24 novembro, 2013

Paralelos

Paralelos

Eu já passei daquela fase, onde só literatura que tenha "sotaque" internacional é a boa...
Não excluo que haja bons textos é óbvio e não seria tolo a esse ponto... mas considerar que apenas por ser NACIONAL, não ter sotaque estrangeiro a coisa não é lá tão bacana... não me agrega. Ponto.
ADORO QUANDO A PSICOCOISA TÁ ALI... PRESENTE... explicando para nossa alma... coisas que só bons autores (nacionais ou internacionais) nos resolvem. Em "Paralelos", Leonardo Alkmim deliciosamente consegue isso.
"...Alexandre e Vítor, irmãos gêmeos costumam se dar bem e ficar sempre juntos. Até que, em um acampamento, os dois se desentendem e pela primeira vez se desgrudam. Na volta, sentados em lugares separados, a tragédia os atinge: um acidente automobilístico onde apenas Vítor sobrevive.
Eis que passamos a ver a história pelo ponto de vista dos dois, cada um em sua realidade. Vítor entre os vivos, analisando a perda e a ausência daqueles que amamos e Alexandre e sua readaptação entre os paralelos, aqueles que conhecemos como entidades, deuses ou anjos, dependendo da sua religião ou ponto de vista" diz Danilo Barbosa. 

"_ É incrível como a mente não consegue se livrar do mito da unidade; tudo tendo sua origem em um ponto primordial. É uma ideia absurda.
_ Mas tem que ter havido um ponto em que tudo começou.
_ Tem? Tem mesmo?
O outro ficou em silêncio, esperando.
O espaço naquele sótão era realmente pequeno, mas o corpo gordo da mãe parecia não conseguir ficar quieto muito tempo. Começou a arrumar os lençóis da cama do filho.
_ A mente quer acreditar nisso porque não entende a existência sem matéria. As pessoas, por serem feitas disso que é palpável em que estamos agora, não entendem por puro condicionamento. - Chacoalhou um lençol antes de dobrá-lo. - Mas é simples. A primeira partícula surgida foi o Boson de Higgs, que não tem massa. Esses bosons fizeram as estruturas sem massa ganharem massa. Portanto, a primeira estrutura com massa só surgiu depois do início, por isso, antes não havia nenhuma estrutura com massa pra constituir esse famoso ponto inicial."
Paralelos - Pág. 200


 

Passe numa livraria e pegue logo o seu. :)

10 novembro, 2013

A Noite Das Tríbades

A Noite Das Tríbades

A Noite Das Tríabades
De Per Olov Enquist
Direção Malú Bazán

Uma das peças mais bem avaliadas em 2012, entra em cartaz em São Paulo no Teatro Eva Herz, aos sábados e domingos, em curta temporada.
Escrita em 1975, uma das peças mais encenadas do teatro sueco contemporâneo, já traduzida para mais de 20 idiomas, se passa num teatro decadente de Copenhagem.
Numa tarde de março de 1889, quatro pessoas se reúnem no Teatro Dagmar de Copenhague para ensaiar a peça “A Mais Forte” escrita por August Strindberg para sua primeira esposa, Siri Von Essen. Essas quatro pessoas são: o próprio Strindberg, Siri Von Essen, Marie Caroline David (amiga e suposta amante de Siri) e o ator dinamarquês Viggo Schiwe. Siri e Strindberg estão se divorciando. Ele está na miséria, sem editor, marginalizado em seu país de origem (Suécia). Faz desesperados esforços para ver suas peças encenadas e logo tenta, com seus próprios meios, montar um Teatro Experimental Escandinavo em Copenhage.
Na peça “A  Mais Forte”, duas mulheres lutam pelo amor de um homem ausente. Strindberg anseia ocupar esse papel. Colocando sobre o cenário esses quatro personagens feridos, Per Olov Enquist funde sua visão com a do seu protagonista real: a convivência humana está condenada ao fracasso. Enquist nos apresenta um Strindberg solitário, presunçoso, amedrontado, amoroso, contraditório, profundamente humano, um gigante cheio de inseguranças.
A peça A Noite das Tríbades foi criada para a Mostra Strindberg realizada pelo SESC SP em setembro de 2012. Depois participou do Repertório de Verão do Grupo TAPA, no primeiro semestre de 2013 no Viga Espaço Cênico.
 
Elenco: 
Clara Carvalho, Norival Rizzo, Nicole Cordery e Daniel  Volpi

Texto: Per Olov Enquist
Tradução: Carlos Rabelo
Colaboração: Clara Carvalho
Direção: Malú Bazán

Figurinos: Rosane Muniz
Iluminação: Isadora Giuntini
Cenário: Flávio Tolezani
Artista Plástico convidado: Diego Dolph Johnson e Pedro Caldas
Cabelos e Maquiagem: Diego Durso
Coordenação de projeto: Eduardo Tolentino de Araujo
Produção Executiva: André Canto
Produção: Canto Produções em co-produção com o Grupo TAPA

Teatro Eva Herz
Livraria Cultura – Conjunto Nacional
Avenida Paulista, 2.073 – Bela Vista
Bilheteria: 3170-4059

Sábados às 18h | Domingos às 19h
 
 
Curta Temporada: até 15 de dezembro
 
 Vale conferir ;)


18 outubro, 2013

Bem-Vindo, Estranho

Bem-Vindo, Estranho

De Angela Clerkin.
Direção primorosa de Murilo Pasta nesta montagem teatral, baseada na peça originalmente intitulada Be Mine, de autoria da dramaturga britânica Angela Clerkin.
Trilha, iluminação e cenário somados ao talento do elenco, nos envolvem num delicioso espetáculo de suspense... situado em Londres, que retrata a conturbada relação de Jaki e Elaine, mãe e filha de classe trabalhadora, interpretadas por Regina Duarte (com um brilho e talento espetacular em cena) e Mariana Loureiro.
A dinâmica do espetáculo é ditada pela alternância de afeto e calor humano genuínos com a maquiavélica e implacável manipulação à qual Jaki submete a filha, uma jovem advogada.
O cotidiano das duas se complica à medida que Elaine obtém a absolvição de Joseph (Kiko Bertholini), acusado de ter assassinado a namorada e, apaixonada por ele, o traz para viver no claustrofóbico apartamento que divide com a mãe.
Momentos de drama intenso e absorvente se alternam com pitadas de leveza, humor e sensualidade.
Com cenário de J.C. Serroni e inspirado na estética noir que sugere o texto, o diretor Murilo Pasta cria uma atmosfera densa de suspense e lirismo que deságua num coquetel explosivo de desejos incontroláveis cujas conseqüências são devastadoras.
 Ficha Técnica:

Texto: Angela Clerkin
Tradução: Kiko Bertholini
Adaptação: Regina Duarte, Murilo Pasta, Mariana Loureiro e Kiko Bertholini
Direção: Murilo Pasta

Elenco: Regina Duarte, Kiko Bertholini, Mariana Loureiro

Iluminação: Aline Santini
Figurinista: Iraci de Jesus
Cenografia: JC Serroni
Música Original: Marcelo Pellegrini
Assessoria de Imprensa: Morente Forte Comunicações
Design Gráfico: Patrícia Cividanes
Foto e vídeo Maker: Rabi Haidar e Rudá Cabral
Criação de Beleza: Mauro Freire
Preparação Corporal: Renata Melo
Realização: Brucutu Filmes e Filet Produções Artísticas
Patrocínio: Vivo


Teatro Vivo(290 lugares)
Avenida Dr. Chucri Zaidan, 860 – Morumbi
Bilheteria do Teatro: 97420-1520
Sexta às 21h30 | Sábado às 21h | Domingo às 18h
+fotos
Temporada: até 15 de Dezembro
Vale conferir :) Imperdível

13 outubro, 2013

Superadas

Superadas

Adaptação teatral de Miguel Paiva.
Após sucesso absoluto de Mulheres Alteradas, comédia vista por mais de 220 mil pessoas, a produtora Manhas & Manias apresenta esse novo texto da cartunista argentina Maitena, com direção de Eduardo Figueiredo.
O espetáculo gira em torno de uma festa organizada por Margarida. Ela quer comemorar sua tão esperada independência depois de anos casada. Além da separação, Margarida quer festejar a alta da terapia e o abandono da opressão de seu personal trainer, além de seus seios novos. Marta e Marisa são suas amigas mais próximas e dividem com ela não só suas aventuras e desventuras como seus próprios dramas pessoais. Além disso, durante o espetáculo interpretam outras personagens como a empregada tirana, a moça da plateia e a cartomante.
Superadas retrata um novo momento da mulher contemporânea, já com questões que vão além de filhos e ex-maridos, como por exemplo, o conflito com o próprio corpo diante da maturidade iminente.  Raphael Viana, o único ator, também se divide entre os papéis do ex-marido de Margarida e pai de Patty, o personal trainer, o rapaz da plateia, um garçom e outros personagens masculinos. “Superadas representa outro estágio da Mulher contemporânea, apontado por Maitena. Administrar sua vida profissional, pessoal, de seu ex e/ou atual marido, dos filhos e ainda por cima, ser bonita”, define Eduardo Figueiredo.
A produtora Manhas & Manias, faz do Brasil o único País, incluindo a Argentina, autorizado a adaptar os cartuns de Maitena para o teatro. A autora, inclusive, assistiu duas vezes a montagem de Mulheres Alteradas e também por isso permitiu a adaptação de Superadas que conserva a essência de seus cartuns.
Autora: Maitena
Dramaturgia: Miguel Paiva

Elenco:
Catarina Abdalla
Mel Lisboa
Flávia Guedes
 Raphael Viana

Direção: Eduardo Figueiredo
Direção Musical e Trilha original: Dani Black
Músicos/Estúdio: Maicon Ananias e Felipe Roseno
Figurinos: Theodoro Cochrane
Cenário: Maíra Knox
Desenho de Luz: Fernando Azambuja e Otavio Dias
Coreografias: Janaina Marlene
Programação Visual: Mariana Resnik
Fotos: Guga Melgar
Gerente de produção: Bia Izar
Produção executiva: Aline Pereira
Administrador: Taís Somaio
Direção de produção: Maurício Machado
Realização e produção: Manhas & Manias De Eventos
Patrocínio: Wickbold, Ladysoft

Teatro das Artes(742 lugares)
Avenida Rebouças, 3970 – Shopping Eldorado, 3º piso
Informações: (11) 3034-0075
+fotos
Sextas e Sábados às 21h30 | Domingos às 20h

Temporada: até 24 de novembro
Vale conferir :)

25 setembro, 2013

A Toca Do Coelho

A Toca do Coelho

De David Lindsay Abaire
Direção Dan Stulbach

Uma surpreendente história familiar em cartaz no Teatro FAAP.
Com direção de Dan Stulbach, Toca do Coelho é um retrato vívido de esperança, sinceridade e superação de uma família em busca de tornar o impossível novamente possível.
Um espetáculo sensível e forte que conta a vida de um casal que luta, através de um acontecimento inesperado, para refazer suas vidas.
Grande sucesso na Broadway, escolhido melhor texto no seu ano de estreia e Premio Pullitzer, a peça traz Becca (então interpretada por Cynthia Nixon - de “Sex in The City” - Prêmio Tony de melhor atriz pelo espetáculo), aqui vivida por Maria Fernanda Cândido, casada com Paulo, papel de Reynaldo Gianecchini. Eles precisam retornar à sua existência cotidiana, após uma perda chocante e súbita. Oito meses antes, formavam uma família feliz. Tinham tudo que queriam. Agora, eles estão presos a um labirinto de memórias, desejo, culpa, recriminação e sarcasmo, controlados de forma rígida, de onde não conseguem escapar.  Após o inusitado, Becca e Paulo seguem caminhos opostos. Enquanto Becca encontra dor nas lembranças familiares, Paulo encontra conforto. Becca hesita em se abrir para sua mãe (Selma Egrei, que está sensacional no papel) ou para a irmã divertida (Simone Zucato); que aparece grávida. Mas, secretamente, estende a mão ao adolescente (Felipe Hintze) envolvido no acidente que provocou todas as mudanças em sua vida, dando início a uma estranha amizade. E nesse tempo, Paulo pode encontrar consolo com outra mulher.
Um texto moderno, atual e emocionante. Um encontro de atores e artistas apaixonados por mostrar esta história e pela tentativa de oferecer ao público uma experiência transformadora.

Ficha Técnica

Texto original: David Lindsay Abaire
Tradução: Simone Zucato
Adaptação: Alessandra Pinho
Direção Geral: Dan Stulbach
Elenco:
 Maria Fernanda Cândido, Reynaldo Gianecchini, Selma Egrei, Simone Zucato, e Felipe Hintze

Cenografia: André Cortez
Desenho de luz: Marisa Bentivegna
Figurinos: Adriana Hitomi
Trilha sonora: Daniel Maia
Preparador corporal: Leandro Oliva
Preparador vocal: Edi Montecchi
Design Gráfico: Alessandro Romio
Vídeo Mapping: BijaRi
Voz do Dani: Guido Prado Tomazoni
Direção Técnica: Deborah Zatz
Assistentes de Direção: André Acioli e Otavio Dantas
Direção de Produção: Valdir Archanjo e Bira Saide
Produtores Associados: Simone Zucato, Valdir Archanjo e Bira Saide
Realização:
Asa Produções Culturais, SPZ Produções Culturais e Nero Produções Culturais e Casa de Tipos

Teatro FAAP(500 lugares)
Rua Alagoas, 903 – Higienópolis.
Informações e Vendas: 3662.7233 e 3662.7234.
Sextas às 21h30 | Sábados às 21h | Domingos às 18h

Temporada: até 15 de dezembro
Vale conferir ;)


13 setembro, 2013

A Casa De Bernarda Alba

A Casa De Bernarda Alba

De Federico García Lorca
Direção Elias Andreato

Aos 50 anos de carreira Walderez de Barros está simplesmente sensacional no papel de Alba. Dá um show de talento.
O requinte da luz, cenário, enfim...os cuidados com a produção já são marca registrada da Morente Forte.
Elias Andreato traduziu, adaptou e dirige para os palcos brasileiros o texto de Garcia Lorca escrito durante a ditadura de Franco na Espanha.   O drama das mulheres nos povoados da Espanha, seu primeiro título, é um dos mais conhecidos e encenados textos de Lorca e compõe, ao lado de Bodas de Sangue e Yerma, uma trilogia que revela um cenário desalentador dos costumes da Espanha de sua época.  Bernarda (Walderez de Barros), matriarca dominadora que mantém as cinco filhas – Angústias (Mara Carvalho), Madalena (Tatiana de Marca), Martírio (Victória Camargo), Amélia (Isabel Wilker) e Adela (Bruna Thedy) – sob vigilância constante, transformando a casa onde vivem em um caldeirão de tensões prestes a explodir a qualquer momento pois, viúva do segundo marido, decreta luto de oito anos, submetendo suas filhas à reclusão dentro das frias paredes da casa, com as janelas cerradas. Completam a cena Pôncia (Patrícia Gasppar) e a criada (Fernanda Cunha). Preconceito, vingança, fanatismo, machismo, tirania materna e padecimentos femininos, denunciam o esclerosamento social e a sobrevivência, em pleno século XX. 
A trilha sonora original é composta por Daniel Maia. Os figurinos são de Fause Haten e o cenário de Fabio Namatame. Wagner Freire criou a luz, que completa a cena idealizada nesta montagem de Elias Andreato dessas oito mulheres, lideradas por Walderez de Barros, que “com brilho no olhar ocupam o centro da cena. Reinventam suas histórias poemas e cantilenas”, segundo o diretor.

Ficha Técnica

Elenco:
Walderez de Barros  (Bernarda)
Patrícia Gasppar  (Poncia)
Mara Carvalho  (Angustias)
Victória Camargo (Martírio)
Bruna Thedy  (Adela)
Tatiana de Marca (Madalena)
Isabel Wilker  (Amélia)
Fernanda Cunha  (Criada)

Cenário: Fabio Namatame
Figurino: Fause Haten
Iluminação: Wagner Freire
Trilha Sonora: Daniel Maia
Assistente de Direção: Leandro Goddinho
Preparação Vocal: Jonatan Harold
Preparação Corporal: Gustavo Malheiros
Programação Visual: Vicka Suarez
Fotos: João Caldas

Produção Executiva: Egberto Simões
Produtoras Selma Morente e Célia Forte

Realização: Morente Forte Produções Teatrais
 
+fotos
Teatro Cultura Artística Itaim (303 lugares)
Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1830 - Itaim
Bilheteria: 3078-7427

Sextas às 21h30 | Sábados às 21h | Domingo às 18h30
Duração: 90 minutos
Recomendação: 14 anos
Gênero: Drama

Temporada: até 1º de dezembro

Vale conferir :)

08 setembro, 2013

Agora


Agora...

“Um ato de amor que conclama o espectador a refletir sobre atitudes que podem ajudar na reinserção de um dependente químico à vida.
O texto, fruto de um trabalho de pesquisa realizado durante seis anos por José Scavazini, não aponta um modelo ideal para a recuperação dos dependentes químicos, mas mergulha no grito do ser humano preso nos limites de si mesmo".
"Agora", dirigo pelo excelente ator e diretor Marcos Caruso é o segundo espetáculo da trilogia iniciada com "Ainda", que estreou em 2007 e permaneceu em cartaz durante seis anos, levando para o palco temas como comportamento, uso e abuso das substâncias químicas. O terceiro e último texto, intitulado "Depois", está em fase final de elaboração.
Enquanto a peça da trilogia mostrou a descoberta da dependência de um jovem usuário de drogas e a revelação para a família, "Agora" enfoca o estágio mais avançado da doença, que é o tratamento. Os questionamentos envolvem fatos recentes do cotidiano, que crescem de forma inesperada sem que haja tempo de ajuizar sobre eles.
O elenco formado por atores de talento afiado, nos faz sair do teatro satisfeitos e com um gostinho de querer ver mais teatro.

 Elenco:
Carlos Mariano
Ailton Rosa
José Scavazini
Carlos De Niggro

Ficha Técnica:
Autor: José Scavazini
Direção: Marcos Caruso
Iluminação: Beto Bruel
Trilha Sonora: Aline Meyer
Projeto de Imagens: Caetano Caruso
 

 Teatro Augusta (sala nobre)
Rua Augusta, 943 - Cerqueira César
Telefone: 11-31514141

Temporada até 10 de Outubro

Valor do ingresso: Entrada gratuita
Duração: 60 minutos – seguido de um debate após cada apresentação.
Classificação: 12 anos.
Veja a programação de sua cidade
Vale conferir :)


25 agosto, 2013

Adão, Eva e Mais Uns Caras

Adão, Eva e Mais Uns Caras
De Romeu Di Sessa
Direção Ernesto Piccolo

Sheron Menezzes brilha em Adão, Eva e Mais Uns Caras, uma comédia ambientada numa ilha deserta, onde um grupo de náufragos encalha. Eles vão passar quase um ano nessa ilha e vão ter que reinventar suas vidas, seus códigos e suas necessidades.
Um dos diretores mais atuantes no cenário teatral brasileiro, Ernesto Piccolo dirige esse texto inédito de Romeu Di Sessa, um roteirista premiado, com passagem pelo cinema, teatro e televisão. Na peça, os personagens trafegam no limite durante todo o tempo em que ficam presos na ilha: Não há comida, não há energia elétrica, não há tempo previsto para essa aventura acabar. Para esses cinco amigos, esquecidos nessa ilha, há apenas a necessidade de sobrevivência.
Adão, Eva e Mais Uns Caras se revela uma divertida brincadeira e faz o público questionar as necessidades humanas de moral e ética, de forma leve e descontraída com todos personagens desenhados em sua profissão e utilidade em uma situação limítrofe como a que se encontram.

Com:
Sheron Menezzes, Gonçalo Diniz, Danilo Sacramento,
Duda Nagle e Renato Goes.

Cenário e figurino: Clívia Cohen
Iluminação: Aurélio de Simoni
Trilha Sonora: Fernando Moura
Edição de Vídeo e Mapping: Luiz Raton e Leticia Pantoja
Assistente de Direção: Isabel Lobo
Fotografia: Paula Cecatti
Direção de Produção: Elaine Macedo
Produção SP: Waldir Terence
Assistente de Produção: Luca Martins
Realização Elaine Macedo


Teatro Gazeta (700 lugares)
Avenida Paulista, 900 - Térreo
Informações: 3253.4102

Sextas às 23h | Sábados às 20h| Domingos às 18h

Temporada: até 17 de novembro
Vale conferir :)

19 agosto, 2013

As Cinzas do Velho (Ashes of the Old)

As Cinzas do Velho (Ashes of the Old)

A Dois Caras Produções produz seu primeiro espetáculo...
com direção de Luís Artur Nunes, em São Paulo.
A peça do dramaturgo norte-americano Kelly McAllister... As Cinzas do Velho reestreia na cidade, com um elenco afiado e bacana... no Teatro João Caetano SP.
Alexandre Cruz (que também é produtor), um ator dedicado e de um talento refinado... vive Bobby, “o irmão descolado”, enquanto Marcelo Braga é o irmão certinho. Alexandre conta "que a veia produtor foi surgindo naturalmente, sem que entrasse em conflito com a de ator" - "É uma história que fala sobre pessoas. É um espetáculo cheio de humanidade" - diz ele.
O enredo da peça se passa quando dois irmãos perdem o pai e precisam se encontrar para ir depositar as cinzas do velho (daí o nome do espetáculo), no lugar inusitado que ele indicou. Na jornada, eles se encontram com outros personagens e a peça se aventura, ao mesmo tempo, pelo humor e pelo drama. É neste contexto que se desenvolve “AS CINZAS DO VELHO”. 

Elenco:
Alexandre Cruz
Marcelo Braga
 Antoniela Canto
Cibele Bissoli
Leandro Madeiros
Ricardo Ripa

Assistente de direção:Rodrigo Palmieri
Cenário e Figurino: Fábio Namatame
Iluminação: Wagner Freire
Fotos e Identidade Visual: Vitor Viera
Diretora de Produção: Helena Weyne
Produtores Associados: Alexandre Cruz e Marcelo Braga
Realização: Cia. Filhos do Dr. Alfredo
Produção Geral: Dois Caras Produções

Teatro João Caetano
Rua Borges Lagoa, 650 – Vila Clementino
Próximo da Estação de Metrô Santa Cruz
Lotação: 438 lugares
Telefones: (11) 5573-3774 / 5549-1744
Sexta e sábado às 21h e dom às 19h.


Temporada popular até 15 de setembro de 2013

Vale conferir ;)

17 agosto, 2013

La Mamma


 La Mamma

O espetáculo é uma adaptação teatral do romance “O Belo Antônio”, do escritor e roteirista Vitaliano Brancati. 
Com texto de André Roussin, direção de Carlos Artur Thiré e realização de Leonardo Miggiorin. O elenco conta com Rosi Campos, Carlo Briani, Débora Gomez e a excelente atriz Arlete Montenegro substituindo Rosi nos dias em que ela não pode fazer o espetáculo.
A peça trata dos conflitos de uma família ítalo-brasileira que possui a figura central na mãe, chamada Mamma. Ela faz de tudo para manter sua família unida e bem vista perante a sociedade local. Os dois filhos, Aldo e Antônio, são interpretados por Leonardo Miggiorin (ótimo nos papeis).
Apesar de serem gêmeos, os irmãos são completamente diferentes. Antônio é o galã da cidade, charmoso, bem relacionado, atrai todas as atenções femininas. Já Aldo é o filho preguiçoso, bronco, encostado nos negócios da família e fisicamente, passa longe da beleza do irmão. Quando Antônio mostra não ser o que todos achavam, sua família passa por uma desmoralização. Para salvar a reputação dos Magnano, a Mamma arma um plano envolvendo seu outro filho.

Elenco:
Rosi Campos
Leonardo Miggiorin
Carlo Briani
Débora Gomez

Atriz convidada:
Arlete Montenegro

Texto: André Roussin
Direção: Carlos Arthur Thiré
Assistente de direção: Karen Bulos
Assistente de Produção: Aline Cuoco
Realização: LM Produções Artisticas
Assessoria de Imprensa: Casé Assessoria
Direção de Produção: Néctar Cultural
Design Gráfico: Ale Pessôa
Cenário e Figurino: Clívia Cohen
Iluminação:Aline Santini
Trilha: Charles Dalla
Visagismo: Dicko Lorenzo
Fotos: Paulo Emilio Lisboa
Montador: Beto Martins
Camareira: Zezé Barreto
Operador de Som: Rogério Farias
Operador de Luz: Ricardo Silva


Teatro Nair Bello 
Rua Frei Caneca, 569 - Consolação 
Tel.: (11) 3472-2414
Sexta às 21h30; sábado às 21h; domingo às 19h

A temporada fica em cartaz até 1º de dezembro. 
Vale conferir :)


A Madrinha Embriagada


A Madrinha Embriagada
 

A Madrinha Embriagada é uma adaptação do premiado The Drowsy Chaperone, texto de Bob Martin e Don MC Kellar e músicas e letras de Lisa Lambert e Greg Morrison,que fez temporada na Broadway em 2006 e 2007.
A FIESP e o SESI-SP apresentam a comédia musical, que ficará em cartaz por 11 meses reunindo público de 150 mil espectadores, em oito sessões semanais: duas voltadas a escolas da rede SESI e públicas, e seis abertas ao público, no Teatro do SESI – São Paulo do Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso, na Avenida Paulista.
“O projeto do SESI-SP já nasce bem-sucedido. Somos um povo extremamente musical e esse gênero de teatro encontra sua plateia com muita facilidade no Brasil”, destaca o ator e diretor Miguel Falabella, responsável também pela tradução e versão de grandes musicais, tais como: Alô Dolly!, Cabaret, Xanadu, A Gaiola das Loucas, Hairspray, e Os Produtores. A produção é do Atelier de Cultura. Ao adaptar a obra, Miguel Falabella remete toda a trama para a cidade de São Paulo dos anos 20.
Com habilidade, Falabella mostra uma cidade vibrante e em pleno crescimento, berço dos principais artistas modernistas, ele conta uma história deliciosa, que começa nos dias atuais com um fã de musicais, denominado o Homem da Poltrona, ouvindo o disco, long play, de um espetáculo chamado
A Madrinha Embriagada, que teria estreado em 1928 no Teatro São Pedro.
A história ganha vida no palco, com os atores revivendo a trama, mostrando o total domínio de Falabella como escritor de texto teatral e da comédia musical.
Um musical atual que brinca com os tempos dourados, narrados pelo Homem da Poltrona (Ivan Parente - ótimo no papel), personagem que, com humor e fina ironia, questiona os musicais atuais e brinca com a própria tradução de A Madrinha Embriagada, fazendo menção ao “tradutor” João Canarinho. Ao todo, são 25 atores em cena que vestem 180 peças de figurino, 40 perucas e 65 pares de sapatos. A orquestra é formada por 15 músicos e são mais de 30 técnicos e 10 assistentes de produção, totalizando 80 profissionais disponíveis para as apresentações dessa Madrinha Embriagada, que ocupará durante muito tempo os palcos do Teatro do SESI.
Por sua temporada na Broadway, em 2006/2007, The Drowsy Chaperone foi indicado em 13 categorias do Tony Award e recebeu 5 prêmios: melhor texto de musical, melhores letras e músicas, melhor cenário, melhor figurino e melhor atriz coadjuvante. Também foi indicado em 14 categorias do Drama Desk Award e recebeu 7 prêmios: melhor musical, melhor texto de musical, melhores letras, melhor música, melhor cenário, melhor figurino e melhor atriz coadjuvante.

 
Diretor: Miguel Falabella
Diretor cênico associado: Floriano Nogueira
Diretor musical e primeiro regente: Carlos Bauzys
Diretora de movimentos e coreógrafa: Kátia Barros
Cenógrafos: Renato Theobaldo e Beto Rolnik
Iluminador: Fábio Retti
Figurinista: Fause Haten
Sound Designer: Gabriel D’Angelo
Segundo regente: Laura Visconti
Assistente de coreografia: Anelita Gallo
Diretor técnico: Esequiel Tibúrcio
Diretor geral de produção: Cleto Baccic

Elenco:
Sara Sarres – Jane Valadão
Stella Miranda – Madrinha
Ivan Parente – Homem da Poltrona
Saulo Vasconcelos – Iglesias
Paula Capovilla – Madrinha (alternante)
Frederico Reuter – Roberto Marcos
Kiara Sasso – Eva
Cleto Baccic – Aldolpho
Fernando Rocha – Jorge
Ivanna Domenyco – Mme. Francisca Jaffet
Edgar Bustamante – Agildo
Adriana Capparelli – Dôra
Rafael Machado – Padeiro
Daniel Monteiro – Padeiro
Andrezza Massei – ensamble / cover de Madrinha
Jana Amorim – ensamble / cover de Jane Valadão e Mme. Jaffet
Luana Zenum – ensamble / cover de Jane Valadão e Dôra
Will Anderson – ensamble / cover de Homem da Poltrona
Luiz Paccini – ensamble / cover de Agildo e Iglesias
Elton Towersey – ensamble / cover de Roberto Marcos e Jorge
Jessé Scarpelinni – ensamble / cover de Aldolpho
Anelita Gallo – swing / dance captain e cover de Eva
Carol Costa – swing / cover de Eva
Max Oliveira – swing / cover de padeiro
Ditto Leite – swing / cover de padeiro


Músicos:
Amintas Brasileiro (Sax soprano, Sax alto, Flauta, Clarinete)
André Santos (Baixo Acústico)
Bruno Soares (Trompetista)
Claudia Montin (Sax Barítono, Clarone, Clarinete)
Joca Araujo (Sax tenor, Clarinete e Flautim)
Kiko Andrioli (Baterista)
Leandro Lui (Percursionista)
Lino Martins (Trompetista)
Marcelo Manfra (Sax Soprano, Sax alto, Flauta, Clarinete, Flautim) Mariane Claro (Tecladista)
Paulo Jordão (Trompetista)
Renato Farias (Trombonista)


TEATRO DO SESI (456 lugares)
Av. Paulista, 1313 – Cerqueira César
Quartas a sextas-feiras às 21h | sábados às 16h e 21h | domingos às 19h.
Informações: www.sesisp.org.br/cultura e 11 3146-7405/7406.
 Entrada gratuita

Reserva antecipada de ingressos pelo site
www.sesisp.org.br/ingressomadrinhaa partir de 08 de agosto de 2013.
Ingressos remanescentes distribuídos na bilheteria, no dia do espetáculo,
a partir do horário de abertura da bilheteria.
Horário da bilheteria:
Quarta a sábado, das 13h às 21h; domingo, das 11h às 19h.

Sessões para escolas: quintas e sextas-feiras às 15h.

Temporada: 17 de agosto de 2013 a 29 de junho de 2014
Vale conferir :)

 

14 agosto, 2013

Covil Da Beleza


Covil da Beleza

Covil da Beleza, é um espetáculo teatral arrojado e irônico. Inédito, conta com a parceria de sucesso dos artistas, Eduardo Ruiz (autor e ator) e Lavínia Pannunzio (diretora), que em 2009 tiveram grande sucesso de público e crítica com o espetáculo Chorávamos Terra Ontem à Noite, indicado ao Prêmio Shell como melhor texto para Eduardo Ruiz. 
Na peça, sete personagens entre 20 e 35 anos, estão em busca da concretização de seus desejos, nem que para isso tenham que passar por cima uns dos outros. As ações são permeadas por ambição, traição e poder.
Com direção de Lavínia Pannunzio, Covil da Beleza retrata Isa e Bia, duas amigas que cresceram juntas e pertencem à classe social mais abastada do país. Julgam-se superiores por serem lindas, ricas e bem nascidas. Isa é noiva de Tom, a relação dos dois é fruto de uma aposta entre as duas amigas. Tom é um belo jovem que trabalhava como garçom e depois que conheceu Isa, montou uma empresa de eventos. Bia é casada com Léo, um homem determinado, que trabalha na empresa do pai dela. Com sede de poder, é capaz de tudo para manter sua posição social. Léo mantem um caso extraconjugal com Júlia, jovem ambiciosa que trabalha como vendedora numa loja. Obcecada por magreza e beleza, Júlia se utiliza dessas ‘qualidades’ para atingir seus objetivos. Ela divide um apartamento com Adônis – um michê, traficante, amoral, pragmático, que não acredita no amor – e Caio, um estudante de teatro, muito jovem, ingênuo, que descobre com Adônis o poder devastador da paixão.

Texto: Eduardo Ruiz
Direção: Lavínia Pannunzio

Elenco:
 Bruno Kott, Caroline Bittencourt, Daniel Aguiar, Daniel Morozetti, João Gabriel Vasconcellos, Patricia Barros e Carolina Fauquemont

Cenografia: Cassio Brasil
Figurino: David Muniz
Visagismo: Eduardo Hyde
Trilha Original: Daniel Maia
Iluminação: Aline Santini
Fotos de cena: João Caldas
Fotos estúdio: Bruna Castanheira.
Programador Visual: Zoots – Fernando Salles
Produção executiva:  Ricca Produções – Carmem Oliveira / Brancalyone
Direção de produção: Giuliano Ricca / Edinho Rodrigues
Realização: Barros + Barros /Ricca Produções / Brancalyone
Produtores Associados: Giuliano Ricca / Patricia Barros / Edinho Rodrigues
Teatro Augusta (302 lugares)
Rua Augusta, 943Informações: 3151.4141
Sexta 21h30 | Sábado às 21h | Domingo às 19h

Temporada: até 27 de Outubro
Vale conferir.

07 agosto, 2013

Hoje É Dia De Rock

Hoje É Dia De Rock

Hoje tive o prazer de assistir "Hoje é Dia De Rock"...
de: José Vicente, com
O Grupo 11 do Senac SP - do Curso Técnico Em Arte Dramática na ótima direção de Walmir Pavam.
A filha de um maestro de banda do interior de Minas Gerais, recorda o seu passado nos anos 1950 - a vida à beira de uma estrada, os pais, os irmãos, a juventude, as tradições, o envolvimento de seu pai com a música - e o momento de ruptura, quando a família precisa partir para a cidade em busca da sobrevivência.
O Rock aparece na peça como um simbolo das mudanças sócio-culturais da transição dos anos 1950 para 1960. O montagem está bem cuidada, com trilha sonora adequada. Destaque para Anselmo Santos (que faz o Pedro) e para Eliana Belvederesi (que interpreta a Índia e um Seu Guilherme) que arranca fácil gargalhadas da platéia.

Elenco:
Alex Akira (Valente)
Anselmo Santos (Pedro)
Bárbara Esmenia (Adélia)
Danielly Belotti (Isabel Jovem)
Douglas D`Freitas (Quincas)
Drika Karol (Isabel adulta)
Eliana Belvederesi (Ìndia / Seu Guilherme)
Gabriela Pastorin (Rosário)
Leandro Santiago (Davi)
Ligyane Sales (Neuzinha)
Paulo Contato (Elvis/ Dona Efigênia)

Preparação Vocal: Milla Valle
Preparação Corporal: Vivi Mori
Cenário e Figurino: Walmir Pavam e Grupo
Maquiagem: Ivon Mendes

Gerente: Wilson Krette Júnior
Coordenação Pedagógica: Mariza Bicudo
Coordenação Técnica: André Rogério Pereira
Apoio: Brenno Cardoso Santos


Apresentações dias 04,05 e 06 de Agosto
Senac Lapa Scipião
Rua Scipião, 67 - Lapa - São Paulo SP
Tel: 11-34752200
+fotos 
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Senac Lapa Scipião
;)

Á Noite Todo O Gato É Pardo

Á Noite Todo O Gato É Pardo

De Carlos Antônio Soares c direção de: Ricardo Rizzo.
Uma comédia no estilo vaudeville, de encontros e desencontros, que se passa num rico haras e aborda o universo do oportunismo, relacionamentos de fachada, sexo e trapaças financeiras, traz Junno Andrade e grande elenco em apresentações às quartas e quintas no Teatro Shop. Frei Caneca. Na trama, o casal proprietário do haras, Geraldo (Junno Andrade) e Clotilde (Delisiée Marinho), parece em perfeita harmonia, feliz e realizado. É o dia do aniversário de casamento deles e Geraldo prepara uma carinhosa surpresa, enquanto a esposa faz de tudo para ir à cidade, a sós, com o empregado e peão Amarildo (Guilherme Chelucci), seu amante insaciável e cúmplice num golpe financeiro, que envolve um caríssimo cavalo garanhão.
No entanto, os amigos Zé Carlos (Cacá Toledo), o alpinista social, candidato a deputado e marido ciumento e a perua alcoólatra e libidinosa Maria Amélia (Viviane Salles), chegam para o fim de semana, com outro plano de golpe na mala, a de vender terras improdutivas, herança de família, por peso de ouro. No meio de toda história e observando tudo, está Dinorá (Alessandra Venansi), uma empregada louca pelo patrão Geraldo, ingênua e de comunicação limitada, que de forma muito sincera e com boas intenções, acaba potencializando a confusão, criando discórdias entre os casais e novas oportunidades, inclusive para si própria, de golpes que envolvem dinheiro e sexo.


Elenco:
 Junno Andrade, Delisiée Marinho, Alessandra Venansi, Cacá Toledo, Guilherme Chellucci
e Viviane Salles

Direção - Ricardo Rizzo
Texto -  Carlos Antônio Soares
Diretor assistente - Cacá Toledo
Adaptação - Ricardo Rizzo
Trilha sonora - Daniel Maia
Light design - Domingos Quintiliano
Coreografia - Rafael Rezende
Preparação corporal – Thais Lopes
Operação de som -  Paulo Sokobauno
Operação de luz - Claudemir Santana
Figurino e Visagimo - Delisiée Marinho
Cenário - Ricardo Rizzo
Fotógrafos - Anselmo Venansi e Liz Woods
Designer Gráfico - In Company
Assessoria Jurídica - Cleverson Teixeira Advogados Assossiados
Direção de Produção - Delisiée Marinho
Produção Executiva -  Danielle Di Donato e Alessandra Venansi
Produção e Realização - Encenar Produções Artísticas e  GTX Invest


Teatro Shopping Frei Caneca (600 lugares)
Rua Frei Caneca, 569 - 7º Andar
Informações: (11) 3472-2229 e 3472-2230
Quartas e Quintas às 21h

Curta Temporada: até 29 de agosto
Vale conferir :)
 

27 julho, 2013

Três Dias De Chuva



Três Dias De Chuva

De Richard Greenberg...
Otavio Martins, faz um gaguinho em 3 Dias De Chuva, que dá vontade de subir no palco e pertar de tão fofo. Petrônio Gontijo uma surpresa sempre e Carolina Ferraz deslumbrante.
3 dias de chuva com 3 talentos no palco nos brindando com um texto delicioso e cenário acolhedor, de ótimo gosto. 
Em 1997, o escritor americano Richard Greenberg é indicado ao Prêmio Pulitzer pelo texto que dá nome ao espetáculo. A tradução e direção são de Jô Soares. O elenco desdobra-se em dois papéis cada um para contar a história, que se passa em dois tempos, em 1995 e 1960, de duas gerações de uma família  em que os filhos não conseguem entender as atitudes dos pais no passado. No primeiro ato, que se passa em 1995, vemos o jovem Walker (Otávio Martins), sua irmã Anna (Carolina Ferraz) e o amigo Pip (Petrônio Gontijo), filhos de dois grandes e renomados arquitetos, Ned (Otávio) e Theo (Petrônio). Com a recente morte de Ned, os filhos se reúnem para a leitura do testamento. Ao descobrirem que parte da herança é dada a Pip, os irmãos discutem e julgam o passado do pai, acusando-o de ser ausente em suas vidas.
No segundo ato, que se passa em 1960, o jovem Ned e seu sócio Theo sonham em construir grandes obras e firmar seus nomes como arquitetos. No entanto, os sonhos de ambos começam a desmoronar quando Ned se apaixona por Lina (Carolina Ferraz), a namorada de seu sócio – e Theo percebe que essa paixão é correspondida pela mulher que ama.  Primeira montagem de Três Dias de Chuva no Brasil e um desejo, realizado pela produtora Baobá. Na Inglaterra, a peça já foi encenada por atores como Colin Firth e James McAvoy, e nos EUA por Julia Roberts e Bradley Cooper, entre outros.

Elenco:
Carolina Ferraz
Otávio Martins
Petrônio Gontijo

Adaptação e Tradução: Jô Soares
Assistentes De Direção: Carolina Bastos, Antonio Collossi e Fábio Nascimento

Desenho de Luz: Maneco Quinderé
Cenografia: Marco Lima
Trilha Sonora: Eduardo Queiroz e Ricardo Severo
Figurino: Fávio Namatame
Fotografia: Priscila Prade
Construção De Cenário: Ono Zone Estúdio - Fernando Brettas
Assessora De Imprensa: Morente Forte

Diretor de Produção: Ed Júlio
Produtor Executivo: Gabriel De Souza
Produtor Assistente: Fabricio Sindice
Assistente De Produção: Beatriz Cervone

Realização: Baobá Produções Artísticas

Teatro Raul Cortez  (520 lugares)
Rua Dr. Plínio Barreto 285 – Bela Vista
Bilheteria: 3254 1700
Sexta 21h30 | Sábado 21h | Domingo 19h

Temporada: até 16 de dezembro de 2013
 Site do espetáculo

Vale conferir :)


23 julho, 2013

Mucho Locas

Mucho Locas

Quatro mulheres - quatro destinos. Muitas risadas com  direção do carioca Tom Arruda.
A peça mostra a trajetória de quatro mulheres que foram internadas por seus maridos numa casa de repouso particular, na Serra da Mantiqueira. De classes sociais, educação, valores morais, estilo de vida e histórias diferenciadas, dificilmente seriam amigas fora daquele lugar. Porém elas descobrem fatos comuns entre si e seu passado, que acaba influenciando o futuro delas. Isso as une novamente em torno de um objetivo grandioso: fugir dali e fazer um plano de vingança contra quem as internou.
Escrita por José Vitor Rack especialmente para Tom Arruda, Mucho Locas, é uma comédia leve, que segundo o autor promove diversão, mas tem como objetivo colocar em pauta reflexões sobre a ¨ditadura da beleza e do corpo ideal¨. Questiona o limite entre a loucura e a ¨normalidade¨, além de discutir a estrutura do teatro.
 “Escrevi este espetáculo tendo duas coisas em mente: fazer um teatro divertido e questionador. O texto mostra que a fronteira entre a loucura e a normalidade é muito mais tênue do que parece e, sobretudo, questiona a estrutura clássica do teatro... onde demonstra que nem só as fórmulas acadêmicas conseguem produzir um bom espetáculo¨, diz o autor.
A trilha especialmente composta para a encenação tem compositores como Flávio Venturini. Fernando Pires assina o design dos sapatos usados pelas atrizes.
Depois de Santo André, a montagem continuará viajando ( para 30 de agosto já foi marcada apresentação em São Caetano/SP) e o objetivo e entrar em cartaz em São Paulo ainda este ano.

Eenco:
Alessandra Vitanis
Evelyn Elman
Marisa Carnicelli
Valéria Gomes 

Participações especiais dos dançarinos:
Lucas Cassimiro e Thiago Labbate
Stand in: Marcela Oliveira.

Texto: José Vitor Rack
Direção: Tom Arruda
Cenografia e Figurinos: Tom Arruda
Artista Plástico: Celso Rorato
Construção de Cenário e Camareiras: L´ Equipe
Operador de Luz: Elton Ramos e Marcus Filomenus
Trilha Sonora e Operação de Som: Enoque de Paula
Narração: Ney Casanova ( Tupi FM)
Calçados exclusivos: Fernando Pires
Costureira de Hábitos: Débora Muniz
Maquiagem de Cena e Estúdio: Jeff Souza
Fotos de Cena e Studio: Fabio Barrocal
Designer Gráfico: Fabio Barrocal
Logo do Projeto: Giovana Braido e Amanda Machado
Programação Audiovisual: R8 Produções
Making Off: R8 Produções
Assessoria de Imprensa: Nanda Rovere
Direção de Produção: Tom Arruda (Produtom)
Assistente de Produção: Silvia Figueiredo
Produtores Colaboradores: Liana Obata e Keila Blaske
Realização: Produtom


Dia 10 de agosto de 2013
Sábado, às 19h00 e 21h00 no Teatro Municipal de Santo André
Praça IV Centenário, s/nº. Centro. Santo André/SP.
Tel.: (11) 4433-0789. (478 lugares)

Link com entrevista sobre o espetáculo

Veja a programação de sua cidade.
;)





20 julho, 2013

Bibi Canta & Conta Piaf


Bibi Canta e Conta Piaf

Comemorando 30 anos de sucesso, depois da sensacional apresentação de Bibi in Concert no Lincoln Center em Nova York, Bibi Ferreira volta aos palcos do Brasil em Bibi Canta e Conta Piaf - 30 anos de sucesso com Orquestra e Coral.
Em maio de 1983, no Teatro Ginástico Português (hoje Sesc Ginástico), Bibi Ferreira estreou o espetáculo Piaf, a vida de uma estrela da canção, da autora inglesa Pam Gems. Sob direção de Flávio Rangel, Bibi viveu a grande cantora francesa, que se tornou a sua personagem de maior sucesso. São 30 anos que Bibi apresenta o repertório de Piaf, com absoluto sucesso de publico e critica.
Provavelmente um dos maiores sucessos do Teatro Brasileiro.
Nesse ano de 2013 comemoram-se os 30 anos que Bibi canta e conta a vida da grande dama da canção francesa Edith Piaf e é também o 50º aniversário da morte de Piaf.
Em 30 anos de absoluto sucesso de crítica e público, Bibi se apresentou diversas vezes nas principais cidades do Brasil, em Portugal e na França. O sucesso de Bibi cantando Piaf foi reconhecido pelo governo francês que a condecorou duas vezes (1985 e 2009) com a Comenda das Artes e das Letras da República Francesa, a maior condecoração das artes do país.
A comemoração inclui apresentações em São Paulo (de 19 de julho a 1º de setembro), Rio de Janeiro (de 20 de setembro a 06 de outubro no Oi Casagrande) e Nova York (dia 13 de novembro no Town Hall). Além dos shows e turnê em comemoração à Pìaf, Bibi segue com agenda cheia: Concertos de Natal em dezembro; Lançamento do DVD Bibi Histórias e Canções em março de 2014, junto com a volta do espetáculo em turnê em março e abril; Em Maio, lançamento do DVD e show em Paris; E no mês de Junho estreia o novo show Bibi Sings Sinatra.

1- LA FOULE (Cabral/ M. Rivegauche) 1957
2- LA VILLE INCONNUE (C. Dumont/ M. Vaucaire) 1960
3- MONSIEUR SAINT PIERRE  (H. Contet/ J. Hess)
4- LA GOUALANTE DU PAVRE JEAN  (M. Monnot/R. Rouzaud) 1954
5- HEUREUSE  (M. Monnot/ R. Rouzaud)
6 - L’ACCORDÉONISTE  (M. Emer) 1955
7 - HINO DA RESISTÊNCIA
8 - LA BELLE HISTOIRE D’AMOUR (E.Piaf/ M. Monnot)
9 - HYMNE À L’AMOUR  (E. Piaf/ M. Monnot) 1950
10 - PADAN, PADAN (N. Glanzberg/ H. Contet) 1951
11 – MILORD (M. Monnot/ G. Moustaki) 1959
12 - BRAVO POUR LE CLOWN  (Louiguy/ H. Contet) 1953
13 - LA VIE EN ROSE (Louiguy / E. Piaf) 1946
14 - A QUOI A ÇA  SERT L’AMOUR (M. Emer) 1962
15 - NON, JE NE REGRETTE RIEN (C. Dumont / M. Vaucaire) 1961

Ficha Técnica

PIAF: BIBI FERREIRA
MESTRE DE CERIMÔNIA: NILSON RAMAN
MAESTRO: FLÁVIO MENDES
SPALLA: ERICH LEHNIGER
VIOLINOS: FLÁVIO MEYER,KÉDER CÂNDIDO,RONALDO MARIANO,TIAGO PAGANINI.
VIOLONCELLOS: MARISA SILVEIRA,FRANKLIN MARTINS OBOÉ
FLAUTA E SAX TENOR: JORGE MULLER
SAX TENOR E SAX ALTO: HECTOR COSTITA
CLARINETE E SAX ALTO: UBALDO VERSOLATO
TROMPA: MARIO RICHA
TROMPETE: NAHOR GOMES
TROMBONE: SILVIO GIANETTI
ACORDEON: RICARDO PESCE
PIANO: JOÃO BITTENCOURT
BAIXO ELÉTRICO: THIAGO ALVES
BATERIA: PAULINHO VICENTE
VISAGISMO: ELOISA BUFFON
ILUMINADOR: RICARDO MOREIRA
PRODUÇÃO EXECUTIVA: CLEUSA AMARAL
DIREÇÃO GERAL: BIBI FERREIRA
REALIZAÇÃO: MONTENEGRO E RAMAN


Teatro Shopping Frei Caneca(600 lugares)
Rua Frei Caneca, 569 - 7º Andar
Informações: (11) 3472-2229 e 3472-2230
Sexta e Sábado às 21h | Domingo às 19h

+fotos
Temporada: até 1º de setembro
Vale conferir ;)

06 julho, 2013

Doidas E Santas

Doidas E Santas

Um texto de Regiana Antonini, inspirado no livro de Martha Medeiros com direção de Ernesto Piccolo.
A comédia romântica Doidas e Santas, um projeto idealizado por Cissa Guimarães, divertiu e emocionou mais de 130 mil pessoas no Rio de Janeiro e foi aclamado por público e critica, chega a São Paulo para uma temporada de três meses no Teatro Das Artes e, a partir de outubro, poderá ser visto nas cinco regiões do país.
Com direção de Ernesto Piccolo, a plateia é seduzida pela trajetória de Beatriz (Cissa Guimarães), uma psicanalista em crise no casamento: o marido (Giuseppe Oristanio), turrão e machista, desaba quando recebe dela a notícia de que deseja a separação.
A irmã, a mãe e a filha de Beatriz (vividas pela execelente atriz Josie Antello e Tatá Lopes como stand in) dão tempero extra à história. Beatriz não se sente feliz, acredita que sua história com Orlando já acabou, que a relação perdeu o frescor e que estão juntos somente por acomodação. A partir de uma conversa com sua irmã, a solteirona Berenice, com quem abre seu coração, Beatriz decide se separar de um previsível, mas inconformado Orlando. Livre e desimpedida, Beatriz se lança à vida – diverte-se, ouve seus discos, faz todos os passeios que deseja, engata um romance com um jovem rapaz, e finalmente crê estar feliz. Seu sossego só é interrompido pelas ocasionais visitas da delirante D. Elda, sua mãe, que vive às turras com a neta Marina. A nova vida de Beatriz parece seguir como ela sempre sonhou, até que um dia Orlando volta a procurá-la, e o que tem a lhe dizer muda mais uma vez seus planos.
O cenário é de Sérgio Marimba, a iluminação de Jorginho de Carvalho, a trilha sonora de Rodrigo Penna, os figurinos de Helena Araujo e Djalma Brilhante e a direção de produção de Maria Siman, vencedora do Prêmio APTR-2008 na categoria Melhor Produtora por ‘Ensina-me a Viver’.  
“Cissa Guimarães está muito convincente no papel principal, usando impostação de voz e movimentos corporais na medida certa”.
“Sem recorrer à caricatura, Josie Antello faz graça explorando peculiaridades nos modos de falar e nos gestos de cada uma das três personagens que representa”. Carlos Henrique Braz - Veja Rio.
“O tema “separação” é bem explorado e provoca boas gargalhadas... Além de encarar sua personagem com muita veracidade, Cissa exibe excelente forma física e cativa a platéia. Giuseppe Oristânio não fica atrás no marido truculento e Josie rege com maestria suas três personagens”. Adriana Lins - Revista Contigo.
“Fé na trama e no texto! O texto tem humor próprio resultando em um espetáculo divertido e ágil. Cissa expressa bem simplicidade e complexidade, alegria e tristeza, ingenuidade e sabedoria”.
Bárbara Heliodora – Jornal O Globo
Elenco:
Cissa Guimarães, Giusepe Oristanio e Josie Antello

Texto: Regiana Antonini
Direção: Ernesto Piccolo
Assistente de direção: João Velho
Direção de Produção: Maria Siman
Trilha sonora: Rodrigo Penna
Cenário: Sérgio Marimba
Iluminação: Jorginho de Carvalho
Figurino: Helena Araujo e Djalma Brilhante
Design Gráfico: Thomaz Velho
Produção executiva: Bruna Ayres
Gerente de Projetos: Paula Salles
Idealização do Projeto: Cissa Guimarães
Realização: Primeira Página e BG produções


Teatro das Artes(742 lugares)
Avenida Rebouças, 3970 – Shopping Eldorado, 3º piso
Sexta e sábado 21h30 / Domingo 18h30
Info.: (11) 3034-0075

Temporada: até 29 de setembro
 Vale conferir :)

04 julho, 2013

Conexão Marilyn Monroe

Conexão Marilyn Monroe...

Se prepare pra muita risada... num texto gostoso e cheio de surpresas... em cartaz no Teatro Gazeta.
Texto e direção de Alexandre Reinecke
Conexão Marilyn Monroe é o que se pode chamar de, uma "comédia tipicamente brasileira", escrita e dirigida por quem entende do assunto: Alexandre Reinecke, um dos diretores mais atuantes do país, principalmente em comédias, o espetáculo é  repleto de mal-entendidos, com uma confusão crescente e divertida.  Esse é o quarto texto escrito por Alexandre Reinecke. “Escrevi essa comédia enquanto ainda atuava em Trair e Coçar, é só Começar, e lá se vão vinte anos. Apesar desse tempo todo, o texto continua muito atual e resolvi montá-lo dois anos atrás, depois de uma leitura que fizemos no MASP, no Projeto Letras em Cena”, afirma o autor e diretor que já teve outros textos encenados, como Pensando em Ti (1992), que ficou em cartaz somente em Campinas, sua cidade natal; Alquimistas Graças a Deus (1992) e Aqui se Paga, aqui se faz (1999).
Reinecke afirma que é “uma comédia divertida, contemporânea e brasileira! Uma homenagem aos clássicos da comédia mundial, com ingredientes dos mais variados gêneros como vaudeville, besteirol, comédias policiais e absurdas terminando com uma grande homenagem ao mestre dos comediógrafos, Molière, que com suas peças fazia grande sucesso, criticando as elites dominantes de sua época”.
A trama se desenrola através dos conflitos gerados em torno do personagem central, um Senador da República corrupto envolvido com lavagem de dinheiro e das situações ocasionadas pelo seu
relacionamento oculto com um irreverente namorado.  Na casa do Senador Pacheco está sendo preparada uma grande festa de aniversário de Ricardinho, seu companheiro, onde os convidados deverão se fantasiar de Marilyn Monroe. Pacheco aproveitará esta festa para fazer uma troca de mercadorias ilícitas, arquitetada por seu fiel escudeiro Paulo, que teve a grande ideia de camuflar 100 mil dólares dentro de um vestido de Marylin Monroe (aquele da famosa cena do metrô).
Dom Pepino é um grande contrabandista e traficante de Brasília, além de maior concorrente de Pacheco, no mundo do crime e contravenções, que ao ficar sabendo da transação, envia seu “funcionário” Otávio, um atrapalhado bandido de primeira viagem, se infiltrar na festa para interceptar a negociação e fugir com o dinheiro. O que nenhum dos dois sabe, é que a festa é temática...

 
Elenco:
Alexandre Barros
Maximiliana Reis
Paulo Ivo
Riba Carlovich
Romis Ferreira
Thiago Adorno
 
 Assistente de Direção: Eduardo Leão
Cenário e Figurino: Fábio Namatame
Trilha Sonora: Pedro Lobo
Iluminação: Lúcia Chedieck
Fotografia: João Caldas
Identidade Visual: Fernando Lucas
Designer Gráfico: Natália Viviani
Assessoria de Imprensa: Morente e Forte
Produção Executiva: Adelino Costa
Direção de Produção: Marcella Guttmann
 

Teatro Gazeta (700 lugares)
Avenida Paulista, 900 - Térreo
Informações: 3253.4102

Sextas às 21h | Sábados às 22h| Domingos às 20h

Temporada: até 29 de setembro
Vale conferir ;)


15 junho, 2013

Uma Vida No Teatro


Uma Vida No Teatro

Francisco Cuoco e Ângelo Paes Leme, saboreiam um texto gostoso, suave, de De David Mamet com tradução de Clara Carvalho e Direção de Alexandre Reinecke.
O espetáculo narra a trajetória de dois atores, um velho e um jovem, que durante um período de suas carreiras trabalham juntos e vivenciam inúmeras situações típicas dos atores teatrais, tais como as inseguranças, carências, sucessos e fracassos em várias montagens. O espetáculo é dividido em cenas, ora divertidas, ora comoventes, que se passam dentro de locais ligados diretamente ao ofício dos atores de teatro – salas de ensaio, coxias, fim de um espetáculo, camarins, durante um espetáculo e a saída do teatro após as apresentações.
ROBERT é um ator de seus 70 anos, com larga experiência nos palcos e vive de um sucesso que teve no passado. Como a maioria dos atores mais velhos, é cheio de manias, trejeitos, opiniões e inseguranças. Gosta de falar sobre as atuações de seus colegas, dar dicas para os mesmos e está sempre pronto para discutir cenas; mas é solitário, não tem mais muitos amigos e sua carência se mostra latente durante todo o espetáculo. JOHN é um jovem e promissor profissional das artes cênicas. Graças a sua generosidade e talento, se transforma em uma espécie confidente/amigo de Robert, que o elege para suas conversas intermináveis sobre a “arte de ser ator”. Está sempre disponível para ouvir seu mais novo amigo de maneira calma e atenta, até que a insistente necessidade de conversas, dicas e opiniões de Robert começam a cansá-lo. 
O projeto cultural O Vivo EnCena é uma iniciativa da Vivo que estimula o intercâmbio de projetos de artes cênicas com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do país e da sociedade como um todo. Ricca Produções Artísticas e Reinecke Produções Culturais trazem ao Brasil este texto divertido e extremamente inteligente, segundo a crítica internacional, de um dos maiores dramaturgos contemporâneos, presenteando o público de São Paulo com interpretações de Francisco Cuoco e Ângelo Paes Leme.

Texto: David Mamet
Adaptação e Direção: Alexandre Reinecke
Assistente de direção: Eder Bastos
Tradução: Clara Carvalho

Elenco:
Francisco Cuoco e Ângelo Paes Leme

Cenografia: André Cortez
Figurino: Fabio Namatame
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Trilha Original: Daniel Maia
Fotos de cena: João Caldas
Fotos estúdio: Jairo Goldflus
Programação Visual: Estação Design
Assessoria de imprensa: Morente Forte
Making-Off: Trapézio Filmes
Administração financeira: Ricca Produções - Patricia Velho / Thiago Oliveira
Administração: Ricca Produções
Produção executiva: Carmem Oliveira
Direção de produção: Ricca Produções
Produtores Associados: Alexandre Reinecke / Giuliano Ricca
Realização: Ricca Produções Artísticas / Reinecke Produções Culturais
Patrocínio: Vivo e Porto Seguro
Serviço


Teatro Vivo (290 lugares)
Avenida Dr. Chucri Zaidan, 860 – Morumbi
Bilheteria do Teatro: 97420-1520
Sexta às 21h30 | Sábado às 21h | Domingo às 18h
Temporada: até 04 de agosto
+fotos
Vale conferir :)

23 maio, 2013

Myrna Sou Eu

Myrna Sou Eu

Com direção de Elias Andreato, Nilton Bicudo (muito à vontade) dá vida à Myrna, pseudônimo feminino que Nelson Rodrigues adotava nas crônicas que escrevia para o Correio da Manhã, que em seu Consultório Sentimental tenta resgatar a reflexão sobre o amor e a solidão das mulheres, às quartas e quintas no Teatro Augusta.
Nelson Rodrigues dizia que se as pessoas falassem o que fazem entre quatro paredes, ninguém mais se cumprimentava (Eu concordo).
Num mundo cada dia mais amoral e digital, escolhemos Myrna, o consultório sentimental, para tentar resgatar a reflexão sobre o amor, sobre a solidão das mulheres.
Vivemos num mundo onde as mulheres conquistaram muitos direitos, se emanciparam, e ganharam destaque em seus trabalhos. Mas a violência contra a mulher continua, e elas cada vez mais solitária precisam dos conselhos amorosos desse grande autor. O diretor Elias Andreato escolheu as crônicas e montou o roteiro do espetáculo. Para dar voz a essa mulher que tenta entender os homens, o ator Nilton Bicudo lança mão de sua alma feminina e sobe ao palco.

Sobre o ator: Nilton Bicudo - Ator , diretor de Teatro ,nascido em São Paulo em 1966 e  formado em Direito pela PUC/SP em 1988, e em Teatro pelo Teatro- Escola Célia Helena em 1992. Começou sua carreira como assistente de direção na EAD, com Eliana Fonseca e Johana Albuquerque. Em 19 anos de carreira trabalhou em 50 espetáculos de teatro, alternado as funções de ator, diretor, assistente de direção. Trabalhou com autores e diretores como Fauzi Arap, Renato Borghi, Elias Andreato, Márcia Abujamra, Marco Antônio Braz, Cibele Forjaz, Francisco Medeiros, Mário Bortolotto, entre  outros, em textos de Nelson Rodrigues, Tchecov, Tennesse Williams, Shakespeare, Büchner, Alan Ayckbourn, e também a dramaturgia contemporânea brasileira,  de Newton Moreno, Antônio Rocco, Sérgio Roveri, Pedro Vicente, Ivam Cabral, Felipe Sant\\\'ângelo, Gustavo Machado e Terça Insana. Em 2008 foi indicado ao Prêmio Shell de melhor ator, por O Natimorto, de Lourenço Mutarelli.
No cinema participou dos filmes O Veneno da Madrugada, de Ruy Guerra, Caixa Dois, de Bruno Barreto, O Primo Basílio, de Daniel Filho, Meninos de Kichute, de Luca Amberg, também Boleiros e Sábado, de Ugo Georgetti, e Por Trás do Pano, de Luís Villaça.  Fez quatro novelas, duas na TV Globo, Andando nas Nuvens (1999) e Desejos de Mulher (2002) uma no SBT Sangue do meu Sangue (1995), e uma na Bandeirantes Água na Boca (2008), além de participar de Teleteatros da TV Cultura, e das séries A Diarista, Os Normais, Sob Nova Direção, Super Sincero, com José Alvarenga e Dennis Carvalho e Uma Rosa com Amor, com Del Rangel.

Texto: Nelson Rodrigues
Adaptação, Roteiro e Direção: Elias Andreato
Diretor assistente: André Acioli
Interpretação:Nilton Bicudo
Cenário:Elias Andreato
Cenotécnico:Domingos Varella
Trilha composta:Jonatan Harold
Figurino:Fabio Namatame
Visagismo:Allex Antonio
Fotos:João Caldas
Operador de Luz e Som:Bob Lima
Produção:Solo Entretenimento
Direção de Produção:Daniella Griesi e Andresa Lenzi
Produção Executiva:Gabriela Pimenta
Projeto Gráfico:Vicka Suarez
Assessoria de Imprensa:Morente Forte

Teatro Augusta (302 lugares)
Rua Augusta, 943
Informações: 3151.4141
Quartas e quintas às 21h

Temporada até 27 de junho
Vale conferir :)

11 maio, 2013

PTolerância Zero

PTolerância Zero

Todo sábado no Teatro Renaissance...
PTolerância Zero é uma comédia política escrita e encenada por Paulo Coronato, o mesmo autor e ator de TPM Katrina (visto por mais de 70.000 pessoas) e Paulo Francis Está Morto (peça que estreou em 2008 e virou filme, ainda inédito).
Um anti-petista radical se comove ao ver o Lula torcendo pelo Corinthians, nas conquistas da Taça Libertadores da América e do Mundial, e funda a APA (Anti-Petistas Anônimos), com o objetivo de ajudar anti-petistas a acreditarem no PT, apesar das evidências ao contrário. A peça se passa nesta primeira reunião, quando o anfitrião tenta justificar todos os absurdos ocorridos nos últimos anos.  
Paulo Coronato é formado em Educação Física pela USP e foi triatleta antes de ingressar na carreira artística. Desde 1991 é formado em teatro e trabalhou nos palcos, no cinema e na TV.
Participou dos espetáculos "As Mentiras que Os Homens Contam", "Arsênico e Alfazema", "Os Sete Gatinhos", "O Estrangeiro", "Sua Excelência, o Candidato", "Paulo Francis está Morto", "Oito a Zero" e “As pontes de Madison”. Na TV, merece destaque sua participação na novela "Mulheres Apaixonadas" e o seriado "Força Tarefa", ambos da Rede Globo. No cinema, o filme “Boleiros” é uma de suas atuações mais marcantes. Em sua nova frente de trabalho como dramaturgo, escreveu, além de “TPM Katrina”, a peça “Paulo Francis está Morto”.

Texto, concepção e interpretação: Paulo Coronato
Iluminação: Mario Martini
Figurino: Julia Carrera
Operação Luz e Som: Yuri Zveibil
Programação Visual: Bady Cartier
Fotografia: Alexandre Coronato
Coordenação de Produção: Julia Carrera

PTolerância Zero
Teatro Renaissance (440 lugares)
Central de Informações: (11) 3069-2286
Sábado às 19h
Alameda Santos, 2233 - Cerqueira César.

Gênero: comédia
Temporada: até 29 de junho
Vale conferir :)

09 maio, 2013

Como Água Que Sobre a Água Corresse

Como Água Que Sobre a Água Corresse

Uma atriz segura e também dramaturga, Silvia Suzy encena este monólogo, criado a partir de obras de diversos autores da literatura clássica como: "As Mil E Uma Noites", Isabel Allende e José Saramago.
A montagem sugere encontros com a temática da liberdade, pincelados por um erotismo delicado em cenas criativas e bem dirigidas pelo jovem e estreante diretor Arthur Miranda.
A bela Luz e o cenário criativo do espetáculo, trazem uma leveza que agrega qualidade ao espetáculo e enchem os olhos.

 Texto: Silvia Suzy
Direção: Arthur Miranda

Elenco: Silvia Suzy

Cenário: Bira
Figurino: Daniel INfantini
Fotos: Hemerson Celtic / Robson Kumode
Desing de Luz: Denilson Marques
Design Gráfico: Rodrigo Spavanelli
Voz Para Canto: Alice Juguero
Corpo em cena: Letícia Bortoletto
Iluminação: Camila Moura

Teatro Estação Cultural 574
Rua Rui Barbosa, 574 - Bela Vista
Tel.: (11) 4563-0515
Sábado às 21h; domingo às 19h; segunda às 20h
Espetáculo não recomendado para menores de 14 anos
Em cartaz até o dia 1/7/2013


Vale conferir :)



01 maio, 2013

Vingança - O Musical


Vingança - O Musical

Um musical de Anna Toledo com direção musical do ótimo Guilherme Terra e excelente direção de André Dias.
A ação se passa nos anos 50, no Sul do Brasil, e tem como pano de fundo a vida boêmia de um cabaré. O enredo narra a história de três triângulos amorosos, onde um boêmio de vida dupla, quer manter a esposa e as amantes, mas nada sai como o planejado quando ele se envolve com uma mulher fatal. 
Na estréia do espetáculo VIGANÇA - O Musical... - temos uma lição de como cuidar da arte. Com produção da ótima Morente Forte é diversão refinada e garantida.
Quem não teve acesso a Lupicínio Rodrigues tem um ótimo motivo para conhecer e quem já o conhecia, tem o prazer de reviver um gênio.
-“Tive mulheres que me fizeram bem e mulheres que me fizeram mal. As que me fizeram bem, eu esqueci.” - diz Lupicinio Rodrigues através da genialidade da autora e atriz Anna Toledo.
Fã confessa da obra e escritos de Lupicínio, a atriz, cantora - e agora dramaturga - Anna Toledo mergulhou nesse mundo, idealizou e criou VINGANÇA, o musical que recria, através da música, do drama, da ironia e do sarcasmo, o universo de paixões descrito no espetáculo.
Lupicínio Rodrigues era um paisagista dos sentimentos. Seu universo era feito da noite, de paixões impossíveis, da boemia alegre e dos desencontros amorosos – e os personagens mais assíduos de suas canções eram “os homens infiéis e as mulheres más”. Lupicínio Rodrigues foi o inventor da expressão “dor-de-cotovelo”. Foi numa de suas crônicas no jornal Ultima Hora que a expressão surgiu pela primeira vez, usada para descrever a dor da solidão, provocada pelo tempo em que o sujeito solitário passava com o queixo apoiado sobre o cotovelo no balcão do bar.
As canções de Lupicínio são executadas ao vivo, em novos arranjos criados por Guilherme Terra especialmente para o espetáculo, na formação instrumental de piano, violão e percussão e arranjos vocais para o elenco.
Me senti num pedacinho da Europa, escutando poesia brasileira. O centro de SP é lindo. O Banco do Brasil cuida deste espaço que acolhe e mostra trabalhos deliciosos.

Direção Geral André Dias
Direção Musical e Arranjos Guilherme Terra

Elenco:
Ana Carolina Machado – Maria Rosa
Andrea Marquee - Linda
Anna Toledo – Luzita
Jonathas Joba - Liduíno
Luciano Andrey - Alves
Sérgio Rufino – Orlando
Guilherme Terra/ Jonatan Harold – Seu Maestro

Músicos em cena: 
Guilherme Terra ou Jonatan Harold (Piano)
Jeferson de Lima (Violão) e Ricardo Berti(Percussão)
Pianista Ensaiador Jonatan Harold

Diretora de Movimento Kátia Barros
Cenário e Figurino Fábio Namatame
Designer de Som Fernando Fortes
Iluminação Wagner Freire

Assistente de Direção Carla Masumoto
Assistente de Direção de Movimento Patrícia Zveibil Rodrigues

Assessoria de Imprensa:
Daniela Bustos e Beth Gallo - Morente Forte Comunicações
Programação Visual Cassiano Pires
Fotos João Caldas

Camareira Consuelo de Cássia
Contrarregra Celso Dornellas
Operador de som Dug Monteiro
Operador de Luz Rafael Soares

Assessoria Contábil Marina Morente
Administração e Assistente de Produção Jady Forte
Assistente de Produção Mariana São João

Produção Executiva Egberto Simões
Produtoras Selma Morente e Célia Forte

Realização Morente Forte Produções Teatrais
 www.bb.com.br/cultura
www.twitter.com/ccbb_sp - www.facebook.com/ccbbsp



Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Álvares Penteado, 112. Centro
 3113. 3651 / 3113.3652
 Terças, Quartas e Quintas às 20h.

Acessos: Estações Sé e São Bento do Metrô. Praças do Patriarca e da Sé.
Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física
Ar-condicionado / Estacionamento: Estapar Estacionamento
Rua da Consolação, 228 (Edifício Zarvos)

 Temporada: de 01 de maio até 04 de julho
Vale Conferir :)