23 maio, 2013

Myrna Sou Eu

Myrna Sou Eu

Com direção de Elias Andreato, Nilton Bicudo (muito à vontade) dá vida à Myrna, pseudônimo feminino que Nelson Rodrigues adotava nas crônicas que escrevia para o Correio da Manhã, que em seu Consultório Sentimental tenta resgatar a reflexão sobre o amor e a solidão das mulheres, às quartas e quintas no Teatro Augusta.
Nelson Rodrigues dizia que se as pessoas falassem o que fazem entre quatro paredes, ninguém mais se cumprimentava (Eu concordo).
Num mundo cada dia mais amoral e digital, escolhemos Myrna, o consultório sentimental, para tentar resgatar a reflexão sobre o amor, sobre a solidão das mulheres.
Vivemos num mundo onde as mulheres conquistaram muitos direitos, se emanciparam, e ganharam destaque em seus trabalhos. Mas a violência contra a mulher continua, e elas cada vez mais solitária precisam dos conselhos amorosos desse grande autor. O diretor Elias Andreato escolheu as crônicas e montou o roteiro do espetáculo. Para dar voz a essa mulher que tenta entender os homens, o ator Nilton Bicudo lança mão de sua alma feminina e sobe ao palco.

Sobre o ator: Nilton Bicudo - Ator , diretor de Teatro ,nascido em São Paulo em 1966 e  formado em Direito pela PUC/SP em 1988, e em Teatro pelo Teatro- Escola Célia Helena em 1992. Começou sua carreira como assistente de direção na EAD, com Eliana Fonseca e Johana Albuquerque. Em 19 anos de carreira trabalhou em 50 espetáculos de teatro, alternado as funções de ator, diretor, assistente de direção. Trabalhou com autores e diretores como Fauzi Arap, Renato Borghi, Elias Andreato, Márcia Abujamra, Marco Antônio Braz, Cibele Forjaz, Francisco Medeiros, Mário Bortolotto, entre  outros, em textos de Nelson Rodrigues, Tchecov, Tennesse Williams, Shakespeare, Büchner, Alan Ayckbourn, e também a dramaturgia contemporânea brasileira,  de Newton Moreno, Antônio Rocco, Sérgio Roveri, Pedro Vicente, Ivam Cabral, Felipe Sant\\\'ângelo, Gustavo Machado e Terça Insana. Em 2008 foi indicado ao Prêmio Shell de melhor ator, por O Natimorto, de Lourenço Mutarelli.
No cinema participou dos filmes O Veneno da Madrugada, de Ruy Guerra, Caixa Dois, de Bruno Barreto, O Primo Basílio, de Daniel Filho, Meninos de Kichute, de Luca Amberg, também Boleiros e Sábado, de Ugo Georgetti, e Por Trás do Pano, de Luís Villaça.  Fez quatro novelas, duas na TV Globo, Andando nas Nuvens (1999) e Desejos de Mulher (2002) uma no SBT Sangue do meu Sangue (1995), e uma na Bandeirantes Água na Boca (2008), além de participar de Teleteatros da TV Cultura, e das séries A Diarista, Os Normais, Sob Nova Direção, Super Sincero, com José Alvarenga e Dennis Carvalho e Uma Rosa com Amor, com Del Rangel.

Texto: Nelson Rodrigues
Adaptação, Roteiro e Direção: Elias Andreato
Diretor assistente: André Acioli
Interpretação:Nilton Bicudo
Cenário:Elias Andreato
Cenotécnico:Domingos Varella
Trilha composta:Jonatan Harold
Figurino:Fabio Namatame
Visagismo:Allex Antonio
Fotos:João Caldas
Operador de Luz e Som:Bob Lima
Produção:Solo Entretenimento
Direção de Produção:Daniella Griesi e Andresa Lenzi
Produção Executiva:Gabriela Pimenta
Projeto Gráfico:Vicka Suarez
Assessoria de Imprensa:Morente Forte

Teatro Augusta (302 lugares)
Rua Augusta, 943
Informações: 3151.4141
Quartas e quintas às 21h

Temporada até 27 de junho
Vale conferir :)

11 maio, 2013

PTolerância Zero

PTolerância Zero

Todo sábado no Teatro Renaissance...
PTolerância Zero é uma comédia política escrita e encenada por Paulo Coronato, o mesmo autor e ator de TPM Katrina (visto por mais de 70.000 pessoas) e Paulo Francis Está Morto (peça que estreou em 2008 e virou filme, ainda inédito).
Um anti-petista radical se comove ao ver o Lula torcendo pelo Corinthians, nas conquistas da Taça Libertadores da América e do Mundial, e funda a APA (Anti-Petistas Anônimos), com o objetivo de ajudar anti-petistas a acreditarem no PT, apesar das evidências ao contrário. A peça se passa nesta primeira reunião, quando o anfitrião tenta justificar todos os absurdos ocorridos nos últimos anos.  
Paulo Coronato é formado em Educação Física pela USP e foi triatleta antes de ingressar na carreira artística. Desde 1991 é formado em teatro e trabalhou nos palcos, no cinema e na TV.
Participou dos espetáculos "As Mentiras que Os Homens Contam", "Arsênico e Alfazema", "Os Sete Gatinhos", "O Estrangeiro", "Sua Excelência, o Candidato", "Paulo Francis está Morto", "Oito a Zero" e “As pontes de Madison”. Na TV, merece destaque sua participação na novela "Mulheres Apaixonadas" e o seriado "Força Tarefa", ambos da Rede Globo. No cinema, o filme “Boleiros” é uma de suas atuações mais marcantes. Em sua nova frente de trabalho como dramaturgo, escreveu, além de “TPM Katrina”, a peça “Paulo Francis está Morto”.

Texto, concepção e interpretação: Paulo Coronato
Iluminação: Mario Martini
Figurino: Julia Carrera
Operação Luz e Som: Yuri Zveibil
Programação Visual: Bady Cartier
Fotografia: Alexandre Coronato
Coordenação de Produção: Julia Carrera

PTolerância Zero
Teatro Renaissance (440 lugares)
Central de Informações: (11) 3069-2286
Sábado às 19h
Alameda Santos, 2233 - Cerqueira César.

Gênero: comédia
Temporada: até 29 de junho
Vale conferir :)

09 maio, 2013

Como Água Que Sobre a Água Corresse

Como Água Que Sobre a Água Corresse

Uma atriz segura e também dramaturga, Silvia Suzy encena este monólogo, criado a partir de obras de diversos autores da literatura clássica como: "As Mil E Uma Noites", Isabel Allende e José Saramago.
A montagem sugere encontros com a temática da liberdade, pincelados por um erotismo delicado em cenas criativas e bem dirigidas pelo jovem e estreante diretor Arthur Miranda.
A bela Luz e o cenário criativo do espetáculo, trazem uma leveza que agrega qualidade ao espetáculo e enchem os olhos.

 Texto: Silvia Suzy
Direção: Arthur Miranda

Elenco: Silvia Suzy

Cenário: Bira
Figurino: Daniel INfantini
Fotos: Hemerson Celtic / Robson Kumode
Desing de Luz: Denilson Marques
Design Gráfico: Rodrigo Spavanelli
Voz Para Canto: Alice Juguero
Corpo em cena: Letícia Bortoletto
Iluminação: Camila Moura

Teatro Estação Cultural 574
Rua Rui Barbosa, 574 - Bela Vista
Tel.: (11) 4563-0515
Sábado às 21h; domingo às 19h; segunda às 20h
Espetáculo não recomendado para menores de 14 anos
Em cartaz até o dia 1/7/2013


Vale conferir :)



01 maio, 2013

Vingança - O Musical


Vingança - O Musical

Um musical de Anna Toledo com direção musical do ótimo Guilherme Terra e excelente direção de André Dias.
A ação se passa nos anos 50, no Sul do Brasil, e tem como pano de fundo a vida boêmia de um cabaré. O enredo narra a história de três triângulos amorosos, onde um boêmio de vida dupla, quer manter a esposa e as amantes, mas nada sai como o planejado quando ele se envolve com uma mulher fatal. 
Na estréia do espetáculo VIGANÇA - O Musical... - temos uma lição de como cuidar da arte. Com produção da ótima Morente Forte é diversão refinada e garantida.
Quem não teve acesso a Lupicínio Rodrigues tem um ótimo motivo para conhecer e quem já o conhecia, tem o prazer de reviver um gênio.
-“Tive mulheres que me fizeram bem e mulheres que me fizeram mal. As que me fizeram bem, eu esqueci.” - diz Lupicinio Rodrigues através da genialidade da autora e atriz Anna Toledo.
Fã confessa da obra e escritos de Lupicínio, a atriz, cantora - e agora dramaturga - Anna Toledo mergulhou nesse mundo, idealizou e criou VINGANÇA, o musical que recria, através da música, do drama, da ironia e do sarcasmo, o universo de paixões descrito no espetáculo.
Lupicínio Rodrigues era um paisagista dos sentimentos. Seu universo era feito da noite, de paixões impossíveis, da boemia alegre e dos desencontros amorosos – e os personagens mais assíduos de suas canções eram “os homens infiéis e as mulheres más”. Lupicínio Rodrigues foi o inventor da expressão “dor-de-cotovelo”. Foi numa de suas crônicas no jornal Ultima Hora que a expressão surgiu pela primeira vez, usada para descrever a dor da solidão, provocada pelo tempo em que o sujeito solitário passava com o queixo apoiado sobre o cotovelo no balcão do bar.
As canções de Lupicínio são executadas ao vivo, em novos arranjos criados por Guilherme Terra especialmente para o espetáculo, na formação instrumental de piano, violão e percussão e arranjos vocais para o elenco.
Me senti num pedacinho da Europa, escutando poesia brasileira. O centro de SP é lindo. O Banco do Brasil cuida deste espaço que acolhe e mostra trabalhos deliciosos.

Direção Geral André Dias
Direção Musical e Arranjos Guilherme Terra

Elenco:
Ana Carolina Machado – Maria Rosa
Andrea Marquee - Linda
Anna Toledo – Luzita
Jonathas Joba - Liduíno
Luciano Andrey - Alves
Sérgio Rufino – Orlando
Guilherme Terra/ Jonatan Harold – Seu Maestro

Músicos em cena: 
Guilherme Terra ou Jonatan Harold (Piano)
Jeferson de Lima (Violão) e Ricardo Berti(Percussão)
Pianista Ensaiador Jonatan Harold

Diretora de Movimento Kátia Barros
Cenário e Figurino Fábio Namatame
Designer de Som Fernando Fortes
Iluminação Wagner Freire

Assistente de Direção Carla Masumoto
Assistente de Direção de Movimento Patrícia Zveibil Rodrigues

Assessoria de Imprensa:
Daniela Bustos e Beth Gallo - Morente Forte Comunicações
Programação Visual Cassiano Pires
Fotos João Caldas

Camareira Consuelo de Cássia
Contrarregra Celso Dornellas
Operador de som Dug Monteiro
Operador de Luz Rafael Soares

Assessoria Contábil Marina Morente
Administração e Assistente de Produção Jady Forte
Assistente de Produção Mariana São João

Produção Executiva Egberto Simões
Produtoras Selma Morente e Célia Forte

Realização Morente Forte Produções Teatrais
 www.bb.com.br/cultura
www.twitter.com/ccbb_sp - www.facebook.com/ccbbsp



Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Álvares Penteado, 112. Centro
 3113. 3651 / 3113.3652
 Terças, Quartas e Quintas às 20h.

Acessos: Estações Sé e São Bento do Metrô. Praças do Patriarca e da Sé.
Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física
Ar-condicionado / Estacionamento: Estapar Estacionamento
Rua da Consolação, 228 (Edifício Zarvos)

 Temporada: de 01 de maio até 04 de julho
Vale Conferir :)

17 abril, 2013

Grávido

Grávido 

Esta excelente comédia volta em cartez....

Só que agora no TEATRO GAZETA SP
Um espetáculo criativo, texto inteligente direção caprichada e gostoso de assistir.
Com texto de Gustavo Kurlat, Marcelo Laham e Fábio Herford (ótimos), e direção de Alexandra Golik...  a comédia GRÁVIDO traz para o espectador os dilemas e as angústias do homem diante da difícil – e ao mesmo tempo deliciosa – tarefa de ser pai. Os atores Marcelo Laham e Fábio Herford são dois pais que, entre dúvidas e incertezas, enfrentam dilemas como parto normal ou cesariana e dividir o afeto da mulher com o bebê recém-chegado. E em meio a situações muito engraçadas, os dois suam a camisa para entreter o pequeno ser que ainda engatinha, colocá-lo para dormir e até lidar com as intermináveis listas de compras de objetos e produtos de hygiene.
O ator Fábio Herford diz: “Sempre pensei em abordar o tema do nascimento do filho pela óptica paterna, porque eu mesmo já vivi muitas situações engraçadas. A igualdade do casal exigiu do homem um equilíbrio das funções, tornando sua participação no evento do nascimento mais efetiva. Tudo isso trouxe inúmeras reflexões e análises, observações que passam do drama à comédia em instantes”.
Para Marcelo Laham “hoje em dia o homem tem atuação mais efetiva na hora de cuidar de seu próprio filho. Na época de nossos avós, era comum encontrar um pai que não sabia trocar uma fralda. Hoje, isso é quase inadmissível”.
E Gustavo Kulart - também responsável pela trilha sonora - completa: “Descobrimos que os homens compartilham dos mesmos problemas, mas não falam sobre o assunto, são mais fechados. E as mulheres, podem agora, ver um outro ponto de vista”.

Elenco: Marcelo Laham e Fábio Herford
Direção: Alexandra Golik
Texto: Gustavo Kurlat, Marcelo Laham e Fábio Herford
Trilha sonora: Gustavo Kurlat
Luz: Wagner Freire
Cenário: Marco Lima
Realização: Mesa 2 Produções
Fotos: A divulgação - João Caldas

Teatro Gazeta SP
Avenida Paulista, 900 São Paulo SP
Telefone(s): (11) 3253-4102
Sextas 21h
Sábados 22 horas
e Domingos às 18 horas

Estréia dia 20 de abril
 Mais fotos.
Vale conferir :)

14 abril, 2013

O Casamento

O Casamento

Com Renato Borghi,
Apresentando Diana Bouth como Glorinha.

O Casamento é uma adaptação teatral do romance homônimo de Nelson Rodrigues, com dramaturgia e direção de Johana Albuquerque, numa realização da Cia. Bendita Trupe, em parceria com o Teatro Promíscuo e com a Pad Rok Produções Culturais. A encenação deste texto, que é a súmula da linguagem de Nelson Rodrigues, tem Renato Borghi encabeçando o elenco e Diana Bouth em sua estreia como atriz.
"Paixão, sexo, culpa, perversão e morte permeiam a ação irrespirável ao longo da narrativa do espetáculo, fragmentada em diversos tempos e locações. As cenas são dinâmicas e asfixiantes, subindo a um grau inacreditável: não existe descanso, apenas desejo, transtorno, obsessão..."
Tendo como pano de fundo o Rio de Janeiro nos anos 1960, com aqueles tipos e situações de que Nelson foi o cronista máximo, O Casamento surpreende pela crueza de sua temática, como também, pela sua originalidade e bem-humorada dramática. Desfilam pela narrativa, além de Sabino Uchôa Maranhão (Renato Borghi), patriarca neurótico obcecado pelas aparências sociais e sua filha caçula, Glorinha (Diana Bouth), a jovem noiva inconseqüente ávida por loucuras juvenis: Dr. Camarinha (Elcio Nogueira Seixas), o ginecologista casto e pornográfico; Antônio Carlos (Daniel Alvim), o galã agressivo, bancado por mulheres mais velhas e sedento por sexo; o Monsenhor Bernardo (Mauricio de Barros), clérigo que ostenta uma religiosidade profana; Noêmia (Regina França), a secretária carente e miserável, apaixonada e desprezada pelo patrão; Maria Inês (Vera Bonilha), a amiga tonta e sensual de Glorinha, que só pensa em Antônio Carlos; Teófilo (Daniel Alvim), o noivo “coxinha”, cuja reputação heterossexual sofre fortes suspeitas; Zé Honório (Elcio Nogueira Seixas), bicha afetada que se vinga do pai moralista e repressor e, ainda, o humilde e passível de pena Xavier (Mauricio de Barros), marido dedicado de uma leprosa.
A ação do espetáculo se passa nas 48 horas que antecedem o casamento de Glorinha, filha de Sabino Uchôa Maranhão, um rico industrial da construção civil. Dr. Camarinha, o ginecologista da família, avisa o pai da noiva que seu futuro genro, Teófilo, foi flagrado beijando um homem na boca. Esse é o ponto de partida para Nelson Rodrigues desfilar sua genialidade irônica e humor negro, tão característicos de sua narrativa, além de oferecer um inventário de suas mais caras obsessões. Todas as podridões inconfessáveis dos personagens vão emergindo, transformando a futura e inexorável cerimônia de casamento numa festa grotesca e bizarra.
Autor de uma dramaturgia que foi um divisor de águas no teatro brasileiro, unindo elementos melodramáticos, naturalistas e expressionistas, Nelson Rodrigues tornou-se, com o correr dos anos, uma das poucas unanimidades dos palcos nacionais. O Casamento é o único romance de Nelson Rodrigues concebido sem interrupções, diferentemente de todo o resto de seus romances, escritos em capítulos diários em jornal.

 Romance de Nelson Rodrigues.
Adaptação e dramaturgia de Johana Albuquerque
Concepçãoe direção geral de Johana Albuquerque

Elenco em ordem alfabética:
Daniel Alvim, Diana Bouth, Elcio Nogueira Seixas,
Maurício de Barros, Regina França, Renato Borghi e Vera Bonilha.

Cenário: André Cortez
Figurinos: Simone Mina
Iluminação: Paulo César Medeiros
Direção musical: Pedro Birembaum
Visagismo: Leopoldo Pacheco
Preparação corporal: Roberto Alencar
Vídeos: Renato Rosati
Fotos: Alexandre Catan
Designer gráfico: Vicka Suarez
Assessoria de imprensa: Morente Forte Comunicações
Administração e leis de incentivo: Patrícia Figueiredo
Assistente de produção: Evelin Luppi
Produção executiva: Gustavo Sanna
Coordenação de produção: Clarissa Rockenbach
Diretor de produção: Fernando Padilha
Produtores associados: Clarissa Rockenbach, Elcio Nogueira Seixas,
Fernando Padilha, Johana Albuquerque e Renato Borghi.
Realização: Cia Bendita Trupe, Teatro Promíscuo e PadRok Produções Culturais.
Idealização de Johana Albuquerque
 Patrocínio: Petrobrás e Unimed Seguros

Teatro Tuca (672 lugares)
Rua Monte Alegre, 1024 - Perdizes
Sexta e Sábado às 21h30. Domingo às 18h

Temporada: até 30 de junho
Vale conferir ;)


A Descida Do Monte Morgan

A Descida Do Monte Morgan

É possível ser fiel a si e aos outros ao mesmo tempo? 
Texto inédito de Arthur Miller, A Descida Do Monte Morgan, é a segunda direção teatral do cineasta Luiz Villaça, que estreou com Sem Pensar em 2011, eleito Melhor Espetáculo de Comédia pelo voto popular no Prêmio Contigo!
Ary França (dando um show de talento) vive o apaixonante e dividido Lyman Felt, um homem de sucesso, bígamo, filho de judeus e albaneses, que conseguiu fundar sua própria empresa de seguros e tornar-se um dos homens mais respeitados dos Estados Unidos. Fiel a seus sentimentos única e exclusivamente, Lyman envolve suas 2 mulheres, interpretadas por Lavínia Pannunzio e Lu Brites numa vida de mentiras. No entanto, a peça não trata apenas de uma típica história de triângulo amoroso, tampouco um questionamento moral sobre monogamia e bigamia. Vai além dos questionamentos plausíveis de uma traição.

 Texto: Arthur Miller
Tradução: Rodrigo Haddad
Direção Geral: Luiz Villaça

Elenco:
Ary França (Lyman Felt)
Lavínia Pannunzio (Theodora Felt)
Lu Brites (Leah Felt)
Fábio Nassar (Pai e Tom Wilson)
Jú Colombo (Enfermeira Logan)
Paula Ravache (Bessie)

Cenografia e Figurinos: Márcio Medina
Iluminação: Wagner Freire
Trilha Sonora: Fernanda Maia
Visagismo: Simone Batata
Fotografia: João Caldas e Willy Biondani
Programação visual: Rodolfo Rezende
Assistente de Direção: Kauê Telolli e Samya Pascotto
Coordenação Financeira: Argemiro Meirelles
Direção de Produção: José Maria e Denise Fraga
Produção e Realização: Nia Teatro
Patrocínio: VIVO
Co-Patrocínio: Porto Seguro


Teatro Nair Bello(200 lugares)
Shopping Frei Caneca - Rua Frei Caneca, 569 - 3° andar.
Telefone: 3472-2414
Sexta às 21h30 | Sábado às 21h | Domingo às 18h
Temporada: até 14 de julho

Vale conferir ;)

07 abril, 2013

Rain Man

Rain Man

Gostoso demais assistir um espetáculo onde a emoção e os sentimentos são administrados com leveza, apesar de complexos. Imperdível...

De Dan Gordon
José Wilker dirige adaptação para o teatro do filme de Barry Morrow, sucesso estrelado por Dustin Hoffman e Tom Cruise, vencedor de quatro categorias no Oscar 1989.
Rain Man é uma peça sobre o amor que, num momento especial, nasce entre dois irmãos. Um relacionamento carregado de emoção, dores, alegrias e, principalmente, de afeto.  Rain Man marcou toda uma geração dos anos 80 com suas nuances de amor familiar, com situações inusitadas, provocando diversas reações na plateia. “É uma peça que, embora tenha uma personagem que sofre de uma determinada síndrome, fala principalmente de afetos. Ou dos caminhos tortuosos que o afeto percorre até se realizar como tal”, define Wilker em sua primeira direção de uma adaptação teatral do cinema. “Já tinha feito o caminho inverso, quando dirigi duas peças que depois se tornaram filmes”, completa referindo-se às montagens de A Morte e a Donzela, de Ariel Dorfman, e Mephisto, de Klaus Mann. No caso de Rain Man, a essência da historia original é mantida e a complexa relação dos personagens é percebida integralmente através dos diálogos e situações surpreendentes da história.  Charlie Babbitt (Rafael Infante)  é um egocêntrico vendedor de automóveis de Los Angeles que está em guerra com sua própria vida. Os relacionamentos não são o forte de Charlie e o amor é completamente estranho a sua experiência. Insensível, Charlie só espera a herança após a morte de seu pai doente e internado. Mas acaba descobrindo que o beneficiado pela fortuna inteira de seu pai é Raymond (Marcelo Serrado), o irmão mais velho.
Os dois embarcam em uma viagem passando por Las Vegas onde Raymond exerce seu talento com os números e favorece Charlie com ganhos no jogo. A namorada (Fernanda Paes Leme) de Charlie se junta ao grupo e acaba se ligando afetivamente a Raymond. Essa viagem acaba mostrando a Raymond um mundo além das portas do hospital e a Charlie o significado do amor incondicional que surpreende seu espírito prático e insensível.
Integrante do projeto Vivo EnCena, além da temporada em São Paulo, o projeto também prevê circulação por diversas capitais brasileiras, e atividades “além do espetáculo”, como oficinas e bate papos visando maior acessibilidade, abrangência e formação de plateias.

Texto: Dan Gordon
Tradução: Miguel Paiva
Direção: José Wilker

Elenco:
 Marcelo Serrado, Fernanda Paes Leme, Rafael infante,
Roberto Lobo, Jaime Leibovitch e Sara Freitas.

Produção Geral: Sandro Chaim
Gerente de Produção: Rose Dalney
Produção Executiva e Adm.: Andrea Francez, Priscila Prade e Bila Bueno
Produção Executiva Rio de Janeiro: Denise Escudero
Cenografia: Marcos Flaksman
Figurinos: Beth Filipecki
Iluminação: Maneco Quinderé
Diretor Musical: Marcelo Alonso Neves
Direção de Movimento: Marina Salomon
Fotografias: Priscila Prade
Diretor Assistente: Danilo Watanabe
Assessoria Jurídica: Francez e Alonso Advogados
Programação Visual: Vicka Soares
Vídeo de abertura: Eduardo Chamon

Realização: Super Amigos, XYZ Live e Chaim Produções
Produzido por acordo especial com MGM On Stage, Darce Denkert e Dean Stolber
Patrocínio: Vivo, White Martins e Porto Seguro


Teatro Vivo(290 lugares)
Avenida Chucri Zaidan, 860 - Morumbi
Sexta às 21h30 | Sábado às 21h | Domingo às 18h

Temporada: até 02 de junho

+ info
Fotos

Vale conferir :)

06 abril, 2013

Bette Davis e Eu

Bette Davis e Eu

De Elizabeth Fuller
Direção Alexandre Reinecke

Com:
Wilson de Santos que interpreta um dos maiores ícones de Hollywood e Flávia Garrafa que vive Elizabeth Fuller. Eles esbanjam talento no palco do Teatro Renaissance, onde está em cartaz o espetáculo. Baseada em fatos reais, a comédia é inédita no Brasil.
O que você faria se um dos grandes mitos da história do cinema entrasse em sua casa para jantar e ficasse lá por dias e dias, se relacionando com sua família e interferindo de forma definitiva em sua vida?
A escritora norte-americana Elizabeth Fuller viveu isso em 1985 com a atriz Bette Davis e criou Me and Jezebel, texto que acabou levando para o teatro o hilário turbilhão em que se transformou sua existência a partir desse encontro. Agora, a peça Bette Davis e Eu, traduzida por Reinaldo Moraes, finalmente estreia no Brasil sob a direção de Alexandre Reinecke, trazendo para o palco a atriz Flávia Garrafa, vivendo a escritora Elizabeth Fuller, e o ator Wilson de Santos na pele de... Miss Davis!
O projeto da montagem de Bette Davis e Eu vem sendo amadurecido há muitos anos pelo ator Wilson de Santos, que visitou pessoalmente a escritora Elizabeth Fuller em Connecticut para fechar a compra dos direitos autorais. “Poucas obras envolvendo Bette Davis são autorizadas pela sua família”, - comenta o ator, que enxerga nessa produção uma grande chance do público conhecer uma parte emocionante e tragicômica da personalidade da atriz.
Para viver Miss Davis, Wilson se valerá de toda a pesquisa que vem fazendo sobre a atriz, além da experiência conquistada com outros papeis femininos – como nas peças A Bofetada (da Cia Baiana de Patifaria), Noviças Rebeldes (com direção de Wolf Maia) e na recente A Noviça Mais Rebelde, solo que ficou em cartaz por mais de três anos e encerrou sua temporada no último mês de fevereiro. A nova montagem que estreia agora tem ainda na ficha técnica nomes como Miguel Briamonte (trilha sonora), Theodoro Cochrane (cenografia) e Fábio Namatame (figurino).


Texto: Elizabeth Fuller
Tradução: Reinaldo Moraes
Direção: Alexandre Reinecke
Elenco: Wilson de Santos e Flávia Garrafa
Cenário: Theodoro Cochrane
Figurino: Fábio Namatame
Trilha Sonora: Miguel Briamonte
Iluminação: Mário Martini
Visagismo: Westerley Dornellas
Fotos: João Caldas
Programação Visual: Vicente Queiroz
Assessoria de Imprensa: Morente Forte
Produção: Leonardo Leal
Realização: Teatro do Riso
Serviço


Teatro Renaissance (440 lugares)
Alameda Santos, 2233 - Cerqueira César.

Central de Informações: (11) 3069-2286
Sexta às 21h30 | Sábado às 21h | Domingo às 18h

Temporada: até 07 de julho
+ info
Fotos

01 abril, 2013

O Desaparecimento do Elefante

O Desaparecimento do Elefante

De Haruki Murakami

Com direção de Monique Gardenberg e Michele Matalon que exploram o universo de Haruki Murakami com peça baseada em contos do escritor japonês. 
“As personagens de Haruki Murakami são, aparentemente, pessoas comuns”. Monique e Michele assim resumem um pouco da essência da obra deste escritor japonês, hábil em retratar o nonsense da vida moderna e seus tipos solitários e misteriosos.
Para participar desta livre empreitada, elas convidaram nomes com quem desfrutam de grande intimidade artística, como Daniela Thomas, Claudia Kopke, Marcia Rubin, Juliana Mendes e o sempre fiel Maneco Quinderé. 
No elenco, parceiros como Caco Ciocler e Maria Luisa Mendonça, de Ota, Marjorie Estiano, André Frateschi e Rafael Primot, o trio de Inverno.  Convidaram ainda atores familiarizados com a comédia, como Fernanda de Freitas e Kiko Mascarenhas, além das participações de Clarissa Kiste e Rodrigo Costa.  Em cena, todos se revezam em quase trinta personagens para dar vida às histórias sempre surpreendentes de Murakami.
É o caso da protagonista do conto Sono, uma dona de casa que não dorme há 17 dias sem que seu marido ou filho percebam. Ou do rapaz obcecado pelo mistério de um elefante que sumiu sem deixar rastro (em O Desaparecimento do Elefante) e do funcionário de uma loja de departamentos que se apaixona pela carta de reclamação de um cliente em O Comunicado do Canguru.
“Murakami tem uma percepção aguda da sociedade contemporânea.  Sempre parte de cenas cotidianas, para criar situações surreais, que beiram o nonsense”, analisa Monique, que conheceu a obra do escritor na época da estreia de Ota, espetáculo marcado pela cultura japonesa. “Murakami retrata a solidão e seus protagonistas parecem sempre à margem da sociedade”, completa Michele.
 “Gosto de pensar nas citações como os samplers que ocorrem na música. Há, em todo o espetáculo, pequenas trans-criações a partir de obras que dialogam com o universo que retratamos.  Já a música entra como um sub-texto e comenta as cenas”, resume.
Os figurinos, assinados por Claudia Kopke, seguem alinhados à proposta das diretoras e traduzem o espírito da estranheza necessária à montagem com a exuberância cromática do animês (desenho animado japonês).
Texto -  Haruki Murakami
Direção - Monique Gardenberg e Michele Matalon
Tradução Sérgio Maciel
Adaptação e Trilha Sonora Monique Gardenberg

Elenco:
André Frateschi
Caco Ciocler
Clarissa Kiste
Fernanda de Freitas
Kiko Mascarenhas
Maria Luisa Mendonça
Marjorie Estiano
Rafael Primot
Rodrigo Costa

Cenografia Daniela Thomas e Camila Schmidt
Figurino Claudia Kopke
Iluminação Maneco Quinderé
Visagismo Juliana Mendes e Luiz de Luca
Direção de Movimento Marcia Rubin
Imagens Henrique Martins e Frederico Machuca
Fotos André Gardenberg
Filmagem Floresta Dudu Miranda
Filmagem Piscina e Cavalo Grima Grimaldi
Ilha de Edição Afinal Filmes
Assistentes de Direção Isabel Nessimiam (RJ), Gabriel Bortolini (SP)
Coach de língua e cultura japonesa Letícia Kushida
Programação Visual XYZ
Produção Executiva e Administração Gabriel Bortolini
Diretora de Produção Bianca De Felippes
Co-produção OZ
Produção Gávea Filmes

Em São Paulo:
Administração Roberta Koyama
Produção Executiva Egberto Simões
 Direção de Produção Selma Morente e Célia Forte
Produção Morente Forte Produções Teatrais
 Assessoria de Imprensa do Sesc Pinheiros
Telefones: (11) 3095.9425 ou 3095.9423
Com | Bianca Muniz | Silvio Basílio
imprensa@pinheiros.sescsp.org.br

Teatro Paulo Autran – Sesc Pinheiros (1010 lugares)
Rua Paes Leme, 195 - Tel. 3095.9400

  Sexta às 21h | Sábado às 20h | Domingo às 18h

 Curta Temporada: até 05 de maio

+ Info
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Fora De Mim

Fora De Mim

Com... Lavínia Pannunzio e Maria Manoella
Texto e Direção Francisco Ramalho Jr
Escrito em 2010, Fora de Mim retrata o feminino, cômico e dramático no texto inédito de uma grande escritora - Martha Medeiros - Jornalista e escritora brasileira. Colunista do jornal Zero Hora, de Porto Alegre, e de O Globo, do Rio de Janeiro. Trabalhou em propaganda e publicidade.  
“É a pior morte, a do amor. Porque a morte de uma pessoa é o fim estabilizado, é o retorno para o nada, uma definição que ninguém questiona. A morte de um amor, ao contrário, é viva.” - ELA está recém-separada de um casamento longo e pacífico, quando se apaixona por um homem de personalidade intensa, ELE, com quem vive uma paixão arrebatadora. Num dado dia ELE parte, a relação termina, ela tenta se controlar, mas logo depois está totalmente fora de si. ELE casa-se com OUTRA que liga para ELA, e as duas passam a se encontrar. A dor dela continua agindo sobre seus impulsos e sentimentos. ELA desesperadamente tenta entender o que é o amor, manipulando e sendo manipulada pela OUTRA.
A narrativa construída como um relato informal, em primeira pessoa, poderia ser uma carta dirigida ao ex. Trata-se de uma mulher que já passou dos 40 anos, que acumula experiências amorosas, tem filhos e uma vida equilibrada, mas que assume um papel de total fragilidade diante do adeus do namorado.  Fora de Mim fala sobre amor, sobre paixão, mas principalmente sobre o aspecto cíclico dos relacionamentos. A personagem não aceita a tranquilidade das relações maduras como uma consequência natural do tempo a dois. No final das contas, o que uma mulher abandonada pelo homem que ama espera, é ser resgatada do marasmo da solidão o mais rápido possível. Ser de novo desafiada, colocada em movimento por um relacionamento que não precisa ser leve, mas há de ser intenso.

Ficha Técnica
Do livro de: Martha Medeiros
Texto e Direção: Francisco Ramalho Jr.
Assistente de Direção e Preparação Corporal: Vivien Buckup
Elenco:
 Lavinia Pannunzio e Maria Manoella
Cenografia e Figurinos: Aandre Cortez
Iluminação: Aline Santini
Fotos de Estudio: Jairo Goldflus
Fotos de Cena: João Caldas
Programação Visual: Estação Design
Música Original: Aline Meyer
Making-Off: Camila Assad e Natalia Piserni
Produção Executiva: Carmem Oliveira
Direção de Produção: Giuliano Ricca
Realização: Ricca Produções
Produtores Associados: Giuliano Ricca e Francisco Ramalho Jr.


Teatro Eva Herz (168 lugares)
Avenida Paulista, 2073 – Livraria Cultura / Conjunto Nacional
Informações: (11) 3170-4059
Bilheteria: Terça a sábado, das 14h às 21h. Domingo, das 12h às 19h. 

Terças e Quartas às 21h.
Curta Temporada: até 29 de maio

+ Info

Vale conferir ;)


Tia Emanuelle

Tia Emanuelle

A Cia Espontânea de Teatro está em cartaz com a ótima comédia “Tia Emanuelle” no Teatro Augusta.
Escrito por Camilo Brunelli e dirigido por Wagner de Miranda, o musical conta a história de uma "doce" titia (Emanuelle, interpretada pelo ótimo Camilo), auxiliada por uma trupe de 'artistas de cabaret", que ficam o tempo inteiro em cena.
Emanuelle lamenta, no dia de seu aniversário, as dificuldades que a idade lhe trouxe, além da saudade de seu finado marido. Algumas surpresas porém revelam uma persnalidade um tanto diferente para uma senhora de 91 anos.
O elenco se revesa em personagens engraçados num texto criativo. A narrativa sugere em determinado momento que "Carmem Miranda fez sucesso por sua causa... que a imitava (Emanuelle) desde a infância em tudo e também invejava seus namorados e seu talento musical" - Tudo está sob o controle da titia, até quando um de seus sobrinhos leva para dentro de sua casa uma nova empregada, fato que cria um desfecho inesperado.

Direção: Wagner De Miranda
Iluminação e Assistente de direção: Clayton Heringer
Cenografia: Wagner De Miranda, Ricardo Escudero e Katia Jaísa
Figurino: Wanger De Miranda e Creso Pessurno
Fotografia e Video: Ricardo Escudero
Músicas: Camilo Brunelli, Juscelino Filho e Wagner De Miranda
Preparação Corporal: Roberto De Alencar
Produção e Programação Visual: Cia Espontânea De Teatro

Elenco:
Álvaro Sabra: Apredentador
Camilo Brunelli: Tia Emanuelle
Claudia Gianini: Adalgisa (mãe portuguesa)
Creso Pessurno: Coro
Ellen Nicole: Édila / Carmem / Coro
Fabrício de Almeida: Betinho
Fernanda Goncalves: Coro
Hélio Paulo: Manoel ( pai português)
Juscelino Filho: Gumercindo
Marta Guerreiro: Emanuelle jovem / Marici
Murilo Chevalier: Olavo
Bruno Rafael, Marcel Barreto e Saulo Caetano: Musicos


Teatro Augusta
Rua Augusta, 943 - Consolação
Tel.: (11) 3151-4141
Quarta e quinta, às 21h
Espetáculo não recomendado para menores de 16 anos
Em cartaz até 14/4/2013
Vale conferir ;)



13 março, 2013

As Cinzas do Velho

As Cinzas do Velho (Ashes of the Old)

A Dois Caras Produções produz seu primeiro espetáculo...
com direção de Luís Artur Nunes, em São Paulo.
A peça do dramaturgo norte-americano Kelly McAllister... As Cinzas do Velho estréia na cidade, com um elenco afiado e bacana...desta vez no Teatro João Caetano SP.
Alexandre Cruz (que também é produtor), um ator dedicado e de um talento refinado... vive Bobby, “o irmão descolado”, enquanto Marcelo Braga é o irmão certinho. Alexandre conta "que a veia produtor foi surgindo naturalmente, sem que entrasse em conflito com a de ator" - "É uma história que fala sobre pessoas. É um espetáculo cheio de humanidade" - diz ele.
O enredo da peça se passa quando dois irmãos perdem o pai e precisam se encontrar para ir depositar as cinzas do velho (daí o nome do espetáculo), no lugar inusitado que ele indicou. Na jornada, eles se encontram com outros personagens e a peça se aventura, ao mesmo tempo, pelo humor e pelo drama. É neste contexto que se desenvolve “AS CINZAS DO VELHO”. 

Elenco:
Alexandre Cruz
Marcelo Braga
 Antoniela Canto
Cibele Bissoli
Leandro Madeiros
Ricardo Ripa

Assistente de direção:Rodrigo Palmieri
Cenário e Figurino: Fábio Namatame
Iluminação: Wagner Freire
Fotos e Identidade Visual: Vitor Viera
Diretora de Produção: Helena Weyne
Produtores Associados: Alexandre Cruz e Marcelo Braga
Realização: Cia. Filhos do Dr. Alfredo
Produção Geral: Dois Caras Produções

Teatro João Caetano
Rua Borges Lagoa, 650 – Vila Clementino
Próximo da Estação de Metrô Santa Cruz
Lotação: 438 lugares
Telefones: (11) 5573-3774 / 5549-1744
Sexta e sábado às 21h e dom às 19h.


Temporada popular até 15 de setembro de 2013

Vale conferir ;)



09 março, 2013

Alô, Dolly!

Alô, Dolly!

Alô trabalho refinado, talentos no palco, alô texto maravilhoso... enfim... Por um momento gostoso e longo... me senti na Europa... consumindo uma grife de luxo... deliciosa... com talento duca em cena, ao assistir o espetáculo ALÔ DOLLY em cartaz no TEATRO BRADESCO em São Paulo.
Marilia Pera e Miguel Falabella esbanjam talento. Um espetáculo delicioso.

Baseado na peça The Matchmarker – A casamenteira, com texto de Michael Stewart e letras e músicas de Jerry Herman, Alô, Dolly! estreou na Broadway em 1964 arrebatando nada menos do que 10 Prêmios Tony, entre eles o de Melhor Musical, Melhor atriz (Carol Channing), Melhor Libreto, Melhor Trilha, Melhor Direção e Melhor Coreografia. O musical já foi remontado três vezes na Broadway, além de ter versões no mundo inteiro, inclusive no Brasil, com Bibi Ferreira e Paulo Fortes. Gerou ainda um filme estrelado por Barbra Streisand, com direção de Gene Kelly, e indicado a sete Oscars.
(Hello, Dolly!, no original) ganha nova montagem brasileira celebrando o encontro inédito de duas estrelas dos palcos, Marília Pêra e Miguel Falabella, que assina ainda a versão nacional  e a direção do espetáculo.  A ação de Alô, Dolly! se passa em 1890, no estado de Nova Iorque, e conta a história de Dolly Levi (Marília Pêra), uma célebre viúva casamenteira que é contratada pelo avarento e mal-humorado comerciante de Yonkers, Horácio Vandergelder (Miguel Falabella), para lhe arranjar uma esposa na cidade grande (na capital Nova Iorque). Dolly o apresenta a Irene Molloy (Alessandra Verney), mas inicia uma série de armações, quando decide que ela mesma conquistará o bom partido e ficará rica. Uma comédia musical para toda família, Alô Dolly! é até hoje é um dos musicais de maior êxito da história da Broadway.


Texto: Michael Stewart
Baseado na peça The Matchmarker – A Casamenteira
Músicas e letras: Jerry Herman
Versão Brasileira: Miguel Falabella
Direção Geral: Miguel Falabella
Direção Musical: Carlos Bauzys
Coreografias: Fernanda Chamma
Cenário: Renato Theobaldo e Roberto Rolnik
Figurino: Fause Haten
Visagismo: Anderson Bueno
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Designer de Som: Gabriel D’Angelo
Apresentado por Ministério da Cultura e Honda
Patrocínio: SulAmérica e Sem Parar / Via Fácil

Elenco
Marília Pêra – Dolly Levi
Miguel Falabella – Horácio Vandergelder
Alessandra Verney – Irene Molloy
Frederico Reuter – Cornélio Hackl
Ubiracy Paraná do Brasil – Barnabé Tucker
Ester Elias – Minnie Fay
Brenda Nadler – Ermengarda Vandergelder
Ricardo Pêra – Rudolph Reisenweber
Patricia Bueno – Ernestina Ricca
Thiago Machado – Ambrósio Kemper


Ensemble
Alessandra Dimitriu
Carla Vazquez
Ingrid Gaigher
Karin Hils
Mariana Saraiva
Maysa Mundim
Thati Abra
Ale Lima
Arízio Magalhães
Daniel Cabral
Fábio Yoshihara
Guilherme Pereira
Ivan Parente
Renato Bellini

 Bailarinos
Jefferson Ferreira
Leandro Marbali
Marcel Anselmé
Thiago Pires
Ygor Zago
Serviço

Teatro Bradesco(1.439 lugares)
Bourbon Shopping São Paulo – Rua Turiassu, 2.100 – 3º piso – Pompéia
 Fone/Fax: (11) 3670.4100

Quinta às 21h | Sexta às 21h30 |
Sábado às 18h e 21h30 | Domingo, às 18h

Estreia dia 02 de março
Temporada: até 02 de junho

Mais info:
Vale conferir :)

03 março, 2013

O Gato De Botas


O Gato De Botas

Original de Charles Perrault
Adaptação: Marlene Lafont
Direção:  Paolino Raffanti

Flávio Guarnieri desenvolve no palco um Gato de Botas que prende a atenção da garotada que se diverte e acompanha atenta a narrativa até o final.
Um gato muito esperto e inteligente, que transforma seu dono – um simples trabalhador rural – em Marquês de Carabás e com isso o ajuda a realizar seu grande sonho: casar com a princesa. Usando sua inteligência, o gato consegue que seu dono seja convidado para o grande baile do reino, arrumando-lhe inclusive roupa adequada. No entanto, o rei, percebendo que tudo não passa de uma farsa, dá um curto prazo para o ex-trabalhador provar que realmente é nobre. O bichano não desiste e vai buscar as provas,  conseguindo salvar o seu amo e condenar um malvado ministro ladrão e enganador. O marquês, finalmente, consegue realizar seu grande sonho, casando com a princesa.
Elenco:
 Flávio Guarnieri (O Gato)
Lívia Stacciarini (A Ratinha)
Cláudio Gardin (O Ministro)
Vanessa Scorsoni (A Princesa)
Lucas Gama  (O Marquês)
Roberto Francisco (O Rei)

Duração: 60 minutos
Indicado para crianças a partir de 3 anos.

TEATRO MUBE NOVA CULTURAL (204 lugares)
Av. Europa, 218 (entrada pela Rua Alemanha, 221)- Jardim Europa
Telefone para informações:
 4301-7521
Ingr. p/ tel. 4062-0116
www.compreingressos.com
www.mubenovacultural.com.br
www.raffantiprod.blogspot.com

Temporada:
 De 02 de março a 27 de abril/2013 - Sábados às 15h30
Vale conferir ;)

21 fevereiro, 2013

Pornô Falcatrua N. 18.633

Pornô Falcatrua N. 18.633
.
E o ótimo Pornô Falcatrua está de volta...
Ousado, show de espetáculo.
Dirigida por Gustavo Machado, a peça Pornô Falcatrua Nº 18.633, de Irvine Welsh e dramaturgia de Eduardo Ruiz, apresenta o reencontro dos mesmos amigos personagens do filme Trainspotting. Dez anos depois, a turma, quase amoral, está envolvida na realização de um filme Pornográfico.
“As atrizes e produtoras Abhiyana e Ana Nero,  inaugurarm o Studio SP da Vila Madalena. Um espaço ideal para este tipo de trama, onde se apresentaram. A história se passa em mesa de bar, com drinks, música e o perfume da noite. Um sucesso. Agora estão em novo local.
Na trama, Simon "Sick Boy" Williamson é dono de um bar decadente, e reencontra os amigos Mark Renton, Francis "Franco" Begbie e Daniel "Spud" Murphy para planejar falcatruas, trapaceá-los e produzir um filme pornô - daí o título. A partir daí, Welsh explora o impacto da pornografia nos indivíduos envolvidos em sua produção, assim como na sociedade como um todo, e o impacto do envelhecimento e do amadurecimento das pessoas contra sua vontade.
Entre carreiras de cocaína, Sick Boy (o ator Sérgio Guizé) cuida de um boteco. Spud (papel de Fábio Ock) se vê impotente diante do mundo. Franco (Guilherme Lopes), recém-saído da prisão, procura um rumo. Renton (Pablo Sgarbi) tenta outra vez se dar bem. Outras figuras se interligam ao quarteto para ganhar dinheiro na produção de um filme pornô.

Autor: Irvine Welsh
Adaptação: Eduardo Ruiz
Direção: Gustavo Machado
Elenco: Abhiyana, Ana Nero, Fábio Ock, Guilherme Lopes, Maria Laura Nogueira, Pablo Sgarbi, Sergio Guizé.
Designer gráfico: Colletivo
Direção de Produção: Abhiyana e Ana Nero
-
 Cit-Ecum
Rua da Consolação, 1623
Tel: (11) 3255.5922
Metrô Paulista
estacionamento conveniado ao lado de teatro

Todos os sabados
0h - meia noite

 

19 fevereiro, 2013

TudoNumaCoisaSó - Dúvidas sobre dublagem !



TudoNumaCoisaSó - duvidas sobre dublagem...

Muitas pessoas, simpatizantes, fãs, curiosos e alguns que viram até amigos, me fazem um monte de perguntas. Resolvi condensar algumas idéias ou questionamentos numa postagem. Eis a média temática de algumas delas:

Como faço pra entrar na dublagem?
Como está esse mercado pra quem tá entrando?
Tem algum curso que vc possa me indicar?
Os mais antigos realmente impedem gente nova de entrar nesse meio?
É verdade que se pode ganhar em média o que se vê em reportagens, no caso 3 a 12 mil?
Como posso conseguir estágio?
Já fiz um curso de dublagem mas não sou ator, qual caminho seguir?
-
Para entrar na dublagem é obrigatório ter DRT de ator ou atriz.
Como em qualquer profissão caso conheça alguém que possa indicar estágio etc e ou um bom curso... ajuda.
Junte a isso uma boa pitada de talento SOCIAL (entenda-se boas relações e muita perseverança) e habilidade pra seguir umas boquinhas (sincronizar), interpretando bem o que vê na tela e terá bons resultados.
O mercado está igual ao de outras profissões, quer dizer... com altos e baixos... percebe-se uma mudança na forma como se interage com as empresas. Ainda assim o público alvo, pra desespero de quem paga pra dublar...e uma minoria que quer treinar inglês (o que não deixa de ser interessante tb) prefere assistir dublado. Não à toa que canais que exibem produtos dublados têm mais audiência. Sou a favor da democracia das opções...dublada e legendada. Livre escolha...entre aúdio original com ou sem legenda e ou dublado. Isso significa não tolher ninguém de poder assistir ao produto.
Além do curso de Introdução à Dublagem do SENAC, que conheço a metodologia e indico, não tenho nenhum outro curso neste momento pra indicar. Sou um profissional e não tenho nenhuma permuta com alguma casa ou estúdio para falar sobre isso. Não conheço os que existem, nunca fui convidado a avaliar nenhum deles... portanto não posso falar sobre isso.
Se tem DRT e talento como ator... o melhor curso ainda é o próprio trabalho depois de um estágio sério, bacana.. a chance de se dar bem existe.
Esse negócio dos mais antigos isso ou aquilo... acho ser psicocoisa de quem não quer batalhar ou seguir o caminho natural da vida, alguém que não conseguiu ficar no mercado, entrando pela porta da frente e então inventa isso. Tá cheio de possibilidades de fazer uma horinha (uma escalinha de dublagem) pela porta dos fundos. Faz parte. Não aconselho.
Sempre fui a favor de reciclagem e aberto a novos colegas, coisa saudável no convívio humano.
Os ganhos variam de profissional para profissional. Os valores dessas reportagens ficam apenas para uma "meia dúzia". Faz parte da realidade e do marketing como em qualquer profissão... afinal o Tom Cruise também ganha alguns milhões pra trabalhar e colegas brasileiros quando famosos ganham um cachê diferenciado para dublarem, porque o passe deles na mídia vale mais. Se o cliente prefere assim e cliente sempre tem razão... então tá rs. Depende também do estilo de voz que cada um tem, da demanda e oferta do mercado e ou das relações interpessoais dos colegas... ISSO... conta muito no dia a dia. Ruim? Bom? Não sei quantificar isso.
Porém... é uma profissão maravilhosa e existe a possibilidade sim de ganhar decentemente um salário compatível com o minimo de que necessitamos pra viver... e sempre cabe mais um.
Estágios não são divulgados... o legal é ligar pra uma das empresas e se informar sobre essa possibilidade, no caso de já ser um ator ou atriz formado.
Se já fez um curso de dublagem... e não tem DRT mas qostaria de atuar como um dublador ou dubladora, agora tá na hora de fazer um bom curso de teatro numa escola (de preferência boa e reconhecida pelo SATED - Sindicato dos Artistas e Técnicos - do seu estado no caso) que forneça DRT no final do curso. (Cuidado com o seu bolso, confirme se a escola é idônea)
Cursos de dublagem são cursos como outros que existem no mercado... podem prometer,conseguir aquilo que a pessoa deseja...OU NÃO.
Dão experiência de vida a quem os faz e a possibilidade de um caminho diferenciado para o desejo em questão. Pode também ser apenas mais um exercício interativo na vida.
Saber aproveitar isso é essencial. Quando for fazer algum curso, cobre das pessoas responsáveis (se tiver isso em contrato ótimo) o que lhe sugerem ou prometem. Veja se no sindicato do estado não existe nenhuma restrição a essa empresa... procure comentário de pessoas que já fizeram e o que acharam, se entraram no mercado por causa do curso mesmo etc etc. Verificar a idoneidade das pessoas envolvidas é essencial.
Legal saber que hoje pra uma sociedade viver bem, precisa de regras. Onde não há regras e gente respeitando essas regras torna-se difícil inclusive responder essas perguntas já que cada um vive pra si. Existem acordos sobre as profissões registrados no Ministério do Trabalho, procure se informar como funcionam. Quanto mais informações melhor.
As regras são claras: PRA SER UM DUBLADOR... a pessoa deverá possuir o registro (DRT) de ator ou atriz.

Figueira Junior

17 fevereiro, 2013

Quase Normal

Quase Normal
Eu sou um privilegiado por poder presenciar uma ótima fase de bons espetáculos em SP.
Ontem assisti a estréia do excelente musical "QUASE NORMAL". Fascinante. Gostoso sair do teatro com a sensação de que existe sim ótimos trabalhos, que vale a pena sair de casa pra saborear o trabalho de atores talentosos.
Direção impecável... musicas c letras que tocam na alma.
Quem nunca parou pra pensar sobre lidar, administrar os demônios que existe dentro de cada ser humano... o quanto eles conseguem "traduzir" suas emoções, complicar ou não sua vida?
Em QUASE NORMAL, a direção conta com um texto deliciosamente escrito de forma que se vivencia uma temática de vida, onde a bipolaridade é o foco, muma leitura suave, deliciosa.
Um musical sem sapateado, nem dança... mas que encanta.Trilha sonora de alta qualidade. "Carpintaria única" como diz o diretor Tadeu Aguiar. Concordo. QUASE NORMAL é a história de uma família que convive com o transtorno do humor bipolar de sua mãe. Entre os altos e baixos dos afetos, das paixões e das loucuras, eles lutam para se manterem unidos e seguirem adiante.
Vencedor do Prêmio Pulitzer de 2010 e considerado um dos 10 melhores espetáculos de 2012 – O Globo. 3 indicações para o Prêmio APTR – Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro –
melhor Atriz protagonista, melhor Cenário, melhor Espetáculo.

Direção geral e Versão brasileira de Tadeu Aguiar
Música: Tom Kitt
Texto e letras: Brian Yorkey
Direção musical e regência: Liliane Secco


Elenco:
 Vanessa Gerbelli Ceroni
Cristiano Gualda
Olavo Cavalheiro
Carol Futuro
Victor Maia
André Dias

Diretora assistente e Coreógrafa: Flavia Rinaldi
Figurinistas: Ney Madeira, Dani Vidal e Pati Faedo – Espetacular! Produções e Artes.    
Cenógrafo: Edward Monteiro
Designer de luz: Rogério Wiltgen 
Designer de som: Fernando Fortes
Preparação vocal: Mirna Rubin
Produção Executiva – Cristina Sato, Paulo Ferrer e Marcela Castilho.
Coordenação de produção: Norma Thiré
Idealização, coordenação do projeto e produção geral: Eduardo Bakr & Tadeu Aguiar - Estamos Aqui Produções Artísticas.

Teatro FAAP(500 lugares)
Rua Alagoas, 903 – Higienópolis
Informações e Vendas: 3662.7233 e 3662.7234.
Estacionamento gratuito, com vagas limitadas. Acesso para deficiente. Ar-condicionado.

Quinta e Sexta às 21h | Sábado às 18h e 21h30 | Domingo às 18h
Temporada: até 12 de maio
Vale conferir :)

03 fevereiro, 2013

Afogando em Terra Firme !

Afogando em Terra Firme
Foto: A divulgação

O elenco dá um show de interpretação... 
neste texto de Alan Ayckbourn, que explora o conceito de pessoas se tornando celebridades mesmo sem terem feito nada em suas vidas.  A peça é inspirada no documentário para a TV de Piers Morgan (“A importância de ser famoso”, 2003) e Alan ficou fascinado pelos esforços de pessoas “comuns” tentando desesperadamente seus 15 minutos de fama.
Combinado a isso, a peça explora como a celebridade pode perder tudo tão rápido quanto conquistou; a crueldade da mídia e como as pessoas lidam com o fato de não serem mais famosas.
A ação acontece durante a festa de aniversário de 6 anos do filho Harrison, onde uma animadora que se transforma no Palhaço Gargalhada é convidada para entreter as crianças.

Concepção e direção: Eduardo Muniz
Tradução: Eduardo Muniz e Ricardo Ventura

Elenco: 
Bia Borin
Chris Couto
Eduardo Estrela
Henrique Schafer
Luciana Ramanzini
Rafael Maia
Sérgio Rufino

Teatro Jaraguá
Rua Martins Fontes, 71, Bela Vista
Tel.: (11) 3255.4380
Sexta, às 21h30; sábado, às 21h; domingo, às 19h

Vale conferir ;)

Cais ou da Indiferença das Embarcações !

Cais ou da Indiferença das Embarcações
Foto: A divulgação

De Kiko Marques
O texto, escrito a partir de 2006, conta a história de três gerações de uma família moradora da Ilha Grande, pelo ponto de vista do velho barco do local.
São aproximadamente 25 artistas envolvidos, sendo 12 atores e 2 músicos em cena. A companhia convidou o veterano ator Walter Portela, importante referencia do teatro nacional, parceiro de anos de Antunes Filho, tendo participado da lendária montagem do CPT "Macunaína", para representar o barco Sargento Evilázio. Convidou também Luiz André Querubini do Grupo Sobrevento (referência internacional em teatro de bonecos) pra coordenar o trabalho de manipulação e confecção de bonecos que são usados em algumas cenas.
A peça se divide em dois atos, contendo cada ato dois quadros e se passa no cais da Ilha. Basicamente é contada a história de Waldeci, seu filho Walcimar e seu neto Walciano. Entre elas, várias outras se entrelaçam compondo um painel de acontecimentos que fazem sentido conforme as histórias vão sendo contadas. Isso porque o barco não segue a ordem cronológica a que estamos habituados. Divide as histórias em quadros e vai evocando os acontecimentos segundo sua memória de embarcação, terminando sempre em uma festa de virada de ano.
O cais é um lugar de interseção entre o que é terrestre e o que é marítimo. De lá se parte para uma vida melhor, para escapar de uma realidade opressora. Por lá se chega para conquistar algo novo, para uma vida nova, boa ou má. Um lugar de passagem. Já a virada de ano é o momento em que a maioria dos seres humanos se toma da responsabilidade de rever suas ações e refletir sobre elas, projetando pra o ano que virá a possibilidade de serem seres humanos melhores.
A junção desses dois fatores é que levou o autor a situar a peça nesse ambiente mítico. O que vemos através do espetáculo é o ser humano flagrado no constrangedor espaço que o divide entre suas intenções mais puras e suas ações mais egoístas e pérfidas. Querendo seguir sua consciência, mas influenciado pelo movimento das marés e das tempestades, num limite impossível de definir entre o externo e o interno. A peça trata basicamente da separação que há entre o discurso humano e suas ações. 
O Instituto Cultural Capobianco segue com a proposta de realizar intercâmbios com projetos e personalidades de destaque do universo cultural. Depois de trazer o dramaturgo espanhol Jose Sanchis Sinisterra, a diretora franco-americana Léa Dant , o diretor russo Adolf Shapiro, o Capobianco segue com o intercâmbio entre Brasil/Argentina com o diretor argentino Mario Vedoya.

Texto e Direção: Kiko Marques
Com: Velha Companhia e o ator convidado Walter Portella

Elenco:
Alejandra Sampaio
Kiko Marques
Maristela Chelala
Marcelo Diaz
Marcelo Laham
Marcelo Marothy
Marco Aurélio Campos
Maurício de Barros
Patrícia Gordo
Rose de Oliveira
Virgínia Buckowski

Direção Musical e Trilha Original: UMANTO
Músicos: UMANTO e Milena Gasparetti
Cenário e Figurino: Chris Aizner
Iluminação: Alessandra Domingues
Fotografia: Ligia Jardim
Direção e confecção de Bonecos: Grupo Sobrevento
Assistentes de Direção: Milena Gasparetti, Paula Ravache e Verônica Sarno
Assistente de Produção: Valéria Arbex

Cais ou da Indiferença das Embarcações
Instituto Cultural Capobianco - Teatro da Memória (30 lugares)
Segundas e Terças às 20h
Rua Álvaro de Carvalho, 97, Centro
(próximo ao metrô Anhangabaú)
Telefone: (11) 3237.1187

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