executiva: Aline Pereira
Administrador: Taís Somaio
Direção de produção: Maurício Machado
Realização e produção: Manhas & Manias De Eventos
Patrocínio: Wickbold, Ladysoft

Teatro das Artes(742 lugares)
Avenida Rebouças, 3970 – Shopping Eldorado, 3º piso
Informações: (11) 3034-0075
+fotos
Sextas e Sábados às 21h30 | Domingos às 20h

Temporada: até 24 de novembro
Vale conferir :)

25 setembro, 2013

A Toca Do Coelho

A Toca do Coelho

De David Lindsay Abaire
Direção Dan Stulbach

Uma surpreendente história familiar em cartaz no Teatro FAAP.
Com direção de Dan Stulbach, Toca do Coelho é um retrato vívido de esperança, sinceridade e superação de uma família em busca de tornar o impossível novamente possível.
Um espetáculo sensível e forte que conta a vida de um casal que luta, através de um acontecimento inesperado, para refazer suas vidas.
Grande sucesso na Broadway, escolhido melhor texto no seu ano de estreia e Premio Pullitzer, a peça traz Becca (então interpretada por Cynthia Nixon - de “Sex in The City” - Prêmio Tony de melhor atriz pelo espetáculo), aqui vivida por Maria Fernanda Cândido, casada com Paulo, papel de Reynaldo Gianecchini. Eles precisam retornar à sua existência cotidiana, após uma perda chocante e súbita. Oito meses antes, formavam uma família feliz. Tinham tudo que queriam. Agora, eles estão presos a um labirinto de memórias, desejo, culpa, recriminação e sarcasmo, controlados de forma rígida, de onde não conseguem escapar.  Após o inusitado, Becca e Paulo seguem caminhos opostos. Enquanto Becca encontra dor nas lembranças familiares, Paulo encontra conforto. Becca hesita em se abrir para sua mãe (Selma Egrei, que está sensacional no papel) ou para a irmã divertida (Simone Zucato); que aparece grávida. Mas, secretamente, estende a mão ao adolescente (Felipe Hintze) envolvido no acidente que provocou todas as mudanças em sua vida, dando início a uma estranha amizade. E nesse tempo, Paulo pode encontrar consolo com outra mulher.
Um texto moderno, atual e emocionante. Um encontro de atores e artistas apaixonados por mostrar esta história e pela tentativa de oferecer ao público uma experiência transformadora.

Ficha Técnica

Texto original: David Lindsay Abaire
Tradução: Simone Zucato
Adaptação: Alessandra Pinho
Direção Geral: Dan Stulbach
Elenco:
 Maria Fernanda Cândido, Reynaldo Gianecchini, Selma Egrei, Simone Zucato, e Felipe Hintze

Cenografia: André Cortez
Desenho de luz: Marisa Bentivegna
Figurinos: Adriana Hitomi
Trilha sonora: Daniel Maia
Preparador corporal: Leandro Oliva
Preparador vocal: Edi Montecchi
Design Gráfico: Alessandro Romio
Vídeo Mapping: BijaRi
Voz do Dani: Guido Prado Tomazoni
Direção Técnica: Deborah Zatz
Assistentes de Direção: André Acioli e Otavio Dantas
Direção de Produção: Valdir Archanjo e Bira Saide
Produtores Associados: Simone Zucato, Valdir Archanjo e Bira Saide
Realização:
Asa Produções Culturais, SPZ Produções Culturais e Nero Produções Culturais e Casa de Tipos

Teatro FAAP(500 lugares)
Rua Alagoas, 903 – Higienópolis.
Informações e Vendas: 3662.7233 e 3662.7234.
Sextas às 21h30 | Sábados às 21h | Domingos às 18h

Temporada: até 15 de dezembro
Vale conferir ;)


13 setembro, 2013

A Casa De Bernarda Alba

A Casa De Bernarda Alba

De Federico García Lorca
Direção Elias Andreato

Aos 50 anos de carreira Walderez de Barros está simplesmente sensacional no papel de Alba. Dá um show de talento.
O requinte da luz, cenário, enfim...os cuidados com a produção já são marca registrada da Morente Forte.
Elias Andreato traduziu, adaptou e dirige para os palcos brasileiros o texto de Garcia Lorca escrito durante a ditadura de Franco na Espanha.   O drama das mulheres nos povoados da Espanha, seu primeiro título, é um dos mais conhecidos e encenados textos de Lorca e compõe, ao lado de Bodas de Sangue e Yerma, uma trilogia que revela um cenário desalentador dos costumes da Espanha de sua época.  Bernarda (Walderez de Barros), matriarca dominadora que mantém as cinco filhas – Angústias (Mara Carvalho), Madalena (Tatiana de Marca), Martírio (Victória Camargo), Amélia (Isabel Wilker) e Adela (Bruna Thedy) – sob vigilância constante, transformando a casa onde vivem em um caldeirão de tensões prestes a explodir a qualquer momento pois, viúva do segundo marido, decreta luto de oito anos, submetendo suas filhas à reclusão dentro das frias paredes da casa, com as janelas cerradas. Completam a cena Pôncia (Patrícia Gasppar) e a criada (Fernanda Cunha). Preconceito, vingança, fanatismo, machismo, tirania materna e padecimentos femininos, denunciam o esclerosamento social e a sobrevivência, em pleno século XX. 
A trilha sonora original é composta por Daniel Maia. Os figurinos são de Fause Haten e o cenário de Fabio Namatame. Wagner Freire criou a luz, que completa a cena idealizada nesta montagem de Elias Andreato dessas oito mulheres, lideradas por Walderez de Barros, que “com brilho no olhar ocupam o centro da cena. Reinventam suas histórias poemas e cantilenas”, segundo o diretor.

Ficha Técnica

Elenco:
Walderez de Barros  (Bernarda)
Patrícia Gasppar  (Poncia)
Mara Carvalho  (Angustias)
Victória Camargo (Martírio)
Bruna Thedy  (Adela)
Tatiana de Marca (Madalena)
Isabel Wilker  (Amélia)
Fernanda Cunha  (Criada)

Cenário: Fabio Namatame
Figurino: Fause Haten
Iluminação: Wagner Freire
Trilha Sonora: Daniel Maia
Assistente de Direção: Leandro Goddinho
Preparação Vocal: Jonatan Harold
Preparação Corporal: Gustavo Malheiros
Programação Visual: Vicka Suarez
Fotos: João Caldas

Produção Executiva: Egberto Simões
Produtoras Selma Morente e Célia Forte

Realização: Morente Forte Produções Teatrais
 
+fotos
Teatro Cultura Artística Itaim (303 lugares)
Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1830 - Itaim
Bilheteria: 3078-7427

Sextas às 21h30 | Sábados às 21h | Domingo às 18h30
Duração: 90 minutos
Recomendação: 14 anos
Gênero: Drama

Temporada: até 1º de dezembro

Vale conferir :)

08 setembro, 2013

Agora


Agora...

“Um ato de amor que conclama o espectador a refletir sobre atitudes que podem ajudar na reinserção de um dependente químico à vida.
O texto, fruto de um trabalho de pesquisa realizado durante seis anos por José Scavazini, não aponta um modelo ideal para a recuperação dos dependentes químicos, mas mergulha no grito do ser humano preso nos limites de si mesmo".
"Agora", dirigo pelo excelente ator e diretor Marcos Caruso é o segundo espetáculo da trilogia iniciada com "Ainda", que estreou em 2007 e permaneceu em cartaz durante seis anos, levando para o palco temas como comportamento, uso e abuso das substâncias químicas. O terceiro e último texto, intitulado "Depois", está em fase final de elaboração.
Enquanto a peça da trilogia mostrou a descoberta da dependência de um jovem usuário de drogas e a revelação para a família, "Agora" enfoca o estágio mais avançado da doença, que é o tratamento. Os questionamentos envolvem fatos recentes do cotidiano, que crescem de forma inesperada sem que haja tempo de ajuizar sobre eles.
O elenco formado por atores de talento afiado, nos faz sair do teatro satisfeitos e com um gostinho de querer ver mais teatro.

 Elenco:
Carlos Mariano
Ailton Rosa
José Scavazini
Carlos De Niggro

Ficha Técnica:
Autor: José Scavazini
Direção: Marcos Caruso
Iluminação: Beto Bruel
Trilha Sonora: Aline Meyer
Projeto de Imagens: Caetano Caruso
 

 Teatro Augusta (sala nobre)
Rua Augusta, 943 - Cerqueira César
Telefone: 11-31514141

Temporada até 10 de Outubro

Valor do ingresso: Entrada gratuita
Duração: 60 minutos – seguido de um debate após cada apresentação.
Classificação: 12 anos.
Veja a programação de sua cidade
Vale conferir :)


25 agosto, 2013

Adão, Eva e Mais Uns Caras

Adão, Eva e Mais Uns Caras
De Romeu Di Sessa
Direção Ernesto Piccolo

Sheron Menezzes brilha em Adão, Eva e Mais Uns Caras, uma comédia ambientada numa ilha deserta, onde um grupo de náufragos encalha. Eles vão passar quase um ano nessa ilha e vão ter que reinventar suas vidas, seus códigos e suas necessidades.
Um dos diretores mais atuantes no cenário teatral brasileiro, Ernesto Piccolo dirige esse texto inédito de Romeu Di Sessa, um roteirista premiado, com passagem pelo cinema, teatro e televisão. Na peça, os personagens trafegam no limite durante todo o tempo em que ficam presos na ilha: Não há comida, não há energia elétrica, não há tempo previsto para essa aventura acabar. Para esses cinco amigos, esquecidos nessa ilha, há apenas a necessidade de sobrevivência.
Adão, Eva e Mais Uns Caras se revela uma divertida brincadeira e faz o público questionar as necessidades humanas de moral e ética, de forma leve e descontraída com todos personagens desenhados em sua profissão e utilidade em uma situação limítrofe como a que se encontram.

Com:
Sheron Menezzes, Gonçalo Diniz, Danilo Sacramento,
Duda Nagle e Renato Goes.

Cenário e figurino: Clívia Cohen
Iluminação: Aurélio de Simoni
Trilha Sonora: Fernando Moura
Edição de Vídeo e Mapping: Luiz Raton e Leticia Pantoja
Assistente de Direção: Isabel Lobo
Fotografia: Paula Cecatti
Direção de Produção: Elaine Macedo
Produção SP: Waldir Terence
Assistente de Produção: Luca Martins
Realização Elaine Macedo


Teatro Gazeta (700 lugares)
Avenida Paulista, 900 - Térreo
Informações: 3253.4102

Sextas às 23h | Sábados às 20h| Domingos às 18h

Temporada: até 17 de novembro
Vale conferir :)

19 agosto, 2013

As Cinzas do Velho (Ashes of the Old)

As Cinzas do Velho (Ashes of the Old)

A Dois Caras Produções produz seu primeiro espetáculo...
com direção de Luís Artur Nunes, em São Paulo.
A peça do dramaturgo norte-americano Kelly McAllister... As Cinzas do Velho reestreia na cidade, com um elenco afiado e bacana... no Teatro João Caetano SP.
Alexandre Cruz (que também é produtor), um ator dedicado e de um talento refinado... vive Bobby, “o irmão descolado”, enquanto Marcelo Braga é o irmão certinho. Alexandre conta "que a veia produtor foi surgindo naturalmente, sem que entrasse em conflito com a de ator" - "É uma história que fala sobre pessoas. É um espetáculo cheio de humanidade" - diz ele.
O enredo da peça se passa quando dois irmãos perdem o pai e precisam se encontrar para ir depositar as cinzas do velho (daí o nome do espetáculo), no lugar inusitado que ele indicou. Na jornada, eles se encontram com outros personagens e a peça se aventura, ao mesmo tempo, pelo humor e pelo drama. É neste contexto que se desenvolve “AS CINZAS DO VELHO”. 

Elenco:
Alexandre Cruz
Marcelo Braga
 Antoniela Canto
Cibele Bissoli
Leandro Madeiros
Ricardo Ripa

Assistente de direção:Rodrigo Palmieri
Cenário e Figurino: Fábio Namatame
Iluminação: Wagner Freire
Fotos e Identidade Visual: Vitor Viera
Diretora de Produção: Helena Weyne
Produtores Associados: Alexandre Cruz e Marcelo Braga
Realização: Cia. Filhos do Dr. Alfredo
Produção Geral: Dois Caras Produções

Teatro João Caetano
Rua Borges Lagoa, 650 – Vila Clementino
Próximo da Estação de Metrô Santa Cruz
Lotação: 438 lugares
Telefones: (11) 5573-3774 / 5549-1744
Sexta e sábado às 21h e dom às 19h.


Temporada popular até 15 de setembro de 2013

Vale conferir ;)

17 agosto, 2013

La Mamma


 La Mamma

O espetáculo é uma adaptação teatral do romance “O Belo Antônio”, do escritor e roteirista Vitaliano Brancati. 
Com texto de André Roussin, direção de Carlos Artur Thiré e realização de Leonardo Miggiorin. O elenco conta com Rosi Campos, Carlo Briani, Débora Gomez e a excelente atriz Arlete Montenegro substituindo Rosi nos dias em que ela não pode fazer o espetáculo.
A peça trata dos conflitos de uma família ítalo-brasileira que possui a figura central na mãe, chamada Mamma. Ela faz de tudo para manter sua família unida e bem vista perante a sociedade local. Os dois filhos, Aldo e Antônio, são interpretados por Leonardo Miggiorin (ótimo nos papeis).
Apesar de serem gêmeos, os irmãos são completamente diferentes. Antônio é o galã da cidade, charmoso, bem relacionado, atrai todas as atenções femininas. Já Aldo é o filho preguiçoso, bronco, encostado nos negócios da família e fisicamente, passa longe da beleza do irmão. Quando Antônio mostra não ser o que todos achavam, sua família passa por uma desmoralização. Para salvar a reputação dos Magnano, a Mamma arma um plano envolvendo seu outro filho.

Elenco:
Rosi Campos
Leonardo Miggiorin
Carlo Briani
Débora Gomez

Atriz convidada:
Arlete Montenegro

Texto: André Roussin
Direção: Carlos Arthur Thiré
Assistente de direção: Karen Bulos
Assistente de Produção: Aline Cuoco
Realização: LM Produções Artisticas
Assessoria de Imprensa: Casé Assessoria
Direção de Produção: Néctar Cultural
Design Gráfico: Ale Pessôa
Cenário e Figurino: Clívia Cohen
Iluminação:Aline Santini
Trilha: Charles Dalla
Visagismo: Dicko Lorenzo
Fotos: Paulo Emilio Lisboa
Montador: Beto Martins
Camareira: Zezé Barreto
Operador de Som: Rogério Farias
Operador de Luz: Ricardo Silva


Teatro Nair Bello 
Rua Frei Caneca, 569 - Consolação 
Tel.: (11) 3472-2414
Sexta às 21h30; sábado às 21h; domingo às 19h

A temporada fica em cartaz até 1º de dezembro. 
Vale conferir :)


A Madrinha Embriagada


A Madrinha Embriagada
 

A Madrinha Embriagada é uma adaptação do premiado The Drowsy Chaperone, texto de Bob Martin e Don MC Kellar e músicas e letras de Lisa Lambert e Greg Morrison,que fez temporada na Broadway em 2006 e 2007.
A FIESP e o SESI-SP apresentam a comédia musical, que ficará em cartaz por 11 meses reunindo público de 150 mil espectadores, em oito sessões semanais: duas voltadas a escolas da rede SESI e públicas, e seis abertas ao público, no Teatro do SESI – São Paulo do Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso, na Avenida Paulista.
“O projeto do SESI-SP já nasce bem-sucedido. Somos um povo extremamente musical e esse gênero de teatro encontra sua plateia com muita facilidade no Brasil”, destaca o ator e diretor Miguel Falabella, responsável também pela tradução e versão de grandes musicais, tais como: Alô Dolly!, Cabaret, Xanadu, A Gaiola das Loucas, Hairspray, e Os Produtores. A produção é do Atelier de Cultura. Ao adaptar a obra, Miguel Falabella remete toda a trama para a cidade de São Paulo dos anos 20.
Com habilidade, Falabella mostra uma cidade vibrante e em pleno crescimento, berço dos principais artistas modernistas, ele conta uma história deliciosa, que começa nos dias atuais com um fã de musicais, denominado o Homem da Poltrona, ouvindo o disco, long play, de um espetáculo chamado
A Madrinha Embriagada, que teria estreado em 1928 no Teatro São Pedro.
A história ganha vida no palco, com os atores revivendo a trama, mostrando o total domínio de Falabella como escritor de texto teatral e da comédia musical.
Um musical atual que brinca com os tempos dourados, narrados pelo Homem da Poltrona (Ivan Parente - ótimo no papel), personagem que, com humor e fina ironia, questiona os musicais atuais e brinca com a própria tradução de A Madrinha Embriagada, fazendo menção ao “tradutor” João Canarinho. Ao todo, são 25 atores em cena que vestem 180 peças de figurino, 40 perucas e 65 pares de sapatos. A orquestra é formada por 15 músicos e são mais de 30 técnicos e 10 assistentes de produção, totalizando 80 profissionais disponíveis para as apresentações dessa Madrinha Embriagada, que ocupará durante muito tempo os palcos do Teatro do SESI.
Por sua temporada na Broadway, em 2006/2007, The Drowsy Chaperone foi indicado em 13 categorias do Tony Award e recebeu 5 prêmios: melhor texto de musical, melhores letras e músicas, melhor cenário, melhor figurino e melhor atriz coadjuvante. Também foi indicado em 14 categorias do Drama Desk Award e recebeu 7 prêmios: melhor musical, melhor texto de musical, melhores letras, melhor música, melhor cenário, melhor figurino e melhor atriz coadjuvante.

 
Diretor: Miguel Falabella
Diretor cênico associado: Floriano Nogueira
Diretor musical e primeiro regente: Carlos Bauzys
Diretora de movimentos e coreógrafa: Kátia Barros
Cenógrafos: Renato Theobaldo e Beto Rolnik
Iluminador: Fábio Retti
Figurinista: Fause Haten
Sound Designer: Gabriel D’Angelo
Segundo regente: Laura Visconti
Assistente de coreografia: Anelita Gallo
Diretor técnico: Esequiel Tibúrcio
Diretor geral de produção: Cleto Baccic

Elenco:
Sara Sarres – Jane Valadão
Stella Miranda – Madrinha
Ivan Parente – Homem da Poltrona
Saulo Vasconcelos – Iglesias
Paula Capovilla – Madrinha (alternante)
Frederico Reuter – Roberto Marcos
Kiara Sasso – Eva
Cleto Baccic – Aldolpho
Fernando Rocha – Jorge
Ivanna Domenyco – Mme. Francisca Jaffet
Edgar Bustamante – Agildo
Adriana Capparelli – Dôra
Rafael Machado – Padeiro
Daniel Monteiro – Padeiro
Andrezza Massei – ensamble / cover de Madrinha
Jana Amorim – ensamble / cover de Jane Valadão e Mme. Jaffet
Luana Zenum – ensamble / cover de Jane Valadão e Dôra
Will Anderson – ensamble / cover de Homem da Poltrona
Luiz Paccini – ensamble / cover de Agildo e Iglesias
Elton Towersey – ensamble / cover de Roberto Marcos e Jorge
Jessé Scarpelinni – ensamble / cover de Aldolpho
Anelita Gallo – swing / dance captain e cover de Eva
Carol Costa – swing / cover de Eva
Max Oliveira – swing / cover de padeiro
Ditto Leite – swing / cover de padeiro


Músicos:
Amintas Brasileiro (Sax soprano, Sax alto, Flauta, Clarinete)
André Santos (Baixo Acústico)
Bruno Soares (Trompetista)
Claudia Montin (Sax Barítono, Clarone, Clarinete)
Joca Araujo (Sax tenor, Clarinete e Flautim)
Kiko Andrioli (Baterista)
Leandro Lui (Percursionista)
Lino Martins (Trompetista)
Marcelo Manfra (Sax Soprano, Sax alto, Flauta, Clarinete, Flautim) Mariane Claro (Tecladista)
Paulo Jordão (Trompetista)
Renato Farias (Trombonista)


TEATRO DO SESI (456 lugares)
Av. Paulista, 1313 – Cerqueira César
Quartas a sextas-feiras às 21h | sábados às 16h e 21h | domingos às 19h.
Informações: www.sesisp.org.br/cultura e 11 3146-7405/7406.
 Entrada gratuita

Reserva antecipada de ingressos pelo site
www.sesisp.org.br/ingressomadrinhaa partir de 08 de agosto de 2013.
Ingressos remanescentes distribuídos na bilheteria, no dia do espetáculo,
a partir do horário de abertura da bilheteria.
Horário da bilheteria:
Quarta a sábado, das 13h às 21h; domingo, das 11h às 19h.

Sessões para escolas: quintas e sextas-feiras às 15h.

Temporada: 17 de agosto de 2013 a 29 de junho de 2014
Vale conferir :)