27 julho, 2013

Três Dias De Chuva



Três Dias De Chuva

De Richard Greenberg...
Otavio Martins, faz um gaguinho em 3 Dias De Chuva, que dá vontade de subir no palco e pertar de tão fofo. Petrônio Gontijo uma surpresa sempre e Carolina Ferraz deslumbrante.
3 dias de chuva com 3 talentos no palco nos brindando com um texto delicioso e cenário acolhedor, de ótimo gosto. 
Em 1997, o escritor americano Richard Greenberg é indicado ao Prêmio Pulitzer pelo texto que dá nome ao espetáculo. A tradução e direção são de Jô Soares. O elenco desdobra-se em dois papéis cada um para contar a história, que se passa em dois tempos, em 1995 e 1960, de duas gerações de uma família  em que os filhos não conseguem entender as atitudes dos pais no passado. No primeiro ato, que se passa em 1995, vemos o jovem Walker (Otávio Martins), sua irmã Anna (Carolina Ferraz) e o amigo Pip (Petrônio Gontijo), filhos de dois grandes e renomados arquitetos, Ned (Otávio) e Theo (Petrônio). Com a recente morte de Ned, os filhos se reúnem para a leitura do testamento. Ao descobrirem que parte da herança é dada a Pip, os irmãos discutem e julgam o passado do pai, acusando-o de ser ausente em suas vidas.
No segundo ato, que se passa em 1960, o jovem Ned e seu sócio Theo sonham em construir grandes obras e firmar seus nomes como arquitetos. No entanto, os sonhos de ambos começam a desmoronar quando Ned se apaixona por Lina (Carolina Ferraz), a namorada de seu sócio – e Theo percebe que essa paixão é correspondida pela mulher que ama.  Primeira montagem de Três Dias de Chuva no Brasil e um desejo, realizado pela produtora Baobá. Na Inglaterra, a peça já foi encenada por atores como Colin Firth e James McAvoy, e nos EUA por Julia Roberts e Bradley Cooper, entre outros.

Elenco:
Carolina Ferraz
Otávio Martins
Petrônio Gontijo

Adaptação e Tradução: Jô Soares
Assistentes De Direção: Carolina Bastos, Antonio Collossi e Fábio Nascimento

Desenho de Luz: Maneco Quinderé
Cenografia: Marco Lima
Trilha Sonora: Eduardo Queiroz e Ricardo Severo
Figurino: Fávio Namatame
Fotografia: Priscila Prade
Construção De Cenário: Ono Zone Estúdio - Fernando Brettas
Assessora De Imprensa: Morente Forte

Diretor de Produção: Ed Júlio
Produtor Executivo: Gabriel De Souza
Produtor Assistente: Fabricio Sindice
Assistente De Produção: Beatriz Cervone

Realização: Baobá Produções Artísticas

Teatro Raul Cortez  (520 lugares)
Rua Dr. Plínio Barreto 285 – Bela Vista
Bilheteria: 3254 1700
Sexta 21h30 | Sábado 21h | Domingo 19h

Temporada: até 16 de dezembro de 2013
 Site do espetáculo

Vale conferir :)


23 julho, 2013

Mucho Locas

Mucho Locas

Quatro mulheres - quatro destinos. Muitas risadas com  direção do carioca Tom Arruda.
A peça mostra a trajetória de quatro mulheres que foram internadas por seus maridos numa casa de repouso particular, na Serra da Mantiqueira. De classes sociais, educação, valores morais, estilo de vida e histórias diferenciadas, dificilmente seriam amigas fora daquele lugar. Porém elas descobrem fatos comuns entre si e seu passado, que acaba influenciando o futuro delas. Isso as une novamente em torno de um objetivo grandioso: fugir dali e fazer um plano de vingança contra quem as internou.
Escrita por José Vitor Rack especialmente para Tom Arruda, Mucho Locas, é uma comédia leve, que segundo o autor promove diversão, mas tem como objetivo colocar em pauta reflexões sobre a ¨ditadura da beleza e do corpo ideal¨. Questiona o limite entre a loucura e a ¨normalidade¨, além de discutir a estrutura do teatro.
 “Escrevi este espetáculo tendo duas coisas em mente: fazer um teatro divertido e questionador. O texto mostra que a fronteira entre a loucura e a normalidade é muito mais tênue do que parece e, sobretudo, questiona a estrutura clássica do teatro... onde demonstra que nem só as fórmulas acadêmicas conseguem produzir um bom espetáculo¨, diz o autor.
A trilha especialmente composta para a encenação tem compositores como Flávio Venturini. Fernando Pires assina o design dos sapatos usados pelas atrizes.
Depois de Santo André, a montagem continuará viajando ( para 30 de agosto já foi marcada apresentação em São Caetano/SP) e o objetivo e entrar em cartaz em São Paulo ainda este ano.

Eenco:
Alessandra Vitanis
Evelyn Elman
Marisa Carnicelli
Valéria Gomes 

Participações especiais dos dançarinos:
Lucas Cassimiro e Thiago Labbate
Stand in: Marcela Oliveira.

Texto: José Vitor Rack
Direção: Tom Arruda
Cenografia e Figurinos: Tom Arruda
Artista Plástico: Celso Rorato
Construção de Cenário e Camareiras: L´ Equipe
Operador de Luz: Elton Ramos e Marcus Filomenus
Trilha Sonora e Operação de Som: Enoque de Paula
Narração: Ney Casanova ( Tupi FM)
Calçados exclusivos: Fernando Pires
Costureira de Hábitos: Débora Muniz
Maquiagem de Cena e Estúdio: Jeff Souza
Fotos de Cena e Studio: Fabio Barrocal
Designer Gráfico: Fabio Barrocal
Logo do Projeto: Giovana Braido e Amanda Machado
Programação Audiovisual: R8 Produções
Making Off: R8 Produções
Assessoria de Imprensa: Nanda Rovere
Direção de Produção: Tom Arruda (Produtom)
Assistente de Produção: Silvia Figueiredo
Produtores Colaboradores: Liana Obata e Keila Blaske
Realização: Produtom


Dia 10 de agosto de 2013
Sábado, às 19h00 e 21h00 no Teatro Municipal de Santo André
Praça IV Centenário, s/nº. Centro. Santo André/SP.
Tel.: (11) 4433-0789. (478 lugares)

Link com entrevista sobre o espetáculo

Veja a programação de sua cidade.
;)





20 julho, 2013

Bibi Canta & Conta Piaf


Bibi Canta e Conta Piaf

Comemorando 30 anos de sucesso, depois da sensacional apresentação de Bibi in Concert no Lincoln Center em Nova York, Bibi Ferreira volta aos palcos do Brasil em Bibi Canta e Conta Piaf - 30 anos de sucesso com Orquestra e Coral.
Em maio de 1983, no Teatro Ginástico Português (hoje Sesc Ginástico), Bibi Ferreira estreou o espetáculo Piaf, a vida de uma estrela da canção, da autora inglesa Pam Gems. Sob direção de Flávio Rangel, Bibi viveu a grande cantora francesa, que se tornou a sua personagem de maior sucesso. São 30 anos que Bibi apresenta o repertório de Piaf, com absoluto sucesso de publico e critica.
Provavelmente um dos maiores sucessos do Teatro Brasileiro.
Nesse ano de 2013 comemoram-se os 30 anos que Bibi canta e conta a vida da grande dama da canção francesa Edith Piaf e é também o 50º aniversário da morte de Piaf.
Em 30 anos de absoluto sucesso de crítica e público, Bibi se apresentou diversas vezes nas principais cidades do Brasil, em Portugal e na França. O sucesso de Bibi cantando Piaf foi reconhecido pelo governo francês que a condecorou duas vezes (1985 e 2009) com a Comenda das Artes e das Letras da República Francesa, a maior condecoração das artes do país.
A comemoração inclui apresentações em São Paulo (de 19 de julho a 1º de setembro), Rio de Janeiro (de 20 de setembro a 06 de outubro no Oi Casagrande) e Nova York (dia 13 de novembro no Town Hall). Além dos shows e turnê em comemoração à Pìaf, Bibi segue com agenda cheia: Concertos de Natal em dezembro; Lançamento do DVD Bibi Histórias e Canções em março de 2014, junto com a volta do espetáculo em turnê em março e abril; Em Maio, lançamento do DVD e show em Paris; E no mês de Junho estreia o novo show Bibi Sings Sinatra.

1- LA FOULE (Cabral/ M. Rivegauche) 1957
2- LA VILLE INCONNUE (C. Dumont/ M. Vaucaire) 1960
3- MONSIEUR SAINT PIERRE  (H. Contet/ J. Hess)
4- LA GOUALANTE DU PAVRE JEAN  (M. Monnot/R. Rouzaud) 1954
5- HEUREUSE  (M. Monnot/ R. Rouzaud)
6 - L’ACCORDÉONISTE  (M. Emer) 1955
7 - HINO DA RESISTÊNCIA
8 - LA BELLE HISTOIRE D’AMOUR (E.Piaf/ M. Monnot)
9 - HYMNE À L’AMOUR  (E. Piaf/ M. Monnot) 1950
10 - PADAN, PADAN (N. Glanzberg/ H. Contet) 1951
11 – MILORD (M. Monnot/ G. Moustaki) 1959
12 - BRAVO POUR LE CLOWN  (Louiguy/ H. Contet) 1953
13 - LA VIE EN ROSE (Louiguy / E. Piaf) 1946
14 - A QUOI A ÇA  SERT L’AMOUR (M. Emer) 1962
15 - NON, JE NE REGRETTE RIEN (C. Dumont / M. Vaucaire) 1961

Ficha Técnica

PIAF: BIBI FERREIRA
MESTRE DE CERIMÔNIA: NILSON RAMAN
MAESTRO: FLÁVIO MENDES
SPALLA: ERICH LEHNIGER
VIOLINOS: FLÁVIO MEYER,KÉDER CÂNDIDO,RONALDO MARIANO,TIAGO PAGANINI.
VIOLONCELLOS: MARISA SILVEIRA,FRANKLIN MARTINS OBOÉ
FLAUTA E SAX TENOR: JORGE MULLER
SAX TENOR E SAX ALTO: HECTOR COSTITA
CLARINETE E SAX ALTO: UBALDO VERSOLATO
TROMPA: MARIO RICHA
TROMPETE: NAHOR GOMES
TROMBONE: SILVIO GIANETTI
ACORDEON: RICARDO PESCE
PIANO: JOÃO BITTENCOURT
BAIXO ELÉTRICO: THIAGO ALVES
BATERIA: PAULINHO VICENTE
VISAGISMO: ELOISA BUFFON
ILUMINADOR: RICARDO MOREIRA
PRODUÇÃO EXECUTIVA: CLEUSA AMARAL
DIREÇÃO GERAL: BIBI FERREIRA
REALIZAÇÃO: MONTENEGRO E RAMAN


Teatro Shopping Frei Caneca(600 lugares)
Rua Frei Caneca, 569 - 7º Andar
Informações: (11) 3472-2229 e 3472-2230
Sexta e Sábado às 21h | Domingo às 19h

+fotos
Temporada: até 1º de setembro
Vale conferir ;)

06 julho, 2013

Doidas E Santas

Doidas E Santas

Um texto de Regiana Antonini, inspirado no livro de Martha Medeiros com direção de Ernesto Piccolo.
A comédia romântica Doidas e Santas, um projeto idealizado por Cissa Guimarães, divertiu e emocionou mais de 130 mil pessoas no Rio de Janeiro e foi aclamado por público e critica, chega a São Paulo para uma temporada de três meses no Teatro Das Artes e, a partir de outubro, poderá ser visto nas cinco regiões do país.
Com direção de Ernesto Piccolo, a plateia é seduzida pela trajetória de Beatriz (Cissa Guimarães), uma psicanalista em crise no casamento: o marido (Giuseppe Oristanio), turrão e machista, desaba quando recebe dela a notícia de que deseja a separação.
A irmã, a mãe e a filha de Beatriz (vividas pela execelente atriz Josie Antello e Tatá Lopes como stand in) dão tempero extra à história. Beatriz não se sente feliz, acredita que sua história com Orlando já acabou, que a relação perdeu o frescor e que estão juntos somente por acomodação. A partir de uma conversa com sua irmã, a solteirona Berenice, com quem abre seu coração, Beatriz decide se separar de um previsível, mas inconformado Orlando. Livre e desimpedida, Beatriz se lança à vida – diverte-se, ouve seus discos, faz todos os passeios que deseja, engata um romance com um jovem rapaz, e finalmente crê estar feliz. Seu sossego só é interrompido pelas ocasionais visitas da delirante D. Elda, sua mãe, que vive às turras com a neta Marina. A nova vida de Beatriz parece seguir como ela sempre sonhou, até que um dia Orlando volta a procurá-la, e o que tem a lhe dizer muda mais uma vez seus planos.
O cenário é de Sérgio Marimba, a iluminação de Jorginho de Carvalho, a trilha sonora de Rodrigo Penna, os figurinos de Helena Araujo e Djalma Brilhante e a direção de produção de Maria Siman, vencedora do Prêmio APTR-2008 na categoria Melhor Produtora por ‘Ensina-me a Viver’.  
“Cissa Guimarães está muito convincente no papel principal, usando impostação de voz e movimentos corporais na medida certa”.
“Sem recorrer à caricatura, Josie Antello faz graça explorando peculiaridades nos modos de falar e nos gestos de cada uma das três personagens que representa”. Carlos Henrique Braz - Veja Rio.
“O tema “separação” é bem explorado e provoca boas gargalhadas... Além de encarar sua personagem com muita veracidade, Cissa exibe excelente forma física e cativa a platéia. Giuseppe Oristânio não fica atrás no marido truculento e Josie rege com maestria suas três personagens”. Adriana Lins - Revista Contigo.
“Fé na trama e no texto! O texto tem humor próprio resultando em um espetáculo divertido e ágil. Cissa expressa bem simplicidade e complexidade, alegria e tristeza, ingenuidade e sabedoria”.
Bárbara Heliodora – Jornal O Globo
Elenco:
Cissa Guimarães, Giusepe Oristanio e Josie Antello

Texto: Regiana Antonini
Direção: Ernesto Piccolo
Assistente de direção: João Velho
Direção de Produção: Maria Siman
Trilha sonora: Rodrigo Penna
Cenário: Sérgio Marimba
Iluminação: Jorginho de Carvalho
Figurino: Helena Araujo e Djalma Brilhante
Design Gráfico: Thomaz Velho
Produção executiva: Bruna Ayres
Gerente de Projetos: Paula Salles
Idealização do Projeto: Cissa Guimarães
Realização: Primeira Página e BG produções


Teatro das Artes(742 lugares)
Avenida Rebouças, 3970 – Shopping Eldorado, 3º piso
Sexta e sábado 21h30 / Domingo 18h30
Info.: (11) 3034-0075

Temporada: até 29 de setembro
 Vale conferir :)

04 julho, 2013

Conexão Marilyn Monroe

Conexão Marilyn Monroe...

Se prepare pra muita risada... num texto gostoso e cheio de surpresas... em cartaz no Teatro Gazeta.
Texto e direção de Alexandre Reinecke
Conexão Marilyn Monroe é o que se pode chamar de, uma "comédia tipicamente brasileira", escrita e dirigida por quem entende do assunto: Alexandre Reinecke, um dos diretores mais atuantes do país, principalmente em comédias, o espetáculo é  repleto de mal-entendidos, com uma confusão crescente e divertida.  Esse é o quarto texto escrito por Alexandre Reinecke. “Escrevi essa comédia enquanto ainda atuava em Trair e Coçar, é só Começar, e lá se vão vinte anos. Apesar desse tempo todo, o texto continua muito atual e resolvi montá-lo dois anos atrás, depois de uma leitura que fizemos no MASP, no Projeto Letras em Cena”, afirma o autor e diretor que já teve outros textos encenados, como Pensando em Ti (1992), que ficou em cartaz somente em Campinas, sua cidade natal; Alquimistas Graças a Deus (1992) e Aqui se Paga, aqui se faz (1999).
Reinecke afirma que é “uma comédia divertida, contemporânea e brasileira! Uma homenagem aos clássicos da comédia mundial, com ingredientes dos mais variados gêneros como vaudeville, besteirol, comédias policiais e absurdas terminando com uma grande homenagem ao mestre dos comediógrafos, Molière, que com suas peças fazia grande sucesso, criticando as elites dominantes de sua época”.
A trama se desenrola através dos conflitos gerados em torno do personagem central, um Senador da República corrupto envolvido com lavagem de dinheiro e das situações ocasionadas pelo seu
relacionamento oculto com um irreverente namorado.  Na casa do Senador Pacheco está sendo preparada uma grande festa de aniversário de Ricardinho, seu companheiro, onde os convidados deverão se fantasiar de Marilyn Monroe. Pacheco aproveitará esta festa para fazer uma troca de mercadorias ilícitas, arquitetada por seu fiel escudeiro Paulo, que teve a grande ideia de camuflar 100 mil dólares dentro de um vestido de Marylin Monroe (aquele da famosa cena do metrô).
Dom Pepino é um grande contrabandista e traficante de Brasília, além de maior concorrente de Pacheco, no mundo do crime e contravenções, que ao ficar sabendo da transação, envia seu “funcionário” Otávio, um atrapalhado bandido de primeira viagem, se infiltrar na festa para interceptar a negociação e fugir com o dinheiro. O que nenhum dos dois sabe, é que a festa é temática...

 
Elenco:
Alexandre Barros
Maximiliana Reis
Paulo Ivo
Riba Carlovich
Romis Ferreira
Thiago Adorno
 
 Assistente de Direção: Eduardo Leão
Cenário e Figurino: Fábio Namatame
Trilha Sonora: Pedro Lobo
Iluminação: Lúcia Chedieck
Fotografia: João Caldas
Identidade Visual: Fernando Lucas
Designer Gráfico: Natália Viviani
Assessoria de Imprensa: Morente e Forte
Produção Executiva: Adelino Costa
Direção de Produção: Marcella Guttmann
 

Teatro Gazeta (700 lugares)
Avenida Paulista, 900 - Térreo
Informações: 3253.4102

Sextas às 21h | Sábados às 22h| Domingos às 20h

Temporada: até 29 de setembro
Vale conferir ;)


15 junho, 2013

Uma Vida No Teatro


Uma Vida No Teatro

Francisco Cuoco e Ângelo Paes Leme, saboreiam um texto gostoso, suave, de De David Mamet com tradução de Clara Carvalho e Direção de Alexandre Reinecke.
O espetáculo narra a trajetória de dois atores, um velho e um jovem, que durante um período de suas carreiras trabalham juntos e vivenciam inúmeras situações típicas dos atores teatrais, tais como as inseguranças, carências, sucessos e fracassos em várias montagens. O espetáculo é dividido em cenas, ora divertidas, ora comoventes, que se passam dentro de locais ligados diretamente ao ofício dos atores de teatro – salas de ensaio, coxias, fim de um espetáculo, camarins, durante um espetáculo e a saída do teatro após as apresentações.
ROBERT é um ator de seus 70 anos, com larga experiência nos palcos e vive de um sucesso que teve no passado. Como a maioria dos atores mais velhos, é cheio de manias, trejeitos, opiniões e inseguranças. Gosta de falar sobre as atuações de seus colegas, dar dicas para os mesmos e está sempre pronto para discutir cenas; mas é solitário, não tem mais muitos amigos e sua carência se mostra latente durante todo o espetáculo. JOHN é um jovem e promissor profissional das artes cênicas. Graças a sua generosidade e talento, se transforma em uma espécie confidente/amigo de Robert, que o elege para suas conversas intermináveis sobre a “arte de ser ator”. Está sempre disponível para ouvir seu mais novo amigo de maneira calma e atenta, até que a insistente necessidade de conversas, dicas e opiniões de Robert começam a cansá-lo. 
O projeto cultural O Vivo EnCena é uma iniciativa da Vivo que estimula o intercâmbio de projetos de artes cênicas com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do país e da sociedade como um todo. Ricca Produções Artísticas e Reinecke Produções Culturais trazem ao Brasil este texto divertido e extremamente inteligente, segundo a crítica internacional, de um dos maiores dramaturgos contemporâneos, presenteando o público de São Paulo com interpretações de Francisco Cuoco e Ângelo Paes Leme.

Texto: David Mamet
Adaptação e Direção: Alexandre Reinecke
Assistente de direção: Eder Bastos
Tradução: Clara Carvalho

Elenco:
Francisco Cuoco e Ângelo Paes Leme

Cenografia: André Cortez
Figurino: Fabio Namatame
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Trilha Original: Daniel Maia
Fotos de cena: João Caldas
Fotos estúdio: Jairo Goldflus
Programação Visual: Estação Design
Assessoria de imprensa: Morente Forte
Making-Off: Trapézio Filmes
Administração financeira: Ricca Produções - Patricia Velho / Thiago Oliveira
Administração: Ricca Produções
Produção executiva: Carmem Oliveira
Direção de produção: Ricca Produções
Produtores Associados: Alexandre Reinecke / Giuliano Ricca
Realização: Ricca Produções Artísticas / Reinecke Produções Culturais
Patrocínio: Vivo e Porto Seguro
Serviço


Teatro Vivo (290 lugares)
Avenida Dr. Chucri Zaidan, 860 – Morumbi
Bilheteria do Teatro: 97420-1520
Sexta às 21h30 | Sábado às 21h | Domingo às 18h
Temporada: até 04 de agosto
+fotos
Vale conferir :)

23 maio, 2013

Myrna Sou Eu

Myrna Sou Eu

Com direção de Elias Andreato, Nilton Bicudo (muito à vontade) dá vida à Myrna, pseudônimo feminino que Nelson Rodrigues adotava nas crônicas que escrevia para o Correio da Manhã, que em seu Consultório Sentimental tenta resgatar a reflexão sobre o amor e a solidão das mulheres, às quartas e quintas no Teatro Augusta.
Nelson Rodrigues dizia que se as pessoas falassem o que fazem entre quatro paredes, ninguém mais se cumprimentava (Eu concordo).
Num mundo cada dia mais amoral e digital, escolhemos Myrna, o consultório sentimental, para tentar resgatar a reflexão sobre o amor, sobre a solidão das mulheres.
Vivemos num mundo onde as mulheres conquistaram muitos direitos, se emanciparam, e ganharam destaque em seus trabalhos. Mas a violência contra a mulher continua, e elas cada vez mais solitária precisam dos conselhos amorosos desse grande autor. O diretor Elias Andreato escolheu as crônicas e montou o roteiro do espetáculo. Para dar voz a essa mulher que tenta entender os homens, o ator Nilton Bicudo lança mão de sua alma feminina e sobe ao palco.

Sobre o ator: Nilton Bicudo - Ator , diretor de Teatro ,nascido em São Paulo em 1966 e  formado em Direito pela PUC/SP em 1988, e em Teatro pelo Teatro- Escola Célia Helena em 1992. Começou sua carreira como assistente de direção na EAD, com Eliana Fonseca e Johana Albuquerque. Em 19 anos de carreira trabalhou em 50 espetáculos de teatro, alternado as funções de ator, diretor, assistente de direção. Trabalhou com autores e diretores como Fauzi Arap, Renato Borghi, Elias Andreato, Márcia Abujamra, Marco Antônio Braz, Cibele Forjaz, Francisco Medeiros, Mário Bortolotto, entre  outros, em textos de Nelson Rodrigues, Tchecov, Tennesse Williams, Shakespeare, Büchner, Alan Ayckbourn, e também a dramaturgia contemporânea brasileira,  de Newton Moreno, Antônio Rocco, Sérgio Roveri, Pedro Vicente, Ivam Cabral, Felipe Sant\\\'ângelo, Gustavo Machado e Terça Insana. Em 2008 foi indicado ao Prêmio Shell de melhor ator, por O Natimorto, de Lourenço Mutarelli.
No cinema participou dos filmes O Veneno da Madrugada, de Ruy Guerra, Caixa Dois, de Bruno Barreto, O Primo Basílio, de Daniel Filho, Meninos de Kichute, de Luca Amberg, também Boleiros e Sábado, de Ugo Georgetti, e Por Trás do Pano, de Luís Villaça.  Fez quatro novelas, duas na TV Globo, Andando nas Nuvens (1999) e Desejos de Mulher (2002) uma no SBT Sangue do meu Sangue (1995), e uma na Bandeirantes Água na Boca (2008), além de participar de Teleteatros da TV Cultura, e das séries A Diarista, Os Normais, Sob Nova Direção, Super Sincero, com José Alvarenga e Dennis Carvalho e Uma Rosa com Amor, com Del Rangel.

Texto: Nelson Rodrigues
Adaptação, Roteiro e Direção: Elias Andreato
Diretor assistente: André Acioli
Interpretação:Nilton Bicudo
Cenário:Elias Andreato
Cenotécnico:Domingos Varella
Trilha composta:Jonatan Harold
Figurino:Fabio Namatame
Visagismo:Allex Antonio
Fotos:João Caldas
Operador de Luz e Som:Bob Lima
Produção:Solo Entretenimento
Direção de Produção:Daniella Griesi e Andresa Lenzi
Produção Executiva:Gabriela Pimenta
Projeto Gráfico:Vicka Suarez
Assessoria de Imprensa:Morente Forte

Teatro Augusta (302 lugares)
Rua Augusta, 943
Informações: 3151.4141
Quartas e quintas às 21h

Temporada até 27 de junho
Vale conferir :)

11 maio, 2013

PTolerância Zero

PTolerância Zero

Todo sábado no Teatro Renaissance...
PTolerância Zero é uma comédia política escrita e encenada por Paulo Coronato, o mesmo autor e ator de TPM Katrina (visto por mais de 70.000 pessoas) e Paulo Francis Está Morto (peça que estreou em 2008 e virou filme, ainda inédito).
Um anti-petista radical se comove ao ver o Lula torcendo pelo Corinthians, nas conquistas da Taça Libertadores da América e do Mundial, e funda a APA (Anti-Petistas Anônimos), com o objetivo de ajudar anti-petistas a acreditarem no PT, apesar das evidências ao contrário. A peça se passa nesta primeira reunião, quando o anfitrião tenta justificar todos os absurdos ocorridos nos últimos anos.  
Paulo Coronato é formado em Educação Física pela USP e foi triatleta antes de ingressar na carreira artística. Desde 1991 é formado em teatro e trabalhou nos palcos, no cinema e na TV.
Participou dos espetáculos "As Mentiras que Os Homens Contam", "Arsênico e Alfazema", "Os Sete Gatinhos", "O Estrangeiro", "Sua Excelência, o Candidato", "Paulo Francis está Morto", "Oito a Zero" e “As pontes de Madison”. Na TV, merece destaque sua participação na novela "Mulheres Apaixonadas" e o seriado "Força Tarefa", ambos da Rede Globo. No cinema, o filme “Boleiros” é uma de suas atuações mais marcantes. Em sua nova frente de trabalho como dramaturgo, escreveu, além de “TPM Katrina”, a peça “Paulo Francis está Morto”.

Texto, concepção e interpretação: Paulo Coronato
Iluminação: Mario Martini
Figurino: Julia Carrera
Operação Luz e Som: Yuri Zveibil
Programação Visual: Bady Cartier
Fotografia: Alexandre Coronato
Coordenação de Produção: Julia Carrera

PTolerância Zero
Teatro Renaissance (440 lugares)
Central de Informações: (11) 3069-2286
Sábado às 19h
Alameda Santos, 2233 - Cerqueira César.

Gênero: comédia
Temporada: até 29 de junho
Vale conferir :)

09 maio, 2013

Como Água Que Sobre a Água Corresse

Como Água Que Sobre a Água Corresse

Uma atriz segura e também dramaturga, Silvia Suzy encena este monólogo, criado a partir de obras de diversos autores da literatura clássica como: "As Mil E Uma Noites", Isabel Allende e José Saramago.
A montagem sugere encontros com a temática da liberdade, pincelados por um erotismo delicado em cenas criativas e bem dirigidas pelo jovem e estreante diretor Arthur Miranda.
A bela Luz e o cenário criativo do espetáculo, trazem uma leveza que agrega qualidade ao espetáculo e enchem os olhos.

 Texto: Silvia Suzy
Direção: Arthur Miranda

Elenco: Silvia Suzy

Cenário: Bira
Figurino: Daniel INfantini
Fotos: Hemerson Celtic / Robson Kumode
Desing de Luz: Denilson Marques
Design Gráfico: Rodrigo Spavanelli
Voz Para Canto: Alice Juguero
Corpo em cena: Letícia Bortoletto
Iluminação: Camila Moura

Teatro Estação Cultural 574
Rua Rui Barbosa, 574 - Bela Vista
Tel.: (11) 4563-0515
Sábado às 21h; domingo às 19h; segunda às 20h
Espetáculo não recomendado para menores de 14 anos
Em cartaz até o dia 1/7/2013


Vale conferir :)



01 maio, 2013

Vingança - O Musical


Vingança - O Musical

Um musical de Anna Toledo com direção musical do ótimo Guilherme Terra e excelente direção de André Dias.
A ação se passa nos anos 50, no Sul do Brasil, e tem como pano de fundo a vida boêmia de um cabaré. O enredo narra a história de três triângulos amorosos, onde um boêmio de vida dupla, quer manter a esposa e as amantes, mas nada sai como o planejado quando ele se envolve com uma mulher fatal. 
Na estréia do espetáculo VIGANÇA - O Musical... - temos uma lição de como cuidar da arte. Com produção da ótima Morente Forte é diversão refinada e garantida.
Quem não teve acesso a Lupicínio Rodrigues tem um ótimo motivo para conhecer e quem já o conhecia, tem o prazer de reviver um gênio.
-“Tive mulheres que me fizeram bem e mulheres que me fizeram mal. As que me fizeram bem, eu esqueci.” - diz Lupicinio Rodrigues através da genialidade da autora e atriz Anna Toledo.
Fã confessa da obra e escritos de Lupicínio, a atriz, cantora - e agora dramaturga - Anna Toledo mergulhou nesse mundo, idealizou e criou VINGANÇA, o musical que recria, através da música, do drama, da ironia e do sarcasmo, o universo de paixões descrito no espetáculo.
Lupicínio Rodrigues era um paisagista dos sentimentos. Seu universo era feito da noite, de paixões impossíveis, da boemia alegre e dos desencontros amorosos – e os personagens mais assíduos de suas canções eram “os homens infiéis e as mulheres más”. Lupicínio Rodrigues foi o inventor da expressão “dor-de-cotovelo”. Foi numa de suas crônicas no jornal Ultima Hora que a expressão surgiu pela primeira vez, usada para descrever a dor da solidão, provocada pelo tempo em que o sujeito solitário passava com o queixo apoiado sobre o cotovelo no balcão do bar.
As canções de Lupicínio são executadas ao vivo, em novos arranjos criados por Guilherme Terra especialmente para o espetáculo, na formação instrumental de piano, violão e percussão e arranjos vocais para o elenco.
Me senti num pedacinho da Europa, escutando poesia brasileira. O centro de SP é lindo. O Banco do Brasil cuida deste espaço que acolhe e mostra trabalhos deliciosos.

Direção Geral André Dias
Direção Musical e Arranjos Guilherme Terra

Elenco:
Ana Carolina Machado – Maria Rosa
Andrea Marquee - Linda
Anna Toledo – Luzita
Jonathas Joba - Liduíno
Luciano Andrey - Alves
Sérgio Rufino – Orlando
Guilherme Terra/ Jonatan Harold – Seu Maestro

Músicos em cena: 
Guilherme Terra ou Jonatan Harold (Piano)
Jeferson de Lima (Violão) e Ricardo Berti(Percussão)
Pianista Ensaiador Jonatan Harold

Diretora de Movimento Kátia Barros
Cenário e Figurino Fábio Namatame
Designer de Som Fernando Fortes
Iluminação Wagner Freire

Assistente de Direção Carla Masumoto
Assistente de Direção de Movimento Patrícia Zveibil Rodrigues

Assessoria de Imprensa:
Daniela Bustos e Beth Gallo - Morente Forte Comunicações
Programação Visual Cassiano Pires
Fotos João Caldas

Camareira Consuelo de Cássia
Contrarregra Celso Dornellas
Operador de som Dug Monteiro
Operador de Luz Rafael Soares

Assessoria Contábil Marina Morente
Administração e Assistente de Produção Jady Forte
Assistente de Produção Mariana São João

Produção Executiva Egberto Simões
Produtoras Selma Morente e Célia Forte

Realização Morente Forte Produções Teatrais
 www.bb.com.br/cultura
www.twitter.com/ccbb_sp - www.facebook.com/ccbbsp



Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Álvares Penteado, 112. Centro
 3113. 3651 / 3113.3652
 Terças, Quartas e Quintas às 20h.

Acessos: Estações Sé e São Bento do Metrô. Praças do Patriarca e da Sé.
Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física
Ar-condicionado / Estacionamento: Estapar Estacionamento
Rua da Consolação, 228 (Edifício Zarvos)

 Temporada: de 01 de maio até 04 de julho
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17 abril, 2013

Grávido

Grávido 

Esta excelente comédia volta em cartez....

Só que agora no TEATRO GAZETA SP
Um espetáculo criativo, texto inteligente direção caprichada e gostoso de assistir.
Com texto de Gustavo Kurlat, Marcelo Laham e Fábio Herford (ótimos), e direção de Alexandra Golik...  a comédia GRÁVIDO traz para o espectador os dilemas e as angústias do homem diante da difícil – e ao mesmo tempo deliciosa – tarefa de ser pai. Os atores Marcelo Laham e Fábio Herford são dois pais que, entre dúvidas e incertezas, enfrentam dilemas como parto normal ou cesariana e dividir o afeto da mulher com o bebê recém-chegado. E em meio a situações muito engraçadas, os dois suam a camisa para entreter o pequeno ser que ainda engatinha, colocá-lo para dormir e até lidar com as intermináveis listas de compras de objetos e produtos de hygiene.
O ator Fábio Herford diz: “Sempre pensei em abordar o tema do nascimento do filho pela óptica paterna, porque eu mesmo já vivi muitas situações engraçadas. A igualdade do casal exigiu do homem um equilíbrio das funções, tornando sua participação no evento do nascimento mais efetiva. Tudo isso trouxe inúmeras reflexões e análises, observações que passam do drama à comédia em instantes”.
Para Marcelo Laham “hoje em dia o homem tem atuação mais efetiva na hora de cuidar de seu próprio filho. Na época de nossos avós, era comum encontrar um pai que não sabia trocar uma fralda. Hoje, isso é quase inadmissível”.
E Gustavo Kulart - também responsável pela trilha sonora - completa: “Descobrimos que os homens compartilham dos mesmos problemas, mas não falam sobre o assunto, são mais fechados. E as mulheres, podem agora, ver um outro ponto de vista”.

Elenco: Marcelo Laham e Fábio Herford
Direção: Alexandra Golik
Texto: Gustavo Kurlat, Marcelo Laham e Fábio Herford
Trilha sonora: Gustavo Kurlat
Luz: Wagner Freire
Cenário: Marco Lima
Realização: Mesa 2 Produções
Fotos: A divulgação - João Caldas

Teatro Gazeta SP
Avenida Paulista, 900 São Paulo SP
Telefone(s): (11) 3253-4102
Sextas 21h
Sábados 22 horas
e Domingos às 18 horas

Estréia dia 20 de abril
 Mais fotos.
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14 abril, 2013

O Casamento

O Casamento

Com Renato Borghi,
Apresentando Diana Bouth como Glorinha.

O Casamento é uma adaptação teatral do romance homônimo de Nelson Rodrigues, com dramaturgia e direção de Johana Albuquerque, numa realização da Cia. Bendita Trupe, em parceria com o Teatro Promíscuo e com a Pad Rok Produções Culturais. A encenação deste texto, que é a súmula da linguagem de Nelson Rodrigues, tem Renato Borghi encabeçando o elenco e Diana Bouth em sua estreia como atriz.
"Paixão, sexo, culpa, perversão e morte permeiam a ação irrespirável ao longo da narrativa do espetáculo, fragmentada em diversos tempos e locações. As cenas são dinâmicas e asfixiantes, subindo a um grau inacreditável: não existe descanso, apenas desejo, transtorno, obsessão..."
Tendo como pano de fundo o Rio de Janeiro nos anos 1960, com aqueles tipos e situações de que Nelson foi o cronista máximo, O Casamento surpreende pela crueza de sua temática, como também, pela sua originalidade e bem-humorada dramática. Desfilam pela narrativa, além de Sabino Uchôa Maranhão (Renato Borghi), patriarca neurótico obcecado pelas aparências sociais e sua filha caçula, Glorinha (Diana Bouth), a jovem noiva inconseqüente ávida por loucuras juvenis: Dr. Camarinha (Elcio Nogueira Seixas), o ginecologista casto e pornográfico; Antônio Carlos (Daniel Alvim), o galã agressivo, bancado por mulheres mais velhas e sedento por sexo; o Monsenhor Bernardo (Mauricio de Barros), clérigo que ostenta uma religiosidade profana; Noêmia (Regina França), a secretária carente e miserável, apaixonada e desprezada pelo patrão; Maria Inês (Vera Bonilha), a amiga tonta e sensual de Glorinha, que só pensa em Antônio Carlos; Teófilo (Daniel Alvim), o noivo “coxinha”, cuja reputação heterossexual sofre fortes suspeitas; Zé Honório (Elcio Nogueira Seixas), bicha afetada que se vinga do pai moralista e repressor e, ainda, o humilde e passível de pena Xavier (Mauricio de Barros), marido dedicado de uma leprosa.
A ação do espetáculo se passa nas 48 horas que antecedem o casamento de Glorinha, filha de Sabino Uchôa Maranhão, um rico industrial da construção civil. Dr. Camarinha, o ginecologista da família, avisa o pai da noiva que seu futuro genro, Teófilo, foi flagrado beijando um homem na boca. Esse é o ponto de partida para Nelson Rodrigues desfilar sua genialidade irônica e humor negro, tão característicos de sua narrativa, além de oferecer um inventário de suas mais caras obsessões. Todas as podridões inconfessáveis dos personagens vão emergindo, transformando a futura e inexorável cerimônia de casamento numa festa grotesca e bizarra.
Autor de uma dramaturgia que foi um divisor de águas no teatro brasileiro, unindo elementos melodramáticos, naturalistas e expressionistas, Nelson Rodrigues tornou-se, com o correr dos anos, uma das poucas unanimidades dos palcos nacionais. O Casamento é o único romance de Nelson Rodrigues concebido sem interrupções, diferentemente de todo o resto de seus romances, escritos em capítulos diários em jornal.

 Romance de Nelson Rodrigues.
Adaptação e dramaturgia de Johana Albuquerque
Concepçãoe direção geral de Johana Albuquerque

Elenco em ordem alfabética:
Daniel Alvim, Diana Bouth, Elcio Nogueira Seixas,
Maurício de Barros, Regina França, Renato Borghi e Vera Bonilha.

Cenário: André Cortez
Figurinos: Simone Mina
Iluminação: Paulo César Medeiros
Direção musical: Pedro Birembaum
Visagismo: Leopoldo Pacheco
Preparação corporal: Roberto Alencar
Vídeos: Renato Rosati
Fotos: Alexandre Catan
Designer gráfico: Vicka Suarez
Assessoria de imprensa: Morente Forte Comunicações
Administração e leis de incentivo: Patrícia Figueiredo
Assistente de produção: Evelin Luppi
Produção executiva: Gustavo Sanna
Coordenação de produção: Clarissa Rockenbach
Diretor de produção: Fernando Padilha
Produtores associados: Clarissa Rockenbach, Elcio Nogueira Seixas,
Fernando Padilha, Johana Albuquerque e Renato Borghi.
Realização: Cia Bendita Trupe, Teatro Promíscuo e PadRok Produções Culturais.
Idealização de Johana Albuquerque
 Patrocínio: Petrobrás e Unimed Seguros

Teatro Tuca (672 lugares)
Rua Monte Alegre, 1024 - Perdizes
Sexta e Sábado às 21h30. Domingo às 18h

Temporada: até 30 de junho
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A Descida Do Monte Morgan

A Descida Do Monte Morgan

É possível ser fiel a si e aos outros ao mesmo tempo? 
Texto inédito de Arthur Miller, A Descida Do Monte Morgan, é a segunda direção teatral do cineasta Luiz Villaça, que estreou com Sem Pensar em 2011, eleito Melhor Espetáculo de Comédia pelo voto popular no Prêmio Contigo!
Ary França (dando um show de talento) vive o apaixonante e dividido Lyman Felt, um homem de sucesso, bígamo, filho de judeus e albaneses, que conseguiu fundar sua própria empresa de seguros e tornar-se um dos homens mais respeitados dos Estados Unidos. Fiel a seus sentimentos única e exclusivamente, Lyman envolve suas 2 mulheres, interpretadas por Lavínia Pannunzio e Lu Brites numa vida de mentiras. No entanto, a peça não trata apenas de uma típica história de triângulo amoroso, tampouco um questionamento moral sobre monogamia e bigamia. Vai além dos questionamentos plausíveis de uma traição.

 Texto: Arthur Miller
Tradução: Rodrigo Haddad
Direção Geral: Luiz Villaça

Elenco:
Ary França (Lyman Felt)
Lavínia Pannunzio (Theodora Felt)
Lu Brites (Leah Felt)
Fábio Nassar (Pai e Tom Wilson)
Jú Colombo (Enfermeira Logan)
Paula Ravache (Bessie)

Cenografia e Figurinos: Márcio Medina
Iluminação: Wagner Freire
Trilha Sonora: Fernanda Maia
Visagismo: Simone Batata
Fotografia: João Caldas e Willy Biondani
Programação visual: Rodolfo Rezende
Assistente de Direção: Kauê Telolli e Samya Pascotto
Coordenação Financeira: Argemiro Meirelles
Direção de Produção: José Maria e Denise Fraga
Produção e Realização: Nia Teatro
Patrocínio: VIVO
Co-Patrocínio: Porto Seguro


Teatro Nair Bello(200 lugares)
Shopping Frei Caneca - Rua Frei Caneca, 569 - 3° andar.
Telefone: 3472-2414
Sexta às 21h30 | Sábado às 21h | Domingo às 18h
Temporada: até 14 de julho

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07 abril, 2013

Rain Man

Rain Man

Gostoso demais assistir um espetáculo onde a emoção e os sentimentos são administrados com leveza, apesar de complexos. Imperdível...

De Dan Gordon
José Wilker dirige adaptação para o teatro do filme de Barry Morrow, sucesso estrelado por Dustin Hoffman e Tom Cruise, vencedor de quatro categorias no Oscar 1989.
Rain Man é uma peça sobre o amor que, num momento especial, nasce entre dois irmãos. Um relacionamento carregado de emoção, dores, alegrias e, principalmente, de afeto.  Rain Man marcou toda uma geração dos anos 80 com suas nuances de amor familiar, com situações inusitadas, provocando diversas reações na plateia. “É uma peça que, embora tenha uma personagem que sofre de uma determinada síndrome, fala principalmente de afetos. Ou dos caminhos tortuosos que o afeto percorre até se realizar como tal”, define Wilker em sua primeira direção de uma adaptação teatral do cinema. “Já tinha feito o caminho inverso, quando dirigi duas peças que depois se tornaram filmes”, completa referindo-se às montagens de A Morte e a Donzela, de Ariel Dorfman, e Mephisto, de Klaus Mann. No caso de Rain Man, a essência da historia original é mantida e a complexa relação dos personagens é percebida integralmente através dos diálogos e situações surpreendentes da história.  Charlie Babbitt (Rafael Infante)  é um egocêntrico vendedor de automóveis de Los Angeles que está em guerra com sua própria vida. Os relacionamentos não são o forte de Charlie e o amor é completamente estranho a sua experiência. Insensível, Charlie só espera a herança após a morte de seu pai doente e internado. Mas acaba descobrindo que o beneficiado pela fortuna inteira de seu pai é Raymond (Marcelo Serrado), o irmão mais velho.
Os dois embarcam em uma viagem passando por Las Vegas onde Raymond exerce seu talento com os números e favorece Charlie com ganhos no jogo. A namorada (Fernanda Paes Leme) de Charlie se junta ao grupo e acaba se ligando afetivamente a Raymond. Essa viagem acaba mostrando a Raymond um mundo além das portas do hospital e a Charlie o significado do amor incondicional que surpreende seu espírito prático e insensível.
Integrante do projeto Vivo EnCena, além da temporada em São Paulo, o projeto também prevê circulação por diversas capitais brasileiras, e atividades “além do espetáculo”, como oficinas e bate papos visando maior acessibilidade, abrangência e formação de plateias.

Texto: Dan Gordon
Tradução: Miguel Paiva
Direção: José Wilker

Elenco:
 Marcelo Serrado, Fernanda Paes Leme, Rafael infante,
Roberto Lobo, Jaime Leibovitch e Sara Freitas.

Produção Geral: Sandro Chaim
Gerente de Produção: Rose Dalney
Produção Executiva e Adm.: Andrea Francez, Priscila Prade e Bila Bueno
Produção Executiva Rio de Janeiro: Denise Escudero
Cenografia: Marcos Flaksman
Figurinos: Beth Filipecki
Iluminação: Maneco Quinderé
Diretor Musical: Marcelo Alonso Neves
Direção de Movimento: Marina Salomon
Fotografias: Priscila Prade
Diretor Assistente: Danilo Watanabe
Assessoria Jurídica: Francez e Alonso Advogados
Programação Visual: Vicka Soares
Vídeo de abertura: Eduardo Chamon

Realização: Super Amigos, XYZ Live e Chaim Produções
Produzido por acordo especial com MGM On Stage, Darce Denkert e Dean Stolber
Patrocínio: Vivo, White Martins e Porto Seguro


Teatro Vivo(290 lugares)
Avenida Chucri Zaidan, 860 - Morumbi
Sexta às 21h30 | Sábado às 21h | Domingo às 18h

Temporada: até 02 de junho

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06 abril, 2013

Bette Davis e Eu

Bette Davis e Eu

De Elizabeth Fuller
Direção Alexandre Reinecke

Com:
Wilson de Santos que interpreta um dos maiores ícones de Hollywood e Flávia Garrafa que vive Elizabeth Fuller. Eles esbanjam talento no palco do Teatro Renaissance, onde está em cartaz o espetáculo. Baseada em fatos reais, a comédia é inédita no Brasil.
O que você faria se um dos grandes mitos da história do cinema entrasse em sua casa para jantar e ficasse lá por dias e dias, se relacionando com sua família e interferindo de forma definitiva em sua vida?
A escritora norte-americana Elizabeth Fuller viveu isso em 1985 com a atriz Bette Davis e criou Me and Jezebel, texto que acabou levando para o teatro o hilário turbilhão em que se transformou sua existência a partir desse encontro. Agora, a peça Bette Davis e Eu, traduzida por Reinaldo Moraes, finalmente estreia no Brasil sob a direção de Alexandre Reinecke, trazendo para o palco a atriz Flávia Garrafa, vivendo a escritora Elizabeth Fuller, e o ator Wilson de Santos na pele de... Miss Davis!
O projeto da montagem de Bette Davis e Eu vem sendo amadurecido há muitos anos pelo ator Wilson de Santos, que visitou pessoalmente a escritora Elizabeth Fuller em Connecticut para fechar a compra dos direitos autorais. “Poucas obras envolvendo Bette Davis são autorizadas pela sua família”, - comenta o ator, que enxerga nessa produção uma grande chance do público conhecer uma parte emocionante e tragicômica da personalidade da atriz.
Para viver Miss Davis, Wilson se valerá de toda a pesquisa que vem fazendo sobre a atriz, além da experiência conquistada com outros papeis femininos – como nas peças A Bofetada (da Cia Baiana de Patifaria), Noviças Rebeldes (com direção de Wolf Maia) e na recente A Noviça Mais Rebelde, solo que ficou em cartaz por mais de três anos e encerrou sua temporada no último mês de fevereiro. A nova montagem que estreia agora tem ainda na ficha técnica nomes como Miguel Briamonte (trilha sonora), Theodoro Cochrane (cenografia) e Fábio Namatame (figurino).


Texto: Elizabeth Fuller
Tradução: Reinaldo Moraes
Direção: Alexandre Reinecke
Elenco: Wilson de Santos e Flávia Garrafa
Cenário: Theodoro Cochrane
Figurino: Fábio Namatame
Trilha Sonora: Miguel Briamonte
Iluminação: Mário Martini
Visagismo: Westerley Dornellas
Fotos: João Caldas
Programação Visual: Vicente Queiroz
Assessoria de Imprensa: Morente Forte
Produção: Leonardo Leal
Realização: Teatro do Riso
Serviço


Teatro Renaissance (440 lugares)
Alameda Santos, 2233 - Cerqueira César.

Central de Informações: (11) 3069-2286
Sexta às 21h30 | Sábado às 21h | Domingo às 18h

Temporada: até 07 de julho
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Fotos

01 abril, 2013

O Desaparecimento do Elefante

O Desaparecimento do Elefante

De Haruki Murakami

Com direção de Monique Gardenberg e Michele Matalon que exploram o universo de Haruki Murakami com peça baseada em contos do escritor japonês. 
“As personagens de Haruki Murakami são, aparentemente, pessoas comuns”. Monique e Michele assim resumem um pouco da essência da obra deste escritor japonês, hábil em retratar o nonsense da vida moderna e seus tipos solitários e misteriosos.
Para participar desta livre empreitada, elas convidaram nomes com quem desfrutam de grande intimidade artística, como Daniela Thomas, Claudia Kopke, Marcia Rubin, Juliana Mendes e o sempre fiel Maneco Quinderé. 
No elenco, parceiros como Caco Ciocler e Maria Luisa Mendonça, de Ota, Marjorie Estiano, André Frateschi e Rafael Primot, o trio de Inverno.  Convidaram ainda atores familiarizados com a comédia, como Fernanda de Freitas e Kiko Mascarenhas, além das participações de Clarissa Kiste e Rodrigo Costa.  Em cena, todos se revezam em quase trinta personagens para dar vida às histórias sempre surpreendentes de Murakami.
É o caso da protagonista do conto Sono, uma dona de casa que não dorme há 17 dias sem que seu marido ou filho percebam. Ou do rapaz obcecado pelo mistério de um elefante que sumiu sem deixar rastro (em O Desaparecimento do Elefante) e do funcionário de uma loja de departamentos que se apaixona pela carta de reclamação de um cliente em O Comunicado do Canguru.
“Murakami tem uma percepção aguda da sociedade contemporânea.  Sempre parte de cenas cotidianas, para criar situações surreais, que beiram o nonsense”, analisa Monique, que conheceu a obra do escritor na época da estreia de Ota, espetáculo marcado pela cultura japonesa. “Murakami retrata a solidão e seus protagonistas parecem sempre à margem da sociedade”, completa Michele.
 “Gosto de pensar nas citações como os samplers que ocorrem na música. Há, em todo o espetáculo, pequenas trans-criações a partir de obras que dialogam com o universo que retratamos.  Já a música entra como um sub-texto e comenta as cenas”, resume.
Os figurinos, assinados por Claudia Kopke, seguem alinhados à proposta das diretoras e traduzem o espírito da estranheza necessária à montagem com a exuberância cromática do animês (desenho animado japonês).
Texto -  Haruki Murakami
Direção - Monique Gardenberg e Michele Matalon
Tradução Sérgio Maciel
Adaptação e Trilha Sonora Monique Gardenberg

Elenco:
André Frateschi
Caco Ciocler
Clarissa Kiste
Fernanda de Freitas
Kiko Mascarenhas
Maria Luisa Mendonça
Marjorie Estiano
Rafael Primot
Rodrigo Costa

Cenografia Daniela Thomas e Camila Schmidt
Figurino Claudia Kopke
Iluminação Maneco Quinderé
Visagismo Juliana Mendes e Luiz de Luca
Direção de Movimento Marcia Rubin
Imagens Henrique Martins e Frederico Machuca
Fotos André Gardenberg
Filmagem Floresta Dudu Miranda
Filmagem Piscina e Cavalo Grima Grimaldi
Ilha de Edição Afinal Filmes
Assistentes de Direção Isabel Nessimiam (RJ), Gabriel Bortolini (SP)
Coach de língua e cultura japonesa Letícia Kushida
Programação Visual XYZ
Produção Executiva e Administração Gabriel Bortolini
Diretora de Produção Bianca De Felippes
Co-produção OZ
Produção Gávea Filmes

Em São Paulo:
Administração Roberta Koyama
Produção Executiva Egberto Simões
 Direção de Produção Selma Morente e Célia Forte
Produção Morente Forte Produções Teatrais
 Assessoria de Imprensa do Sesc Pinheiros
Telefones: (11) 3095.9425 ou 3095.9423
Com | Bianca Muniz | Silvio Basílio
imprensa@pinheiros.sescsp.org.br

Teatro Paulo Autran – Sesc Pinheiros (1010 lugares)
Rua Paes Leme, 195 - Tel. 3095.9400

  Sexta às 21h | Sábado às 20h | Domingo às 18h

 Curta Temporada: até 05 de maio

+ Info
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Fora De Mim

Fora De Mim

Com... Lavínia Pannunzio e Maria Manoella
Texto e Direção Francisco Ramalho Jr
Escrito em 2010, Fora de Mim retrata o feminino, cômico e dramático no texto inédito de uma grande escritora - Martha Medeiros - Jornalista e escritora brasileira. Colunista do jornal Zero Hora, de Porto Alegre, e de O Globo, do Rio de Janeiro. Trabalhou em propaganda e publicidade.  
“É a pior morte, a do amor. Porque a morte de uma pessoa é o fim estabilizado, é o retorno para o nada, uma definição que ninguém questiona. A morte de um amor, ao contrário, é viva.” - ELA está recém-separada de um casamento longo e pacífico, quando se apaixona por um homem de personalidade intensa, ELE, com quem vive uma paixão arrebatadora. Num dado dia ELE parte, a relação termina, ela tenta se controlar, mas logo depois está totalmente fora de si. ELE casa-se com OUTRA que liga para ELA, e as duas passam a se encontrar. A dor dela continua agindo sobre seus impulsos e sentimentos. ELA desesperadamente tenta entender o que é o amor, manipulando e sendo manipulada pela OUTRA.
A narrativa construída como um relato informal, em primeira pessoa, poderia ser uma carta dirigida ao ex. Trata-se de uma mulher que já passou dos 40 anos, que acumula experiências amorosas, tem filhos e uma vida equilibrada, mas que assume um papel de total fragilidade diante do adeus do namorado.  Fora de Mim fala sobre amor, sobre paixão, mas principalmente sobre o aspecto cíclico dos relacionamentos. A personagem não aceita a tranquilidade das relações maduras como uma consequência natural do tempo a dois. No final das contas, o que uma mulher abandonada pelo homem que ama espera, é ser resgatada do marasmo da solidão o mais rápido possível. Ser de novo desafiada, colocada em movimento por um relacionamento que não precisa ser leve, mas há de ser intenso.

Ficha Técnica
Do livro de: Martha Medeiros
Texto e Direção: Francisco Ramalho Jr.
Assistente de Direção e Preparação Corporal: Vivien Buckup
Elenco:
 Lavinia Pannunzio e Maria Manoella
Cenografia e Figurinos: Aandre Cortez
Iluminação: Aline Santini
Fotos de Estudio: Jairo Goldflus
Fotos de Cena: João Caldas
Programação Visual: Estação Design
Música Original: Aline Meyer
Making-Off: Camila Assad e Natalia Piserni
Produção Executiva: Carmem Oliveira
Direção de Produção: Giuliano Ricca
Realização: Ricca Produções
Produtores Associados: Giuliano Ricca e Francisco Ramalho Jr.


Teatro Eva Herz (168 lugares)
Avenida Paulista, 2073 – Livraria Cultura / Conjunto Nacional
Informações: (11) 3170-4059
Bilheteria: Terça a sábado, das 14h às 21h. Domingo, das 12h às 19h. 

Terças e Quartas às 21h.
Curta Temporada: até 29 de maio

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Tia Emanuelle

Tia Emanuelle

A Cia Espontânea de Teatro está em cartaz com a ótima comédia “Tia Emanuelle” no Teatro Augusta.
Escrito por Camilo Brunelli e dirigido por Wagner de Miranda, o musical conta a história de uma "doce" titia (Emanuelle, interpretada pelo ótimo Camilo), auxiliada por uma trupe de 'artistas de cabaret", que ficam o tempo inteiro em cena.
Emanuelle lamenta, no dia de seu aniversário, as dificuldades que a idade lhe trouxe, além da saudade de seu finado marido. Algumas surpresas porém revelam uma persnalidade um tanto diferente para uma senhora de 91 anos.
O elenco se revesa em personagens engraçados num texto criativo. A narrativa sugere em determinado momento que "Carmem Miranda fez sucesso por sua causa... que a imitava (Emanuelle) desde a infância em tudo e também invejava seus namorados e seu talento musical" - Tudo está sob o controle da titia, até quando um de seus sobrinhos leva para dentro de sua casa uma nova empregada, fato que cria um desfecho inesperado.

Direção: Wagner De Miranda
Iluminação e Assistente de direção: Clayton Heringer
Cenografia: Wagner De Miranda, Ricardo Escudero e Katia Jaísa
Figurino: Wanger De Miranda e Creso Pessurno
Fotografia e Video: Ricardo Escudero
Músicas: Camilo Brunelli, Juscelino Filho e Wagner De Miranda
Preparação Corporal: Roberto De Alencar
Produção e Programação Visual: Cia Espontânea De Teatro

Elenco:
Álvaro Sabra: Apredentador
Camilo Brunelli: Tia Emanuelle
Claudia Gianini: Adalgisa (mãe portuguesa)
Creso Pessurno: Coro
Ellen Nicole: Édila / Carmem / Coro
Fabrício de Almeida: Betinho
Fernanda Goncalves: Coro
Hélio Paulo: Manoel ( pai português)
Juscelino Filho: Gumercindo
Marta Guerreiro: Emanuelle jovem / Marici
Murilo Chevalier: Olavo
Bruno Rafael, Marcel Barreto e Saulo Caetano: Musicos


Teatro Augusta
Rua Augusta, 943 - Consolação
Tel.: (11) 3151-4141
Quarta e quinta, às 21h
Espetáculo não recomendado para menores de 16 anos
Em cartaz até 14/4/2013
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13 março, 2013

As Cinzas do Velho

As Cinzas do Velho (Ashes of the Old)

A Dois Caras Produções produz seu primeiro espetáculo...
com direção de Luís Artur Nunes, em São Paulo.
A peça do dramaturgo norte-americano Kelly McAllister... As Cinzas do Velho estréia na cidade, com um elenco afiado e bacana...desta vez no Teatro João Caetano SP.
Alexandre Cruz (que também é produtor), um ator dedicado e de um talento refinado... vive Bobby, “o irmão descolado”, enquanto Marcelo Braga é o irmão certinho. Alexandre conta "que a veia produtor foi surgindo naturalmente, sem que entrasse em conflito com a de ator" - "É uma história que fala sobre pessoas. É um espetáculo cheio de humanidade" - diz ele.
O enredo da peça se passa quando dois irmãos perdem o pai e precisam se encontrar para ir depositar as cinzas do velho (daí o nome do espetáculo), no lugar inusitado que ele indicou. Na jornada, eles se encontram com outros personagens e a peça se aventura, ao mesmo tempo, pelo humor e pelo drama. É neste contexto que se desenvolve “AS CINZAS DO VELHO”. 

Elenco:
Alexandre Cruz
Marcelo Braga
 Antoniela Canto
Cibele Bissoli
Leandro Madeiros
Ricardo Ripa

Assistente de direção:Rodrigo Palmieri
Cenário e Figurino: Fábio Namatame
Iluminação: Wagner Freire
Fotos e Identidade Visual: Vitor Viera
Diretora de Produção: Helena Weyne
Produtores Associados: Alexandre Cruz e Marcelo Braga
Realização: Cia. Filhos do Dr. Alfredo
Produção Geral: Dois Caras Produções

Teatro João Caetano
Rua Borges Lagoa, 650 – Vila Clementino
Próximo da Estação de Metrô Santa Cruz
Lotação: 438 lugares
Telefones: (11) 5573-3774 / 5549-1744
Sexta e sábado às 21h e dom às 19h.


Temporada popular até 15 de setembro de 2013

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09 março, 2013

Alô, Dolly!

Alô, Dolly!

Alô trabalho refinado, talentos no palco, alô texto maravilhoso... enfim... Por um momento gostoso e longo... me senti na Europa... consumindo uma grife de luxo... deliciosa... com talento duca em cena, ao assistir o espetáculo ALÔ DOLLY em cartaz no TEATRO BRADESCO em São Paulo.
Marilia Pera e Miguel Falabella esbanjam talento. Um espetáculo delicioso.

Baseado na peça The Matchmarker – A casamenteira, com texto de Michael Stewart e letras e músicas de Jerry Herman, Alô, Dolly! estreou na Broadway em 1964 arrebatando nada menos do que 10 Prêmios Tony, entre eles o de Melhor Musical, Melhor atriz (Carol Channing), Melhor Libreto, Melhor Trilha, Melhor Direção e Melhor Coreografia. O musical já foi remontado três vezes na Broadway, além de ter versões no mundo inteiro, inclusive no Brasil, com Bibi Ferreira e Paulo Fortes. Gerou ainda um filme estrelado por Barbra Streisand, com direção de Gene Kelly, e indicado a sete Oscars.
(Hello, Dolly!, no original) ganha nova montagem brasileira celebrando o encontro inédito de duas estrelas dos palcos, Marília Pêra e Miguel Falabella, que assina ainda a versão nacional  e a direção do espetáculo.  A ação de Alô, Dolly! se passa em 1890, no estado de Nova Iorque, e conta a história de Dolly Levi (Marília Pêra), uma célebre viúva casamenteira que é contratada pelo avarento e mal-humorado comerciante de Yonkers, Horácio Vandergelder (Miguel Falabella), para lhe arranjar uma esposa na cidade grande (na capital Nova Iorque). Dolly o apresenta a Irene Molloy (Alessandra Verney), mas inicia uma série de armações, quando decide que ela mesma conquistará o bom partido e ficará rica. Uma comédia musical para toda família, Alô Dolly! é até hoje é um dos musicais de maior êxito da história da Broadway.


Texto: Michael Stewart
Baseado na peça The Matchmarker – A Casamenteira
Músicas e letras: Jerry Herman
Versão Brasileira: Miguel Falabella
Direção Geral: Miguel Falabella
Direção Musical: Carlos Bauzys
Coreografias: Fernanda Chamma
Cenário: Renato Theobaldo e Roberto Rolnik
Figurino: Fause Haten
Visagismo: Anderson Bueno
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Designer de Som: Gabriel D’Angelo
Apresentado por Ministério da Cultura e Honda
Patrocínio: SulAmérica e Sem Parar / Via Fácil

Elenco
Marília Pêra – Dolly Levi
Miguel Falabella – Horácio Vandergelder
Alessandra Verney – Irene Molloy
Frederico Reuter – Cornélio Hackl
Ubiracy Paraná do Brasil – Barnabé Tucker
Ester Elias – Minnie Fay
Brenda Nadler – Ermengarda Vandergelder
Ricardo Pêra – Rudolph Reisenweber
Patricia Bueno – Ernestina Ricca
Thiago Machado – Ambrósio Kemper


Ensemble
Alessandra Dimitriu
Carla Vazquez
Ingrid Gaigher
Karin Hils
Mariana Saraiva
Maysa Mundim
Thati Abra
Ale Lima
Arízio Magalhães
Daniel Cabral
Fábio Yoshihara
Guilherme Pereira
Ivan Parente
Renato Bellini

 Bailarinos
Jefferson Ferreira
Leandro Marbali
Marcel Anselmé
Thiago Pires
Ygor Zago
Serviço

Teatro Bradesco(1.439 lugares)
Bourbon Shopping São Paulo – Rua Turiassu, 2.100 – 3º piso – Pompéia
 Fone/Fax: (11) 3670.4100

Quinta às 21h | Sexta às 21h30 |
Sábado às 18h e 21h30 | Domingo, às 18h

Estreia dia 02 de março
Temporada: até 02 de junho

Mais info:
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