06 maio, 2016

Cinema Sonoro - Entrevista com Figueira Junior

Cinema Sonoro

Esta semana tive o prazer de conversar com:
Maria Fernanda Luvizotto
do canal:

Cinema Sonoro
...um programa de entrevistas sobre a sétima arte.
A apresentadora Mafê Luvizotto traz convidados interessantes para falar sobre suas vidas e carreiras, sempre traçando um paralelo com filmes que marcaram suas escolha e nesta edição do Cinema Sonoro ela conversou comigo (uma fofa) olha só:
"Maria Fernanda Luvizotto conversou com o dublador, professor e diretor de dublagem Figueira Junior. Ele é conhecido por dar voz ao personagem ‪#‎Fry‬ da série ‪#‎Futurama  ele contou como começou a trabalhar na área, falou sobre os desafios que os profissionais enfrentam, ressaltou a importância de haver filmes dublados para abranger um público maior e deu um panorama do mercado de dublagem no Brasil.
E sobre um filme que mostra o universo da dublagem, citou “Uma Babá Quase Perfeita”, estrelado pelo saudoso Robin Williams".




Assista agora! E não se esqueça de curtir nossa página aqui no Facebook e se inscrever aqui no nosso Canal do YouTube.


  Cinema Sonoro
Apresentação, produção e edição: Mafê Luvizotto
Câmera, áudio, vinheta e pós produção: Jonas Bernardi 
Direção: Anna Carl Lucchese
Realização: Finestra Produtora



25 abril, 2016

Killing Chekhov Softly - A Gaivota

Killing Chekhov Softly - A Gaivota

A Gaivota, baseado na obra de Anton Tchekhov.
Um grupo de teatro discute a linguagem teatral a partir da encenação de A Gaivota. No clássico russo, um aspirante a escritor, filho de uma famosa atriz, apresenta sua primeira peça para familiares e amigos.
Os conflitos giram em torno de sua relação com a protagonista da peça e sua namorada, e da aprovação que ele espera da mãe e do padrasto.
A caracterização dos personagens vai aparecendo, sendo percebida na medida em que as falas vão acontecendo.... gestos e movimentos do ator pelo palco vão nos dando a dimensão da leitura que a direção propõe.Talvez a de uma sociedade vulnerável aos problemas existenciais.
Há um pessoal que sugere comédia, outros tragédia... o que se vê é uma leitura acentuadamente trágica de uma história que pelo conteudo nos chega e sugere comédia, haja visto as cenas romanticas e entreatos engraçados sugeridos com criatividade pela atuação do elenco.(destaque para Rafhael Gama e Teca Pinkovai que dão um brilho especial ao espetáculo).


Ficha Técnica:

Direção: Gian Marco Delle Sedie
Adaptado do original "A Gaivota" de anton Ckekhov
Tradução do inglês: Daniela Panisi
Visagismo: Kene Heuser
Colaboração de Figurinos: Ana Lys
Som e Luz: Federico Guerreros
Cenografia: Estúdio 3GPR
Assistente de direção: Rafhael Gama
Assistente de Produção: Ewerton Novaes e Dani Greco
Produção: OCDB Produções
Fotos: Ed Félix


Elenco...

Ana Lys
Cleiton Santos
Dani Greco
Erika Caprotti
Ewerton Novaes
Gian Marco Delle Sedie
Giovanna Cassavia
Jose Marcos
Kene Heuser
Marco Nepomuceno
Miguel Langone
Rafael Herrera
Raphael Gama
Teca Pinkovai
Vanessa Greghi

Top Teatro
Rua Rui Barbosa, 201 - Bela Vista
Sábados às 21h e Domingos às 19h


Curtíssima temporada.
Até 01 de Maio de 2016
Vale conferir ;)

22 abril, 2016

Beijo No Asfalto

Beijo No Asfalto

É tudo preto no branco na obra de Nelson Rodrigues... parece que estamos lendo um livro em HD, onde um elenco afiado e uma direção idem (de Jair Aguiar) caprichada, nos deixa saborear uma história forte, como é de praxe em obras do autor.
Leão Lobo está muito à vontade em cena.... uma surpresa gostosa.
A base da trama é a forma sensacionalista como os fatos cotidianos são retratados pela mídia, um beijo dado por um homem casado na boca de outro homem, que acaba de ser atropelado e está a beira da morte, vira manchete de jornal. O Beijo no Asfalto, se torna o assunto mais comentado em toda a cidade. Sexualidade, intrigas, ética na imprensa (mesmo escrito em 1960... continua atual, num paralelo com a ética de imprensa de 2016) e crise familiar são os temas principais que englobam o enredo.

Ficha técnica:

Autor: Nelson Rodrigues
Direção Geral: Jair Aguiar
Direção Artistica: Antonio Netto
Cenografia e Figurino: Márcio Tadeu
Confecção de Figurino: Lrd Lu - Lais Ferrari
Cenário: Studioum Marcenaria
Iluminação; Will Damas
Operação de Luz: Agnaldo Nicoleti
Operação de Som: Ivone Ferreira
Assistência Geral: Clayton Justino

Atores convidados:
Antonio Netto, Diego Rodda, Fernanda Gonçalves, Leão Lobo e Niveo Diegues

Elenco:
Alvaro Costa (nesta temporada com o talento: Cristian Mazetti), Edivaldo Gomes, Marcio Vasconcelos, Natália Martins e Samira Aguiar

Produção: Grupo de Segunda
Realização: Cia das Artes
Assessoria de Imprensa: Corleone Assessoria de Imprensa Cultural
Fotos: Zé Naklem
Design Gráfico: Rodolfo Lacerda


 
 Teatro Parlapatões
Pça Roosevelt 158 - tel: (11) 32584449 - SP

até 21/04/2016
 Vale conferir... fique atento a programação da sua cidade. :)

13 março, 2016

Ou Tudo Ou Nada

Ou Tudo Ou Nada

Às vezes a vida nos leva a um caminho do Tudo Ou Nada... 
neste texto delicioso c musicas gostosas e elenco show....eis a comédia musical que tá dando o que falar.
A Dir. Musical é do excelente Miguel Briamonte.
Desempregados, seis marmanjos não vêm outra alternativa para ganhar dinheiro e ainda que não tenham experiência nem digamos, corpos sarados, decidem ganhar a vida fazendo striptease.
"A montagem brasileira do musical criado a partir de um dos grandes sucessos de bilheteria do cinema nos anos 1990 – The Full Monty – conquistou os cariocas em sua temporada de 5 meses no Theatro NET Rio, com direção de Tadeu Aguiar e versão de Artur Xexéo. Devido ao grande sucesso, o espetáculo segue para São Paulo em curta temporada no Teatro NET-SP

Em 1997, um filme britânico independente, de baixo orçamento e sem grandes nomes do cinema internacional no elenco, era lançado. A comédia, ambientada numa cidade antes próspera e em fase de decadência, contava a história de seis demitidos – sujeitos comuns – que arranjavam um meio muito original de dar a volta por cima: subir ao palco para um striptease. Para isso, têm de enfrentar seus medos e inseguranças quanto à aparência ao investir no show em que, como diferencial, promete a nudez completa. The Full Monty, imediatamente ganhou o reconhecimento do público, virando fenômeno de bilheteria.

Transformado em musical de sucesso na Broadway por Terrence McNally e David Yazbek, a comédia ganhou dezenas de montagens mundo afora e, agora, é montado no Brasil, com concepção e direção do experiente diretor e ator Tadeu Aguiar, fartamente premiado por Quase Normal.

Ou Tudo ou Nada tem direção musical de Miguel Briamonte (das versões brasileiras de O Fantasma da Ópera, Chicago, A Bela e a Fera, Les Misérables) e texto em português de Artur Xexéo, com realização da Estamos Aqui Produções Artísticas, em parceria com a Brainstorming Entretenimento.

No elenco de 17 atores, liderado por Mouhamed Harfouch, tem Patrícia França como atriz convidada, e participação especial de Sylvia Massari.

Direção: Tadeu Aguiar
Autores: Terrence McNally (texto) e David Yazbek (música)
Baseado no filme da Fox Searchlight Picture escrito por Simon Beaufoy, produzido por Uberto Pasolini, dir. de Peter Cattaneo.
Direção musical Miguel Briamonte | Versão para o português Artur Xexéo


Elenco:

Mouhamed Harfouch (Jerry)
Saulo Rodrigues (Dave)
André Dias (Malcolm)
Victor Maia (Ethan)
Carlos Arruza (Harold)
Sérgio Menezes (Jegue)
Xande Valois / Pedro Henriques Motta (Nathan)
Patrícia França (Vicki)
Kacau Gomes (Geórgia)
Sylvia Massari / Betina Vianny (Jeanette)
Stela Celanuo (Pam)
Carol Futuro (Estela)
Claire Nativel (Susan)
Larissa Landin (Joana)
Fabio Bianchini (Bobby/Keno)
Felipe Niemeyer (Teddy)
Gabriel Peregrino (Regis)

 Cenário: Edward Monteiro
Figurino: Ney Madeira e Dani Vidal
Coreografia: Alan Rezende
Desenho de luz: David Bosboom e Daniela Sanchez
Desenho de som: Gabriel D’Angelo e Bruno Pinho
Multimídia: Paulo Severo
Orquestração: Harold Wheeler
Arranjos vocais e incidentais: Ted Sperling
Arranjos para músicas de dança: Zane Mark
Preparador vocal: Mirna Rubim
Design gráfico: Claudia Xavier
Assessoria de Imprensa: Morente Forte



Músicos:
Miguel Briamonte, Daniel Sanches – piano
Josias Franco, Ricardo Hulck, Marco Moreira (Chiquinho) – sopros
Pedro Silveira – guitarra
Leandro Vasques – baixo
Leandro Pagani – bateria
Coordenação de produção: Norma Thiré
Produção geral: Eduardo Bakr
Produtor Associado: Brainstorming Entretenimento
Realização: Estamos Aqui Produções Artísticas

TEATRO NET SP (799 lugares)

Rua Olimpíadas, 360 – Shopping Vila Olímpia/5° andar
Sextas e Sábados às 21h | Domingos às 17h

Duração: 140 minutos
Temporada: Até 01 de Maio

VALE A PENA CONFERIR :)

14 julho, 2015

Nine - Um Musical Fellinano

Nine - Um Musical Fellinano

De Charles Möeller e Cláudio Botelho...
É de encher a alma de prazer o que os olhos presenciam no palco do teatro PORTO SEGURO em SP.
Com um elenco afiado nas mãos de uma direção ágil e criativa, talentos como Totia Meireles, Carol Castro, Renata Villella, Nicola Lama...fazem com que o publico assista um espetáculo delicioso, com boa música e figurinos caprichadíssimos. Inspirado do filme "8 1/2" (1963), do cineasta italiano Federico Fellini, o musical da Broadway coloca em cena Guido Contini, um diretor de cinema que atravessa uma grave crise criativa. Para se livrar das perturbações, ele decide passar alguns dias em um spa em Veneza, onde acaba encontrando as mulheres de sua vida, seja em sonho, em memória ou na realidade.
Assim como no filme 8 ½, de Fellini ( e em vários outros de sua autoria), a narrativa é fragmentada e o real e o imaginário estão juntos. Nine é um sonho antigo acalentado por Möeller e Botelho, que pode ser concretizado com a abertura do Teatro Porto Seguro (empresa que patrocina a montagem).
 Elenco: 
Nicola Lama (Guido Contini)
Totia Mireles (Lili La Fleur)
Carol Castro (Luisa Contini)
Mayana Moura (Claudia)
Malu Rodrigues (Carla)
Leticia Birkheuer (Stephanie)
Myra Ruiz (Sarragina)
Renata Villella (Nossa Senhora do Spa)
Isabella Moreira (Giulietta)
Gabriel Ferrarini  e Nicolas Cruz (Guidinho)
Camilla Marotti (Veronica)
Lais Lenci (Francesca)
Lola Fanucchi (Rossella)
Priscila Esteves (Sofia)
Participação especial: Beatriz Segall (Mãe de Guido)

Orquestra: 
 Paulo Nogueira, Rodrigo Hyppolito, Douglas Andrade, Mauro Domenech, Helena Imasato, Watson Clis, Paulo Jordão, Douglas Freitas e Mauro Oliveira.

Direção Musical e Versão Brasileira: Claudio Botelho
Cenografia: Rogério Falcão
Figurinos: Lino Villaventura
Coreografias: Alonso Barros e Charles Möeller
Design de Som: Ademir Moraes Jr.
Design de Luz: Paulo Cesar Medeiros
Direção Musical e Regência: Paulo Nogueira
Visagismo: Beto Carramanhos
Coordenação Artística: Tina Salles
Produção Executiva: Edson Lopes


Teatro Porto Seguro
Direção Artistica: Marco Griesi
Gerencia Geral: André Acioli

Al. Barão de Piracicaba, 740, Campos Elíseos, São Paulo
Fone: 32267300 e 32232090
Quintas, sextas e sábado, às 21h, domingos, às 19h.
Até o dia 09/08/2015. 

Vale conferir ;)


31 maio, 2015

Bilac Vê Estrelas

Bilac Vê Estrelas

Baseado em livro de Ruy Castro, musical que fez grande sucesso no Rio de Janeiro está em cartaz em São Paulo comemorando os 150 anos de nascimento do poeta Olavo Bilac. 
Heloisa Seixas e Julia Romeu acertaram nos dialogos em Bilac Vê Estrelas. 
Gostoso, divertido, poético e com elenco afiadíssimo, a gente assiste Bilac e quer mais quando termina. Joao Fonseca "desenhou" essa poesia de forma que o espectador acompanha facinho a história que se propôe contar, com musica de qualidade e atuações hilárias.
No elenco caprichado... tem André Dias (deliciosamente iluminado), Amanda Acosta com uma voz e atuação que seduz nossa alma e Alice Borges impagável numa Madame Lebiche que dá gosto.
Um musical genuinamente brasileiro, uma viagem pelas histórias e ruas do Rio de Janeiro no início da reforma urbanística de Pereira Passos. A história se passa no início do século XX, em plena Belle Époque carioca, e apresenta personagens históricos como o poeta Olavo Bilac (André Dias) e o jornalista José do Patrocínio (Sergio Menezes), em uma trama cômica que mistura ficção e realidade, onde os dois amigos têm que enfrentar a cobiça de uma espiã portuguesa (Amanda Acosta - hilária no papel), que se alia ao Padre Maximiliano (Caike Luna), interessados no projeto de um dirigível, criado por Patrocínio.
A parceria das autoras fluiu naturalmente. “Escrevemos juntas quase o tempo todo, trocando ideias, mas, às vezes, cada uma leva o texto para casa, relê e faz sugestões. Ninguém é responsável exclusivamente por uma parte, mas a Heloisa fica mais a cargo da estrutura da peça e eu, dos diálogos”, explica Julia. A adaptação demorou dois anos e a pesquisa foi muito além do romance que inspirou o espetáculo. “Não apenas lemos o livro, mas mergulhamos na obra do Bilac, em seus poemas e crônicas, e estudamos muito o Rio do início do século XX. Para acompanhar as aventuras dos personagens pelas ruas do Rio e por cenários clássicos da cidade, como a Confeitaria Colombo, Nei Lopes compôs xotes, valsas, lundus, quadrilhas francesas, maxixes, fados, modinhas e até ária de ópera.

 Ficha Técnica

Autoras: Heloisa Seixas e Julia Romeu
Música e letras: Nei Lopes
Diretor: João Fonseca
Diretor musical: Luís Filipe de Lima

Elenco: 
 André Dias, Amanda Acosta, Caike Luna, Sérgio Menezes, Alice Borges (atriz convidada), Andrea Dantas, Reiner Tenente, Gustavo Klein, Saulo Segreto, Jefferson Almeida, Claire Nativel e Augusto Volcato.

Músicos: Daniel Sanches, Oscar Bolão e Jorge Oscar
Cenógrafo: Nello Marrese
Figurinista: Carol Lobato
Coreógrafa: Sueli Guerra
Iluminadora: Daniela Sanchez
Sound Designer: Carlos Esteves
Projeto Gráfico: Radiográfico
Assistentes de produção: Luiza Toré e Isabela Reis
Produtora Executiva: Juliana Cabral
Diretora de produção: Amanda Menezes
Coordenação geral: Maria Angela Menezes
Produção: Tema Eventos Culturais
Patrocínio: BB Seguridade
.Espaço Promon (303 lugares)
Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1830 – Itaim
Bilheteria: 3071.4236
Sexta e Sábado às 21h | Domingo às 18h

+detlahes em:
Morente Forte Comunicações
Temporada: até 26 de Julho

Diversão garantida
Vale conferir :)



22 março, 2015

Adorável Garoto

Adorável Garoto
 
Palavras, mais palavras, formando uma torre de palavras... que ora poderão ser "acessadas" por todos... ou dependendo da altura dessa torre, inalcancável para muitos.
A tradução dessas palavras podem gerar uma evolução, numa compreensão da alma ou apenas uma reflexão conceitual.
Seria como passar um baton na loucura da vida dando a ela uma outra tradução.
O texto em questão mostra um rapaz....que ...vivendo sozinho desde os tempos da faculdade, Isaac (Michel Blois), já adulto, volta à casa dos pais, Harry (Leonardo Franco) e Nan (Isabel Cavalcanti), em busca de abrigo. O rapaz encontra um lar esfacelado pela incomunicabilidade entre seus pais, e tudo se agrava quando ele expõe os motivos de sua volta, que desnorteiam os pais já em crise. O drama do filho, por vias inesperadas, acaba unindo Harry e Nan em torno de um objetivo comum: salvar e proteger o próprio filho, apesar dele ter quebrado um código moral absolutamente inquestionável. Amor, culpa, memórias e julgamento se entrelaçam nesta trama que reúne humor e drama.
Com elenco afiado e uma direção enxuta (Maria Maya) que faz uma leitura bacana de um assunto complexo... temos um momento de reflexão da psicocoisa humana.
Adorável Garoto (Beautiful Child), texto do celebrado dramaturgo norte americano Nicky Silver (também autor de Pterodátilos, Os Altruístas, Homens Gordos de Saia, Criados em Cativeiro, todas encenadas no Brasil), está em cartaz no Teatro Nair Bello.
Nascido na Filadélfia em 1960, Nicky Silver é considerado atualmente um dos mais produtivos e talentosos escritores de Nova York, e eventualmente comparado aos dramaturgos Eugène Ionesco (1909-1994) e Edward Albee (1928) por seu “realismo absurdo”. Suas obras navegam com a mesma desenvoltura pelo drama, pela comédia e pela farsa para tratar de temas universais – famílias disfuncionais, a sexualidade em suas variadas inclinações, desagregação, solidão. Desde o início dos anos 1980, os seus textos vem dominando os teatros novaiorquinos com grande impacto e sucesso.
“Não sei se o humor é uma forma, uma arma ou um instrumento que nos leva a resolver as coisas, mas acho que é a única ferramenta que nós, como seres humanos, temos para sobreviver. Eu não sei se o humor torna as coisas melhores, mas acho que as torna mais toleráveis, suportáveis. E essa é apenas a minha natureza de ver as coisas. É uma das ferramentas que temos para levar a vida adiante.”, afirmou o autor numa entrevista concedida ao jornal O Globo em 2011.
Adorável Garoto é um texto profundo e perturbador, e ao mesmo tempo repleto de situações cômicas e inusitadas.


Ficha Técnica
Autor: Nicky Silver
Adaptação: Gustavo Klien
Tradução: Roberto Bürguel
Direção: Maria Maya 
 
Elenco / Personagem:
 
Isabel Cavalcanti / Nan
Leonardo Franco / Harry
Michel Blois / Isaac
Mabel Cezar / Dra. Elizabeth Hilton
Raquel Rocha / Delia
 
Direção de Arte, Cenários e Figurinos: Ronald Teixeira
Direção de Movimento: Vietia Zangrandi
Iluminação: Adriana Ortiz
Designer: Letícia Andrade
Gerente de Marketing: Fabia Gomes
Assistente de Direção: Álvaro Chaer
Preparação Vocal: Veronica Machado
Visagismo: Mayco Soares
Fotos: Daniel Chiacos
Produção Executiva: Letícia Napole
Direção de Produção: Giba Ka & Maria Maya
 
Teatro Nair Bello (200 lugares)
Shopping Frei Caneca – Rua Frei Caneca, 569 – 3° andar.
Telefone: 3472-2414.
Sexta às 21h30 | Sábado às 21h | Domingo às 18h
 
Temporada: até 29 de março
 
Vale conferir ;)




19 dezembro, 2014

Medéia

Medéia

Numa livre e simples adaptação de Nill de Pádua esta tragédia grega de Eurípedes que conta a história de Medéia, uma mulher traída que faz de tudo para se vingar de seu marido Jasão, mesmo quem nunca ouviu falar no assunto, e ou às vezes é refem de linguagens mais complexas para descrever esse tipo de dramaturgia... vai entender façinho. Gostoso ver o esmero com que o Nill cuidou da leitura do espetáculo.

"Em Corinto, a felicidade de Medeia foi de pouca duração. Já com filhos de Jasão, foi alvo da intriga do rei Creonte que influenciou Jasão a deixá-la, de modo a casá-lo com a sua filha, Creúsa (ou Glauce - Glauca). Tendo convencido Jasão, tratou de banir Medeia de Corinto. Esta, contudo, antes de abandonar a cidade, ainda conseguiu vingar-se, novamente aliando astúcia com magia. Fez chegar às mãos de Creúsa um vestido e jóias - um presente literalmente envenenado, já que cada acessório tinha sido embebido numa poção secreta. Assim que a sua rival se vestiu, sentiu o seu corpo invadido de um fogo misterioso que logo se espalhou para o seu pai, que a tentou socorrer, bem como para todo o palácio - episódio este que tem semelhanças com a morte de Héracles, por obra de Nesso. Alguns narradores contam que Medeia, em fuga, não teve possibilidade de levar consigo os filhos que, perante a negligência de Jasão, foram apedrejados até à morte pela família de Creonte, como vingança.
Contudo, a versão mais conhecida é ainda mais sombria e deve-se a Eurípides, na sua tragédia Medeia, apresentada pela primeira vez em 431 a.C.. Aqui, é a própria Medeia quem mata os filhos antes de fugir para Atenas, não num acesso de loucura, mas num acto de fria e premeditada vingança em relação ao marido infiel. Eurípides foi, na altura, acusado de ceder perante um elevado suborno de cidadãos coríntios que preferiam uma versão onde não fosse o povo daquela cidade a cometer o infanticídio" (W). Parabéns ao grupo.

Ficha Técnica:

Direção: Nill de Pádua e Samantha Verrone

Elenco:
Medéia: Priscila Canovas
Jasão: Diego Prado - Gabriel Cavalcante e Adriano Sabongi
Creonte: Raphael Emiliano - Mauricio Rett - Vinicios Bernardes
Glauca: Suellen Veríssimo e Poliana Maluf
Ama: Adriana Sintoni
Escravos: Fernando Kamikawachi e Emerson Murata
Apolo: Ewerton Medeiros
Hermes: Alef Ishara
Filha primogenita: Milene Hayashi
Sacerdotisa: Débora Taboada
Egeu: Victor Garbossa

Iluminação: Nill de Pádua
Trilha sonora: Victor Garbossa
Produção: Teatro Escola Nill de Pádua


Breve em cartaz:
Confira a programação de sua cidade.
 
Vale conferir ;)

03 novembro, 2014

Elza e Fred

Elza e Fred

Do filme (Argentino) de sucesso mundial: Elza e Fred - O Amor Não Tem Idade - nasce uma versão teatral de Marcela Guerty e Marcos Carnevale com tradução de Rodrigo Paz, descrevendo a terceira idade. No Brasil, sabemos, esse tema é um problema complexo, apesar de algumas leis facilitarem o descompasso de uma cultura fraca em termos de respeito ao idoso.
Mas isso é um tema vasto e autores que capricham na dramaturgia, podem ver o copo "meio cheio" dessa complexidade.
Atores afiados numa direção caprichada, simples e direta de Elias Andreato, nos entregam uma leitura doce, uma poesia, que descreve o encontro entre dois personagens da terceira idade. Doce porque comove o jeito com que os personagens Elza (Suely Franco - numa atuação impecável) e Fred (Umberto Magnani) buscam o carinho e o afeto, arrancando reações gostosas da plateia. Preencher essa lacuna do ser humano demanda um jogo de sedução que para Elza vale o custo beneficio. No elenco tem também Fernando Petelinkar (em excelente atuação), David Leroy, Mayara Magri, Eduardo Estrela, Luciano Schwab, Antonio Haddad Aguerre e Igor Dib.
Uma ótima opção dos palcos paulistanos.

Elenco:
Suely Franco, Umberto Magnani, Mayara Magri, Fernando Petelinkar, Eduardo Estrela, Luciano Schwab, David Leroy, Antonio Haddad Aguerre e Igor Dib.

Direção: Elias Andreato
Tradução: Rodrigo Paz

Assistente de Direção: Clovis Torres
Cenário e Figurinos: Fábio Namatame
Assistente de Figurinos: Juliano Lopes
Trilha Sonora Original ao vivo: Jonatan Harold
Iluminação: Wagner Freire
Assistente de Iluminação: Alessandra Marques
Direção de Projeção: Paulo Fax Projeção Cultural
Fotos: João Caldas
Assistente de Fotografia: Andréia Machado
Fotos de Cena RJ: Guga Melgar
Assessoria de Imprensa: Morente Forte Comunicações
Operador de Luz e Projeção: Equipe do Teatro Folha
Contra Regra: Equipe do Teatro Folha
Camareira: Ana Lúcia Laurino
Produção Executiva: Marcella Castilho
Administração: Thiago Rosa e Marcella Castilho
Direção de Produção: Cristina Sato e Charles Geraldi
Coordenação e Projeto: Charles Geraldi e Thiago Rosa
Idealização do Projeto: Charles Geraldi
Realização: Charge Produções e CYS Produções
Teatro Folha (305 lugares)
Avenida Higienópolis, 618 - Shopping Higienópolis
Informações: (11) 3823.2323

Sexta às 17h e 20h | Sábado e Domingo às 20h

Vale conferir :) 


12 setembro, 2014

Cada 2 Com Seus Pobrema

Cada 2 Com Seus Pobrema

Eu tive o prazer de assistir 'Cada 2 Com Seus Pobrema'... um requinte, um luxo, um talento - criatividade. Muito gostoso saborear a comédia feita por quem manja da coisa.
O espetáculo começa mostrando Aguinalda, uma governanta amarga e Lídia, uma atriz que abandonou a carreira e está sozinha e louca em sua casa. Tem direção primorosa de Paula Cohen e Kleber Montanheiro é responsável pelos cenários, figurinos e iluminação.
    Dois talentos no palco - 'Cada 2' não é uma continuação do projeto anterior, é um projeto independente com novos personagens e mostra em outro contexto alguns personagens já consagrados do ator.
Marcelo Médici que também é autor do espetáculo, é único, desenvolve uma cena no palco de forma ímpar... com uma leitura deliciosamente caprichada, gostosa.
Ele atuou em Joia Rara (novela da Rede Globo), entre outros trabalhos que desenvolve. Ele é uma Joia Rara no palco. Em 'Cada 2 Com Seus Pobrema', a plateia não precisa de "tradução" para entender as piadas, nem tem delay - reage instantaneamente ao texto e atuações impecáveis.
    Ricardo Rathsam, que interpreta o Dirceu e dirigiu a peça anterior (Eu Era Tudo Pra Ela e Ela  Me Deixou) está também no palco e encanta com seu brilho.
O publico agradece a esses talentos e aplaude em cena aberta.
Diversão garantida.



TEATRO FREI CANECA (600 lugares)
Rua Frei Caneca, 569, 7 andar
Consolação São Paulo SP
Telefones: (11) 3472-2229 e (11) 3472-2230

Terças e quartas às 21h

Temporada de 10 de setembro a 26 de novembro.

Pára de achar que tá tudo uma merda e vai rir, vai ser feliz.

Vale conferir ;)

17 agosto, 2014

Chá das 5

Chá das 5

Regiana Antonini foi muito feliz em colocar num texto delicioso um assunto que sempre dará pano pra manga - os diversos tons da personalidade.
Neste texto brilhantemente dirigido pelo excelente Eduardo Martini (impagável na matriarca Dona Campainha), o publico se diverte com momentos que ora cutucam a ética, os bons costumes... ora caminham para uma introversão da loucura humana atrás do carinho, dos sonhos  e do encontro de si mesmo. Nove homens dão vida à essas personagens incríveis que contarão  uma hilária historia de amor e ódio. De vingança e traiçao.
Personagens que navegam entre uma visão masculina da mulher... mas que mostram em cada uma delas uma conhecida, talvez  a vizinha, a amiga, a prima, um familiar, alguma história talvez perto ou não, que nos faz pensar sobre como o ser humano lida com o carinho e sua sobrevivência. 
Uma família comum como tantas outras?! - São mulheres, com diferentes personalidades, que se encontram para um chá, às 5 horas, na casa da matriarca da família, Dona Campainha.
Uma surpresa as aguarda! A chegada da irmã mais temida, a mais rica, a mais chic e a mais amada pela mãe. Diversão garantida.

 
Ficha técnica:
Autora: Regiana Antonini
Direção: Eduardo Martini
 
Elenco:
Eduardo Martini,  Blota Filho, Ailton Guedes, Hugo Picchi, Alessandro Ramos, Will Anderson, Julio Castro, Samuel de Assis e Nicolas Manfredini.

Figurino, cenario, luz e trilha Sonora: Eduardo Martini
Fotografia: Erick Almeida
Assessoria de Imprensa: Fabio Câmara
Assistente de direcao: Carina Sacchelli
Direção geral; Eduardo Martini

Local: Teatro Itália
Avenida Ipiranga, 344 – Edifício Itália Metro Republica - SP
(11) 3255 1979
Horários: 
Às 4 e 5 Feiras às 21h de agosto - E - 4 as 21h de setembro

Temporada: até 24 de setembro
Vale conferir ;)

28 julho, 2014

Cazuza Pro Dia Nascer Feliz , o Musical

Cazuza Pro Dia Nascer Feliz , o Musical 

De Aloísio de Abreu
Direção de João Fonseca

 Após temporada de sucesso absoluto no Rio de Janeiro e turnê por doze cidades, o musical chega aos palcos do Teatro Procópio Ferreira para apresentações de quinta a domingo.
 “Não quero que me imitem. Não quero ninguém atrás de mim. Tenho muito medo de ser porta-voz de qualquer coisa”.  Nesta declaração de 1988, Cazuza já profetizava o inevitável. O talento instintivo e avassalador, o temperamento explosivo, a linguagem única e libertária, fizeram dele um ícone sem precedentes na cultura contemporânea produzida no Brasil. Muito mais do que isso: ainda que à revelia foi, mesmo sem pretender sê-lo, o grande cronista da juventude brasileira dos anos 80. Morto em 1990, aos 32 anos, no auge da carreira, foi alçado a precoce e definitivo mito no imaginário brasileiro.
A montagem dá continuidade à pesquisa desenvolvida pelo diretor João Fonseca de uma cena musical brasileira mais despojada e teatral. “Este espetáculo é mais um passo do trabalho que comecei com ‘Gota d’água’ e que culminou no ‘Tim Maia’. É uma nova possibilidade de desenvolver e aperfeiçoar uma linguagem muito autoral de musical iniciada há alguns anos”. O diretor conta que os depoimentos de Lucinha Araújo foram fundamentais na estruturação cênica do espetáculo: “A partir das lembranças dela, vamos conhecendo a vida e a obra desse artista e, tal como sua obra, a peça alterna momentos exagerados e de puro rock’n’roll a momentos mais intimistas e delicados”, finaliza.
Um amplo trabalho de pesquisa também foi essencial para a concepção musical do espetáculo. Os diretores musicais Daniel Rocha e Carlos Bauzys conceituaram a sonoridade em diferentes situações: Barão Vermelho não produzido; a gravação do primeiro disco; e depois do sucesso, já consolidados. A banda solo de Cazuza também é reproduzida com fidelidade. “Adaptar a obra dele tornando-a cênica e, ao mesmo tempo empolgante e reconhecível ao público, foi nosso maior desafio”, define Daniel.
E assim, uma das trajetórias mais impressionantes da música brasileira é recriada pela primeira vez nos palcos. Aliás, nada mais oportuno, num momento em que se reascende no país, como poucas vezes se viu, articulações e movimentos em torno da ética, de transparência pública, de honestidade em diversos planos, de dignidade. “Não sei quem foi o ufanista que jogou essa bandeira. É uma pessoa louca, porque o Brasil não está em condições de receber manifestações como essa. Inflação de 900%, um monte de denúncias de irregularidades, fora o assassinato do Chico Mendes. Eu estou é triste! Desiludido!”, disse Cazuza para mãe, após cuspir na bandeira pátria durante um show em 88. Hoje, 15 anos depois, “eu vejo o futuro repetir o passado, eu vejo um museu de grandes novidades…”, Cazuza estaria se perguntando: mas, afinal, cadê o Amarildo? (via Morente Forte)

Ficha Técnica

Texto de Aloísio de Abreu
Direção Geral João Fonseca
Produção Geral Sandro Chaim

Elenco:
Emílio Dantas ou Osmar Silveira (Cazuza)

Atores convidados:
 Susana Ribeiro (Lucinha Araújo), Marcelo Várzea (João Araújo) e André Dias (Ezequiel Neves)
Fabiano Medeiros (Ney Matogrosso)
Brenda Nadler (Bebel Gilberto)
Thiago Machado (Frejat)
Igor Miranda (Maurício Barros)
Bruno Narchi (Serginho)
Diego Montez (Guto Goffi)
Saulo Segreto (Dé Palmeira)
Dezo Mota (Caetano Veloso)
Oscar Fabião (Swing masculino)
Sheila Matos (sub Lucinha e Swing feminino).
Direção Musical Daniel Rocha
Supervisão Musical Carlos Bauzys
Preparador Vocal Felipe Habib
Coreografias Alex Neoral
Cenário Nello Marrese
Figurino Carol Lobato
Visagismo Juliana Mendes
Design de luz Daniela Sanches e Paulo Nenem
Design de som Gabriel D´Angelo

Apresentado pelo Ministério da Cultura
Patrocínio: Sulamérica, Sem Parar, Mills e Eurofarma

Teatro Procópio Ferreira (641 lugares)
Rua Augusta, 2.823 – Cerqueira César
Informações:
(11) 3083-4475. Reservas e grupos: (11) 3064-7500

Quinta e Sexta às 21h | Sábado às 17h30 e 21h30 | Domingo às 18h

Temporada: até 26 de Outubro

Vale conferir :)


20 julho, 2014

52 Hertz e Vermelho-Céu

52 Hertz (de Carla Kinzo) e Vermelho-Céu (de Rafael Augusto).

Dentro da loucura humana, sempre há um raciocínio lógico, puro, livre das regras convencionais que sugere uma verdade da vida que possivelmente se conecta e ou se alimenta numa linguagem que chega ao universo do divino. Se tiver que ter cor talvez um AZUL E VERMELHO e viajando mais além, o FRIO E O QUENTE, o MERGULHO E A EXPANSÃO, O TOQUE E A PORRADA retratando ali a psicocoisa humana  com formas e cores.
"As histórias (algumas) podem não se fechar... mas sempre há uma chance de se pegar a caixa da alma e resolver essa questão, segundo sugere a dramaturgia em questão".
Uma dramaturgia com elenco do núcleo experimental de Artes Cênicas do Sesi-SP 2013 (uma importante etapa na formação de jovens e talentosos artistas, - destaque para Mariel Fernandes e Lucas Sabatini - uma amostra da intensa e vibrante jornada vivida no Sesi-SP) e atuações bem resolvidas, pinceladas com uma direção caprichada de Marcelo Lazzaratto.
Em 52 Hertz, um homem enfrenta uma estranha doença, cujos sintomas incluem confusão mental e alucinações sonoras. Retorna à casa da infância, deixada há muitos anos. Ele deve tomar decisões importantes desencadeadas pelo falecimento de sua mãe, que implicam no difícil retorno a questões abandonadas de sua vida. (quem nunca mergulhou nessas questões?)
Em Vermelho Céu, uma família , dentro de um carro em movimento, durante a viagem, começa a refletir sobre suas relações quando algumas questões vêm à tona: o desaparecimento de Vic, o bebê; a castração do filho e as visões - ou ilusões - da filha, que vê urubus escondidos atrás das árvores por onde eles passam.

Elenco:
Mariel Fernandes (Homem)
Teófila Lima (Menina)
Maria Elisa Hoffmann (Mulher)
Lucas Sabatini (Homem de Branco)

Ficha técnica:
Autores: Rafael Augusto e Carla Kinzo
Direção e iluminação: Marcelo Lazzaratto
Cenofgrafia e figurinos: Simone Mina e Carolina Bertier
Trilha sonora original: Daniel Maia
Assistência de direção: Wallyson Mota
Cenotécnicos: Gerson Rodrigues (Gereba) e Wanderley Nunes
Costureira: Nilda Dantas
Video: Lucas Brandão
Design gráfico e fotografias: Fernando Bergamini
Assistência de produção: Laura Salerno e Fernanda Cassola
Produção executiva: Roberto Koyama
Direção de produção: Henrique Mariano

Realização:
 Fiesp Sesi, British Council e Nucleo Dramaturgia Sesi sP
Diretor do British Council Brasil: Richard Masters
Diretor do British São Paulo: Eric Klug
Diretor de Artes: Luiz Coradazzi
Gerente de Projetos: Liliane Rebelo
Analista de Projetos: Malu Penna

Centro Cultural Fiesp - Ruth Cardoso
Av Paulista, 1313 São Paulo - SP
Em frente á estação Trianon Masp do metrô.
Espaço Mezanino - 50 lugares

De quinta a sabado, 20:30h e domingos 19:30h
www.sesisp.org.br/cultura

Até 20 julho de 2014

Vale conferir;
Veja a programação de sua cidade

17 junho, 2014

Le Petit Cabaret de Marlon Di

Le Petit Cabaret de Marlon Di

O Espetáculo “Le Petit Cabaret de Marlon Di” chega ao Brasil depois deste glamoroso personagem (Marlon Di), interpretado pelo polifacético artista “Fábio Piacentiny”, ter atuado por dois anos nos palcos do conceituado cabaret francês “L´Ambassade – Sitges / Barcelona”.
"Le Petit Cabaret de Marlon Di" é um espetáculo ao mesmo tempo inovador e clássico onde o artista Fabio Piacentiny interpreta o melhor estilo do cabaret europeu dos anos 30 grandes temas musicais em espanhol, inglês, português, alemão e francês na pele de seu glamoroso e requintado personagem "Marlon Di", acompanhado de sua talentosa musicista "Sam Hudson" e pela bela atriz e dançarina "Lola Del Mont".
Um delicioso "ménage à trois"... uma viagem no tempo cheia de picardía, alegria, nostalgia e elegância... um show único feito por um espetacular "showman"!

Ficha Técnica:

Elenco:
Fábio Piacentiny (Marlon Di)
Fernanda Bock (Sam Houdson)
Neusa Maria (Lola Del Mont)

Direção e texto: Fabio Piacentiny
Coreografia: Francisco Nogueira
Instrumentista: Fernanda Bock
Figurinos: Fabio Piacentiny
Fotografia: Leila Fugii
Maquiagem: Isabella Marques
Sonoplastia: Bruno Matos
Produção artistica: Francisco Nogueira

Site sobre o espetáculo

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 Vale conferir :)

22 maio, 2014

A Besta

A Besta
De David Hirson...
La Bête, ou A Besta, é uma comédia escrita pelo dramaturgo norte-americano David Hirson (nascido em 1958). O espetáculo estreou na Broadway em 1991 com grande sucesso e recebeu entre outros prêmios, o Olivier Award de melhor comédia, em 1992. Sua última e mais importante montagem aconteceu em 2010, no West End de Londres, com Mark Rylance no elenco. Tal montagem foi um grande sucesso de público e critica, ficou vários meses em cartaz e, de lá, seguiu para a Broadway, com o mesmo elenco.
Inspirada em Molière e sua trupe, a farsa é ambientada na França, em 1654, na propriedade de uma Princesa (Priscila Fantin), a patrocinadora da companhia de teatro. A história fala do conflito entre dois homens: Elomire (Celso Frateschi) nome que é um anagrama do nome de Molière, o diretor da companhia, artista sério e respeitado; e Augusto Valério (Hugo Possolo), um comediante popular, canastrão e vaidoso. Ocorre que Valério caiu nas graças da Princesa patrocinadora e ela insiste para que ele passe a integrar a trupe.
       Apesar de Elomire rejeitar furiosamente a ideia de incorporar Valério, a companhia é obrigada a encenar uma de suas peças, o que vai gerar uma transformação no futuro de seus artistas.
É um texto a um só tempo requintado e hilário, que dá aos atores oportunidade de esbanjar talento nos monólogos cômicos em que defendem suas ideias e coloca uma discussão surpreendente sobre arte erudita, arte popular, preconceito e entretenimento.
A Besta é uma realização da Reinecke Produções Culturais, Ricca Produções Artísticas e Parlapatões com patrocínio da Vivo, através do projeto Vivo EnCena, e Porto Seguro. Copatrocínio de Finep,  Jaguar, Land Rover e União Química.
       Considerado durante dois anos como O Rei da Comédia pela Revista Veja São Paulo, Alexandre Reinecke completa 30 anos de carreira e conta 50 peças no currículo, tendo atuado em 10 e dirigido
40. E para comemorar sua 40ª direção teatral, Reinecke fez a junção de grandes mestres da comédia e do teatro, reunindo no mesmo elenco: Hugo Possolo (Parlapatões), Ary França (Ornitorrinco) e Iara Jamra (Pó de Minoga), de grupos de extrema importância no cenário nacional. Destaca-se também Celso Frateschi, reconhecido por sua atuação em dramas, agora em uma de suas primeiras incursões na comédia. E ainda Priscila Fantin que além de atuar na TV e no cinema também investe em sua carreira no teatro há alguns anos. Ao todo, são dez atores na peça que faz uma homenagem à arte e leva o público às gargalhadas.

Tradução: Clara Carvalho
Assistente de direção:Fernanda Cunha


Elenco:
 Priscila Fantin, Hugo Possolo, Celso Frateschi, Ary França, Iara Jamra, Alexandre Bamba, Carol Mariottini, Dani Mustafci, Fabek Capreri e Renan Duran.

Cenografia: Jose de Anchieta
Designer de luz: Fran Barros
Figurinista: Fabio Namatame
Adereços / Chapéu: Antonio Ocelio de Sa Alencar
Trilha Original: Daniel Maia
Fotos: João Caldas
Programação Visual: Estação Design
Assessoria de imprensa: Morente Forte
Diretor financeiro: Andre Mello
Administração financeira:Ricca Produções (Patrícia Velho, Thiago Oliveira)
Administração geral:Ricca Produções
Produção executiva: Carmem Oliveira
Assistentes de Produção: Estevão Diniz
Direção de produção: Giuliano Ricca
Produtores Associados: Alexandre Reinecke, Giuliano Ricca, Hugo Possolo
Realização: Reinecke Produções Culturais, Ricca Produções Artísticas, Parlapatões


Teatro Gazeta (650 lugares)
Avenida Paulista, 900 – Térreo
Informações: 3253.4102

Sextas às 21h | Sábados e Domingos às 20h
Temporada: até 17 de agosto
Vale conferir :)




25 abril, 2014

Quem Tem Medo De Virgínia Woolf?


Quem Tem Medo De Virgínia Woolf?

Após temporada de grande sucesso de público e crítica no Rio de Janeiro...
Zezé Polessa (danada de boa), c Daniel Dantas, Ana Kutner e Erom Cordeiro formam o elenco deste ótimo espetáculo em cartaz no Teatro Raul Cortez: Quem Tem Medo De Virgínia Woolf?
Jorge (Daniel Dantas) e Marta (Zezé Polessa), recebem os jovens Nick (Erom Cordeiro) e Mel (Ana Kutner) para um drink após uma festa. São dois casais de diferentes idades, mas com questões em comum. Os anfitriões, casados há mais de 20 anos, vivem uma relação de amor e ódio, na qual um segredo parece unir e, ao mesmo tempo, transformar a vida de ambos em uma grande ilusão. Já os visitantes têm um relacionamento aparentemente perfeito, mas, quando envolvidos nos jogos mentais e sexuais do primeiro casal, deixam transparecer as mentiras que os cercam.
Zezé Polessa idealizava produzir Quem Tem Medo De Virgínia Woolf? desde 2011 quando o diretor Victor Garcia Peralta sugeriu que ela interpretasse a instigante personagem Marta, criada por Albee. Depois de três anos, e com tradução elogiada e indicada a prêmios de João Polessa Dantas, essa montagem consolida-se como um dos grandes sucessos dos palcos cariocas e, agora, chega ao Teatro Raul Cortez para temporada de três meses, com direção de Victor Garcia Peralta, direção de produção de Giuliano Ricca e atuações impecáveis.
Imortalizado no cinema por Elizabeth Taylor e Richard Burton em filme vencedor do Oscar em cinco categorias, o espetáculo mostra até onde podem ir as pessoas para manter seus relacionamentos, tornando o tema cada vez mais atual e de interesse do público.

Ficha Técnica

Texto: Edward Albee
Tradução: João Polessa Dantas

Elenco: Zezé Polessa, Daniel Dantas, Erom Cordeiro e Ana Kutner

Direção: Victor Garcia Peralta
Direção de arte / cenografia / programação visual: Gringo Cardia
Iluminador: Maneco Quinderé
Figurinos: Marcelo Pies
Visagismo: Fernando Torquatto
Trilha Sonora: Marcelo Alonso Neves
Produção executiva: Carmem Oliveira
Direção de produção: Giuliano Ricca
Produtores Associados: Zezé Polessa / Giuliano Ricca
Realização: MJC Polessa Produções Artísticas /Ricca Produções Artísticas

Fotos: João Caldas
Teatro Raul Cortez (512 lugares)
Rua Dr. Plínio Barreto 285 – Bela Vista
Informações: 3254.1631
Sextas 21h30 | Sábado às 21h | Domingos 18h

Temporada: até 27 de julho
Vale conferir :)


08 abril, 2014

Rose & Val

Rose & Val

O projeto é um Web-Seriado sem fins lucrativos, que gira em torno do mundo do futebol. Os personagens Rosivaldo e Valdisney são dois jogadores de futebol que tem o sonho de se tornarem famosos e jogadores titulares da seleção Brasileira. O R&V tem uma postura politica de luta contra a violência  nos estádios e contra a homofobia no Futebol. O Seriado será veiculado nas redes sociais e em um canal do projeto no youtube, nosso único objetivo é nos manifestarmos contra a violência e homofobia nos estádios e agregar cultura e humor ao grande público cibernético. 
"E na peneira de Nº 5327 com chegada prevista para 5:45 HORARIO DE BRASILIA. Rose &Val, tem ao que tudo indica a chance de mostrar toda sua desenvoltura em campo a um novo técnico. Aproveitando a deixa os dois se seguram ao máximo para não miarem e mais uma vez por tudo a perder...

Texto e Direção: Riggo Oliveira
Criação: Cleber Martins

Elenco:
Cleber Martins (Val)
Riggo Oliveira (Rose)
Everton Evangelista (Paulo
Jose Carlos Melo Silva (Técnico)

Participações:
 Cléo Coltri, Claudia  Bocault, Welton Pereira,
Wil Oliveira, Zach Stancius e Jose Carlos Melo Silva


26 março, 2014

Meu Deus!

Meu Deus!

É apaixonante assistir Irene Ravache, Dan Stulbach e Pedro carvalho no palco do Teatro Faap, onde atuam no espetáculo Meu Deus!
O texto - adaptado por Jorge Schussheim, traduzido por Eloísa Canton e c versão brasileira de Célia Regina Forte - é de uma empatia gostosa e nos remete a emoções bem conduzidas pelo talento dos atores e a ótima direção de Elias Andreato. A refinada empresa de Assessoria e Produções, Morente Forte Produções Teatrais é a responsável pela realização de mais este delicioso encontro com o publico de teatro brasileiro.
Mesmo tocando em assuntos que farão o público refletir, o espetáculo é uma comédia que vem fazendo grande sucesso onde quer que seja encenada. 
Meu Deus! é um texto espirituoso, com diálogos ágeis e muito verdadeiros, mesmo aparentemente sendo improvável.  DEUS, o próprio, resolve fazer terapia, pois tem estado bem deprimido nos últimos 2000 mil anos e espera, por questões que serão desvendadas ao longo do espetáculo, que a psicóloga Ana resolva esse impasse. Por mais fantasiosa que a história nos pareça a princípio, no decorrer da peça, plateias do mundo inteiro acreditam nesse inusitado encontro. Surpreendem-se, riem, compactuam, torcem e finalmente, se emocionam com essa plausível sessão de terapia.
A história se passa num dia na vida da psicóloga Ana, personagem interpretada por Irene Ravache, que recebe um telefonema misterioso de um homem desesperado, interpretado por Dan Stulbach, que insiste em marcar uma consulta com ela no mesmo dia. Quando ele chega, apresenta-se como sendo Deus. Deus profundamente deprimido com a situação do Paraíso que um dia criou. Ana tem apenas uma sessão de terapia para convencê-lo do contrário e salvar o mundo, e isso se dará ao longo dessa divertida peça e com revelações surpreendentes de como seria realmente encontrar com DEUS! Com olhar cômico, perspicaz e humor ácido, o espetáculo analisa a imagem de Deus e sua relação inconsistente com as pessoas.

Ficha Técnica:

Texto: Anat Gov
Adaptação: Jorge Schussheim
Tradução: Eloísa Canton
Versão: Célia Regina Forte
Direção: Elias Andreato

Elenco
Irene Rache – Ana
Dan Stulbach – D
Pedro Carvalho – Paulo

Cenário: Antonio Junior
Figurino: Fause Haten
Iluminação: Wagner Freire
Trilha Sonora: Jonatan Harold
Assessoria de Imprensa: Daniela Bustos e Beth Gallo - Morente Forte Comunicações
Programação Visual: Vicka Suarez
Fotos: João Caldas
Assistente de Direção: Andréa Bassitt
Assistente de Iluminação: Alessandra Marques
Assistente de Figurino: Gabriela Marumoto
Assistente de Fotografia: Andréia Machado
Assessoria Contábil: Marina Morente
Assistente de Produção: Celso Dornellas e Thaís Peres
Administração: Magali Morente
Produção Executiva: Kátia Placiano
Coordenação de Projetos: Egberto Simões
Produtoras: Selma Morente e Célia Forte
Realização: Morente Forte Produções Teatrais

Teatro FAAP (500 lugares)
Rua Alagoas, 903 – Higienópolis.
Informações e Vendas: 3662.7233 e 3662.7234.

Sextas às 21h30 | Sábados às 19h e 21h30 | Domingos às 18h
Vale conferir :)

11 março, 2014

Trair e Coçar ... É só Começar


Trair e Coçar ... É só Começar
é diversão garantida.

Dramas densos e cheios de questões psicilógicas, funcionam, sempre estão no cardápio teatral, mas raramente se mantém por mais de um ano. O publico privilegia as gargalhadas naturalmente produzidas por interpretações e textos leves, porém bem alinhados com uma compreensão fácil e enrendo inteligente. 
Em março de 2014, Trair e Coçar é Só Começar, completa 28 anos ininterruptos em cartaz. O texto, de Marcos Caruso, estreou em 26 de março de 1986, com direção de Attilio Riccó e acumulou até agora um total de cerca de seis milhões de espectadores em quase nove mil apresentações desde sua estreia em 1986, no Rio de Janeiro. Apenas três estados do Brasil (Acre, Amapá e Rondônia) ainda não assistiram à montagem.
A peça é um vaudeville, gênero de comédia de costumes em que ele, Jandira Martini e Juca de Oliveira são ases no Brasil. O espetáculo é baseado na suspeita de adultérios múltiplos. Uma empregada (papel de Anastácia Custódio) envolve seus patrões e dois casais em confusões. Ao ver a patroa Inês assediada pelo síndico do prédio onde mora, a atrapalhada empregada Olímpia supõe que ela esteja traindo o marido Eduardo, apesar de estarem preparando a festa de 16 anos de casados. Na cabeça de Olímpia, Lígia, a melhor amiga de Inês, também está sob suspeita, assim como o marido dela, Cristiano. As conclusões apressadas da empregada começam a gerar uma série de “quiprocós” a ponto de, em dado momento, todos os personagens se envolverem numa confusão aparentemente sem saída.
Lara Cordula, (iluminada, radiante) esbanjando talento e bem à vontade na personagem Inês, também está no elenco com Carlos Mariano (excelente no papel de Eduardo). Miguel Bretas (O sindico) é o mais novo ator do atual elenco, agregando mais nomes numa lista destes ultimos 27 anos, que registrou nomes como: Suely Franco, Denise Fraga, Adriano Reis, Rômulo Arantes, José Augusto Branco, Ana Rosa, Alexandre Reinecke, Imara Reis, Roberto Arduin, Roberto Pirillo, Bruna Gasgon, Clarisse Abujamra, Mário Cardoso e Annamaria Dias.
Anastácia Custódio, agora no papel principal, se encontrou com Olímpia pela primeira vez em São Paulo. Ela na poltrona; a personagem, no palco, dando o show de confusões que movimenta a comédia de costumes de Marcos Caruso. "Ela riu de se esbaldar e, ao fechar as cortinas, foi enfrentar os desafios da vida. O maior deles: estabelecer-se como atriz, numa das mais concorridas praças do mercado brasileiro. Certa vez, estava matriculada no curso de interpretação de Attílio Riccó, o diretor de Trair e coçar, quando a produção apontou a necessidade de uma intérprete para ser stand in (eventual substituta) da empregada". "Fui fazer o teste e passei. Jamais imaginei que um dia fosse fazer Trair e coçar, ainda mais a Olímpia, que é um grande presente pra carreira de qualquer intérprete. É uma personagem riquíssima e um grande desafio diário. Não há como não se tornar uma atriz melhor depois dessa experiência. Aliás, graças ao talento do Marcos Caruso, o Brasil tem esse marco que é o Trair e coçar na história do teatro", diz Anastácia que esbanja talento no papel.
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No cinema o texto também fez sucesso... com Adriana Esteves no papel de Oímpia, a confusa e intrometida empregada, que trabalha em um condomínio de classe média alta, seus patrões, Inês (Bianca Byington), uma arquiteta, e Eduardo (Cássio Gabus Mendes), um médico. Eles estão prestes a completar 15 anos de casados, sabendo disso Olímpia e Inês preparem uma surpresa a Eduardo, que está retornando de um congresso em Brasília. Porém a empregada Olímpia erroneamente supõe que Eduardo esteja traindo a esposa com uma dançarina que Eduardo conheceu na viagem de volta, a Salete (Lívia Rossy). Logo ele começa a pensar que Inês está tendo um caso com Cláudio (Otávio Muller), o síndico do prédio. Cristiano (Mário Schoemberger) e Lígia (Mônica Martelli), que também são casados e se amam, são também vítimas de interpretações erradas, que causam ainda mais confusões.

Elenco:

Anastácia Custódio (Olímpia)
Carlos Mariano (Eduardo)
Lara Córdula (Inês)
Carla Pagani (Ligia)
Miguel Bretas (Claudio)
Mario Pretini (Cristiano)
Siomara Schroder (Vera)
Ricardo Siciliano (Ryco)
Ivam de Almeida (Padre)


Teatro Das Artes - (Shopping Eldorado)
Horários: Sextas às 21:30h, Sábado às 21h e Domingo às 19h

Maiores informações: (11) 3034-0075
Atendimento para imprensa, grupos e empresas: Telefone (11) 5084-1717
 ou por e-mail

Temporada em SP - até Março 2014 e o espetáculo entra em viagem
(Veja a programação da sua cidade)

15 fevereiro, 2014

Nós Sempre Teremos Paris

Nós Sempre Teremos Paris

Espetáculo que marca a estreia de Artur Xexéo como autor em São Paulo se apresenta em Curta Temporada Popular no Teatro Raul Cortez.
Há 17 meses em cartaz no Rio de Janeiro, comédia musical já foi vista por mais de 50 mil pessoas.
No espetáculo as personagens brasileiras, que não falam francês, tiveram um encontro casual durante uma viagem de turismo a Paris, passaram uma tarde juntos e perceberam que tinham vários interesses em comum. Vinte anos depois, sem contato algum, voltam ao mesmo café de Paris onde se conheceram na expectativa de um reencontro e de, enfim, retomar o que poderia ser uma história de amor.
No período em que estiveram afastados um do outro, mantiveram uma ligação com aquela tarde através de clássicos que formam a trilha sonora de suas vidas em Nós Sempre Teremos Paris.

Um musical de bolso sobre encontros e desencontros de um casal. Uma comédia romântica, costurada por clássicos da música francesa. Um pocket de 50 minutos com 3 músicos ao vivo tocando percussão, violão, baixo, piano e acordeon. Depois de 1 ano consecutivo de apresentações nos palcos cariocas seguido de turnê por 6 cidades e uma nova temporada no Rio, o espetáculo realiza sua primeira temporada em São Paulo.
A direção é de Jacqueline Laurence, e no elenco Françoise Forton, que completa 45 anos de carreira e deu vida à Gigi na novela da TV Globo “Amor à Vida” e Aloisio de Abreu. 
“Na minha cabeça, a peça está muito ligada a São Paulo. Quando elaborei o repertório, fui atrás das canções francesas que ouvia na adolescência, e a minha adolescência foi passada em São Paulo. Nas festinhas, a gente dançava ao som de Alain Barriere e Gilbert Bécaud e Sylvie Vartan. O repertório mais antigo eu conheci nos shows com veteranos da canção francesa que aconteciam no teatro Record e, depois, eram exibidos pela TV Record.  Maurice Chevalier, Charles Aznavour, Josephine Baker, conheci todos em São Paulo”, revela o autor.
“Uma peça deliciosa. Simples e charmoso, texto de Artur Xexéo sobre encontros e desencontros de um casal, dirigido por Jacqueline Laurence, deixa um gostinho de ‘quero mais’” -  Bárbara Heliodora

Ficha Técnica

Texto: Artur Xexéo
Direção: Jacqueline Laurence

Elenco: 
Françoise Forton e Aloisio de Abreu
Stand-in: Miriam Virna

Músicos:
Roberto de Brito - Violão
João Guilherme - Percussão
Itamar Assiere - Piano / Acordeon
Direção musical: Marcelo Nogueira
Preparação vocal: Danilo Timm
Figurinos: Valéria Stefani
Cenografia: Massimo Esposito
Iluminação: Adriana Ortiz
Equipe Barata Comunicação:
Coordenação de produção – Elaine Moreira
Produção Executiva – Bruno Luzes
Imprensa – Priscilla Santos
Produção e Assessoria de imprensa: Barata Comunicação
Assessoria de Imprensa SP: Morente Forte Comunicações
 
Teatro Raul Cortez (520 lugares)
Rua Dr. Plínio Barreto 285 – Bela Vista
Bilheteria: 3254.1631
Sexta 21h30 | Sábado 21h | Domingo 18h
Gênero: comédia musical
Curta temporada: até 30 de março


Vale conferir :)